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terça-feira, 2 de julho de 2013

O culpado pela pistola na mão do Mega Man



Quando você começava a gostar do robozinho azul já se deparava com essa capa e se perguntava quem foi o imbecil que fez esse desenho, e só agora o autor sem noção foi revelado. Mas calma. Quem fez a arte doa capa do segundo jogo do Mega Man para o nintendinho foi o ilustrador Mark Ericksen, que já havia feito capas de outros clássicos jogos, e hoje se justifica dizendo que não foi o verdadeiro culpado por essa caracterização equivocada do robô azul, como você pode ver no site Nintendo Blast. E então, ele é absolvido por esse descuido ou não? Tire suas próprias conclusões. Não que isso vá lá fazer muita diferença.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Salve as máquinas Pinball











Numa era em que cada vez mais se consome jogos de videogame essas máquinas antigas estão, digamos, obsoletas, é o que muita gente pode estar pensando. Moda lá pelos anos 70, 80, populares mais até que jogos de totó e mesa de sinuca, se hoje não for jogado pela tela do computador ninguém mais sabe o que é. Mas ainda há aqueles admiradores, que sabem muito bem que não é um X Box nem deveria ser, pois tem seu charme ímpar, nem por isso é menos interessante que jogos eletrônicos e que sabe aproveitar quando encontra uma dessas máquinas num shopping da vida. Trata-se da tradicional mesa de Pinball, antigamente referida como fliperama, porém, como as casas que forneciam partidas não só desse tipo de jogo como também de qualquer jogo eletrônico, como arcades, generalizaram-se com esse nome, a palavra já não lhe tinha mais singularidade. Você por acaso já teve contato (e interesse) de tentar jogar com uma máquina dessa ao invés dos arcades de luta? Essa bagaça é um dispositivo eletromecânico que aportou por aqui já na década de 40 em versão rudimentar, mas a partir de 70 começou a se modernizar e ditar moda por aí, quase todos os jogos da empresa Taito, que fazia versões nacionais dos grandes sucessos americanos. É dela os clássicos Cavaleiro Negro, Fire Action, Drakor, Meteoro, Space Shutle, Gork e Sultan, entre outros. O jogador controla duas palhetas, uma do lado esquerdo e outra do direito, com intuito de impedir que a bolinha metálica caía no buraco, e cada vez que ela é arremessada acaba caindo em um lugarzinho diferente da mesa, protegida por um espesso vidro, que determina a marcação de pontos. Explico isso por que muita gente não sabe mais o que é isso, é triste mas é verdade, pois esse tipo de jogo fez a diversão de muitos. Empresas de videogame, é claro, também lançavam mão de sua linha de Pinball, como a Sega e a Capcom. Acontece que o sucesso era mesmo gigantesco quando ainda não tinha essa onda de jogos de videogame em produção maciça, os que chegaram a acompanhar a geração do Pinball eram jogos como os da tecnologia Atari, versões como as adaptadas para consoles 8 bits começavam a engatinhar. Em 1999 as produções do Pinball começaram a cessar, e a resistente que produz até hoje suas coleções é a Stern Pinball, que devemos nossa congratulação. Produzindo suas mesas com a mesma tecnologia de décadas atrás, que consiste em chip sintetizador de voz, display de LED e belos efeitos sonoros e visuais, afinal, as mesas de Pinball levam em sua fórmula a tecnologia máxima para sua concepção, acredito eu, o que vale mesmo é a criatividade de quem vai conceber o game. As mesas da Stern contam com design moderno, peças e figuras bem feitas na quadra do jogo, boa resistência, pintura bem trabalhada no corpo da mesa, enfim todos atributos que vai fazer você querer ter uma dessas em casa. Eu mesmo, acho mais classuda uma mesa de pinball que uma de sinuca. Cada uma delas levam mais de um dia para sua fabricação e não são nada baratas, mas vale a pena. Eu prefiro uma partida ao modo tradicional do que na tela do computador, valoriza mais. Parabéns aos estabelecimentos que mantém, mesmo que agora em bem menos quantidade, essa diversão como legado para gerações posteriores. Que nunca morra!

Abaixo uma galeria do que considero um primor em jogabilidade e trabalho artesanal. Quando moleque era doido para quebrar um vidro e roubar uma dessas miniaturas maneiras.

Avatar
Os Vingadores


Os Flintstones
Racer
Airbone
Arquivo X
X Men







O que dizer então do Pinball virtual? Bom, isso é "secular" e o importante é fazer essa galera mais nova conhecer o game, não importa o meio. É como transformar o velho Pinball num videogame, mas tudo bem. E se puder ´´baixar as mesas originais``, melhor ainda. E pensar que anunciam aos quatro cantos o brilhantismo do Pinball em 3D, aff, o pinball tradicional já é em 3D. Mas a Internet nos oferece umas coisas bacanas em matéria de pinball, você pode jogar online em alguns sites e até criar o seu próprio fazendo download de um programa clicando aqui. Acho mais legal do que aquele pinball portátil que a gente levava para a escola, mas que não era eletrônico.

Só para babar, umas canjinhas dos jogos do tempo da Taito.





 Vortex

Rally

 Titan

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Os Poderosos - Animação cult dos anos 90


Numa época em que alguns clássicos dos desenhos animados estavam em seu auge, como Os Cavaleiros do Zodíaco, X - Men e o live action Power Rangers, isso lá para 95, tinha um desenho pertencente a grade da Globo que meio que passava despercebido, e apesar de sua procedência duvidosa eu considerava tão bom quanto os campeões de audiência. O desenho em questão era Os poderosos, passava na TV Colosso se não me engano por volta das 10 horas e tinha como seus personagens principais um jogador de basquete que usava sua bola como arma, um tomate gigante (hoje em dia ele seria quase um Bruce Wayne ou um Tony Stark, he, he, desculpe a piadinha idiota, não pude resistir), um policial e um guerreiro estilo He-Man. Todos contavam com a ajuda de Big Foot, um carrão turbinado mega destruidor que além de tudo ainda falava. Os personagens eram curiosos, as aventuras idem, e na época que a Internet não fazia parte de nossas vidas era muito difícil obter informação sobre o desenho não sendo assisti-lo. Hoje podemos saber que o titulo original era The Power Team, foi produzido entre 1990 e 1992, teve 50 episódios e todos os personagens foram baseados em heroizinhos de jogos de videogame. Lembra do Capitão N, cujos protagonistas eram personagens dos jogos da Nintendo? Pois é, The Power Team foi na onda, dessa vez lançando mão de personagens da obscura Acclaim (Mortal Kombat, Turok) e o desenho não teve tanta projeção que Capitão N. Eu sequer sabia que os personagens de Os Poderosos provinham de games. Tyrone, o jogador de basquete, é do jogo Arch Rivals (Midway), o policial, Max Force, é do Narc, que apesar de parecer simples é um jogaço para nes, só que enquanto no jogo temos uma dupla de policiais de capacete, um azul e um vermelho, na animação temos um de cara limpa, o guerreiro bárbaro que parece o He-Man é Kuros, de Wizards and Warriors, da Rare (não sei exatamente se tem ligação com o seriado de 1983), e sua primeira sequencia, Iron Sword, eu tive o desprazer de jogar em meu nintendinho há muitos anos atrás. Puta jogo ruim. Além de tudo Kuros é um guerreiro de armadura, com espada, elmo e tudo que um cavaleiro andante tem direito, bem diferente do guerreiro bárbaro que aparece no desenho. O tomate gigante de moicano é Kwirk, de um joguinho tipo Tétris que só tinha para Game Boy. Acredito que o personagem nunca teve tanta atenção quanto no desenho. O carrão falante é do jogo Big Foot, onde um colossal veículo vai detonando tudo que vê pela frente. Com exceção de Narc, todos esses jogos citados nunca tiveram uma versão épica fodástica, creio que nunca atingiram uma plataforma recente, mas até que a animação conseguiu fazer coisas legais com os personagens, foi um reaproveitamento de grande iniciativa e originalidade. Até para os padrões da animação atual continuo achando Os Poderosos um bom desenho. Para rever agora só encontramos com áudio original em inglês. Já é alguma coisa. Pensando nos Hand Helds da ´´era Tec Toy`` desses títulos, aposto que eles honram com maestria seu conceito original... e inspirariam a assistir o desenho.





Arch Rivals, game famoso pela possibilidade de se poder socar o adversário sem sofrer penalidade.



Narc, jogo muito bom, pena que não é dos mais conhecidos. Abaixo, sua versão mini game.














Consegue enxergar o Kwirk na telinha da direita? Juro que prefiro um Brick Game.


Big Foot em sua versão para nes...

... e em sua versão mini game.




Iron Sword, também conhecido como Wizards and Warriors II, em sua versão nes e mini game. Aposto que a versão mini game não fica devendo tanto a original. 





sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Round one, Fight!!!

Faz tanto tempo que torcemos por um bom filme live action de Street Fighter que até paramos de esperar. A iniciativa parte mesmo é dos fans do jogo, que bolam uns curtas legais baseados na luta entre os personagens, como esse abaixo. Fans, por favor, vamos filmar um longa.



Na mesma linha, fans de outros jogos de luta não cansam de postar combates travados, aproveitando para treinar truques bacanas de edição. Alguns ficam tão engraçados que merecem ser destacados pela grande pérola que saíram.







E dá-lhe finish him.

terça-feira, 29 de março de 2011

Putanesca Games - Fases aquáticas de Megaman



Não podia deixar de homenagear essa grande série de jogo da Capcom, Megaman. O robôzinho azul foi e ainda é o meu herói favorito no mundo do games. Vamos reviver todas as fases aquáticas em que nosso herói  combatia seus inimigos cibernéticos nos mares, oceanos e aquários, mesmo sem precisar nadar, apenas andando submerso, sem enferrujar, sem (imagino que sim) precisar respirar e tomando os poderes dos caras.
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