
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Como se fosse o ebola

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Louco por triciclos

Faz uns meses que descobri na cidade da minha namorada um Clube do triciclo, lugar onde os motoqueiros locais amantes da motoca se reunem, mas não os proprietários de uma motoca qualquer, somente da clássica de três rodas, uma dianteira e duas traseiras, que os metaleiros das décadas passadas costumavam se amarrar. Se para alguns o veículo parece algo como uma moto diferente, esquisita e feia, olhando detalhadamente percebemos que é uma inovação do estilo, ousada, comprida, espaçosa, e com um design exuberantemente exótico, o que para mim é uma coisa belíssima. Motos de duas rodas estamos cansados de ver por aí, de vários modelos, marcas, cores, tamanhos, cada vez mais adquiridas por jovens que buscam uma pseudo sensação de liberdade e rebeldia, e que mais tarde trocam por um veículo mais cômodo e seguro, como um carro, e a primeira motoca acaba indo parar num desmanche. É claro que há aqueles que realmentem apreciam a moto tradicional, por ser mais rápida, propícia para o trabalho e o imediatismo das coisas, além dos aficcionados e colecionadores de veículos de automotores, mas se há algo próximo a isso que se faz sua presença ser notada, esse veículo é a tradicional moto de três rodas, que quem coleciona todo tipo de moto deve ter em sua garagem, e que eu também sonho em ter um, sendo eu um homem de personalidade própria que não segue modismos ou tendências, hehehehehe. Para algumas pessoas, futucando bem até teriam a resposta para o meu fascínio pela máquina, já que eu sou um admirador das diversas variações do rock de raíz, desde os clássicos aos contemporãneos, e nisso ligam uma coisa à outra, sendo normal encontrar nos filmes e em alguns lugares caricatos da vida real homens barbados, cabeludos, de jaqueta de couro, pulseiras e correntes montados na tal motoca igualmente cheia de adereços, como uma árvore de natal. Realmente tenho um gosto especial por coisas diferentes, exóticas, que tenha um charme ímpar, próprio, que merecem seu devido valor e reconhecimento. O tal triciclo é uma máquina aguçada, feroz, linda de morrer, impactante, e que não exige tanto controle, coordenação e equlíbrio que a moto comum embora sejam parentes
próximos. E é nisso que ainda não me coçei para ter um, porque é necessário ter carta de moto para pilotar o veículo, coisa que ainda não tenho e momentaneamente me encontro sem saco para tirar. Mas ainda terei um, já sei até de qual cor mandarei montar; amarelo. Ia cair super bem. Já tenho até o nome com que batizá-lo: Pé na tábua. O motivo? Jurei para mim mesmo batizar meu primeiro veículo com esse nome, e provavelmente será meu primeiro. Talvez um dia eu tenha paciência para explicar o porque desse juramento. Se eu irei transformar meu trike em uma árvore de natal? Claro, eu já não disse que tenho apreço por coisas de belezas exóticas e charme especial? Mas nem só de duas ou três rodas se fazem uma moto. Não estou falando de monociclos (isso existe só no circo) e sim de quadriciclos. Sim, isso mesmo. Você já viu um desse? Eu me pergunto o que isso tem a ver com moto e suas adjacências. Tá mais para um bugue.
Na verdade, bem antes de conhecer o Clube do Triciclo, que me fez prestar mais atenção nesse tipo de moto, me recordo de uma conversa com um especialista de moto que dizia que esse veículo não era ´´uma moto de três rodas``, e sim um triciclo. Era a primeira vez que eu via alguém dando nome ao boi e no início achei engraçado, tava acostumado com a idéia de que triciclo era coisa para criança. Hoje em dia vejo que estava enganado, existem vários tipos de triciclo para adultos, inclusive os de pedal, o que penso seriamente em adquirir antes de comprar um motorizado. Minha identificação com o veículo foi tão grande, que não paro de estudar os modelos e as lojas que o oferecem, e como é difícil de achar uma no Rio, principalmente na zona sul, onde o que é mais usado são as bicicletas. O que não devia ser, já que aqui somo rodeados de orlas, calçadões, ciclovias, onde os triciclos de pedal são muito usados para lazer, e na Lagoa Rodrigo de Freitas vemos pessoas de todas as idades usando o ´´brinquedo``. É ótimo para entregadores que levam coisas de muito volume, para passeios, piqueniques, para levar pessoas na garupa sem que o peso vire o veículo, isso sem contar o desenho apaixonante que ele tem. Tomara que, anos mais tarde, a moda do triciclo pegue e ele seja bem difundido para todos os cantos. Bike já era, a moda agora será trike. Para não precisar ir numa fábrica encomendar ou mandar montar, me sugeriram entrar no site amazonbike.com, loja de Niterói, onde o veículo talvez seja mais usado, mas também encontrei o site dreambike.com, onde tem filial em São Paulo, e andei dando umas manjadas (e babadas) nos variados tipos das bagaças. Os preços não estão tão altos e logo logo estarei garantindo o meu.
E para a moda pegar?
sozinho no mundo basta lembrar que célebres personagens da ficção faziam uso do produto, como o Teletubie Pô (o vermelhinho), o garoto de Os Íncriveis que sempre se admirava com as atitudes de Roberto Pêra, o chefe da família, e até o Quico do Chaves. Um colega meu disse que já viu o Motoqueiro Fantasma montado em um, pena que não achei nenhuma imagem. Se alguém souber de mais personagens me avise. Você que gosta de triciclo, comente nesse post. Podemos ser bons amigos e trocar umas idéias sobre a máquina feroz. Quem sabe um dia, se eu tiver saco, faça a comunidade Triciclos de pedal no Orkut?
terça-feira, 28 de julho de 2009
Os filmes de Dragon Ball
Talvez eu esteja chegando atrasado com esse post, mas não pude deixar de comentar sobre o que seria os primeiros longas da série. Primeiramente devemos citar o mais recente, Dragonball Evolutions, visto que ainda está fresquinho e suas orelhas ainda estão quentes de tão massacrado que foi pela mídia e pelos fans que não curtiram a adaptação, depois partiremos para a análise do primeiro filme sempre ouvido falar, mas só mesmo tendo acesso fácil oferecido após a estréia de Evolutions; Dragon Ball Magic Bejins, filme chinês de 89 não oficial, amador ao extremo, que faz muitos cosplayers sentirem-se um Joel Schumacher, baseado no primeiro longa de animação, Dragon Ball, A Lenda de sheng Long. Fica aqui a análise de um apreciador da série que assistiu atentamente e com muita boa vontade aos três filmes
Adaptação: Embora tenha sido veementemente criticado, não escondo que não estou na lista dos odiadores desse filme. A única reclamação que tenho é que teve um tempo curto demais para um filme de ação, ainda mais se tratando de Dragon Ball, cuja histórias são arrastadas. Teve um quezinho de O Monge A Prova de Balas, ficou uma adaptação ´´mais Holywoodiana e caça níquel impossível``, mas até que é legalzinho. Ainda não se especula uma continuação sendo ele crucificado pelos fans do mundo todo, o que é uma bobagem, pois cinema é diversão e quem gosta curte até um bom trash, mesmo que desde o princípio seja pretencioso. Não dava para esperar que um filme americano fosse literal ao pé da letra com a obra de Akira Toriyama, quem via a divulgação já imaginava isso. Acredito que ouve até uma boa vontade em querer dar uma dose de realidade à vida fantasiosa reinante no anime, a começar pelo cabelo do protagonista, embora estilo característico dos desenhos, quem nunca se perguntou porque ele tinha aquele cabelo espetado que nunca mudava mesmo com o passar dos anos? Goku com certeza não tinha gel no cabelo visto que no desenho vivia na selva e nunca foi vaidoso a esse ponto, mas no filme meio que explica quando ele tenta ajustar com o pente os fios rebeldes debaixo de um gel ao se arrumar para a festa da Chichi, por quem ele é apaixonado, em sua enorme mansão (que sabemos que é o castelo do rei Cutelo), e o cabelo simplesmente desobedece, como tendo vontade própria, voltando à sua posição original. Ou seja, o cabelo do Goku tem vontade própria(!) que ele não controla e não deixa assim simplesmente porque gosta, talvez característico da raça, sei lá, uma boa sacada que os fans reclamões também não valorizaram.
Lord Piccolo
A Bulma tá uma gatinha no filme, a atriz não podia ser melhor escolhida. Adorei. Inclusive as roupas que usava, os veículos doidos, as armas e o radar das esferas, todos presentes e de acordo com a realidade do anime. Só não tinha o cabelo azul, como não podia ser diferente, mas mesmo assim foi pensado numa solução para o cabelo lembrar ao que estamos acostumados, a mecha azul que ela exibe nas madeixas. Também nada contra lembrando que a patricinha que ela sempre foi poderia muito bem usar o cabelo desse jeito. Alguns personagens, porém, estão bem diferentes do que o esperado, como é o caso do Yamcha, que está loiro no filme, sem a companhia de seu lacaio Pual, não luta e é bem menos timido com as mulheres. A ausência de alguns personagens, inclusive, não chega a incomodar (por exemplo, é difícil de imaginar qual seria o encaixe de Oolong na narrativa), mas acho que não seria nada mal se Yamcha tivesse um companheiro de trambiques no deserto.
Yamcha, o larápio do deserto
Ambientação e semelhança com o anime: Como sabemos, o mundo onde se passa as aventuras de Dragon Ball não é o planeta terra. Nele, humanos e alguns animais convivem como sendo da mesma espécie, e é comum encontrar as maiores feras andando normalmente pelas ruas. Invenções super avançadas e veículos altamente modernos também estão sempre presentes. Enfim, o reino de Dragon Ball é como o reino de Etérnia de He man, onde pré história e futuro convivem lado a lado. No filme é retratado um ambiente futurístico, mas com umas belezas rústicas e históricas, como as casas ao estilo oriental, de onde afinal vem a mitologia do anime. Quase todos os colegas de Goku tem carro importado e são ricos, mestre Kame vive numa cidade futurística, e na célebre cena em que a Bulma e o Goku procuram pelo mestre Kame ele detona uma enorme cocha de frango e oferece um pedaço para ela, que rejeita, nos remetendo a gulodisse tradicional de Goku. Ainda quando Son Gohan estava vivo, ele preparava para o neto um jantar de aniversário, um prato tipo assim, enojante, algo que lembra aves com pata e tudo que ele comia de uma maneira insalubre, também outra referência ao anime, lembrando que Goku e seus colegas ao longo da série estão às voltas com ´´canibalismo`` de animais nojentos.
Mestre Kame em Mágic Bejins, acima, e em Evolutions, abaixo.
É claro que algumas alterações foram feitas, é típico de qualquer adaptação cinematográfica. Mestre kame mora na cidade, o avôzinho de Goku o acompanha em vida até seus 18 anos e é morto por ninguém menos que Lord Piccolo, Goku não tem rabo, nao tem o bastão mágico e muito menos a nuvem voadora, já iniciando suas aventuras com a idade que teria em Dragon Ball Z. Mas a perverssão sexual do velho tarado e pedófilo Kame é lembrada, como na vez em que Bulma encontra algo como uma revista de garotas de biquini nas coisas dele quando este procurava por uma esfera, e quando ele dá um apertão na moça ao montar na garupa de sua moto, sendo repreendido ameaçadoramente. Outra referência são os colegas de Goku o chamando de macaco, o que achei bem realista, pois nos dias de hoje que a juventude é mais maldosa, quem não implicaria com um rapaz que vivesse no meio do nada tendo como companheiros os animais da mata? Mas para o primeiro filme da saga, se é que vai ter um segundo, até que não vai nada mal, levando-se em conta que seria uma reprodução da primeira fase do mangá e do anime, onde o foco principal é a busca de todos pelas esferas, inclusive dos ameaçadores vilões, onde não se contaria com a presença de personagens ilustres como Kuririn, que certamente estaria na próxima continuação tendo sua participação já estimada quando Goku encontra Chichi em um terreno onde se treinava para competições marciais. É esperar para ver.
Vilões: O cargo dos vilões fica por conta do poderoso Lord Piccolo e sua escudeira Mai, embora o primeiro vilão de Goku no anime não seja ele, e sim o Imperador Pilaf e seus ajudantes, o cachorro medroso Shu e a humana Mai. Mas seu primeiro vilão de peso sem dúvida foi mesmo Piccolo, que deu muito trabalho para o rapaz e seus amigos. Mai, porém, está presente no filme como ajudante de Piccolo, com uma roupinha mais fashion, mais sexy e mais ameaçadora, que até luta, em vez da simples larápia que ela era. Inclusive ela agora é uma metamorfa, ou seja, assume a forma das pessoas quando quer passar a perna, habilidade de Oolong e Pual que tiveram seus tapetes puxados no longa. Talvez essa mudança de Mai fosse uma estratégia dos produtores para aproveitar esse elemento da série que não podia ser deixado para trás e ao mesmo tempo lembrar a saga original. Quanto a caracterização de Piccolo, achei que não podia ter sido melhor. A cor lembra muito do anime, o visual, enfim, gostei. As cenas de luta que não foram essas coisas, mas o conjunto da obra tá ok. Vou torcer para o próximo,e que dessa vez seja mais longo e melhor. Será que aparecerão Vegeta e os Sayajins? Só mesmo esperando para saber.
Dragon Ball Magic Bejins:
ito sem autorização do criador e dos detentores dos direitos, tanto que todos os personagens estão com nomes trocados, por exemplo, o Goku é chamado de Monkey Boy, e por aí vai, mas a gente entende quem é quem. A história é mais fiel ao anime do que o Evolutions embora conte com algumas alterações. Oolong, mesmo sendo o tarado de sempre e já aparecer no filme em formato suíno, com a cara muito mais assustadora que na versão original, passa quase o filme todo em formato humanóide. Um ponto positivo para seu personagem é ter mantido a característica de poder se transformar no que desejar, mesmo que fazendo uma coreografia rídicula para isso, e a cena histórica do mangá e anime que ele tenta se tranformar na Bulma pela primeira vez e erra a mão, tornando-se primeiramente uma cópia mal feita e carregada de gordura, nesse caso, o próprio ator de roupas femininas e peruca. 
Oolong & Yamcha
A galerinha do mal: Piccolo e Mai, acima, e Pilaf e seus capangas, abaixo.
E assim é o longa que pega emprestado personagens desse seriado fantástico, não acho nem pior nem melhor do que o Evolutions, para quem tem senso de humor e curta um filme trash sem compromiso, é só procurar e tentar baixar que você acha.
Seria muito bom que fans brasileiros fizessem sua primeira versão de Dragon Ball com grande elenco e um mínimo de esforço, cacife a gente tem para isso. Mas não aquelas apresentações de Cosplay toscas que a gente tá cansado de ver no Youtube. E que venha mais adaptação de longas de Dragon ball, toscas ou não, o que vale mesmo éa diversão, alguém concorda?

http://www.my-forum.org/descripcion.php?numero=156199&nforo=59050
domingo, 19 de julho de 2009
Viva o Rock n Roll
Ontem, 18 de julho, foi o dia mundial do rock. Como bom apreciador do estilo que sou, queria prestar minha singela homenagem, mas não tive tempo. Essa é a deixa para hoje criar coragem e disponibilizar umas músicas que gravei há muito tempo atrás com uns amigos. Eu devia ter uns 17 anos. Vale lembrar que sou eu quem canto. Espero que se divirtam. Ps: Esqueçam a qualidade de som, sei que era bem trash. rsrsrsrsrs. Mas que eram bons tempos, isso era. Segue o link
http://rapidshare.com/files/257745873/musiquinhas.rar.html
E prepare seus ouvidos.
Agora também no Twitter
Com cada vez mais novidades do mundo tecnológico chegando, a gente é obrigado a aderir a elas para viver sempre informado, parece que é assim que funciona, e no entanto até eu, juro por Deus, aderi ao ´´velho novo conhecido`` Twitter. Para que, acho que já respondi, para me manter atual e seguir o fluxo da maioria e não ser deixado para trás, tido como antiquado. Cada brinquedo novo que a Internet nos oferece, é tal de Facebook, Gazzag, Blog, Fotolog, além das ferramentas sempre usadas e diga-se até mesmo proveitosas, como o Orkut e msn. Antes que me perguntem, não vou ter conta nisso tudo, só me cadastrei no Twitter por, acredito eu, ser a bola da vez. Mas ainda tô meio cru, aprendendo como se mexe nisso, claro que vou botar uma foto legal, escrever meu perfil com frases de efeito, essas frescurites toda, mas como ainda não estou bem prático, vou treinando aos pouquinhos até me afeiçoar a essa ferramenta que entrou aos pouquinhos em minha vida. Meu perfil é http://twitter.com/gilgillima caso queiram me visitar, serem meus seguidores, trocar umas idéias e até dar dicas de como entrar de cabeça no mundo tecnológico e arrancar proveito nisso, fiquem a vontade, serão sempre bem vindos. Mas vou sempre me lembrar que abri essa conta por ouvir várias celebridades dizendo que estavam viciadas nisso. rsrsrsrsrsrsrs.terça-feira, 7 de julho de 2009
A viagem prometida que ainda não fiz

sexta-feira, 26 de junho de 2009
A morte de um astro e programas sensacionalistas

Falando em programas sensacionalistas que exploram o tema da morte de um grande astro, lembro que o finado cantor mesmo em vida foi tema de grande parte deles por anos e anos, todas suas extravagâncias tinham sua atenção merecida dada pela imprensa. Ainda na primeira metade do ano 2000, no programa popularesco Eu vi na tv apresentado por Joâo Kléber, cansada de exibir as já saturadas pegadinhas costumeiras a direção do programa passava a se esforçar para exibir a cada semana uma atração sensacionalista sobre uma celebridade diferente, foi assim com o programa em que a filha do Silvio Santos deu uma entrevista que deixou seu pai e dono do SBT de cabelos brancos e o povão de queixo caído (sim, por incrível que pareça mesmo depois da mudança para pior do programa do João, ainda tinha público naquela hora da noite de segunda feira), com Dedé Santana que desabafou sobre sua mágoa e rixa com o outro integrante dos Trapalhões ainda em vida e lamentando pela falta de espaço na tv na época (mais duro ainda eram as provocações do João Kléber que dizia que as pessoas pensavam que ele também tinha morrido, hehe), e em um desses programas a atração era o sr Moonwalker, que embora não estando de corpo presente e não tivesse nada recente dele que merecesse atenção, o apresentador tentava por desenterrar suas atitudes estranhas do passado e levantando novas curiosidades e especulações sobre o que se passava em sua mente e em sua vida pessoal. E assim foi, enrolando o programa todo, que não falava de música, mas sim da pessoa, e em certo ponto o apresentador já chamava para o palco, cansado de fazer papel de apresentador de freak show sozinho, um ator de suas pegadinhas(!?) e uma moça que não me recordo quem era, ou se ´´era`` alguém (pode?). O ator relembrava fatos passados, a vinda do cantor para o Brasil, o clip gravado em um morro do Rio de Janeiro, suas acusaçõs de pedofilia, as manias estranhas dele como ter comprado aqui no Brasil uma coleção de chupetas e mamadeiras, que a moça que dividia as atenções no palco ´´aliviou`` o cantor dizendo que era para umas doações que ele costumava fazer nas creches de seu país, e ainda chegaram ao ponto de falar que o rei da música pop tinha um Catatau (o personagem dos desenhos mesmo) tatuado no pênis... diziam que ele brincava de bang bang com as crianças, com direito a pistolas de água e tudo, até altas horas da noite, e por aí vai. Mas o engraçado mesmo era que o rapaz, como todo bom ator de pegadinha, tinha uma cara de pau tremenda, e era com essa cara de pau que ele falava essas coisas como se fossem a coisa mais incrível do mundo, fingindo surpresa, constrangimento, espinafrando o astro, como se estivesse em um júri popular e o João Kléber fosse o juíz, e a gente ficava sem saber se se impressionava com o cantor ou se morria de rir com o ator das pegadinhas. Mas por fim sabemos por que ele foi chamado para ´´revelar`` verdades bombásticas sobre o ídolo. Cara de pau. Aff.sexta-feira, 12 de junho de 2009
Schwarzenegger pelado em Exterminador - A salvação
Essa semana nos cinemas me deparei com uma cena que tem de tudo para se tornar antológica, mas apesar de um tanto bizarra, foi até divertida. Na verdade eu havia ficado um pouco mordido ao saber que o fortão governador na Califórnia não participaria da continuação da saga, mas procurei entender que seria difícil conciliar sua nova carreira com a carreira de ator, além de acreditar que isso não devia o interessar mais. Porém, para dar um gostinho de lambuja aos fans do Exterminador original, eis que o homem aparece em uma pontinha travando um breve combate com John Connor, dessa vez interpretado por Christian Bale, o Bat Man da nova geração. E peladão ainda por cima, por mais que jogos de sombras escondessem os países baixos. O físico do fortão realmente me chamou a atenção pela idade que ele tem, logo sabemos que o motivo dele não protagonizar mais não é esse, e sim o ressaltado no início do post. Se é o físico real mesmo, podemos compará-lo com a situação atual do Stalone, que apesar de ser um vovôzinho continua encarnando os tipos durões do cinema, e considero isso muito bom, grande exemplo para nossa geração saúde. Pena que Connor acaba desfigurando o rosto do andróid, deixando assim parecer que o que importa mesmo é o corpão da criatura. Mas provavelmente o corpo é fruto dos efeitos infalíveis do cinema, tal qual qualquer mulher fica gostosa nas páginas da Playboy. Mas para nós homens (leia-se hetéros), isso é o que menos importa, o que vale mesmo é que Scwazenegger botou a cara no filme em uma referência antiga, fazendo os apreciadores da série cinematográfica se sentirem presenteados. Sim, isso acho que até os homens gostaram.sexta-feira, 5 de junho de 2009
Todo mundo crescendo e virando mangá
Alguém lembra dos gibis da Luluzinha e do Bolinha, que não eram a turma da Mônica, mas marcaram a infância de muita gente? Eram distribuídos pela editora Abril até a primeira metade dos anos noventa. Atualmente a turma da menina de cachinhos e do menino rechonchudo composta por Glorinha, Plínio, Carequinha, Juca, Zeca, Alvinho, Aninha, entre outros, não são mais reconhecidos pelos gibis por quem tem menos de vinte e poucos anos, mas sim pelos desenhos animados. Já os desenhos eu não curti, pois já estava um tiozinho quando começou a pintar por aqui (quinze anos, hehe). Mas os gibis ficaram na memória e na saudade. Eis que nos últimos dias tive uma surpresa bizarra ao tomar conhecimento de que a turminha da outra menina de vestido vermelho retornava aos gibis, mas dessa vez, assim como a turma da Mônica jovem, em estilo mangá (!) Realmente não era o retorno triunfal que eu achava merecido, ainda mais pegando embalo no que eu julgava como mau exemplo para os quadrinhos nacionais. Os gibis do Bolinha e da Luluzinha já estavam esquecidos, custava deixá-los vivos apenas na nossa memória? Mas não, tiveram que desenterrar para esculhambar, para mim é como chutar cachorro morto. Tá certo que Luluzinha e cia não é uma criação nossa, são personagens norte americanos, mas o ´´mangá`` deles será produzido aqui, e não satisfeitos em descaracterizar a criação dos outros, ainda vão fazer as historinhas passarem aqui, como se eles sempre morassem no Brasil. Sem esquecer de mensurar que os personagens vão estar mocinhos, uma chupação discarada da nova invenção de Maurício de Souza, ficando assim impossível distorcer ainda mais a imagem dos coitadinhos. Nem preciso dizer que a Luluzinha não vai ter mais seus tradicionais cachinhos, que para mim seria a Mônica sem os dentões, tornando-se uma moça vaidosa de cabelos lisos de chapinha, porque a essa altura já seria um mero detalhe. Talvez o Bolinha tenha se tornado um moço saradão, quem sabe? O lado bom disso tudo é que vai se tratar, bem ou mal, de um produto feito em nossa terra com nossos profissionais. Vai ter gente se perguntando por que em vez de mexer com a turma da Luluzinha não criaram algo totalmente novo, mas aí a gente imagina que a turma da Mônica jovem abriu uma cratera enorme para a criação comercial desse tipo, mexer com uma galerinha inocente as tornando adolescentes desenhados com traços de mangá. Como já disse em outro post e que não é novidade para ninguém, tudo que faz sucesso gera imitação, e a Turma da Mônica Jovem, pelo que li a respeito, está vendendo o dobro que os quadrinhos tradicionais de Maurício de Souza, mas talvez seja um modismo. Gurus de carne e osso; Eu aprovo.


