domingo, 8 de março de 2009

Putanesca Games

Game Player, um joguinho ´´brazuca``, é um mini game especial apesar dos pesares. Único minigame que eu tenho notícia de se tratar de nacional (sério, no manual diz isso), e que possui controles, podendo jogar em dupla. Mesmo sendo fake do fake do mini game pirata da Uruguaiana vindo do Paraguay copiado do joguinho chinês. Enfim, assistam os vídeos abaixo.


Última parte

parte 5

Parte 4

Parte 3

Parte 2

Parte 1


Assista também:


Space Counter Strike

http://orgulho-nerd.blogspot.com/2008/11/putanesca-games.html

http://orgulho-nerd.blogspot.com/2008/12/putanesca-games.html

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Viva sexta feira 13


Hoje é uma data especial e não merece ser passada em branco. Data em que mesmo nos dias de hoje pessoas supersticiosas tem, senão mais medo de sair na rua principalmente à noite, ao menos uma justificativa caso algo não dê certo. Sexta feira 13. Dia de dar susto nos amigos, relembrar clássicas lendas do terror, e para os mais corajosos, realizar um programa diferente, que nunca conseguiu fazer antes por falta de estimulo, mas que hoje se tornaria especialmente convidativo, como um tour pelo cemitério regado a vinho e músicas góticas. Dia das bruxas temos todo mês de outubro e em todo ano, mas nem todo ano uma sexta-feira cai no dia 13, por isso minha vontade de escrever esse post. Não tem como negar, mas não só o Brasil como todo o mundo é supersticioso, ainda mais os países latinos e católicos. Aproveitando a data estréia o mais novo filme do serial killer preferido por amantes de filmes de terror trash, Jason Vorhees, dessa vez encarnado por Derek Mears, em uma de suas muitas versões. Como todo personagem querido que envelhece nos cinemas, o novo Sexta feira 13 pode provocar um certo tipo de ´´medo`` (não o medo proposto pelo filme) nos fans mais antigos em assisti-lo, provavelmente os sustos nunca serão os mesmos que já foram um dia, quando Jason começava a usar a clássica máscara de hóckey. Falando em filmes antigos do terror, o SBT também aproveita a data de hoje para exibir Carrie, a estranha, clássico de Brian de Palma, sobre uma adolescente dotada de poderes telecinéticos que acaba com a vida de seus colegas de escola após passar maus bocados nas mãos deles. Tiro o chapéu para a atuação de Sissy Spaceck, que esteve bem convicente no papel de uma menina deslocada filha de uma mãe reliosa compulsiva que beirava a loucura. Suas expressões de espanto eram bem comoventes, e apesar de tudo era uma gata que todo homem gostaria de namorar, sendo apenas mal aproveitada. O elenco também contava com John Travolta, até então um ídolo juvenil. Infelizmente muitos anos depois alguém teve a infeliz idéia de lançar uma continuação, sem a atriz principal que teve o bom senso de recusar fazer o papel novamente, que com certeza desonrou a brilhante adaptação cinematógrafica do conto de Stephen King. Lembro também que na mesma década que foi realizado esse filme, surgiu outro talvez de impacto maior, O Exorcista. Na minha opinião os melhores filmes do gênero nasceram até o final da década de 70. Ainda não esqueço da minha primeira experiência com o último filme citado. Eu era um moleque e em uma noite qualquer ia passá-lo em uma emissora que hoje não lembro, com certeza Globo ou SBT. Na época o filme ainda era fresco e muita gente criava expectativa, lá em casa estava reunido minha mãe, meu pai, meu irmão, que era um pouquinho mais velho que eu e já podia assistir filme até tarde, a empregada e uma amiga da minha mãe, todo mundo na sala esperando o filme começar. O molequinho aqui (eu) não podia nem pensar em assistir um filme aterrador como aquele e minha mãe me botou para dormir. Meu quarto ficava próximo à sala e podia se ouvir um poquinho. Cadê que eu dormi? Me lembro de eu deitado na cama, no escuro, virando de um lado para outro ouvindo os gritos, a música de horror, os diálogos tensos, os comentários assustados, usando como desculpa para dar uma espiadinha na tela as vezes que eu levantava para ir ao banheiro. Para mim toda aquela explosão de sensação me foi mais impactante do que se eu tivesse assistido o filme. Anos depois criei coragem e assisti em casa em uma outra oportunidade, chegando a uma conclusão que não podia ser diferente; não é a toa que se tornou referência de brilhantes filmes de terror. É um terror sombrio, torpe, mas que se difere das carnificinas que perduram até os dias de hoje. Um terror que usava de meninas inocentes para chocar e comover o espectador, tal como Carrie, tal como muitos outros, até mesmo anteriores a estes. O Exorcista também sofreu a ´´maldição`` das continuações, mas nesse caso ainda perdoaria a primeira continuação, pois dá aos fans respostas de como a menina Regan passou a levar a vida depois de se livrar da pocessão do demônio Pazuzu, já as outras eu atiraria pedra mesmo. Alguns anos atrás estava eu e minha mãe na sala e começou a passar em uma canal de filmes da Net esse mesmo filme que há 17 anos atrás seria inconcebível assistirmos juntos. Mámli dizia para mim: ´´Gil, meu filho.Você considera esse filme como arte?`` e eu respondia:´´Claro mãe, só para a cena do vômito tiveram de fazer uma pasta doida de ervilha. E a voz dela de diabo? A dubladora teve um trabalho danado``. Na época a ilusão de realidade era bem maior do que hoje. Para minha mãe esse tipo de coisa me chocaria por muitos anos. Tal como os filhos que crescem e a igenuidade é perdida, os filmes de terror jamais serão como eram antes.

sábado, 31 de janeiro de 2009

O que anda acontecendo com os grupos Emo?

Anteontem vi na tv que a música de abertura da temporada anterior de Malhação, Daqui pra frente, do grupo Emo NXZero copiava a melodia do refrão de uma música de um grupo gringo, Taking Back Sunday. Como essa música era um grande hit do momento, não demorou muito para que um fan da banda gringa, que não é conhecida no Brasil, nota-se a semelhança e comunicasse a imprensa, como vocês podem conferir no vídeo abaixo.

Ao ser procurado para prestar esclarecimento, o assessor do NXZero deu a resposta que não podia ser diferente; tratava-se de uma coincidência. Coincidência ou não, composições, arranjos, harmonias, letras e melodias acabam ficando parecidas umas com as outras, e o dono da música será, teoricamnte e para todos, aquele que estiver fazendo sucesso primeiro. Também pouco importa. Como os dois grupos só brilham em seus respectivos países, é ainda melhor, independente se o grupo Emo de nosso país plagiou ou não. Ficará o dito pelo não dito até a música ser esquecida. Isso me faz lembrar de outro grupo Emo de nossa terra, Fresno, cujo hit Pólo, outra musiquinha da Malhação (mundo pequeno esse) carrega no refão a mesma melodia e forma de cantar de uma música de um outro grupo gringo, Cartel, que no entanto não deu em nada, apenas rendeu em uns carinhas comentando em comunidades do Fresno espalhadas pelo Orkut. Assista os vídeos e vejam a semelhança entre as duas músicas.

Fresno - Pólo


Cartel - Honestly

Como vocês podem ver, não é aprimeira vez que isso acontece. Tirem suas próprias conclusões. Mas o que será que anda acontecendo com esses grupos Emos? A falta de criatividade que os afligem ou a vontade descontralável de compartilhar seus sentimentos dolorosos profundos que tanto os aflige com os outros músicos de sua praia? vai saber.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Mega Powers

Os Power Rangers brasileiros






Alguns meses atrás eu tinha lido uma matéria na Internet sobre um Super Sentai brasileiro (nome dado aos super heróis estilo Changeman, Power Rangers). Me chamou atenção e entrei no site procurando saber mais. Me perguntei onde passaria tal série, onde encontraria os episódios e fiquei um bom tempo sem resposta. Até que um dia na seção de DVD da Casa e Vídeo vi um homem olhando a capa de um DVD e colocando no mesmo lugar quase de imediato. Fiquei curioso em saber que filme tinha causado tamanho falta de interesse no homem, e fui ver o DVD rejeitado por ele, já ciente de que era um ´´DVD pra criança``. Eis que na capa ali estava o letreiro Mega Powers, e a imagem dos três heróis e o robô ao fundo. dei uma lida rápida na sinopse atrás da caixa e logo levei o DVD para a casa, morrendo de curiosidade em assisti-lo. O que pude ver é que se tratava de uma idéia legalzinha, realizada pelas poucas condições que uma produção independente e desse gênero poderia aproveitar. Como um bom estudante de cinema fiquei satisfeito em dar dinheiro pelo DVD dos caras. Parabenizo o idealizador Levi Luz pela iniciativa, levando em conta que é uma criação original uma série desse gênero aqui no Brasil. Pelo que eu li a primeira temporada tem seis episódios, se bem que não sei se vai haver uma segunda. Na comunidade do Orkut muita gente pergunta quando sai o segundo DVD e até agora nada. De fato na Casa e Vídeo não tem nem sombra de um segundo DVD. Fiquei sabendo que o primeiro foi relançado, teve capa reeditada e tudo, mas ainda estamos esperando o próximo. O primeiro DVD possui três episódios. Os heróis são três jovens, um vermelho, um azul e uma amarela, apadrinhados por Megray, uma espécie de Mestre dos Magos, que lhes concedeu super poderes. Juntos combatem os Mologs, raça alienígena que pretende conquistar o mundo e aliciam pessoas frustradas e insatisfeitas com a vida a irem para o lado do mal e assim invocar os bestiais, seres malígnos oriundos do meio onde a vítima vive. Por exemplo, se a vítima for um usuário compulsivo de drogas, os bestiais serão seres compostos de plantas cannabis, se for um policial frustrado, serão soldados violentos do batalhao de choque (sei que viajo, mas cheguei a pensar em vários roteiros pra série, juro. Ainda mais brincando com o fato deles serem brasileiros). Os Mega Power já iniciam o cambate pegando as pistolas, que não servem pra nada, e atirando neles. Depois partem para o pau. Mas os bestiais não param de surgir e eles são obrigados a apelar, usando suas poderosas armas; a do vermelho é o Mega-tchaco escarlate, a do azul é o Mega-bastão celestial e a da amarela é a Mega-espada solar, e com elas dão cabo dos bandidos. A vítima então é transformada em um monstro gigante e os Mega Powers chamam o Gigante guerreiro Mega Power, seu poderoso robô, e iniciam uma batalha totalmente feita de computação gráfica. Bato palma para o cara que faz a animação. O que também é muito divertido é o cenário carioca onde se passam os episódios. Eles mataram o primeiro monstro na Cinelândia, onde um rapazinho passando de bicicleta viu o combate e se mandou de medo, hilária essa cena. O segundo combate do robô com o monstro foi na pista da praia do Flamengo e na última, na qual o robô ganha uma espada, foi na orla da praia de Botafogo. Assista abaixo uma palhinha da primeira temporada, assim como o Making Off. Aconselho a todos assistirem, nem que seja por curiosidade. Um detalhe que não pode passar despercebido é que o criador da série Levi Luz faz uma ponta no segundo episódio, como o engenheiro chefe que despede o funcionário honesto que reclamava da qualidade do material de construção.



Não se esqueçam também de entrar no site http://www.megapowers.com.br/




Ps: Quanto ao titulo do post, eu queria muito poder chamar de os Changeman brasileiros, heróis da minha infância e pioneiros no estilo. Acontece que ninguém mais lembra deles. Mas deixa pra lá, achei os Mega Powers a cara do Power Rangers mesmo.


Parte 1




Parte 2




Parte 3




Making Off






Assistiu até o final? Então você vai ter que assistir esses outros abaixo também. Melhor oportunidade para relembrar ou conhecer. O nome da série é algo tipo Os Jovens defensores tatuados de Beverly Hills, passava no SBT de manhã, no programa do Sérgio Mallandro, em meados de 95, bem na época que os Power Rangers estavam extourando. O áudio tá em original em inglês, pena que o vídeo não tem legenda.






Parte 1



Parte 2


Parte 3

domingo, 18 de janeiro de 2009

Onde está Deus?

Dia desses vi esse vídeo no Youtube, batizado de ´´Onde está Deus?``


hahahahahaha vejá só. Algumas fotos parecem até saídas da abertura de Viagem Maldita

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Maurício de Souza enlouqueceu?


Já faz alguns meses que pintou nas bancas uma novidade dos quadrinhos da turma da Mônica, o gibi Turma da Mônica crescida, desenhado em estilo mangá (quadrinhos japoneses) e tal como, em preto em branco. Eu hein. Os principais personagens de Maurício já tem dezesseis anos e vivem problemas e situações tipicas da idade, além de, claro, estar envolvido nas histórinhas elementos dignos de um tradicional mangá, como fantasia, robôs, lutas, entre outras coisas. Descaracterizando totalmente os personagens, Maurício de Souza não satisfeito ainda inventa um beijo da Mõnica para o Cebolinha, decidido a desconstruir de vez a imagem infantil e descompromissada que as pessoas que lêem os gibis originais tem de seus personagens. Me suou como uma apelação. E para que essa idéia maluca? Cadê o orgulho do estilo e traços originais do gibi que conquista gerações, fazendo o que fez com seus personagens e mexendo na fórmula das historinhas que sempre deu certo? Maurício de Souza não precisava deformar a imagem de seus personagens desse jeito. Ah, não precisava mesmo. Isso aí nada mais é do que uma idéia mal elaborada, fora de hora, que nada acrescenta para as pessoas que cresceram lendo a Mônica correndo atrás do Cebolinha para dar coelhada. Provavelmente não vai emplacar. Ainda assim, espero que o respeito aos personagens ainda fique, vida longa aos gibis nacionais. Que vergonha, hein seu Maurício, copiando o que vê pelo mundo afora sem nenhuma opinião, desmerecendo a própria criação.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Iraquiano atira sapatos em Bush.


Todo mundo já sabe que nos últimos dias houve um acontecimento curioso, que marcará o ano de 2008, mesmo tendo ocorrido já no finalzinho dele. O ex presidente George W Bush fez uma visita surpresa ao Iraque e participou de uma coletiva em Bagdá, no escritório do premiê Nuri al-Maliki. Enquanto discursava neste domingo 14, foi agraciado por um presente, duas sapatadas do repórter Muntazer al-Zaidi, que infeliz... ops, acabou errando. Infelizmente (agora sim), o repórter agressor foi detido e permanece preso até agora, mas gente pedindo sua liberdade e favoráveis à sua atitude é o que não falta. Os iraquianos, em resposta da visita surpresa de Bush, queimaram bandeiras americanas e astearam sapatos em alusão à agressão praticada contra ele.

Eu até admiro a atitude anti-estados unidos deles, afinal, a vida é uma democracia e motivo para eles para detestar esse país não faltam, mas acho difícil também uma nação conseguir se manter sem nenhuma sombra dos Estados Unidos, já que o legado deles para o mundo é gigantesca. Os filmes que mais assistimos são de lá, grande parte das músicas também, a língua predominante é a maior do globo, e influências do mundo pop como super heróis, gibis, seriados, vem de lá se espalhando aos quatro cantos. É fato que os Estados Unidos é o centro do mundo. Não podemos fingir que ele não existe. Daí vem minha admiração e até uma certa inveja do povo iraquiano, eles abominam o que for natural de lá e valorizam seu país por si só, pela sua própria cultura e história de vida. Uma nação que consegue peitar os Estados Unidos deve ser tratada com respeito. Duvido que eles sejam paga pau de quem fala inglês, como nós aqui somos. Se bem que eu não tenha nada contra os ´´estadosunidenses`` (nem falo americano, porque americano a gente é também). Aprecio muita coisa que vem de lá, tudo isso que citei aí em cima, embora acredite que a música nacional seja melhor, mesmo que seja cópia de bandas gringas, como grupos de rock de visual baseado no pessoal de lá, mas que cantem português, e também, embora a mulher brasileira seja considerada a melhor do mundo, também aprecio as de lá, como a Cameron Diaz e a Paris Hilton. Uau! O que não suportava era o governo Bush, mas que graças a Deus acabou, sobrando como resposta a atitude do repórter iraquiano.

Será que um dia o Brasil será um país orgulhoso de si por si só, sem sombra de influência exclusiva estadosunidense?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Putanesca games

Mais um videozinho dessa série idiota.


Revanche do jogo de submarino.

Cena maravilhosa



Hoje não sei por que acordei pensando na cena final do filme A Secretária, estimulo que me deu forças para sair da cama, Lee Holloway, personagem de Maggie Gyllenhaal, encarando o espectador após passar por aprovações que definiriam o resto de sua vida, uma vida feliz dali por diante, sem medo, sem pudor, séria e convicta de que agora sim encontrou sua identidade. Bom, para mim foi essa a impressão que o olhar dela passou. Antes ela era uma moça desacreditada, deslocada no mundo, sem saber a que veio na vida, e nesses únicos instantes de filme ela mostra uma postura séria e segura. Só o olhar, ela olhando para a câmera, dispensando elementos cenográficos é simplesmente uma das cenas mais belas que já vi no cinema, eu conseguia sentir tudinho que se passava na cabeça da personagem, que nos dizia: ´´Essa sou eu`` sem nem um pingo de medo no olhar. A até então pobre moça perdida no mundo, com um pai alcoólatra e uma mãe que a super protege, ainda mais em decorrência dos problemas psiquiátricos que teve que a levou a se tratar em um hospital, tentando se ajustar ao mundo, arrumando um emprego como a secretária de um tímido e também deslocado advogado, se envolve com ele e iniciam uma relação que deixa ambos satisfeitos, se descobrindo como uma moça submissa que vivencia momentos intensos de práticas e relações sadomasoquistas com o agora patrão e marido. Nessa questão Lee é uma moça corajosa, forte, romântica e sensível, que tem um final feliz, final esse que me emociona até hoje sempre que eu assisto ao filme, a ponto de me arrancar uma lágrima. E não é exagero. É um filme encantador, do estilo de romantismo que eu mais gosto, de mocinha indefesa em busca de seu príncipe encantado, mas adaptado para o mundo BDSM (Bondage, dominação, sadismo e masoquismo), claro, o que torna o filme ainda mais encantador. Não é a toa que é um grande exemplo de vida, e sempre me lembro e me baseio nele cada vez que fico deprimido. É mais do que recomendado. Eu tava tão certo do que o olhar da personagem de Maggie queria passar, que o próprio diretor, nos comentários do DVD, afirmou ser isso mesmo.Simplesmente lindo.
Mudando de assunto, antes de acordar e me lembrar dessa belíssima cena, eu tive um sonho curioso. O sonho foi o seguinte: Eu tenho o meu filme dos sonhos que sempre fantasiei tirar do papel, e acredito que eu não participaria da produção de nenhum outro longa antes desse. Nisso, um grupo de amigos me chamou para participar da equipe técnica. Mesmo não querendo acabei participando, mais pela camaradagem mesmo. As filmagens eram na praia. Até que uma catástrofe aconteceu, uma onda grandiosa veio e molhou os equipamentos. A equipe tava desesperada, tentando reparar o estrago, mas no fundo sabendo que não teria jeito, já que os equipamentos tinham sido realmente danificados. Então eu tomei uma decisão que eu não imaginava ser capaz mesmo em sonho, me despedi e fui embora. Por quê? Porque não tinha mais como continuar, ora bolas. Ou seja, eu tinha ido apenas para ajudar mesmo, não vesti a camisa do filme para me desesperar com eles e clamar por uma solução. Será que eu estava mesmo errado? Queria muito a opinião de alguém. Quando se envolve em um projeto tem que estar mergulhado com devoção, de corpo e alma, mesmo sem ser seu tão sonhado projeto? Quem teria a resposta? Esse assunto dava até um filme, mas quando acordei não conseguia pensar em mais nada senão a tão magnífica cena da mocinha acima.
(Ps.Foto ilustrativa. Essa foto não é a da cena que me refiro)
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