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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Zumbis do Espaço: Rock Horror Show


Para celebrar esta sexta feira 13 nada melhor que um post sobre este que é considerado o grupo de horror punk nacional de melhor qualidade, Zumbis do Espaço (não confundir com Zumbi do Mato), a trilha sonora perfeita para Halloween, dia 24 de agosto, dia dos mortos, para um Sabbath demoníaco e quem sabe até para um eventual apocalipse zumbi, um grupo temático cujas letras são inspiradas em filmes de terror, contos macabros e elementos de lendas urbanas e ficção científica. Mito de monstros e criaturas do expressionismo não poderiam ser mais justiçado no mundo da música. Formada em 1996, hoje a banda paulista conta com a formação de Tor no vocal, Machado na guitarra, Gargoyle no baixo e Zumbilly na bateria, e faz um som mesclando o que há de melhor do rock com 9 discos no currículo, a qualidade musical é incrível, eu mesmo sou fan declarado. Podemos inclusive dizer que o gênero horror rock/ horror punk foi lançado por essa criativa banda, que não fosse pelas letras cairia fácil no mainstream, honrando o cenário do rock brasileiro atual que merece mesmo uma boa reciclagem. Mas Zumbis está acima disso, faz toda a diferença a começar pelas peculiares letras que apresentam um humor negro corajoso e despretensioso beeeem distante dos pretensos rockers de hoje, e o que também admiro, todas em português.


Remontam ao verdadeiro espírito do rock, é visceral, é sujo, é escrachado e acima de tudo divertido, aprimorando o estilo sem perder o peso do primeiro ao último CD. São eles: A Invasão (1997), Abominável Mundo Monstro (2000), Horror Rock Deluxe (2001), O Mal Nunca Morre (2001, ao vivo), Aberrações Que Somos (2002), Somente Esta Noite: Aberrações ao Vivo (2003, como o nome já diz, ao vivo), Aqui Começa o Inferno (2005) e Destructus Maximus (2009), entre seus hits pérolas como Nos Braços da Vampira, Enquanto eu Defecar, Morra Morra, Mortos-Vivos do Além, Prostíbulo do Inferno II, Caminhando e Matando, Satan Chegou, O Vale das Almas Penadas, O Mal Nunca Morre, Eu Me Tornei Um Mutante, Casa dos Horrores e a sugestiva regravação de Pet Cemetery dos Ramones, inclusive o grupo andou tocando com Marky Ramone e seu grupo, The Intruders, em turnês pelo Brasil afora, e outros grandes clássicos, mas claro que com a praga do politicamente incorreto de hoje em dia não seria permitido que algumas letras passassem impunes, relegando assim o grupo às esferas do ´´rock sujo e underground``.  É claro que grupos do gênero, considerados pequenos aqui, conquistam notoriedade em outros continentes, especialmente na Europa. Mesmo assim, Zumbis do Espaço carrega consigo um diferencial que o torna especial entre tantos outros grupos insossos da mesma esfera. Aconselho que procure conhece-lo sem medo e verá que o som é bem divertido. Só um detalhe a nível de curiosidade, quando sofri um atropelamento que quase me ceifou a vida em 2006 eu levava o CD Abominável Mundo Monstro no discman na pasta, teria esse grupo amaldiçoado me dado azar? (!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

A Marca dos Três Noves Invertidos Luxúria no Coração


Sua Última Oração

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Bubblegum


Pôster disseminado pela cidade Votuporanga, São Paulo. Fuera Skin!!!! Essa violência toda me deu até medo agora.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A Trégua




Mais um clássico do Rock underground (tá, udigrudi) cantado por mim nos áureos tempos da adolescência. Sinta a poesia da composição. O idiota nem percebeu que o microfone tava falhando.

A TRÉGUA

Eu fiz uma trégua quando quebrei a cara do meu melhor amigo
Prometi não mais brigar
Eu fiz uma trégua quando comi a x..... daquela mina
Prometi não mais me masturbar
Vamos dar um tempo, respirar um pouco de ar
Depois vamos voltar, contar até três e atirar
A guerra ainda não acabou, e minha vida também

Depois que comi a b..... da sua mãe
Fiquei com muita vontade de comer a filha também.
Mas não posso, tenho uma trégua a cumprir
Tenho de respeitar, contrato é contrato
Depois vou voltar à atividade e meter o p.... na aranha daquela p.....
Como a mãe e a filha sem nenhum preconceito
Vamos dar um tempo, respirar um pouco de ar
Depois vamos voltar, contar até três e atirar
A guerra ainda não acabou, e minha vida também

Se levantar a bandeira branca agora não vai adiantar
Medroso, covarde. Vamos te fuzilar.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Julgamento de skinhead Zé Ruela

Neste exato momento está sendo julgado um dos três skinheads responsáveis pela morte de um punk e pela mutilação de um braço de outro em Mogi das Cruzes, em dezembro de 2003. O rapaz aí da foto (cujo apelido é Capeta) insiste em se defender, dizendo que não teve culpa de nada, não viu nada e não sabe de nada. Mas a vítima sobrevivente já o reconheceu. De qualquer maneira com esse cabelinho, essa gordura toda e essa cara de blogueiro não tem a menor pinta de skinhead não.


Isso me lembra a relação ´´homoafetiva forçada`` que eu tive com skinheads em 2005. Credo. hahahaha em breve vou fazer um vídeo sobre isso. 

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