segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O filho do Brasil


Se tem um filme nacional que estou doido para ver é a cinebiografia do Lula. Embora já pronto e ter tido uma apresentação para a imprensa e os artistas, só vai entrar em circuito em primeiro de janeiro, muito provavelmente aproveitando a época das eleições para puxar a brasa para a sardinha do nosso querido presidente. Não julgo, pois cada um combate com as armas que tem, e foi uma providência bem original essa, não acham?

Com elenco de peso e excelente instrutura, não devia ficar insatisfeito com essa atenção toda voltada ao nosso cinema, não importando se é para fins políticos ou não. Levando em conta também que é uma adaptação do livro de Denise Paraná que conta a vida do homem, e em sua maioria a tendência das adaptações é mesmo endeusar as celebridades que nelas protagonizam. Acredito que já era hora do Lula ter essa projeção na sétima arte. De qualquer forma é considerado o filme mais caro da retomada do cinema nacional. Será que isso tem alguma semelhança com algumas de nossas práticas políticas?

O filme promete ser no mínimo razoável, quem está curioso ou mesmo não aguenta de curiosidade enquanto o aguarda, vale assistir ao trailer e ver o que nos espera.



domingo, 22 de novembro de 2009

Viva o Palomino


Maior tempão que tenho esse blog e ainda não postei nada sobre ele. Já comentei aqui sobre muitas coisas especiais que fazem parte da minha vida, mas esqueci de alguém... não se trata de um ser humano, mas ainda assim não se torna menos especial por isso. Esse alguém é Palomino, um sapo de pano que me acompanha por anos e anos, ou quase isso. Na verdade, o Palomino não foi para sempre um único mascote, tive outro sapo antes desse da foto, idêntico, com excessão das ventosas que ele tem nas patas que permitem grudá-lo no vidro, embora eu não use para esse fim, acontece que o meu cachorro destruiu o primeiro, o que foi uma pena, pois ele me acompanhava des de meus 19 anos e pela ocasião da idade era muito mais decorado e cheio de adereços, como piercings e tatuagens, mas não podia ficar sem ele e comprei outro. Mesmo não sendo o original, que mal tem? É o Palomino segundo, que para mim será tão querido quanto o primeiro, e quem sabe a linhagem siga em frente e eu acabe adquirindo um terceiro? Só não posso ficar sem o Palomino, meu fiel mascote.


A história do Palomino


Você deve estar se perguntando como e quando eu descolei esse boneco tosco, né? Bom, naquela época eu estava paquerando uma menina e comprei esse tal sapinho simpático de pano para presenteá-la, mas eu acabei me afeiçoando tanto ao boneco que acabou ficando para mim. Meu lance com a tal moça nunca deu certo, mas o Palomino continua me acompanhando pela estrada da vida, provando seu valor ímpar sendo substituível apenas por ele mesmo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Viva MAIS UMA Sexta Feira 13


13 de Novembro, exatamente a terceira e última Sexta feira 13 do ano. Não poderia deixar de dedicar mais um post a esse dia especial. Para mim, bem diferente do que muitos supersticiosos pensam, costumam me ocorrer coisas boas em dias como esse. Nesse momento estou na casa da minha noiva, logo mais vamos fazer um programa especial a dois, mas é claro que antes não poderia deixar de escrever nesse blog, ainda mais ressaltando que em mim essa data surte um efeito contrário.

E por falar em coisas bacanas que época como essa nos traz, temos aí um novo filme de ´´assombração``, Os Fantasmas de Scrool, já que o familiar Jogos Mortais já não é mais novidade para ninguém. Mas o primeiro parece estar mais no clima do natal que se aproxima do que dessa ocasional Sexta feira, tanto que seu nome original é A Christmas Carol. Do mesmo diretor de De Volta Para o Futuro e Forrest Gump, Os Fantasmas de Scrool conta ainda com a participação triunfal de Michael J Fox, que volta a ativa após anos parados por conta de sua doença, um grande estímulo para se ir ao cinema prestigiá-lo. O filme se trata de uma comédia estrelada por Jim carrey, provavelmente do mesmo estilo de Grinch, em que Ebenezer Scrooge, um milionário insensível que não deixa em seu coração espaço para comemorações sentimentalistas é conduzido pelos fantasmas do passado, presente e futuro do natal para uma viagem que o fará rever seus coneitos. Tem toda a cara dos filmes contemporâneos de Jim Carrey, mas vale a pena assistir levando em conta que nos dias de hoje filmes com fantasma são mais interessantes apresentando uma fábula que leva mensagens para toda a família do que se validando de propostas sobrenaturais que não assustam mais ninguém.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sérgio Mallandro de volta à Tv



É com muita alegria que sábado à noite revi na Cnt o novo programa do Mallandro. Não foi uma surpresa, eu já sabia que ele ia retornar à emissora, mas já estava com saudade de vê-lo. Depois de ter amargado uma temporada de esquecimento (menos para mim) nosso querido Mallandro volta com as mesmas pegadinhas costumeiras que amamos, ainda mais as protagonizadas por este grande ídolo nacional. Tenho um carinho muito grande por ele, pois assim como muita gente passei a infãncia o assistindo, seja nos Sbt ou na Globo, me lembro que ele foi consagrado como o primeiro aprsentador infantil homem das décadas de 8o e 90 ao lado do Bozo. Também apresentava o clássico A Porta dos Desesperados e criava caracterizações que faziam a alegria da criançada, como o goleiro frangueiro Mallandróvski. Já em 99 ele iria para a Cnt com um programa em que interagia com as pessoas de casa e fazia brincadeiras que concorria à prêmios e estreava suas pegadinhas nas quais a gente pensava: ´´Como é que ele não é reconhecido?``, mas a gente se divertia mesmo assim com suas caracterizações bizarras. Pouco depois, com seu forte concorrente João Kléber, Sérgio Mallandro foi contratado pela rede Tv e apresentava um programa logo depois deste em um formato quase idêntico. Des de já seus programas haviam tornado-se apelativos, com as mallandrinhas gostosas rebolativas bundudas, pegadinhas polêmicas como a do Rafael Ilha por exemplo, e suas pegadinhas começavam a parecer cada vez mais forjadas. Chegou a um ponto que o programa havia se tornado tão pobre que vivia de públicidade, e a do sistema de proteção a veículos Car System parecia ser um quadro do programa assim como as pegadinhas. Depois de um certo tempo, saturado como seu colega de trabalho, o programa e o apresentador sumiram das redes de televisão. Mallandro volta e meia era contratado para confraternizações de formaturas de faculdade pelo pessoal que cresceu o vendo na Tv. Agora que ele voltou em um programa não inovador, mas que amamos mesmo assim, o apresentador exibe as mesmas pegadinhas que o acompanharam por todos esses anos de sua ´´retomada`` que ele carregava para tudo que era programa, e por cada emissora, mas que já estávamos morrendo de saudade. Será que ele vai fazer outras novas? É torcer para que sim, estamos sentindo falta. O que incomoda é que as pegadinhas agora são apresentadas em um quadradinho na tela, como que vistas pelo monitor e ainda por cima com a barra de rolamento embaixo. O que seria isso, uma homenagem à vanguarda da Internet? Seja o que for, incomoda, alguém tem de corrigir.



O que podemos fazer agora é desejar sorte ao rei e vida longa ao programa. Este sim é um grande ídolo para mim e fonte de inspiração para minha veia cômica e personagens criados que espero um dia poder exorcisar para as telas.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Dá-lhe Fernanda!!!!!


Agora mesmo vou correndo à banca mais próxima ver se já saiu a Playboy desse mês com a Fernanda Young na capa. Até sexta passada circulava por aqui a edição anterior. Fazia muito tempo que eu não comprava a revista, mas essa é uma ocasião especial, não é sempre que pinta uma mulher realmente interessante nas páginas da revista. Sou um admirador da bela apresentadora da Gnt, aprecio seus trabalhos como escritora e roteirista, a considerando não só uma artista inteligente como também uma mulher interessante, um exemplo a ser seguido. Hoje em dia é tão raro uma mulher com a cabeça dela. E também, convenhamos, ela se mostra sempre enxuta, atraente, estilosa e com belas tatuagens que dão um charme excepcional, acredito que assim como eu muita gente tinha curiosidade (seria só isso mesmo?) em vê-la nua, saber como uma mulher de conteúdo e madura costuma posar, se está mesmo tudo no lugar e explorar suas partes íntimas. Além de provar para homens e mulheres que não precisa ser nenhuma garotinha e nem rebolar para fazer ensaios sensuais que desperta a libido nos homens. Fernanda estava mesmo devendo isso pra gente, superando ainda mais seu potencial e deixando mais uma lição para a cultura de massas. Até minha mãe tá doida pra ver como ficou.


Parabéns Fernanda, devemos prestigia-la e fazemos questão de comprar todas as revistas nas quais você posar.

sábado, 7 de novembro de 2009

Saudade da época de comprar cds


Hoje em dia é fato que todo mundo já aprendeu a baixar suas músicas favoritas (sem mensurar filmes, mas quero deixar isso para outro post). Muito pouca gente tem frequentado lojas e comprado cds, e geralmente fazem isso para dar de presente a alguém. Diga-se de passagem, alguns cds tem uma ou outra música que preste e nada melhor do que preparar sua própria coletânia, fazendo caber dezenas de música em um único disquinho no caso de MP3, sobrando assim mais espaço nas mesinhas de casa para guardar mais. Mas não deixa de ser uma pena se lembrarmos quantas lojas de cds existiam e que fizeram muita alegria nossa, e as poucas que tentam de algum jeito sobreviver e manter emprego de muita gente. Já faz um tempinho que não compro mais cd, se não me engano des de 2005. Tinha uma loja que eu frequentava sempre, a Snake Pit, que fica na galeria da Nossa senhora de Copacabana próxima à praça da Hilário de Gouveia (moro no Rio de janeiro, não esqueçam), especializada em cds de Rock. As bandas pouco conhecidas do underground nacional costumavam lançar seus cds demo por lá. Só que agora até os cds da banda mais desconhecida do cenário pode ser baixado integralmente pela net, ainda mais graças a centenas de comunidades orkutianas existentes, o que de certa forma não seria um prejuízo grande para tal banda. A última vez que entrei na loja foi para comprar ingressos para o show do Manson, isso ainda em 2007. Certa vez me deu um aperto no coração, estava passando pela galeria próximo a loja e me deparei com o vendedor que logo foi se preparando para me atender, mas eu tive de dizer que estava só de passagem. O vendedor parecia ter sido pego de surpreso, quando eu passava por aquele trecho costumava entrar na loja e levar uns dois cds. Foi o último contato que tive com ele. Nos últimos dias, ouvindo alguns dos álbuns que comprei por lá, me deu uma vontade de um dia voltar à loja asim que tiver um dinheirinho de bobeira, estudar os títulos disponíveis e levar para casa ao menos dois deles, nem que seja para matar os velhos tempos de descobrir novos grupos dessa maneira e dar dinheiro para o mercado fonográfico como há tempos não faço, ainda mais para os cds que foram feitos independentemente, sem o domínio de gravadoras caça níquel que fazem questão de manter os preços altos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Anúncios que gostaríamos de ver

Até as mulheres endeusadas tem seus segredinhos.


Agradecimentos a minha namorada Priscila que cedeu uma foto de seu trabalho de faculdade.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Halloween e Jogos Mortais


E por falar no finalzinho do mês de outubro, mês querido pelas crianças, temos uma ótima data festiva já em seu final. Claro que estou falando do Dia das Bruxas (Halloween no original). Mas Halloween não é uma data brasileira, segue uma tradição americana do ´´Trick or treat`` (podia ser o nome de uma banda de Rock)``, ou como aqui, doces ou travessuras. De fato, brasileiro não comemora Dia das Bruxas, já viu crianças vestidas de criaturas do universo da fantasia à noite batendo nas portas e pedindo doces? Inclusive o dia do Saci, criatura mitológica tradicional de nossa terra, é no exato dia que é comemorado o Halloween, mas não é lembrado, tendo sua data ofuscada pela comemoração da cultura estrangeira. Patriotas radicais preferem boicotar a data comemorativa das bruxas e das criaturas de horror, o que é uma bobagem, se bem que essa seria uma comemoração para as crianças. O fato é que por aqui a data só é comemorada ou lembrada em festas, clubes e noitadas.

Halloween aqui também é ´´comemorado`` com um filme novo da série cinematográfica Jogos Mortais. E não é que já tem outro? Não estreou na data que estamos acostumados, mas a bomba da vez já tá aí mesmo assim. Não acredito que ainda é produzido filmes dessa série. Não se tem mais o que inventar, tampouco assusta ainda. A franquia já deu o que tinha que dar. Na minha opinião o primeiro Jogos Mortais foi um filmaço, mas só ele já bastava. As sequencias foram uma tosqueira atrás da outra. No lugar do suspense psicológico e inteligente deram espaço para sangues a atrocidades visuais.

Bom, sem mais estender esse post desejo um feliz Dia das Bruxas para todos que estiverem lendo, sejam pessoas que comemoram a data ou não. E antes que eu me esqueça:


DOCES OU TRAVESSURAS?


rsrsrsrsrsrsrsrsrs


Só pra comentar, Dias das Bruxas me lembra doce de abóbora, já que o vegetal onde fazem aquela carinha simpática acaba virando doce pelas pessoas inteligentes que nunca desperdiçam comida.

Agora vou indo.

Vai um ponche aí?

Aniversário de um ano do blog


Mês de outubro quase acabando e eu não podia deixar de lembrar do primeiro aniversário de criação do meu querido blog. Ontem, dia 28, faz exatamente 365 dias que comecei um novo ciclo na minha vida em relação a blogosfera. Eu já tinha um blog antes, o finado deliriosprolongados.blogspot.com, que havia iniciado em dezembro de 2005, mas tinha decidido fazer outro quando percebi que precisava de um espaço novo para idéias mais maduras. E assim começou o orgulho-nerd, blog não muito próspero, apenas mais um blog como outro qualquer, embora eu sempre sonhe com o dia em que ele fosse campeão de visitas, com a fama tanto dele quanto de seu dono, com a propagação de minhas obras por meio dele, enfim, que este espaço fosse acessado sempre e acompanhado por muita gente. Mas ainda não foi dessa vez. Talvez precise de mais divulgação e seu dono precise ser melhor reconhecido. Mas não desanimo, vou continuar escrevendo sempre que tiver oportunidade, pois é assim, com dedicação e esmero que as coisas acontecem, não é mesmo? Este aniversário que já passou e que eu acabei esquecendo (que vergonha rs) será o primeiro de muitos outros. Quem sabe da próxima vez meu rosto não já será conhecido?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Games toscos ou não


Devido ao meu interesse e curiosidade que se acerca pelo mundo dos games, minha apreciação não só pelos avançados e sim de qualquer tipo, des de os mais simples, os que marcaram minha infância e os que vejo a garotada jogando nos flipers de shopping, resolvi criar essa seção nesse blog, que discute e se aprofunda nos detalhes dos videogames que andam pintando pelo mundo. O último game com que tive contato foi o Zeebo. Tá certo que seu lançamento já faz muitos meses, mas ainda é uma novidade. É um novo console da Tec toy, mesma empresa do Master System e dos mini games toscos que a gente se amarrava e tirava a maior onda levando ao colégio, e em seu anuncio pela tv dizia que era o único vieogame que baixava (!) os jogos, sem precisar comprar ou alugar. Mas como assim? De fato é uma grande novidade. De repente é um game que se conecta na Internet e de lá mesmo vai baixando o joguinhos para jogar direto no videogame, sem esse saco de ter que baixar também o emulador. Mas será que ele baixa para jogar qualquer jogo ou só os exclusivos para esse tal Zeebo? Seja o que for é uma boa sacada, pois esse recurso demonstra a iniciativa das empresas dos games em se adaptar com esse ritual, por vezes amaldiçoados, de baixar tudo pela nossa querida amiga rede. Quanto ao me contato com esse videogame, não foi nada demais. Numa loja de eletrônicos ele estava disponível para uma demonstração com um jogo muito doido de carro. Peguei o controle e fiquei dando uma manjadinha, relembrando dos meus tempos de videogame (o meu último foi um play 1), nisso uma atendente veio e ficou me contanto os recurssos do game e a forma de pagamento. Para não dizer ´´Tô só olhando, obrigado`` fingi que escutava algumas frases com boa vontade antes de dar um sorrisinho, uma disfarçada e me retirar. Minha namorada estava comigo e o que ela me disse foi que o dinheiro que tivermos de bobeira aplicaríamos em nosso casamento, em nossa casa e nossas despesas, e não em videogames. Também pudera, os games estão cada vez mais distantes para mim, ficando apenas como lembranças de bons jogos. Embora eu tenha um amigo viciadão que teve ou tem tudo que fosse game que se pode imaginar, para mim os tempos áureos era do Super Nintendo e do Dynavision. Era de lei meu irmão e eu sempre jogarmos juntos, porém com esse Playstation um, jogamos apenas por uma noite. Como ele foi comprado em um lugar suspeitíssimo, a Uruguaina, e por preço de banana, não era de se duvidar que sua qualidade não fosse das melhores e um dos controles pifou certa vez. Fiquei de comprar outro, mas fui deixando, deixando, o tempo foi passando, e meu irmão que era um fissurado por games assim como eu, nem fazia mais questão de jogar mais, e eu mesmo fui jogando cada vez menos. Em outros tempos, nessa facilidade de adquirir videogames novos e jogos bem baratos no Saara, além de poder baixar o jogo e o emulador livremente, eu ia simplesmente endoidar de alegria. Lembro que um simples cartucho de Super Nes ou mesmo do Nintendinho era uma fortuna, chegava até a beirar 100 $ em 94, o que na época era uma facada. Um dia eu e minha namorada estávamos jogando um desses King off Figthers num flipper de um Shopping, e só de sacanagem tive a idéia de comprar outro controle pra gente jogar em casa. Acabei que comprei faz tempo já e ainda não jogamos. Talvez eu deva mesmo deixar o fascínio dos jogos para essa geração de agora, que já vão pegar de cara jogos hiper realistas. Mas minha admiração e estima que sempre tive pelos jogos eletrônicos continua.


Na próxima seção vou falar sobre os jogos brasileiros.
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