terça-feira, 7 de julho de 2009

A viagem prometida que ainda não fiz


Já tem um tempinho que minha mãe, por motivos pessoais nossos, havia me prometido uma viagem ao exterior. Minha primeira viagem internacoional, não tenho vergonha de dizer isso. O tempo foi passando e como eu ainda não tinha o visto e ia deixando sempre para o dia seguinte, isso somado aos meus compromissos e problemas, acabei até hoje não usufruindo da oferta promovida por mámli. Como ela me permitia escolher o destino a princípio eu queria ir para Holanda, pois sempre tive vontade de conhecer Amsterdã. tanto que até subconscientemente me deparava naquela terra, era muito fácil perceber quando estava ficando alterado, bastava repetir continuamente que queria por que queria estar em Amsterdã, a ponto de desejar sequestrar um avião da Varig para isso. Mas, estudando as minhas muitas outras opções também cheguei a desejar estar na África, continente histórico, Portugal, cidades interioranas de estados americanos, sempre ciente que meu desejo era pautado em aspecto cultural e turístico, não de grandeza em status. Até mesmo países vizinhos do nosso continente já pensei em conhecer. Mas agora com essa onda de desastres aéreos, gripe suína e o escambau, um desânimo se instala no coração da gente, desmotivando até o anseio de obter o passaporte. O jeito é esperar a poeira abaixar e quem sabe um dia consumir o sonho de conhecer um país além do nosso, de preferência fazendo uma boa escolha. Se bem que para minha primeira viagem ao estrangeiro, qualquer opção é válida. Espero que a promessa da minha querida mãe continue valendo por muito tempo ainda.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A morte de um astro e programas sensacionalistas


Morre um grande ídolo da música pop inesperadamente, e com isso seremos bombardeados por muito tempo ainda com matérias sensacionalistas e saudosistas sobre o querido astro Michael Jackson. Hoje mesmo quando acordei liguei a televisão e já me deparei com imagens dele ao som de suas músicas mais tristes acompanhadas com uma locução funebre, alternando diversas fases de sua vida, pequeno, grande, negro, branco, até os dias atuais. Como muitos, eu torcia para que ele reergue-se seu sucesso nessa turnê que se iniciaria mês que vem, e agora só podemos lamentar seu fim prematuro. É mais triste ainda lembrar que os ingressos já haviam sido vendidos. O que nos resta agora é guardar na memória, até mesmo com muito bom humor, sua imagem, as polêmicas em que esteve envolvido e suas músicas (quem é que não gosta de ao menos uma música dele?) E que seja encontrado o destino certo para seus filhos.




Falando em programas sensacionalistas que exploram o tema da morte de um grande astro, lembro que o finado cantor mesmo em vida foi tema de grande parte deles por anos e anos, todas suas extravagâncias tinham sua atenção merecida dada pela imprensa. Ainda na primeira metade do ano 2000, no programa popularesco Eu vi na tv apresentado por Joâo Kléber, cansada de exibir as já saturadas pegadinhas costumeiras a direção do programa passava a se esforçar para exibir a cada semana uma atração sensacionalista sobre uma celebridade diferente, foi assim com o programa em que a filha do Silvio Santos deu uma entrevista que deixou seu pai e dono do SBT de cabelos brancos e o povão de queixo caído (sim, por incrível que pareça mesmo depois da mudança para pior do programa do João, ainda tinha público naquela hora da noite de segunda feira), com Dedé Santana que desabafou sobre sua mágoa e rixa com o outro integrante dos Trapalhões ainda em vida e lamentando pela falta de espaço na tv na época (mais duro ainda eram as provocações do João Kléber que dizia que as pessoas pensavam que ele também tinha morrido, hehe), e em um desses programas a atração era o sr Moonwalker, que embora não estando de corpo presente e não tivesse nada recente dele que merecesse atenção, o apresentador tentava por desenterrar suas atitudes estranhas do passado e levantando novas curiosidades e especulações sobre o que se passava em sua mente e em sua vida pessoal. E assim foi, enrolando o programa todo, que não falava de música, mas sim da pessoa, e em certo ponto o apresentador já chamava para o palco, cansado de fazer papel de apresentador de freak show sozinho, um ator de suas pegadinhas(!?) e uma moça que não me recordo quem era, ou se ´´era`` alguém (pode?). O ator relembrava fatos passados, a vinda do cantor para o Brasil, o clip gravado em um morro do Rio de Janeiro, suas acusaçõs de pedofilia, as manias estranhas dele como ter comprado aqui no Brasil uma coleção de chupetas e mamadeiras, que a moça que dividia as atenções no palco ´´aliviou`` o cantor dizendo que era para umas doações que ele costumava fazer nas creches de seu país, e ainda chegaram ao ponto de falar que o rei da música pop tinha um Catatau (o personagem dos desenhos mesmo) tatuado no pênis... diziam que ele brincava de bang bang com as crianças, com direito a pistolas de água e tudo, até altas horas da noite, e por aí vai. Mas o engraçado mesmo era que o rapaz, como todo bom ator de pegadinha, tinha uma cara de pau tremenda, e era com essa cara de pau que ele falava essas coisas como se fossem a coisa mais incrível do mundo, fingindo surpresa, constrangimento, espinafrando o astro, como se estivesse em um júri popular e o João Kléber fosse o juíz, e a gente ficava sem saber se se impressionava com o cantor ou se morria de rir com o ator das pegadinhas. Mas por fim sabemos por que ele foi chamado para ´´revelar`` verdades bombásticas sobre o ídolo. Cara de pau. Aff.



Mas o Eu vi na tv não foi sempre um programa ruim. Eu simplesmente a-m-a-v-a quando era feito apenas de pegadinhas. E nelas o convidado do programa temático sobre o Michael podia ficar numa boa. Na verdade o João Kléber quando era um contratado da RedeTv tinha dois programas, o Canal aberto (olha o nome ambíguo aí, seu João) que passava de segunda à sexta nas tardes, e esse Eu vi na tv, que passava só nas segundas à meia noite. O Canal aberto era um programa sensacionalista mesmo, barraco, essas coisas do estilo da Márcia Goldsmith e das antigas atrações do Ratinho. Já o Eu vi na tv era só de pegadinha, eu lembro muito bem de quando passava, eu ligava na RedeTv a noite esperando ansiosamente começar o programa para me deliciar com as pegadinhas, e ainda assistia a reprise no sábado às 20:30. Quando não estava em casa fazia questão de voltar correndo nesse horário, eu realmente amava ver aquilo. Tinha o Marquinhos, o gordão que repetia sempre ´´o que, o que, o que``, o Renê, aquele cabeludinho que era o Gabriel, aquele que sempre fazia papel de bêbado e quase sempre estava de cabelo bagunçado, o que fazia papel de frutinha, os fortões que intimidavam as pessoas, a dupla que assustava as pessoas na rua e depois saíam correndo, aquela loira gostosa da Flavinha, enfim muitos outros que foram aparecendo ao longo da duração do programa. Bons tempos aqueles. Para mim era a referência de humor e alegria que até hoje tomo como exemplo. Com o passar do tempo, visto a grande audiência, as pegadinhas foram se generalizando e passando a ocupar a programação do Canal aberto também, mas como eram as que já haviam passado no Eu vi na tv, não estragavam a surpresa do programa, até que numa tentativa de atirar para tudo que é lado em busca de audiência mesclada com pressa e falta de paciência profissional, as pegadinhas se misturaram entre os dois programas, ameaçando a integridade do Eu vi na tv e a alegria de esperar por ele. Acabou que os dois programas se tornaram só de pegadinhas, e isso por anos e anos, até que o Eu vi na tv teve que mudar o formato chegando ao ponto de exibir o já citado programa apelativo sobre Michael Jackson. As pegadinhas foram sendo tachadas de ´´armadas``, que os atores e a direção das pegadinhas combinavam com as ´´vitimas`` que fingiam serem pegas de surpresa, particularmente não ofereci resistência em acreditar, até porque os atores foram se tornando famosos pelo Brasil todo graças aos programas, e a quantidade e a frequencia das gravações levavam a crer de que era tudo armação mesmo. Mas isso pouco importava. Mesmo sabendo que eram armadas continuei assistindo e me divertindo com elas, como muitos outros brasileiros, e na minha opinião o que valia mesmo era o quadro de humor, já que a gente ri de um filme de comédia sabendo que são todos atores, por exemplo. Mas como as pegadinhas eram exibidas exaustivamente, acabou cansando o espectador e João Kléber, que já gostava de apelar, passava a se validar cada vez mais de sensacionalismo, até que um dia se mudou para Portugal onde continuava a gravar seus programas apelativos, dessa vez tendo como carro chefe o quado Teste de fidelidade, e àquela altura muita gente já tinha dado graças a Deus. As pegadinhas que fizeram alegria de muita gente, que saíram e voltaram da programação, que já foram criticadas pelo próprio apresentador que dizia não ser um apresentador só de pegadinhas e que era um comediante nato, acabou vencido por elas sustentando no ar o que o povo realmente gostava de ver, nunca mais deram as caras e os atores ou se aventuraram em outros humorísticos ou sumiram de vez (alguem lembra da Vila maluca?). Mas aí veio o Pânico que substituia a alegria e o humor escrachado que ficava faltando na emissora. Mas aí já é outra história.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Schwarzenegger pelado em Exterminador - A salvação

Essa semana nos cinemas me deparei com uma cena que tem de tudo para se tornar antológica, mas apesar de um tanto bizarra, foi até divertida. Na verdade eu havia ficado um pouco mordido ao saber que o fortão governador na Califórnia não participaria da continuação da saga, mas procurei entender que seria difícil conciliar sua nova carreira com a carreira de ator, além de acreditar que isso não devia o interessar mais. Porém, para dar um gostinho de lambuja aos fans do Exterminador original, eis que o homem aparece em uma pontinha travando um breve combate com John Connor, dessa vez interpretado por Christian Bale, o Bat Man da nova geração. E peladão ainda por cima, por mais que jogos de sombras escondessem os países baixos. O físico do fortão realmente me chamou a atenção pela idade que ele tem, logo sabemos que o motivo dele não protagonizar mais não é esse, e sim o ressaltado no início do post. Se é o físico real mesmo, podemos compará-lo com a situação atual do Stalone, que apesar de ser um vovôzinho continua encarnando os tipos durões do cinema, e considero isso muito bom, grande exemplo para nossa geração saúde. Pena que Connor acaba desfigurando o rosto do andróid, deixando assim parecer que o que importa mesmo é o corpão da criatura. Mas provavelmente o corpo é fruto dos efeitos infalíveis do cinema, tal qual qualquer mulher fica gostosa nas páginas da Playboy. Mas para nós homens (leia-se hetéros), isso é o que menos importa, o que vale mesmo é que Scwazenegger botou a cara no filme em uma referência antiga, fazendo os apreciadores da série cinematográfica se sentirem presenteados. Sim, isso acho que até os homens gostaram.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Todo mundo crescendo e virando mangá

Alguém lembra dos gibis da Luluzinha e do Bolinha, que não eram a turma da Mônica, mas marcaram a infância de muita gente? Eram distribuídos pela editora Abril até a primeira metade dos anos noventa. Atualmente a turma da menina de cachinhos e do menino rechonchudo composta por Glorinha, Plínio, Carequinha, Juca, Zeca, Alvinho, Aninha, entre outros, não são mais reconhecidos pelos gibis por quem tem menos de vinte e poucos anos, mas sim pelos desenhos animados. Já os desenhos eu não curti, pois já estava um tiozinho quando começou a pintar por aqui (quinze anos, hehe). Mas os gibis ficaram na memória e na saudade. Eis que nos últimos dias tive uma surpresa bizarra ao tomar conhecimento de que a turminha da outra menina de vestido vermelho retornava aos gibis, mas dessa vez, assim como a turma da Mônica jovem, em estilo mangá (!) Realmente não era o retorno triunfal que eu achava merecido, ainda mais pegando embalo no que eu julgava como mau exemplo para os quadrinhos nacionais. Os gibis do Bolinha e da Luluzinha já estavam esquecidos, custava deixá-los vivos apenas na nossa memória? Mas não, tiveram que desenterrar para esculhambar, para mim é como chutar cachorro morto. Tá certo que Luluzinha e cia não é uma criação nossa, são personagens norte americanos, mas o ´´mangá`` deles será produzido aqui, e não satisfeitos em descaracterizar a criação dos outros, ainda vão fazer as historinhas passarem aqui, como se eles sempre morassem no Brasil. Sem esquecer de mensurar que os personagens vão estar mocinhos, uma chupação discarada da nova invenção de Maurício de Souza, ficando assim impossível distorcer ainda mais a imagem dos coitadinhos. Nem preciso dizer que a Luluzinha não vai ter mais seus tradicionais cachinhos, que para mim seria a Mônica sem os dentões, tornando-se uma moça vaidosa de cabelos lisos de chapinha, porque a essa altura já seria um mero detalhe. Talvez o Bolinha tenha se tornado um moço saradão, quem sabe? O lado bom disso tudo é que vai se tratar, bem ou mal, de um produto feito em nossa terra com nossos profissionais. Vai ter gente se perguntando por que em vez de mexer com a turma da Luluzinha não criaram algo totalmente novo, mas aí a gente imagina que a turma da Mônica jovem abriu uma cratera enorme para a criação comercial desse tipo, mexer com uma galerinha inocente as tornando adolescentes desenhados com traços de mangá. Como já disse em outro post e que não é novidade para ninguém, tudo que faz sucesso gera imitação, e a Turma da Mônica Jovem, pelo que li a respeito, está vendendo o dobro que os quadrinhos tradicionais de Maurício de Souza, mas talvez seja um modismo.


Revendo meus conceitos, não julgo a idéia do Maurício de Souza de criar uma coisa nova, mas acho que com o nome foda que ele tem podia criar uma turminha feita exclusivamente para seus mangás, e deixar evidente na capa ´´De Maurício de Souza``, ou ´´Do criador da turma da Mônica``. Ou então, como ele já tem personagens adolescentes, como a Tina, Rolo, Zecão, Pipa, Jaiminho, usasse esses mesmos para transformar em mangá, e não em fazer a tradicional turminha cravada na infãncia de todos crescer e se modificar, como o Cebolinha falar certo e parar de aprontar, o Cascão tomar banho, a Magali ter menos apetite e a Mônica aposentar o coelhinho, além da pegação entre os personagens distorcendo a inocência dos gibis. Aí não dá, né? Mas, como os gibis são uma criação comercial e o intuito é ganhar dinheiro, e os mangás de Maurício de Souza, como ele diz, terem dado certo e rendendo ao bolso de seu criador, não podemos dizer mais nada. Só não acredito que os gibis da turma da Mônica possam estar indo mal nas vendas, é o gibi mais consumindo no Brasil inteiro, inclusive usado para alfabetização, o que o Maurício pode estar fazendo é dando um ´´upgrade`` na sua carreira. Ou quem sabe, com o advento da Internet, os gibis não são mais tratados como eram antigamente. Isso me lembra a Dc Comics no início dos anos 90, quando os gibis passavam a despencar na popularidade e começava a se inventar coisas, a apelar para atrair mais leitores, como a morte do Super Homem e o Bat Man ficando paraplégico, destruindo personagens marcantes na cultura de massa em uma desesperada tentativa de se lucrar mais com os quadrinhos.

Voltando a Turma da Luluzinha que também cresceu e virou mangá, li também que foi gasto uma nota só para definir o figurino dos personagens. Parece que estão investindo demais na coisa. Foi uma estilista de moda (não sei exatamente o nome dela, algo como Glória Kalil ou Tânia Kalil) que criou o design fashion das roupinhas da galera do clubinho ´´menina não entra`` e do ´´menino não entra``. Já no primeiro número adivinha só quem aparece? A cantora Pitty (Aê, da-lhe Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!), e com isso o aventureiro mangá ganha ponto, pelo menos comigo, é ótimo adicionar cultura nacional a algo que não foi elaborado especificamente por nós. E tomara que seja assim sempre, mesmo utilizando traços de mangá, que esteja presente elementos de nossa terra, valorizando nossa gente, nosso espaço, nossos artistas, nossas músicas. E se o bagulho é doido mesmo e a gente não pode fazer nada para mudar senão aceitar, que role um encontro entre as duas turminhas bem ao estilo crossover de Dragon ball e One Piece. O que podemos fazer é desejar boa sorte, não só para as mudanças e estilos novos, mas para todo quadrinho nacional, o que for fabricado aqui tem que ser bem vindo. E desculpem se eu pareci rabugento, talvez eu esteja ficando velho para aceitar tais mudanças tão de imediato.

Gurus de carne e osso; Eu aprovo.


Nessa semana uma figura ilustre esteve no programa da Luciana Gimenez, Inri Cristo, homem que se diz a encarnação de Jesus. Este só falta tirar carteirinha de sócio, pois só da as caras lá, mas, tirando o Superpop que é quase um freak show, qual outro espaço estaria reservado para o messias da nova era? Enfim, o homem veio provar ao que veio, não disse nenhuma novidade e as opiniões se dividem. Embora seja tachado de charlatanismo, alguns acham que é um pobre coitado de problemas psíquicos que realmente acredita ter o fardo de assumir a representação do filho de Deus na terra. Mas uma coisa é certa, ele tem uma capacidade de persuação incrível, tanto é que uma legião de seguidores estão a anos ao seu lado, tanto homens quanto mulheres. O cara tem personalidade forte, é inteligente até, tem resposta rápida e convincente para todas as perguntas, no mínimo tem a bíblia decorada de cabo a rabo e mescla seu conhecimento com suas opiniões próprias, e assim se forma o famoso Inri Cristo. Devemos reconhecer que ele batalhou por seu espaço basicamente na mesma moeda que os nossos políticos daqui, e assim fez seu nome, seu reconhecimento, senão do messias encarnado, ao menos de uma celebridade que continua arrecadando seguidores e convites para programas sensacionalistas. Taí, bem que o tal Inri podia se candidatar à política. Já pensou? Em um país como o nosso talvez ele tivesse alguma chance. O ´´Jesus`` da nova era diz usar os meios de comunicação de hoje para chegar ao povo, como a televisão, site na Internet e dizem até, o nosso site de relacionamento Orkut, mas, se até o papa se serve do Youtube para chegar ao povão, por que o genuíno filho do homem não pode? Sendo ou não sendo a verdadeira representação de Cristo, ou sendo descaradamente um Jesus Cristo ´´pirata``, eu prefiro acreditar que um homem de carne e osso que faz aparições públicas e declamações reveladoras, mesmo que absurdas, seja mais representativo que uma figura presente apenas no imaginário coletivo (devemos lembrar que a bíblia foi escrita por homens). Ao menos ele está ali, nos fazendo sorrir, nos contentando a cada aparição, usando as mãos o mínimo possível, e tocando nas pessoas apenas para ´´abençoar``, pois o papel de um grande messias é esse mesmo, estar presente e despertar a alegria em nossos corações, em um mundo cada vez mais triste e apocalíptico, e não nos deixar fantaseando por uma figura nada concreta. Isso é metafísica. Inri brinca, zoa os outros e se permite ser zoado também. Coisas do ser humano, e como messias, deve saber disso muito bem. E assim cresce a empatia por esse profeta maluco que ensina a gente a acreditar em si mesmo, ter personalidade própria e não ter medo de represálias. Sim, parece que ele acabou sendo meu messias também.

O que eu acho de tudo isso? Bom, não sou católico nem evangélico, aliás, não tenho religião nenhuma, mas se há aqueles que creem que Jesus Cristo realmente existiu como figura bíblica, porque é tão difícil aceitar que ele possa estar presente de novo? Na bíblia não diz que o cabeludinho não voltaria? Está certo que há aquela conversa dos falsos profetas que apareceriam usando o nome de Cristo em vão, mas e se o Inri for realmente o mesmo que há mais de 2.000 anos morreu na cruz em ´´nosso nome``? Ainda mais em uma época como a nossa em que problemas ambientais e populacionais crescem demasiadamente deixando todos de cabelos brancos. Sei não. Quem sabe aqueles que riem do atual Inri e sempre Jesus tem a mesma percepção (mais civilizada e mais diplomática, claro), dos mesmos romanos que o julgaram à crucificação? Tô blasfemando? Nos dias de hoje já não sei mais de nada. Meu pai! Jesus me chicoteia. Uma coisa é certa, Jesus Cristo é mesmo brasileiro. E Curitibano.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Paris Hilton é tudo e nada ao mesmo tempo


Que Paris Hilton é uma verdadeira princesa todo mundo sabe. Linda, loira, rica e dona de um jeitinho especial que faz a maioria dos homens ficarem caídinhos por ela. Volta e meia anda metida em escandalos, polêmicas, hoje em dia coisas corriqueiras no mundo das celebridades de segunda linha. Mas é difícil não se perguntar quando cai algo na mídia relacionado a ela; O que essa moça é? Sabemos que é uma patricinha que foi crescendo na mídia aos poucos, herdeira da rede de hotéis Hilton, tratada sempre por ´´socialite``. Sei também que tem uma irmã, ou quem sabe até mais irmãos, mas seu estrelismo me parece que veio à tona a poucos anos atrás. Nesse tempo teve sua imagem veículada a programas de tv, revistas, fofocas, moda e merchandise, bem como os exs BBBs daqui. Um certo dia fui surpreendido por uma participação da patricinha em uma pérola cinematográfica, The Hillz, de 2004, aqui traduzido por Sociedade Violenta. Ela estava ali, na capa do DVD, seu nome destacado, tratada como atriz principal. Não resisti de curiosidade e acabei alugando, só para me certificar de que o filme realmente era uma bomba. Se trata de um grupo de jovens do subúrbio de uma cidade americana, chefiados por um rapaz com forte tino para a delinquencia, que se envolve em uma briga feia até com um ex colega que havia se tornado policial. Um deles, o mais ajuizado (o mocinho, claro) se apaixona por Heather Smith (Paris Hilton) e pretende deixar o lugar onde nasceu e cresceu, mas ela é só faz ´´doce`` com ele. A fotografia de filme b, história fraca e péssima atuação faz a gente só lembrar mesmo da Paris. Por um acaso acabei me deparando com a participação da loira em outro filme, dessa vez mais classudo, A Casa de Cera, no qual vive Paige Edwards, uma jovem comum de filme de terror americano, tendo uma morte horrível com a cabeça empalada por um dos gêmeos psicopatas. Nesse ela não fez tão feio, mas também não teve tanto destaque. Tais atuações me fez querer saber dos trabalhos de nossa patricinha preferida nos cinemas, mas os filmes dela aqui são escassos e mal divulgados, parece mesmo que só teremos acesso a eles ocasionalmente, como no infantil O Gato. O personagem principal, o gato humanóide de dois metros de altura e que usa cartola, foge com o casal de crianças do malvado pretendente a padrasto deles, pegando caminho por uma boate na qual o gato quase acaba sendo pego ao se distrair com uma boazuda que dançava toda insinuante para ele, e essa boazuda nada mais é do que a que estamos nos referindo nesse post. Para não dizer que os filmes da loirinha são tudo tosqueira, vou destacar um aqui que eu gostei, não que não seja trashão, mas é bem divertido, o clássico (se não é, devia ser, ao menos das pérolas) Universidade do Prazer (Pledge This!), de 2006. Não, não é um filme pornô, apesar do nome sugestivo. É uma comédia na qual Paris é Victoria English, uma patricinha que chefia as maiores dondocas da faculdade, tratando os demais alunos assim como as patricinhas da nossa Malhação se referem aos outros como ´´fubazada``, recrutando para o time as garotas nerds e desprezadas pelos homens que pretendem um dia serem populares como elas, as fazendo comer o pão que o diabo amassou para merecerem a oferta em um festival de frescurite, capricho e tortura sentimental e moral que uma mulher sabe bem como fazer com a outra, deixando a Miranda Priestly de O Diabo veste Prada no chinelo, ops, no Scarpin. Um filme com temáticas bem femininas, porém engraçadas para ambos os sexos. Dia desses até cheguei a ver outro DVD com ela na capa, mas não tive ainda a oportunidade de assisti-lo. Se não me engano o título é Nove Vidas. Também fiquei sabendo que ela participou de Zoolander, mas não me lembro de te-la visto. Provavelmente aqui ela não era tão famosa na época.


Além dos seus trabalhos como atriz, pesquisando na Wikipédia vi que a herdeira de Conrad Barron Hilton, além de ´´herdeira`` e atriz, também é modelo (tinha que ser), cantora (deixando de preconceito baixei umas músicas, não é pior do que Britney Spears), escritora (como será a literatura de uma modelo loira e gostosa?????), e enfim, como eu disse antes, faz tudo que um ex BBB faz agora antes de ser esquecido. Se isso interessar, aqui vai a Wikipédia da paricinha http://pt.wikipedia.org/wiki/Paris_Hilton.. Um detalhe que eu já sabia antes, mas que quero muito abrir a boca por achar interessante para mim, é que ela é aquariana, daí toda a excentricidade da moça, o jeito complicado de ser e a vontade de aparecer, quem é aquariano sabe bem como é, hehehe. Apesar de todas essas informações, para mim a Paris é do jeito que sempre foi antes de eu saber tudo isso, apenas uma patricinha linda e sem juízo, mas que os homens e algumas mulheres amam mesmo assim. Afinal, quem tem uma imagem diferente dela além dessa? Se ela quisesse poderia não fazer mais nada pelo resto da vida que já estava bom, mas desejo que a carreira dela, ao menos como atriz, decole e que ela faça filmes cada vez melhores. Isso é, se ela não quiser parar bem antes.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dia do Orgulho Nerd


Atualmente há dia e feriado nacional para tudo, inclusive ontem foi dia nacional do café, mas pouca gente é ligada nisso, e afinal de contas ninguém tem obrigação de saber. Não menos merecido, até nós, nerds, temos um dia próprio, que foi hoje, 25 de maio, embora muita gente não saiba e nao seja motivo de feriado para isso, até porque, convenhamos, não teria o menor cabimento. É uma data até nova, obviamente criada por um nerd, tendo origem em 2006, na Espanha (Dia Del Orgullo Friki). Não podia faltar um post nessa data especial, para quem não conhecia, fica aí a informação. Fico lisonjeado, pois o meu blog não tem esse nome por acaso. Falando nisso fiquei sabendo que existe outro blog com nome parecido, ´´orgulhonerd``, mas me defendo dizendo que não tive a intenção de copiar ninguém. Acontece que quis fazer um blog com esse nome, e quando eu ia criar o blogger.com me barrava dizendo que já tinha um blog com esse nome, me obrigando a mudar, aí acabei tendo a idéia de botar esse tracinho para separar as duas palavras. E pensar que já acusaram esse blog de http://www.orgulhonerd.blogspot.com/ pirata. rs. nada a ver. O meu é muito mais bonito hahahahahaha.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Os Oblongs



Lá pro finalzinho de 2005 passava nas madrugadas de sexta feira no SBT um desenho animado muito louco que eu adorava, Os Oblongs, identico aos Simpsons, com o diferencial dos personagens serem deformados. Sob a alcunha de ´´desenhos adultos``, Os Oblongs abusava de temáticas picantes e humor negro social, cometido pelos Simpsons. Se tratava de uma família de classe média baixa que vivia no pântano, onde os moradores afortunados das colinas depositavam seus detritos, e por conta da atmosfera e água poluída da região os moradores desenvolviam ou nasciam com anomalias. Bob Oblong, o pai de família, não tem braços nem pernas. Pickles, a mãe e esposa de Bob, apesar de ser das colinas, apaixonou-se por Bob e veio morar com ele no pântano, perdendo por isso seus cabelos e desenvolvento uma magreza fora do comum. O primeiro encontro romântico do casal foi em um drive in de uma lanchonete. Como não podia deixar de ser, Bob mergulhava a boca em um hambúrger e acabava se melecando de catchup. Pickles passava uma batatinha em sua boca melecada dizendo ´´voce é tão bonito!`` e a comia. Particularmente achei a cena bonita, além de tudo um grande exemplo para os portadores de deficiência, ensinando que não é preciso ´´ser normal para ser feliz``. Como tudo que faz sucesso gera imitação, na onda de Os Simpsons, além desse aí do post, lembro de Mission Hill, que também passava no SBT, e American Dad (esqueci como se chama aqui no Brasil, só sei que passa depois do Serginho Groisman), que eu prefiro tratá-los pelo termo ´´desenhos para todas as idades``, afinal, qual criança não é fascinada pelos Simpsons? Voltando aos Oblongs, depois de algumas reprises o desenho foi substituído por Diabólico e Sinistro, aquele do moleque mala de boné, da menina loira e da morte, que atualmente passa no Cartoon Network. O tempo passou e nunca mais vi sinal do desenho. Pouco tempo atrás descobri que o desenho tinha apenas 13 episódios! O porque de tantas reprises, e como o desenho passava semanalmente eu não reparava. Na comunidade do Orkut as pessoas disponibilizam download dos episódios e claro que baixei todos eles e fiz um DVD. esse gostinho especial que senti pelo desenho depois de tanto tempo me fez qurer saber mais sobre ele, saber quem era seu criador, seu ano de produção, o porque de tão poucos episódios, e nisso descobri que o desenho foi baseado no livro Creepy Susie and 13 Other Tragic Tales, do próprio autor do desenho, Angus Oblong, que eu morro de vontade de ler, mas acho que não tem no Brasil. Procurei saber sobre esse tal Angus Oblong e encontrei esse site http://www.angusoblong.net/index.html, pena que é em inglês. Difícil encontrar algo sobre ele em português, porém, na comunidade um rapazinho postou essa entrevista traduzida http://blogaritmox.blogspot.com/search/label/especial%20os%20oblongs


O que me incomoda é que não encontro nenhuma foto dele. Pelo que parece ele é o velhinho bizarro dessa foto, mas acho que é sacanagem. Deve ser um desses artistas que não mostram o rosto afim de gerar polêmica e especulações, ainda mais por ser autor de histórinhas e personagens bizarros, o que geraria ainda mais curiosidade. O mais bizarro ainda é esse video abaixo que achei quando procurava alguma coisa sobre ele, revelando o cartunista como sendo um homem que se veste de palhaço nas ruas.












Não manjo muito de inglês, mas se entende que ele foi encontrado de surpresa por um grupo de fãs. Não existe fonte segura que afirme que ele é o cartunista, e nada mesmo aqui no Brasil fala a respeito dele, parece que os interessados vão ter que se contentar com o site oficial e desistir de tentar ver qualquer foto dele. Mas o que realmente faz falta é o desenho, não imagino que não tenha emplacado a ponto de ser interrompido ainda no décimo terceiro episódio. Forçando um pouco a imaginação acabamos encontrando uma resposta; a sociedade moralista americana devia ter um certo pudor e resistência em aceitar algo do tipo cotoco falante e gêmeos siameses pertencentes ao universo dos desenhos animados.
Façam como eu, baixe os episódios de Os Oblongs, todos eles disponibilizados na comunidade do Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3895310
Se quiser saber mais detalhadamente sobre o desenho, acesse essa página

sábado, 9 de maio de 2009

Karaokê do Pânico

Bom, já estava mais do que na hora de alimentar esse blog, algo que eu não fazia por preguiça e, devo confessar a vocês, por ser levado por uma onda de desânimo e falta de motivação. Eu preferia me dedicar a coisas mais importantes e, quando ese blog me vinha a cabeça eu me perguntava; estaria alguém lendo isso? Escrever nesse blog para mim é a mesma coisa que rezar, você pode até fazê-lo, mas não se sabe para onde vai ou se vai ser escutado. Tirando minha namorada (que eu sempre aviso quando tem postagem nova), nem sei se alguém sabe da existência desse espaço. Mas como eu tinha decidido que precisava treinar minha escrita e me manifestar para o mundo de alguma forma, e até mesmo por uma certa dose de teimosia, não vou deixar esse blog morrer. E agora aqui estou com uma nova postagem. Por onde eu começo? Ah sim, gostaria de falar de algo que sempre que eu posso assisto no Youtube e que me agrada muito, essa onda de vídeo clips ´´portuguesando`` as letras de artistas gringos, fazendo uso de imagens cômicas pescadas da net. Tudo começou com o Pânico na tv que exibia esse quadro, batizado de Karaokê do Pânico, e generalizou entre os criativos espectadores que não se cansavam de produzirem seus videozinhos e enviarem ao Youtube. O próprio Pânico na tv passava a pegar os videozinhos do Youtube e a exibir em sua programação, e os autores se sentiam lisonjeados em terem sua obra vinculada ao programa e o seu nome exposto nos créditos. É uma onda de videozinhos que não acaba mais e cresce a cada dia. Sempre tive vontade de fazer um desses, mas não saberia as ferramentas apropriadas. Criatividade é o mais fácil, todos nós temos, inclusive dia desses vi dois videos brincando com a mesma música, a famosa I should have known better, de Jim Diamond. Quando pequeno eu realmente achava que a frase repetida o tempo inteiro era Chame o bombeiro, e o refrão ´´Ai ai ai ai ai ai ai ai ai Chame o bombeiro`` me fazia todo sentido, frase que expressava o desespero, provavelmente proferida quando se avistava fumaça em um canto da casa, curto circuito, explosão, incêndio ou mesmo um ataque de labaredas. Minha mãe até a cantava desse jeito para zoar. Anos mais tarde descobri que se tratava de uma canção em inglês cuja algumas frases se pareciam com as do nosso idioma, foi uma descoberta que fiz com um pouco de constrangimento. Não era de se estranhar que anos mais tarde, com essa mania que pegou do Karaokê do Pânico, se usasse essa música. Um grupo que desde sempre teve letras com frases parecidas com as do português é o Double You, que parece craque nisso. Aquela Please don´t go era cantada na minha infância como ´´Fiz dois gols``, e na Looking at my girl, no trecho She's tearing me apart, nos soa algo como ´´Xingaram minha vó`` ou ´´Gisele é minha vó``. Karaokê do Double You não vi ainda não, pensava até em usar uma dessas músicas, mas até que eu aprenda a fazer já fizeram uns dez. Fica então aí a dica. Eu me amarro nesses videos não só pela criatividade, combinação cômica de frases com imagens e pelas besteiras que saem, como também porque para mim se trata de um anarquismo contra essa supervalorização da língua inglesa. É nego querendo usar frases inglesas no nosso cotidiano, acham chique falar hot dog do que cachorro quente, no cinema gostam de usar take em vez de falar tomada (tudo bem que agiliza porque tem menos uma sílaba, mas...) enfim, trazer a sonoridade de frases inglesas para nossa língua tem um que de vingança, de forma divertida, claro, embutida subliminarmente em nossos vídeos. Vamos enxergar o Brasil, vamos enxergar, ou melhor, escutar nossa língua nessa terra. E se acham que falar inglês é chique veja bem o quão rídiculo se sai esses artistas que acham que estão abafando, falando besteiras e envoltos em imagens que os ridicularizam. O divertido para mim é quando transformam a língua inglesa em portuguesa, outros idiomas já não acho tanta graça.
Procurando no youtube por Karaokê do Pãnico a gente acha tanto vídeo que não consegue parar de ver. Mas o que faço questão de mostrar é esses dois abaixo, que como eu já disse, além de tudo lembram minha infância.








Eu prefiro quando os sons das palavras encontradas são montadas construindo uma frase mesmo, do que palavras aleatórias. Por exempo, na frase ´´Will chame o bombeiro, tu lava o ônibus de flor azul``, seria muito mais divertido e original se mostrasse um homem lavando com uma mangueira um ônibus decorado com flores azuis, do que apenas jogar imagens desconexas de ônibus, uma flor e alguma coisa que fosse de cor azul. Assim se construiria uma narrativa de acordo com a imaginação do autor.
Tá certo que há aqueles que consideram esses vídeos um besteirol, infantilidade ou perda de tempo, mas se pararem para assistir apenas um com boa vontade e bom humor, vão ver que se trata de videos artisticos como qualquer outro. Os caras conseguem transformar a frase ´´can forgive-me i`` em ´´quem viu o foguinho miar`` e unem no mesmo vídeo imagens do Will Smith e do personagem do Lázaro Ramos de uma novela passada. E olha que essa música é de 84, o personagem do ator Global, apesar de ser de uma novela de anos atrás, está a uns 22 depois da criação dessa música, sendo que esses vídeos foram feitos a pouquíssimo tempo. Essa miscelania de temporalidade, de regionalidade (ator brasileiro e ator americano), reunidos em um video de poucos minutos entre imagens engraçadas e palavras entendidas parece uma coisa de louco, e isso meu amigo, é arte. Diverte, é bem humorado e alegre. Nos ensina que não é precio de uma câmera na mão para criar vídeos e ser original.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Viva sexta feira 13 outra vez!!!!!!!!!!!!!


Duas sexta feiras 13 um mês atrás do outro. Para quem é supersticioso dá até medo, não? E olha que esse é apenas o terceiro mês do ano, esse ano parece prometer, hehehehe. Não poderia deixar essa coincidência passar em branco, por isso escrevo esse post. Por incrível que pareça hoje caiu um toró daqueles, de inundar as ruas, de trovejar sem parar, deixar o trânsito parado e fazer as pessoas andarem com a água até o joelho, e para completar faltou luz no meu bairro duas vezes seguidas, que medo! Mas agora falando sério, o que dá mais medo é a onda de assalto que anda rolando aqui em Santa Teresa, nessa semana já foram cometidos três em residências e o truque dos bandidos fdps é esse mesmo, cortar a redede energia da rua escolhida para fazer a limpa na casa dos outros, entre outras atrocidades. Daí o medo da falta de luz, por sorte estava chovendo bastante e isso era atribuído ao apagão, ainda bem. Só não estou mais contente por saber que esses inimigos da vida real estão soltos por aí, fazendo os Jasons e companhia parecerem santos. Esses sim são os maiores pesadelos já enfrentados, resta torcer para que essa corja queime seus corpos inteiros no fogo do inferno e queimem a rosca nas penitenciárias. Mudando de assunto, como não podia faltar lançamento de um filme nessa data importante, hoje entra em cartaz a refilmagem de Dia dos Namorados Macabro. Não conheço esse filme, apenas lembro de ver umas chamadas no Sbt, anunciando que passaria no Cinema em casa. Quem sabe eu não assisto a essa nova versão. Não que isso signifique algo, mas o próximo dia 13 cai em uma segunda feira, fazendo a coincidência parar por aqui, mas logo virão outras, trazendo mais ´´novidades`` do terror aos cinemas. Que os Jasons e Freddys da ficção brilhem nos cinemas, e os da realidade sejam torturados até a morte.
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