sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Avatar

Enfim um dos nomes pomposos entre o cinema 3d predominante em animações e público infantil. Avatar (não o desenho, que será adaptado sim para as telas, mas seu nome será The Last Airbender e vai ser dirigido por M. Night Shyamalan, diretor de Sexto Sentido), novo filme de James Cameron (Titanic, O Exterminador), que deve estrear próximo do natal, conta com grandes nomes como Sigourney Weaver, a tenente Riplay da mega série Alien, transpostos em uma animação de ficção científica que atrairá igualmente os adultos. Como protagonista teremos Sam Worthington como Jake, um soldado paraplégico. Porém, com tanta expectativa rondando o roteiro e a animação, eis que surge uma bomba; O filme está sendo acusado de plágio pelos produtores de Delgo, outra animação de ficção científica, mas mil vezes pior. Não pela história, mas pelo nype dos personagens. Delgo conta a história de um adolescente que dá nome ao longa tentando salvar o mundo com a ajuda de seus amigos, e foi um dos filmes menos vistos do ano passado. Você já tinha ouvido falar em Delgo? Nem eu. A primeira vez que ouço é quando fiquei sabendo da produção de Avatar. Mas a produtora do filme desconhecido está processando a 20th Century Fox, produtora de Avatar, por plágio. Eu nem acho que o visual é tão parecido assim, quantos filmes tem visual e temática semelhantes? E a animação de Delgo é extremamente inferior, parece até gráfico de jogo de pc. Na dúvida, compare as fotos.


Avatar


Delgo
Avatar Parece a Mística


DelgoAvatar

Delgo

Avatar


Delgo

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Marvel vai à Disney


Ainda nessa semana a editora Marvel teve seus direitos vendidos para a Disney, ou seja, a editora que produz as historinhas do Mickey, Pateta e Pato Donald também vai produzir Homem Aranha, X men, Quarteto Fantástico, entre outros, em um acordo bilionário. Na minha opinião essa união veio a calhar, pois a soma de duas empresas gigantes só vai fazer aumentar a qualidade e a quantidade de filmes, gibis e desenho de nossos heróis favoritos. Se vai rolar um crossover entre nosos super heróis e os animaizinhos falantes? Só esperando para ver.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

2012 - O dia depois de depois de amanhã


O calendário Maia marca o ano 2012 como o último aniversário de nosso querido planeta. Aproveitrando o sensacionalimo barato, o cineasta Roland Emmerich, o mesmo de Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, lança mais um filme catástrofe, 2012, com essa mesma fórmula desgastada de sempre, que estréia aqui em novembro. Público ainda há para esse tema, por isso o homem continua investindo incansavelmente, isso aproveitando essa onda de pandemia, doenças e mais doenças, aquecimento global, o que faz o público se identificar com a atmosfera catástrofica que se forma e os atrai para o cinema, onde temerosos especulam como e quando exatamente o mundo vai dessa para uma melhor. É, esse diretor é mesmo o Nostradamus da sétima arte. Mas, como o que veremos na tela não é mais novidade e as pessoas hoje em dia tendem a se chocar cada vez menos, o ponto chave para nós é que a película apresentará a nossa amada cidade maravilhosa ser devastada, e a imagem está até no cartaz. Não é sensacional? Cenas do Rio de janeiro ser massacrado em filmes apocalípiticos não é tão novidade assim, um exemplo é O Guia do Mochileiro das Galáxias que mostra o pão de açúcar enquanto é anunciado o extermínio do mundo pelas mãos de extra terrestres, mas nunca o Rio teve um destaque tão grande como agora em um filme catástrofe estadosunidense onde faz o resto do mundo acreditar que todos nós somos vermelho, azul e branco. E não importa se vai acabar com a gente, o que importa é que nos mostre em evidência. Mesmo que a gente apareça se ferrando.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Um leão chamado Christian

Ultimamente há dois tipos de romance fazendo sucesso nas livrarias, um deles é o ´´livro de mulherzinha``, escrito por ou para as mulheres assuntos de curiosidades em geral, mas em sua maioria relacionamentos e sexo, e os que contam histórias de relação entre pessoas e animais, moda iniciada pelo fenômeno Marley e eu. Claro que também tem os romances juvenis que baseam os filmes da atualidade e vice e versa. É um tal de continuações de Eragon, Harry Potters, Crépusculos e etc, mas isso não é novidade para ninguém. Poucas semanas atrás li o livro Um Leão Chamado Christian, seduzido pelo vídeo do leão nascido em cativeiro que se reencontra com seus donos, Ace e John, após um ano vivendo sob condições adequadas no Quênia. O estilo romantizado da literatura, documental, envolvendo pessoas e as peripécias de seu mascote segue a linha de Marley e conquista o leitor. Mas diferente de Marley, o romance não tem o drama animal do livro que abriu o filão, pelo menos não envolvendo o personagem principal. No decorrer da história ele faz amizades, e o destino nem sempre é feliz para os outros animais, mostrando o quanto a vida na selva é ingrata. Mas levando em conta a natureza do animal, os donos e os cuidados que teve, Christian deve ter sido um dos lões mais felizes do mundo.
O livro conta uma história otimista, um elo improvável mas que se mostra possível e feliz entre humanos e animais selvagens, mas mostrando que devemos respeitar a natureza deles e readaptar os nascidos em cativeiros, zoológicos e afins à seu estilo de vida ideal. Pena que o homem responsável pela viabilidade da readaptação de Christian na selva, George Adamson, teve um trágico fim anos mais tarde, mas a Fundação George Adamson para a preservação da Vida Selvagem (GAWPT, no original) continua ativa, e se mantém na Inglaterra. O endereço é:
George adamson Wildlife Preservation Trust
16a Park View road
Londres N3 2Jb.
Se quiser ajudar a fundação a continuar seu trabalho e fazer doações, pode também acessar os sites:
Nos Estados Unidos: http://www.wildlifenow.com/
Assista abaixo o vídeo do rencontro do leão com seus donos, que emocionou milhões de pessoas no mundo todo e se tornou um grande hit da Net.

Só não deixe de ler o livro, você vai se emocionar tanto ou mais que nese vídeo. Antes de tudo, se trata de uma história do amor e fé do homem pela natureza e o mundo em que vive, inclusive nos faz acreditar mais no ser humano e no desejo de cuidar do que é nosso, nos fazendo pensar que basta nos unirmos para enfrentar os problemas ambientais como o aquecimento global. E vencer. É um livro do bem. Tomara que um dia Hollywood faça um filme baseado sobre essa linda história. Só não pode ser como o filme do Marley, uma comédia pastel que peca pela ausência da magia do livro.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sóis Monstro?

Vamos refletir sobre a destruição da estátua de buda de Bamiya pelos Talibans. O ativismo político radical e o fanatismo religioso só faz o homem perder seus valores e acabar com o mundo do qual ele faz parte.


Sim, já tem alguns dias que o blog segue sem atualizações, mas é que nessa semana estava cuidando de projetos pessoais, também tive uns problemas inclusive de saúde. Mas agora estou me recuperando, firme e forte e esse blog vai seguir adiante com força total. Então vamos lá.

No último domingo passou no SBT, depois do programa Silvio Santos, um filme muito querido por mim. O Labirinto do Fauno. Inédito na tv aberta, e já devíamos esperar que seus direitos fossem comprados pelo SBT, o filme é a cara da emissora. Eu não assisti, até porque tenho em DVD, mas só para prestigiar e por ter a chance de saber como ficou a dublagem brasileira (no DVD só tem o áudio original, em espanhol) assisti em partes até passar a cena do monstrinho que come as fadinhas. Cena antológica e monstrinho querido, que tem de tudo pra se tornar cult. Minha namorada também reviu essa cena e lembrou de mim a zoando. Ela tem horror quando ele come as fadinhas. hahahahahahahahaha. O Labirinto do Fauno vai encabeçar a lista de meus favoritos por muitos anos ainda, pois me identifico muito com ele. Logo, esse filme é a minha cara também.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Comandos em ação - O filme







A origem de Cobra


Snake Eyes e Storm Shadow se gladiam. Ao lado, Conrad ´´Duke`` Hauser.


Hoje à tarde fui assistir G.i Joe: A origem de cobra com muita expectativa e animação, pois era um momento único de ver heróis que marcaram minha infância estreando no cinema depois de tantos anos. Assim como era conhecido no Brasil, esperava que o título fosse Comandos em Ação, mas foi mantido também por aqui o título original. Logo na bilheteria a atendente teve dificuldade em entender que o filme ao qual eu me referia era o recente G.i Joe, mas se tivesse sido um homem ia entender na hora. Qual homem que foi criança nas décadas de 80, 90 não teve a infância marcada pelos desenhos, gibis e pela linha de brinquedo do exquadrão de elite e da organização criminosa Cobra? Já no cinema, sentado atrás de mim estava um grupinho de garotos de aparentemente dez anos, comentando entre eles que nunca ouviram falar de ´´Deejay`` até saberem desse filme. Também pudera. Os garotos que nasceram na segunda metade dos anos 90 em diante não tiveram o privilegio de brincar com os bonecos de ação mais populares do mundo todo. Me pergunto quais serão os heróis deles daqui a alguns anos. Esse ano ainda teve Transformers, outro clássico dos desenhos animados e brinquedos que fizeram muita alegria dos meninos da mesma geração de G.i Joe, mas como sabemos, as duas tentativas de Michael Bay em transpor Megatron e sua galerinha robô para os cinemas frustrou muita gente, principalmente os saudosistas dos bons tempos de infância. Ficava então a mesma preocupação quanto o A origem de Cobra, encarado com medo, ceticismo e apreensão. Ficava enquadrado num tipo de filme que neguinho já assiste preparado para espinafrar o conjunto da obra, acusando os profissionais envolvidos de aviltarem sua infância. Sabendo que nem tudo agrada a gregos e troianos , fui assistir preparado ao menos para umas horas de diversão, acreditando que por mais que o roteiro não fosse lá isso tudo algumas coisas interessantes poderiam se salvar, como o simples fato de ver meus brinquedos de infância serem homenageados nas telas do cinema, fazendo jus àquela máxima Antes tarde do que nunca.
Quem é que não se apaixona por uma bandida como essa?
Embora a importância desse filme se dê para mim sobretudo pelo link que ele abre dos meus
tempos de moleque, A origem de Cobra é um bom filme de ação. Muita sequencia de ação, explosões, veículos, armas, robôs, trajes especiais, como todo menino gosta. Claro que as cenas de violência davam um tempero adulto não tão consistentes quando destinado apenas ao público infantil, e na época também, pasmem, passava despercebido o valor sensual e erótico que as guerrilheiras dos times tinham. Nunca fui fan das figuras de ação femininas, mas só quando vistas no cinema pude perceber que meus heróis de miniatura tinham companhias tentadoras. A começar pelo time do mal, encabeçados no quebra pau por Baronesa, morena deliciosamente tentadora de rostinho lindo, olhos e sorriso maquiavélicos e corpo que toda boa guerreira deve ter, com aquela roupinha preta justinha, reluzente e sexy, apontando pistolas e distribuindo tiro nos adversários, além de exibir extraordinária habilidade e força física e com aquele óculos fashion dela, o que conjuntamente lhe confere um charme sensacional, e o ninja japonês Storm Shadow. Mas a implacável vilã ex noiva de Conrad Duck, um dos mocinhos principais, acaba passando de terrível ameaça para uma pobre mocinha vitimada pelos planos malígnos do Cobra quando o filme se aproxima do final, o que achei que deixou a personagem menos interessante, quem gosta de mulher

perigosa sabe do que estou falando. O elenco feminino também é composto por Scarlet, a moça da balestra, também interessante, mas não a mais gata, a ruivinha como é sugerido pelo nome por quem Ripcord tarou, e a loiraça gata que trabalhava internamente na base assassinada de maneira covarde ainda na primeira parte do filme pelos bandidos fdps. Será que ninguém ensinou para esses caras que não se maltrata moças bonitas? Os uniformes justinhos e pretos de combate, diga-se mais uma vez, ficaram excelentes para as moças.

Scarlet com o traje que eu adoro nelas

A linda mocinha cruelmente empalada por um Cobra sacana

Entre os atores conhecidos os que me chamaram atenção foram Marlon Wayans e Adewale Akinnuoye-Agbaje, além da gataça Baronesa, interpretada por Sienna Miller. O primeiro, astro conhecido das comédias, estrelou filmes como As Branquelas, O Pequenino e Réquiem para um sonho, e apesar desse último filme citado se tratar de um drama, seu personagem é bem cômico, característico de suas atuações. Pra ser sincero quando soube que ele seria Ripcord já imaginei que sua função ali era proporcionar o alívio cômico que todo filme precisa, mas suas cenas de ação, heroísmo e romance me convenceram em não considerá-lo um palhaço em meio de um filme de ação, e sim um herói divertido. Também levando em conta que o desenho dos anos 80 era recheado de gracinhas entre uma guerrinha e outra. Marlon Wayans tem grandes chances de se tornar um Will Smith ou um Ed Murph da nova geração. Já Adewale Akinnuoye... (tudo bem, não vou escrever todo esse nome complicado, hehe), o mister Eko de Lost, fez o Heavy Dut, um militar durão que a princípio recusava-se a aceitar Duck e Ripcord nos Joe, mas aos poucos vai percebendo o quanto a dupla é habilidosa e competente, aliado a empatia que o general Hawk sentia por eles desde o momento em que os salvaram do ataque do início do filme.



Heavy Dut, o mister Eko de Lost


O que ficou faltando? Bom, assumo com segurança que fiquei satisfeito com o resultado do filme. E com os efeitos especiais também, dos quais o filme é muito bem recheado. Mas o que mais me deixou satisfeito mesmo foi a iniciativa da transposição de um pedaço gostoso da minha infância, como a de muita gente, para as telas. O filme é otimista, cheio de revelação, e no fim deixa claro que vai haver continuação. Os personagens foram respeitados e caracterizados da maneira certa. Pena que Destro não aparece como eu previa, esse vai ficar (com certeza) para o próximo G.i Joe, mas a história da linhagem de sua ´´raça`` foi muito bem relatada. Há aqueles que sentiram falta, por incríevel que pareça, das mensagens que os Joe deixavam no final de cada episódio. Eu só posso dizer que a ausência dos Cobras azuis, de capacete e de máscaras que hoje lembram as da gripe suína foi uma constatação desagradável. Mas quer saber? Os Comandos em Ação, ou mesmo G.I Joe, serão lembrados eternamente por mim não como uma franquia cinematográfica, mas pelos desenhos na tv, pelos brinquedos, pelos bonecos que meu irmão e eu adorávamos ganhar e brincávamos por tardes e tardes, quase sempre de polegares quebrados e alguns não tardavam em se partir ao meio e ficava aquela minhoquinha de borracha que ligava a cintura ao tronco pra fora. Isso sem contar os que dávamos um jeito de remendar com palitinho, cola e até durex. As guerrinhas e as várias ´´produções`` que fazíamos, os seus ´´colegas``bonecos de outras séries, como Playmobis e Transformers.... Bons tempos aqueles.


Destro, que ficou devendo sua participação para o próximo G.i Joe

A clássica coleção de bonecos que fascinou a infãncia de muita gente

sábado, 8 de agosto de 2009

Street Fighter IV

El Fuerte, o lutador mexicano



Depois de quase 20 anos a franquia Street Fighter continua fazendo sucesso no mundo dos games. Street Fighter IV, o novo título, será lançado entre esse ano e o ano que vem, só não sei exatamente para qual plataforma, mas provavelmente para um Playstation 3 da vida. Uma das coisas que sei é que o formato de jogo vai obedecer ao original, um lutador de frente para o outro em um combate 2d, apesar dos gráficos serem mil vezes melhorados. Entre os lutadores novos que estrearão está o mexicano El Fuerte, lutador de luta livre que usa aquela máscara clássica dos praticantes do esporte. Um personagem original e carismático, provavelmente usará golpes similares aos de Zangief. Desde os tempos em que eu jogava imaginava que já estava mais do que na hora de criarem um lutador mexicano marcante, e de cara pensava em um usando aquelas máscaras que os personagens do desenho Mucha Lucha usam. Taí um gráfico para quem não tinha visto ainda o personagem.
Aproveitando esse post, queria desabafar que não vi em lugar nenhum nada relativo a Street Fighter 3. E vocês, conheceram, jogaram ou viram fotos? Não, porque para ter o 4 tem que ter o 3 também, não é? Tenho uma sensação de dejávu considerando que também nunca vi nem comi Street Fighter um, mas também, por incrível que pareça, nunca havia ouvido falar. Por anos tive a sensação de que a franquia do game se iniciou mesmo com o 2, ficando só nesse e em suas variações para outras plataformas, mas sempre com os mesmos personagens e com alguns outros novos, tais como os Zeros, Ultras, Alfas e misturas com personagens de outros universos. Eis que um dia fuçando no Youtube fui presenteado com um vídeo original de Street Fighter um. Se você é que nem eu e achava que o primeiro Street Fighter era como cabeça de bacalhau, aí vai um vídeo do pai injustiçado pela geração conquistada de suas crias.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Como se fosse o ebola


GRIPE SUÍNA, A NOVA MODA



Com essa nova moda do medo de sair às ruas para não pegar o novo vírus que causa a badalada gripe do momento, a gripe suína, matérias e matérias que não acabam mais no jornal e na televisão, casos e mais casos registrados, mortes e mais mortes, é impossível ficar indiferente e não postar um comentário próprio do que seria a onda do momento. Mas o que achar disso se a cada dia que passa esse vírus se torna ainda mais amedrontador? Bom, o certo é que enquanto esperamos essa moda passar, não devemos parar nosas vidas comuns. Podemos continuar saindo de casa e levar nossa vida normalmente, não deixando essa tal gripe nos vencer, e se tiver que pegar não tem como evitar ficando em casa, o instantinho que a gente sai para a rua, seja para o supermercado, cinema, e até no ônibus, temos chances de aumentar as estatísticas dos infectados, não adianta nada dar férias prolongadas às escolas e aos serviços até essa onda acabar. E se pegar não precisa se desesperar, primeiro procure saber se está mesmo infectado ligando para o número que toda hora anunciam na televisão, e se estiver basta se cuidar ficando em casa quietinho e seguindo as recomendações médicas, se alimentando bem e evitando contato com outras pessoas. O meu consolo é saber que como toda epidemia, um dia vai passar. Aqui no Rio a conjutiviti estava na moda, geral com medo de sair na rua, a dengue pelo Brasil todo, e agora essa tal gripe, que em comparação as outras citadas é até a pior, sendo ela tratada por pandemia, infectanto pessoas do globo todo, mas sabemos que só é mortífera para crianças, portadores de imunodeficiência, carente de vitaminas, de saúde fraca e de baixa resistência, gestantes e idosos. Mas se serve de consolo, existem doenças piores, como era o caso da gripe aviária, que graças a Deus não causou estragos por aqui. Ainda tem o ebola, que ficou restrito na África, vírus mortal que que corrói os órgãos dentro de 24 horas. Se bem que os comentários frequentes e o pânico das pessoas de pegar essa gripe nova na rua nos faz parecer que o real vírus de que fugimos é o ebola. Cruz credo. E para alguns é igualmente terrível e mortal. Então, para que esse vírus não se torne um pesadelo muito grande, não precisa deixar de sair ou usar máscara na rua. Sem paranóia, mas com muita cautela, evite ficar próximo de pessoas gripadas, lave bem as mãos quando chegar da rua e evite botar a mão na boca e nos olhos, evitando também se puder lugares tumultuados e fechados. E esperar que um dia essa onda acabe, mas não sinta falta que logo vem outra epidemia de uma nova doença terrível por aí.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Louco por triciclos



Faz uns meses que descobri na cidade da minha namorada um Clube do triciclo, lugar onde os motoqueiros locais amantes da motoca se reunem, mas não os proprietários de uma motoca qualquer, somente da clássica de três rodas, uma dianteira e duas traseiras, que os metaleiros das décadas passadas costumavam se amarrar. Se para alguns o veículo parece algo como uma moto diferente, esquisita e feia, olhando detalhadamente percebemos que é uma inovação do estilo, ousada, comprida, espaçosa, e com um design exuberantemente exótico, o que para mim é uma coisa belíssima. Motos de duas rodas estamos cansados de ver por aí, de vários modelos, marcas, cores, tamanhos, cada vez mais adquiridas por jovens que buscam uma pseudo sensação de liberdade e rebeldia, e que mais tarde trocam por um veículo mais cômodo e seguro, como um carro, e a primeira motoca acaba indo parar num desmanche. É claro que há aqueles que realmentem apreciam a moto tradicional, por ser mais rápida, propícia para o trabalho e o imediatismo das coisas, além dos aficcionados e colecionadores de veículos de automotores, mas se há algo próximo a isso que se faz sua presença ser notada, esse veículo é a tradicional moto de três rodas, que quem coleciona todo tipo de moto deve ter em sua garagem, e que eu também sonho em ter um, sendo eu um homem de personalidade própria que não segue modismos ou tendências, hehehehehe. Para algumas pessoas, futucando bem até teriam a resposta para o meu fascínio pela máquina, já que eu sou um admirador das diversas variações do rock de raíz, desde os clássicos aos contemporãneos, e nisso ligam uma coisa à outra, sendo normal encontrar nos filmes e em alguns lugares caricatos da vida real homens barbados, cabeludos, de jaqueta de couro, pulseiras e correntes montados na tal motoca igualmente cheia de adereços, como uma árvore de natal. Realmente tenho um gosto especial por coisas diferentes, exóticas, que tenha um charme ímpar, próprio, que merecem seu devido valor e reconhecimento. O tal triciclo é uma máquina aguçada, feroz, linda de morrer, impactante, e que não exige tanto controle, coordenação e equlíbrio que a moto comum embora sejam parentes próximos. E é nisso que ainda não me coçei para ter um, porque é necessário ter carta de moto para pilotar o veículo, coisa que ainda não tenho e momentaneamente me encontro sem saco para tirar. Mas ainda terei um, já sei até de qual cor mandarei montar; amarelo. Ia cair super bem. Já tenho até o nome com que batizá-lo: Pé na tábua. O motivo? Jurei para mim mesmo batizar meu primeiro veículo com esse nome, e provavelmente será meu primeiro. Talvez um dia eu tenha paciência para explicar o porque desse juramento. Se eu irei transformar meu trike em uma árvore de natal? Claro, eu já não disse que tenho apreço por coisas de belezas exóticas e charme especial? Mas nem só de duas ou três rodas se fazem uma moto. Não estou falando de monociclos (isso existe só no circo) e sim de quadriciclos. Sim, isso mesmo. Você já viu um desse? Eu me pergunto o que isso tem a ver com moto e suas adjacências. Tá mais para um bugue.



Na verdade, bem antes de conhecer o Clube do Triciclo, que me fez prestar mais atenção nesse tipo de moto, me recordo de uma conversa com um especialista de moto que dizia que esse veículo não era ´´uma moto de três rodas``, e sim um triciclo. Era a primeira vez que eu via alguém dando nome ao boi e no início achei engraçado, tava acostumado com a idéia de que triciclo era coisa para criança. Hoje em dia vejo que estava enganado, existem vários tipos de triciclo para adultos, inclusive os de pedal, o que penso seriamente em adquirir antes de comprar um motorizado. Minha identificação com o veículo foi tão grande, que não paro de estudar os modelos e as lojas que o oferecem, e como é difícil de achar uma no Rio, principalmente na zona sul, onde o que é mais usado são as bicicletas. O que não devia ser, já que aqui somo rodeados de orlas, calçadões, ciclovias, onde os triciclos de pedal são muito usados para lazer, e na Lagoa Rodrigo de Freitas vemos pessoas de todas as idades usando o ´´brinquedo``. É ótimo para entregadores que levam coisas de muito volume, para passeios, piqueniques, para levar pessoas na garupa sem que o peso vire o veículo, isso sem contar o desenho apaixonante que ele tem. Tomara que, anos mais tarde, a moda do triciclo pegue e ele seja bem difundido para todos os cantos. Bike já era, a moda agora será trike. Para não precisar ir numa fábrica encomendar ou mandar montar, me sugeriram entrar no site amazonbike.com, loja de Niterói, onde o veículo talvez seja mais usado, mas também encontrei o site dreambike.com, onde tem filial em São Paulo, e andei dando umas manjadas (e babadas) nos variados tipos das bagaças. Os preços não estão tão altos e logo logo estarei garantindo o meu.


E para a moda pegar?



Uma andorinha só não faz verão e não vai ser eu que vai fazer a moda pegar. O jeito é esperar para ver, mas sempre usando e com muito orgulho a peça como meio de transporte. Tem que ser o mais style possível. Para não me sentir sozinho no mundo basta lembrar que célebres personagens da ficção faziam uso do produto, como o Teletubie Pô (o vermelhinho), o garoto de Os Íncriveis que sempre se admirava com as atitudes de Roberto Pêra, o chefe da família, e até o Quico do Chaves. Um colega meu disse que já viu o Motoqueiro Fantasma montado em um, pena que não achei nenhuma imagem. Se alguém souber de mais personagens me avise. Você que gosta de triciclo, comente nesse post. Podemos ser bons amigos e trocar umas idéias sobre a máquina feroz. Quem sabe um dia, se eu tiver saco, faça a comunidade Triciclos de pedal no Orkut?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...