sábado, 7 de novembro de 2009

Saudade da época de comprar cds


Hoje em dia é fato que todo mundo já aprendeu a baixar suas músicas favoritas (sem mensurar filmes, mas quero deixar isso para outro post). Muito pouca gente tem frequentado lojas e comprado cds, e geralmente fazem isso para dar de presente a alguém. Diga-se de passagem, alguns cds tem uma ou outra música que preste e nada melhor do que preparar sua própria coletânia, fazendo caber dezenas de música em um único disquinho no caso de MP3, sobrando assim mais espaço nas mesinhas de casa para guardar mais. Mas não deixa de ser uma pena se lembrarmos quantas lojas de cds existiam e que fizeram muita alegria nossa, e as poucas que tentam de algum jeito sobreviver e manter emprego de muita gente. Já faz um tempinho que não compro mais cd, se não me engano des de 2005. Tinha uma loja que eu frequentava sempre, a Snake Pit, que fica na galeria da Nossa senhora de Copacabana próxima à praça da Hilário de Gouveia (moro no Rio de janeiro, não esqueçam), especializada em cds de Rock. As bandas pouco conhecidas do underground nacional costumavam lançar seus cds demo por lá. Só que agora até os cds da banda mais desconhecida do cenário pode ser baixado integralmente pela net, ainda mais graças a centenas de comunidades orkutianas existentes, o que de certa forma não seria um prejuízo grande para tal banda. A última vez que entrei na loja foi para comprar ingressos para o show do Manson, isso ainda em 2007. Certa vez me deu um aperto no coração, estava passando pela galeria próximo a loja e me deparei com o vendedor que logo foi se preparando para me atender, mas eu tive de dizer que estava só de passagem. O vendedor parecia ter sido pego de surpreso, quando eu passava por aquele trecho costumava entrar na loja e levar uns dois cds. Foi o último contato que tive com ele. Nos últimos dias, ouvindo alguns dos álbuns que comprei por lá, me deu uma vontade de um dia voltar à loja asim que tiver um dinheirinho de bobeira, estudar os títulos disponíveis e levar para casa ao menos dois deles, nem que seja para matar os velhos tempos de descobrir novos grupos dessa maneira e dar dinheiro para o mercado fonográfico como há tempos não faço, ainda mais para os cds que foram feitos independentemente, sem o domínio de gravadoras caça níquel que fazem questão de manter os preços altos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Anúncios que gostaríamos de ver

Até as mulheres endeusadas tem seus segredinhos.


Agradecimentos a minha namorada Priscila que cedeu uma foto de seu trabalho de faculdade.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Halloween e Jogos Mortais


E por falar no finalzinho do mês de outubro, mês querido pelas crianças, temos uma ótima data festiva já em seu final. Claro que estou falando do Dia das Bruxas (Halloween no original). Mas Halloween não é uma data brasileira, segue uma tradição americana do ´´Trick or treat`` (podia ser o nome de uma banda de Rock)``, ou como aqui, doces ou travessuras. De fato, brasileiro não comemora Dia das Bruxas, já viu crianças vestidas de criaturas do universo da fantasia à noite batendo nas portas e pedindo doces? Inclusive o dia do Saci, criatura mitológica tradicional de nossa terra, é no exato dia que é comemorado o Halloween, mas não é lembrado, tendo sua data ofuscada pela comemoração da cultura estrangeira. Patriotas radicais preferem boicotar a data comemorativa das bruxas e das criaturas de horror, o que é uma bobagem, se bem que essa seria uma comemoração para as crianças. O fato é que por aqui a data só é comemorada ou lembrada em festas, clubes e noitadas.

Halloween aqui também é ´´comemorado`` com um filme novo da série cinematográfica Jogos Mortais. E não é que já tem outro? Não estreou na data que estamos acostumados, mas a bomba da vez já tá aí mesmo assim. Não acredito que ainda é produzido filmes dessa série. Não se tem mais o que inventar, tampouco assusta ainda. A franquia já deu o que tinha que dar. Na minha opinião o primeiro Jogos Mortais foi um filmaço, mas só ele já bastava. As sequencias foram uma tosqueira atrás da outra. No lugar do suspense psicológico e inteligente deram espaço para sangues a atrocidades visuais.

Bom, sem mais estender esse post desejo um feliz Dia das Bruxas para todos que estiverem lendo, sejam pessoas que comemoram a data ou não. E antes que eu me esqueça:


DOCES OU TRAVESSURAS?


rsrsrsrsrsrsrsrsrs


Só pra comentar, Dias das Bruxas me lembra doce de abóbora, já que o vegetal onde fazem aquela carinha simpática acaba virando doce pelas pessoas inteligentes que nunca desperdiçam comida.

Agora vou indo.

Vai um ponche aí?

Aniversário de um ano do blog


Mês de outubro quase acabando e eu não podia deixar de lembrar do primeiro aniversário de criação do meu querido blog. Ontem, dia 28, faz exatamente 365 dias que comecei um novo ciclo na minha vida em relação a blogosfera. Eu já tinha um blog antes, o finado deliriosprolongados.blogspot.com, que havia iniciado em dezembro de 2005, mas tinha decidido fazer outro quando percebi que precisava de um espaço novo para idéias mais maduras. E assim começou o orgulho-nerd, blog não muito próspero, apenas mais um blog como outro qualquer, embora eu sempre sonhe com o dia em que ele fosse campeão de visitas, com a fama tanto dele quanto de seu dono, com a propagação de minhas obras por meio dele, enfim, que este espaço fosse acessado sempre e acompanhado por muita gente. Mas ainda não foi dessa vez. Talvez precise de mais divulgação e seu dono precise ser melhor reconhecido. Mas não desanimo, vou continuar escrevendo sempre que tiver oportunidade, pois é assim, com dedicação e esmero que as coisas acontecem, não é mesmo? Este aniversário que já passou e que eu acabei esquecendo (que vergonha rs) será o primeiro de muitos outros. Quem sabe da próxima vez meu rosto não já será conhecido?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Games toscos ou não


Devido ao meu interesse e curiosidade que se acerca pelo mundo dos games, minha apreciação não só pelos avançados e sim de qualquer tipo, des de os mais simples, os que marcaram minha infância e os que vejo a garotada jogando nos flipers de shopping, resolvi criar essa seção nesse blog, que discute e se aprofunda nos detalhes dos videogames que andam pintando pelo mundo. O último game com que tive contato foi o Zeebo. Tá certo que seu lançamento já faz muitos meses, mas ainda é uma novidade. É um novo console da Tec toy, mesma empresa do Master System e dos mini games toscos que a gente se amarrava e tirava a maior onda levando ao colégio, e em seu anuncio pela tv dizia que era o único vieogame que baixava (!) os jogos, sem precisar comprar ou alugar. Mas como assim? De fato é uma grande novidade. De repente é um game que se conecta na Internet e de lá mesmo vai baixando o joguinhos para jogar direto no videogame, sem esse saco de ter que baixar também o emulador. Mas será que ele baixa para jogar qualquer jogo ou só os exclusivos para esse tal Zeebo? Seja o que for é uma boa sacada, pois esse recurso demonstra a iniciativa das empresas dos games em se adaptar com esse ritual, por vezes amaldiçoados, de baixar tudo pela nossa querida amiga rede. Quanto ao me contato com esse videogame, não foi nada demais. Numa loja de eletrônicos ele estava disponível para uma demonstração com um jogo muito doido de carro. Peguei o controle e fiquei dando uma manjadinha, relembrando dos meus tempos de videogame (o meu último foi um play 1), nisso uma atendente veio e ficou me contanto os recurssos do game e a forma de pagamento. Para não dizer ´´Tô só olhando, obrigado`` fingi que escutava algumas frases com boa vontade antes de dar um sorrisinho, uma disfarçada e me retirar. Minha namorada estava comigo e o que ela me disse foi que o dinheiro que tivermos de bobeira aplicaríamos em nosso casamento, em nossa casa e nossas despesas, e não em videogames. Também pudera, os games estão cada vez mais distantes para mim, ficando apenas como lembranças de bons jogos. Embora eu tenha um amigo viciadão que teve ou tem tudo que fosse game que se pode imaginar, para mim os tempos áureos era do Super Nintendo e do Dynavision. Era de lei meu irmão e eu sempre jogarmos juntos, porém com esse Playstation um, jogamos apenas por uma noite. Como ele foi comprado em um lugar suspeitíssimo, a Uruguaina, e por preço de banana, não era de se duvidar que sua qualidade não fosse das melhores e um dos controles pifou certa vez. Fiquei de comprar outro, mas fui deixando, deixando, o tempo foi passando, e meu irmão que era um fissurado por games assim como eu, nem fazia mais questão de jogar mais, e eu mesmo fui jogando cada vez menos. Em outros tempos, nessa facilidade de adquirir videogames novos e jogos bem baratos no Saara, além de poder baixar o jogo e o emulador livremente, eu ia simplesmente endoidar de alegria. Lembro que um simples cartucho de Super Nes ou mesmo do Nintendinho era uma fortuna, chegava até a beirar 100 $ em 94, o que na época era uma facada. Um dia eu e minha namorada estávamos jogando um desses King off Figthers num flipper de um Shopping, e só de sacanagem tive a idéia de comprar outro controle pra gente jogar em casa. Acabei que comprei faz tempo já e ainda não jogamos. Talvez eu deva mesmo deixar o fascínio dos jogos para essa geração de agora, que já vão pegar de cara jogos hiper realistas. Mas minha admiração e estima que sempre tive pelos jogos eletrônicos continua.


Na próxima seção vou falar sobre os jogos brasileiros.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

LUTA MISTA qual homem não gosta?


Destaque do programa Pânico na Tv, a lutadora de vale tudo Cláudia Gadelha se tornou uma celebridade graças a sua descoberta pelo programa. Nas primeiras lutas que a vi dando uma coça nos caras do programa, se não me engano nas suas quatro primeiras lutas, não a senti muito atraente, a sentia masculinizada, tal qual o estereótipo das mulheres praticantes de lutas em que supera os homens na eficiência de golpes, preparo físico e até força, com excessão da Duda yankovich, claro. Mas pouco tempo depois percebi que foi tudo impressão provocada pelo estigma da cultura de massas, ainda mais quando foi exibido no programa um ensaio sensual dela, longe do cenário do ringue e de seus trajes de luta. Gadelha é uma mulher bonita, atraente e gostosa, levando em conta que ela cuida bem do corpo para ficar saradona. E qual homem nunca gostou de brincar de lutinha com a mulherada, medindo forças, praticando um jiu jistu ousado, uma chave de braços bem dada no cangote da gata, ser imobilizado pelas pernas gostosas da deusa, mas feito com muito carinho e tesão? E para aqueles que gostam de apanhar mesmo nada melhor do que uma gata feito a Claudinha, uma campeã feroz que adora provar sua força batendo nos homens sem um pingo de dó, e parece se diverir os deixando vulneráveis e indefesos, distribuindo soquinhos caprichados na cara. Uau!!! Luta entre mulheres tem muitas por aí, aqueles manjadíssimos combates em gel ou lama, o que eu acho sem graça, o barato mesmo é se identificar com os caras que se atracam com as gatas. Luta mista é uma sensação para muita gente, muito pouco explorada e difundida, mas que começa aos poucos a conquistar mais adeptos, prova disso são os constantes e aguardados combates entre a Claúdia Gadelha e os humoristas do Pânico, que claro, acabam sendo destroçados. Mas me diz, preparado ou não, quem não queria estar no lugar do Bolinha, último adversário da lutadora vítima das expectativas negativas e pilhas do programa e do espectador, ser imobilizado, sentir o calor dos braços dela, das pernas, ter contato com seu corpo umidecido e sentir o cheiro de seu suór, ver a carinha intimidadora dela de perto e o esforço para mantê-lo sob seu domínio? Bom, eu queria.

Quem ainda não viu ou quer ver de novo, aqui está o vídeo do ensaio da gata feito pelo programa Pãnico, para vocês se certificarem que eu tenho razão por acha-la uma tremenda gostosa.






Assista ou reveja também a mega última luta na qual a gata dos ringues trucida o zé ruela do Bolinha.



quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Por onde anda Cauê?


Por onde anda aquele solzinho simpático mascote do Pan Americano, evento esportivo realizado no Rio de janeiro em 2007, que teve até votação pela tv do nome que ele seria batizado? A pergunta que não quer calar. É triste reconhecer, mas os mascotes de eventos, depois que eles acabam, MORREM. E isso é muito triste, basta lembrar de como eles eram simpáticos, meigos, graciosos, xodó da criançada... tá, e dos adultos também, como eu por exemplo. Tenho um carinho muito grande pelo Cauê e até sei porque. Lembro que em 2006, ainda me recuperando de um grave acidente que sofri naquele ano, estava prostrado na cama aguardando minha fisioterapeuta usar o banheiro quando vi na Tv uma matéria engraçada até, de uns camelôs da Uruguaina, centro do Rio, serem detidos por venderem bonecos falsificados do Cauê. Tá, ´´bonecos falsificados``, mas que pleonasmo. O que acontece é que os caras foram pegos vendendo aqueles bonecos de pelúcia que a criançada e as garotas adoram do nosso amigo solzinho. Engraçado pelo inusitado, os próprios camelôs jamais imaginavam que seriam detidos por isso, senão teriam corrido como fogem do rapa, nem eu entendi porque, acho que ninguém, mas a locutora do telejornal simplesmente dizia que Cauê é uma marca registrada do Pan, que qualquer coisa que leve sua imagem precisa ser de acordo com os realizadores do evento. E ainda dizia que os originais estariam a venda só no ano seguinte, o ano em que o Pan seria realizado, em lojas legalizadas. O mais cômico ainda era que no telejornal mostrava imagens dos bonecos sendo recolhidos, de longe se via que foram feitos pelas avós dos pobres camelôs, malfeito pacas, como que escrito ´´Eu sou pirata``. Pobres filhos bastardos do solzinho. Levando em conta a matéria que para mim soou como engraçada pelo inusitado, somando ao momento de debilidade em que eu me encontrava que também me traz recordações de luta, esperança e superação, o Cauê se tornou um ícone querido e cheguei até a vibrar ao saber que ele continuava sendo o mascote do Pan paraolímpico. Cheguei a pedir para minha namorada um boneco dele, mas infelimente nunca conseguimos. Talvez nem consiga mais, pois sequer ouvimos falar do Pan, quem dirá de seu mascote. Nem as crianças devem reconhece-lo mais. Minha identificação e apatia pelo Cauê permanecerá e ele ficará sempre em minha memória. Tomara que o solzinho carioca esteja ensolarando as nossas praias, bronzeando as gostosas, proporcionando divertimento às famílias e fazendo a alegria da criançada, tal como fazia quando era um simples mascote. Queria aproveitar para mandar um alô para o limbo dos mascotes onde provavelmente está o cãozinho Strike mascote da Copa de 94, o picapauzinho da Copa de 98, o bonequinho de corpo quadriculado verde e vermelho e cabeça de bola da Copa de 90, os monstrinhos da Copa de 2002, o leão da Copa de 2006, entre outros tantos que se é do meu tempo, eu lembro. O mundo pode tê-los esquecido, mas eu não.

Brasil aumentando sua popularidade


Cada vez mais nosso querido país tem atraído a atenção do pessoal lá fora. Como se já não bastasse o Pan Americano, finalmente teremos o privilégio de assistir aos jogos olímpicos na nossa terra em 2016, voto ganho por anos e anos de esperança de muita gente. Alguém lembra da campanha dos artistas cantando a música ´´Aquele abraço`` com a paisagem do Rio de Janeiro ao fundo, como um apelo? Pois é, além desse sonho realizado que parece ser mais importante do que conquistas de medalha de ouro do Brasil ainda teremos a Copa do Mundo de 2014. Não podemos esquecer que no filme 2012 teremos a nossa cidade sendo destroçada, vítima das eras apocalípticas provocadas pelo aquecimento global, mesmo o filme estreando agorinha, não no ano que dá o título, mas a previsão do ´´filme`` baseado na profecia de Nostradamus o mundo vai sucumbir nesse ano mesmo que se aproxima. Nossa cidade está até no cartaz. Podemos considerar o Brasil o ano dessa nova década que está chegando. vou dar o braço a torcer e dizer que estávamos precisando disso, afinal é nossa terra. Independente da atuação do Brasil, vamos poder assistir de perto as disputas e torcer por nossos atletas, mas mesmo assistindo só na tv, só pensar que é aqui que o evento acontece já é bom demais. Claro que torcemos pelo melhor, mas se não for, ao menos que esteja longe de atuações vergonhosas, como o desastre traumático da última Copa. Não podemos fazer feio em casa. E que o Brasil seja centro das atenções em vários eventos posteriores, só esperamos que o mundo não acabe antes disso tudo(risos).

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Níver da minha princesa


Hoje foi um dia especial. Pelo menos para minha namorada e para mim. A mulher da minha vida completa hoje 31 anos e com isso estamos muito contentes, mais um ano de realização pessoal, afetiva e na vida profissional, sendo ela uma pessoa batalhadora, esforçada e estudiosa como poucas outras, uma razão de eu amar essa mulher incrível e ser apaixonado por ela.

Priscila, te amo demais, e seremos felizes juntos por muitos anos ainda.
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