sábado, 5 de julho de 2014

Zuñiga break Neymar


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Transhumanist Furniture



Tutorial de como fazer um ‘’personal robô” que pode deixar o Homem Bicentenário despeitado.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Queremos Especial da Copa 2014 com Pelezinho




Maurício de Souza está em falta grave. Não bastasse bizarrices como, a mais recente, Chico Bento jovem, ainda não lançou o Especial da Copa 2014 com o personagem Pelezinho e sua turma, um prodígio ressuscitado que podia ter sua nem tão recente volta aproveitada num gibi em homenagem a primeira Copa realizada no Brasil, dividindo espaço com o simpático mascote tatu bola Fuleco. Mesmo que o Brasil não leve o hexa, mesmo que sejamos todos contra a Copa em nosso território e todo esse blá blá blá, mas puxa, vão desperdiçar a chance de bolarmos um lançamento caça-níquel com esse personagem que tem bastantes fans, incluindo esse que vos escreve? (para saber o quanto esse personagem cativou minha infância é só clicar aqui) Ora, se até na Copa de 90 teve um especial do Pelezinho. A não ser que, tal como o exemplo citado, os editores achem que não valha a pena investir no sonho torcedor na conquista de um novo titulo só para ver todos frustrados em seguida. Mas o que importa mesmo é dinheiro no bolso, mesmo assim, seria o momento adequado para um lançamento às bancas de uma ode ao evento tão desprestigiado pelos pais dos leitores?

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Medo de Robôs

Complexo de Frankenstein


A cada dia novos aparatos eletroeletrônicos/ mecânicos vão surgindo ocupando espaço no globo terrestre, forçando o convívio entre humanos e máquinas. Esse processo de evolução é vantajoso, pois a mão de obra humana mostra-se muitas vezes falha e dispendiosa, e uma bem elaborada intervenção automatizada, de fácil reposição e sem necessidade de descanso, seria muito mais que bem vinda. Acontece que, se antes essa forma condicionada de trabalho era sujeitada a princípios humanos, hoje a tecnologia pode ser encarada quase como dissociada de nossos limites sensoriais, ou seja, antes precisávamos de ´´músculos``, agora vivemos carentes de cérebros mais potentes e sentidos que superam nossas capacidades. Por mais que o homem, e isto é fato, se valha de intervenções protéticas em seu próprio corpo com o passar dos anos, algumas peças espantosamente superando seu caráter original, o que nos faz tornar, mesmo que em pequenas parcelas, seres híbridos de humanos com máquinas, é da artificialidade completa e bem definida que nos faz, racionalmente ou não, temer por nosso espaço na Terra. Uma máquina em si não é totalmente infalível, mesmo assim supera muitos aspectos humanos, desde que assim estabelecida de acordo com nossa própria vontade. Mas não é desse tipo de material que vem nossos medos. Imagine uma máquina, não necessariamente de forma humanizada, agraciada com o que seria um cérebro de inteligência igual a de um ser humano comum, com a vantagem de não padecer de fadiga e aproveitamento 24 horas por dia de sua capacidade neural? E se, dotada de personalidade, não precisar ser tão subordinada ao homem a ponto de tomar suas decisões pessoais? Desde sempre competitivos entre si, o ser humano dessa vez teria uma concorrência covardemente desleal. Para esse tipo de ser a lei seria inoperante, sendo que, dotados de capacidades especiais, não seria fácil dominá-lo, a não ser que com um critério bem planejado, esse novo ser fosse fabricado com suas peculiares limitações. Ainda assim a ´´Inteligência Artificial`` é algo preocupante, só de tentar imaginar o que poderia ser criado por eles mesmos para burlar suas deficiências técnicas e consequentemente as defesas naturais do ser humano. O ``Além-Homem`` muito provavelmente não se daria bem com o gênero humano e sua forma de vida primitiva, ainda que seu criador. Ainda bem que a concepção desse tipo de inteligência é algo difícil de imaginar. Deixemos que os próprios humanos exterminem a si próprios.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Jogos bons para S-Nes : BlackThorne


Por mais que os games se modernizem (e diminuam de tamanho) nenhum deles consegue superar o todo bom e respeitoso Super Nintendo, quem viveu sua magnífica era sabe o que estou dizendo. Entre seus últimos clássicos lançados na época em que gráficos bons e divertida jogabilidade conseguiam não nos deixar desejosos por efeitos tridimensionais, ao lado de hits como a série Donkey Kong marcava presença Blackthorne, da Blizzard, bem menos conhecido, mas tão bom quanto. Blackthorne era uma espécie de Rambo que figurava um jogo side scrolling de atmosfera sombria num cenário apocalíptico, com criaturas horripilantes espalhadas em um labirinto que reunia, entre outras coisas, reféns, passagens secretas e itens necessários para se completar a missão, bem ao estilo RPG. Apesar de não haver outras mídias além dos jogos eletrônicos (também foi lançado para GameBoy Advance, computador e Sega 32X) a mitologia em torno de Blackthorne é uma história longa e elaborada, tipo um filme mesmo, e se na própria embalagem do game continha informações que o engrandecia pela sua aproximação ao universo cinematográfico, as próprias cenas narrativas entre a apresentação, um estágio e outro até o final, recurso já utilizado em jogos significantes como Ninja Gaiden, é uma primorosa composição, seja a própria história, o gráfico ou a trilha sonora, enfim, tudo que contribua para a sensação de estarmos vivenciando uma dramaturgia digna de Oscar, incluindo a própria jogatina e a direção de arte do jogo, deixa Altered Best no chinelo. O primeiro nome do  personagem Blackthorne é Kyle, e a história de fato renderia um bom romance, misturando elementos ficcionais de mitologias tipicas de histórias da terra média com temáticas futuristas, fazendo lembrar filmes como Krull, Conan - o Bárbaro, Mad Max e animações como He-Man, para quem se interessar em conhece-la é só visitar a Wikipedia do game clicando aqui.

E quanto ao jogo? Para alguns gamers que costumam pular as telas de narração, a jogabilidade é o mais importante, e nisso Blackthorne também não decepciona. Kyle não é o personagem mais veloz dos games, mas pode correr sempre que necessário e pular de uma plataforma à outra em um grande salto, se pendurando com maestria escalando assim obstáculos, o que faz o jogo ficar bem parecido com Prince of Pérsia, além de rolar pelo chão e até atirar de costas. A munição de sua artilharia é ilimitada e volta e meia é possível adquirir explosivos como granadas e bombas teleguiadas cujo player pode ajustá-la onde desejar, a detonando com o toque de um botão. A consequência  em algumas vezes é desastrosa até para o próprio Kyle. Entre os itens especiais se encontra um levitador de visual belíssimo e poções de efeitos vitalizadores oferecidas por rebeldes prisioneiros escravizados na terra de Thalos, e falando nisso Kyle pode encontrar um monte deles acorrentados em cada parte, sendo possível até eliminá-los, mesmo quando os coitados fazem favor de auxiliá-lo em sua missão, mas aí você passa de herói para inescrupuloso, a nãos ser que seja do tipo pessimista que acredita que a morte é a melhor cura para o sofrimento. Mas nem todos os rebelados contra o domínio e tirania de Sarlac, o imperador do mal, são cordeirinhos indefesos. Alguns, como o próprio Kyle, saem de pistola em punho à caça de orcs armados, embora alguns humanos covardes traiam sua raça e unam forças ao império de Sarlac, mas não se eximem de encarar nosso protagonista badass. Em ritmo humano e realista esse Rambo Sci-Fi troca chumbo com os inimigos em um sistema de combate singular, ficando fora da reta distanciando-se para trás cada vez que uma saraivada de balas tenta atingi-lo, retomando sua posição na sua vez de contra atacar, aproveitando o espaço de tempo em que deixa de ser a caça para se tornar caçador. Mas alguns orcs não se deixam abater com poucas balas e a operação precisa ser repetida, e às vezes os minutos decorridos podem incomodar e atrapalhar pela afobação. Só avisando, os orcs costumam rir da sua cara quando conseguem atingi-lo, aproveite para faze-los engolir seu escárnio. Você vai encontrar também monstros que irão prová-lo que tamanho só serve para assustar, que usam chicotes em vez de armas de fogo, a maioria de visual caprichado, e Sarlac, embora não sendo o último chefe mais difícil do mundo, é um puta pé no saco. Tudo que é arma que você possa imaginar ele tem. Quem sabe agora, que os consoles tornarem-se emuladores e os passwords deram lugar aos eficientes saves, a experiência de detoná-lo de repente não parece mais tão trabalhosa. Só que não se pode atentar apenas aos inimigos quando tratamos de um jogo tão complicado. Os estágios, os perigos, os labirintos em que nosso herói se mete não é para se atravessar num piscar de olhos. Os belos cenários guardam mil e uma armadilhas, tem vezes que você simplesmente se perde numa fase a ponto de querer desistir, mas a experiência sensorial pela qual você é contagiado fazendo-o se sentir imerso em um filme distópico como um protagonista-chave para a salvação da humanidade não deixa. Algumas nuances o aproximam de Street Fighter 2010 para Nintendinho (lembra desse, retrogamer?), pena que lançado numa época em que os jogos de CD estavam em vias de se tornar a mídia definitiva, tornando-se assim um dos últimos lançamentos de S-Nes.















Simplesmente não consigo encontrar defeito neste jogo. As únicas coisas que não deixo passar em branco, a nível de curiosidade e não de crítica, é quando Kyle toma impulso para saltar sobre uma mina rastejante de médio porte quando poderia simplesmente passar por cima, o fato de não poder esmurrar seus inimigos, sendo por completo dependente de sua artilharia e a ausência de banhos de sangue que um game do gênero poderia permitir, mas no geral já é um jogo bastante violento, inclusive o cartucho teve uma ou outra coisa censurada, mas nada disso influencia a admiração que tenho por esse incrível jogo, por mais que a mitologia acerca de sua história se sustente por um único volume apenas. Talvez seja esse mesmo seu grande mérito.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Frozen - Crítica



Duas novas personagens chegam para engordar o império Disney Princesas, em um território onde pouco antes era dominado quase exclusivamente por personagens masculinos. A Pixar costumava segmentar seus produtos para o público de garotos até o surgimento de Enrolados (2011, Byron Howard e Nathan Greno) e Valente (2012, Mark Andrews e Brenda Chapman), onde as princesas outrora indefesas e à espera do príncipe encantado ganham novo fôlego para se tornarem figuras ativas e quase independentes. É mais ou menos assim que funciona com Anna, sujeita a protagonista da trama glacial Disney/ Pixar dirigida por Jennifer Lee, roteirista de Detona Ralph (2012), curiosamente a primeira mulher a dirigir uma animação Disney, juntamente com Chris Buck, diretor e roteirista de clássicos como Tarzan e Pocahontas, moça animada e desastrada que sofre com o ingrato distanciamento de Elsa, sua irmã mais velha, que mais tarde se tornaria a Rainha da Neve do reino de Arendelle, e afeita a encontrar seu príncipe encantado, nem que fosse o primeiro que aparecesse. Moldado aos gostos femininos, o filme é belíssimo visualmente e repleto de mensagens atuais, não cabendo mais a superficialidade dos filmes Disney de antigamente. Mas os tradicionais ingredientes que não podem jamais envelhecer estão ali presentes, o príncipe (que de príncipe não tem nada), dessa vez bem menos infalível, marca território para arrebatar o coração de Anna, o rústico morador das montanhas Kristoff, rapaz simpático que recolhe gelo e vende para a região, sempre acompanhado de sua mascote Sven, uma rena que ele consegue compreender muito bem, além de companheira de aventuras com quem sempre está disposto a dividir umas cenouras, os vilões, que mais uma vez quebrando paradigmas o longa mostra que nem tudo é o que parece ser, e tipos curiosos e divertidos como os trolls, amiguinhos de pedra conselheiros de Kristoff, que pouco se sabe de suas origens e sua consequente forte ligação com o personagem, o que pode tornar suas participações deficientes, mas nada que ofenda a integridade da narrativa de um bom filme infantil. Mais importante que Anna talvez seja mesmo Elsa, a responsável pela história que o filme tem a oferecer, já que por causa dela o reino de Arendelle se tornou um maciço território glacial, e nem por isso ela é pior que as bruxas malvadas ou as madrastas, pois tudo tem uma explicação mais simples do que pode parecer. Mesmo assim, ela é a responsável por inconvenientes e criaturas maléficas como seu guarda-costas Marshmallow, um boneco de neve colossal que dá muito trabalho para Anna e seus novos amigos, enquanto ela só queria trazer sua irmã de volta ao seu lado e ao reinado de sua terra natal, mas a maior obra de Elsa sem dúvida, ao menos para mim, foi o simpaticíssimo boneco de neve Olaf, candidato ao melhor alívio cômico do filme, e bem elaborado também, inclusive, por se tratar de um filme musical como um genuíno filme Disney, protagoniza sua própria canção, No Verão, quando o boneco que sempre gostou de abraços quentinhos fantasia encantado com o dia em que vivenciará seu primeiro verão, que compensa nossos ouvidos por ouvirmos ad nauseam a irritante Por Uma Vez na Eternidade. Para quem assistir ao filme esperando ver o bonequinho em ação deve estar preparado para enfrentar uma decepção, o autômato está longe de ser um dos principais, ao contrário do que o merchandising do filme poderia sugerir, e justamente essa é uma das principais reclamações do longa. Bom, talvez ele fosse se o filme, mais uma vez, fosse pensado no público masculino. Ainda assim acho que ele merecia mais espaço, pois rouba mais atenção do que as duas princesas principais, o comparo assim com os Minions da franquia Meu Malvado Favorito, quem sabe no próximo Frozen Olaf tenha uma participação maior.
Apesar de tudo, Frozen não tem aquele romance rasgado, fica até mesmo devendo o tão clichezado beijo que salvará a princesa de uma terrível danação. Há a substituição do velho pelo novo, pelo que é mais importante, e valoriza, além do amor entre namorados, o amor entre os entes queridos. Sem contar a lição que fica, não devemos confiar em quem pouco conhecemos e precisamos ouvir os mais velhos, embora princesas anteriores tenham feito fama fazendo o contrário, mas enfim, os tempos são outros.

É Hora de Viajar


Para abrir o longa nada melhor do que assistirmos um especial curta do Mickey e sua turma como bônus. É Hora de Viajar cumpre a missão de comemorar os 85 anos do camundongo mais famoso do mundo. Dirigido por Lauren MacMullan (olha outra mulher dirigindo animação Disney) combina a velha animação quadro a quadro, com os personagens ainda em seus primórdios em traços originais, com efeitos contemporâneos 3D, sendo que na versão original o espectador é agraciado com a voz do próprio Walt Disney. Apesar de bem curtinho, é de fazer emocionar qualquer fan do universo Disney.

segunda-feira, 24 de março de 2014

As 10 Escolas Que Nos Fariam Ter Vontade De Estudar




Uma opinião entre os jovens é unânime, estudar é um saco, seja para quem ainda está no colegial como para quem já está na universidade. Mas a verdade é que não é bem assim, pelo menos no mundo da ficção. Vamos lembrar das escolas que infelizmente não existem na vida real, mas que nos faz acreditar que estudar poderia sim ser bem divertido.


1 - Universidade Monstro: Mais de dez anos depois do lançamento de Monstros S. A, animação que não ficou devendo nada à então rival Shreck, que por um acaso foi bem mais prestigiada, é lançado nos cinemas Universidade Monstro, não se tratando de uma sequencia e sim da origem dos simpáticos monstrinhos Mike Wazowski e James P. Sullivan, quando se conheceram ainda adolescentes na universidade que formava monstros assustadores para produção de energia elétrica para abastecimento da cidade. Nunca antes conhecemos uma universidade com tipos tão esquisitos. E no final, ficamos com a lição de que nada adianta se desesperar, pois para tudo existe um plano B.



2 - Hogwarts: Provavelmente a escola mais encantadora do mundo da ficção, fez muitas crianças e adolescentes desejarem ser bruxos, embora a instituição não tivesse sala de informática e obrigar o uso de folhas de pergaminho em vez de práticos cadernos e a escrever com pena e nanquim quando se podia usar uma caneta, sem contar que tinha livro que podia  morder você. Mas quer coisa melhor do que aprender feitiços, poções, aparatação, transfiguração, voo, trato das criaturas mágicas e a arriscada disciplina Defesa Contra As Artes das Trevas? E o melhor, sem ter que estudar disciplinas chatas como matemática, física, química, geografia e outras coisas. E se formando ainda conseguir um emprego bom como auror. Isso que é demais!



3 - Academia Ninja do Naruto: Embora na vida real exista academia de ninjútsu, igual a do Naruto, que ensina como dominar o chakra, produzir seus próprios clones, se transformar em outras pessoas e técnicas como Taijutsu e Genjutsu, só mesmo no mangá e anime. Dirigida pelo Hokage Saturobi, a academia treina jovens até estarem aptos a serem avaliados por um ninja de grande porte, denominado por Sensei-Jônim. Qual garoto não gostaria de estar no lugar do Naruto, só de pensar que não precisa ser um crânio para se graduar? E Naruto mais tarde teve sua chance de provar ser um ninja competente executando sua primeira missão ao lado de seus colegas e de Kakashi Sensei, ao proteger um temerário construtor de pontes.


4 - St Trinian´s: Pouco conhecido por aqui, Ronald Searle foi um cartunista britânico, falecido no finalzinho de 2011. Fez diversos trabalhos, inclusive desenhando para a Disney, mas sua obra mais famosa é St. Trinian´s, tirinha criada em 1941 sobre um internato feminino composto por garotas góticas e desequilibradas. Recheada de humor negro, críticas sociais e politicamente incorreto, a criação de Ronald Searle virou filme em 1954, aumentando a popularidade das capetinhas que estaria longe de terminar. Atualmente foram produzidos dois filmes, conhecidos por aqui como Escola para Garotas Bonitas e Piradas, com uma linguagem atual, onde podemos ver sem firulas uma escola feminina onde as alunas bebem e fumam e os professores ensinam a roubar.


5 - Soul Eater: Mais um mangá bacana que originou um anime, Soul Eater é um clássico moderno. O pano de fundo da história é a escola Shibusen (AMAAN) que treina os artesões a controlarem suas armas para a caça aos ovos de Kishins, terríveis criaturas que devoram as almas dos humanos para se fortalecerem, temendo, sobretudo, o ressurgimento do pior Kishin que se teve notícia, Asura, além da preocupação com as bruxas danadas que atazanam o mundo. O curioso é que a escola não fica no Japão, e sim nos EUA. Mesmo assim, quer uma escola mais interessante que uma que leciona práticas divertidas como caçar ovos de Kishins e controlar armas/aliados, cujo diretor  é o simpático Shinigami-Sama, a morte em pessoa?


6 - Instituto Xavier para Jovens Superdotados: Sem dúvida a escola mais importante do universo dos
super heróis, foi lá que os mutantes Ciclope, Jean Grey, Fera, Homem de Gelo e Anjo ´´se formaram``, e mais tarde Tempestade, Wolverine, Colossus, Vampira e Gambit, entre tantos outros, também pisariam por lá. Sem o professor Xavier e sua iniciativa de transformar sua mansão numa academia de treinamento para aperfeiçoamento de seus poderes, doutrinando a harmonia entre as espécies entre outras matérias importantes, nossos mutantes preferidos ficariam sem pai nem mãe. Além de formar grandes heróis, o instituto nos passa a lição de que não é necessário ser ´´normalzinho`` para ser uma pessoa do bem. E que o preconceito é uma droga.

7- Universidade Oxford: Em A Bússola de Ouro, a Universidade Oxford é um ambiente nefasto,
contaminado por poeira infectocontagiosa que, entre outros males, é responsável por transformar a historinha no conto literário ´´mais herege dos últimos tempos``. Mas não é uma verdade completa. Veja bem, uma universidade onde cada aluno pode ter seu bichinho de estimação que os acompanhe nas tarefas, tal como um Digimon, mas no caso são os Dimons, se tornaria o sonho de nove em cada dez estudantes do primário, faixa etária da Lyra Belacqua, que apesar de toda problemática é feliz com seu Pantalaimon, seu mascote fofinho. Além de tudo, a escola conta com a gatíssima personagem de Nicole Kidman embelezando o filme, pouco importando seu papel na história.

8 - Escola Mundial: Essa fez parte da infância de muita gente, seja  na versão que for, é aquela novelinha que permanece atual em qualquer época que for exibida. Só não consigo entender porque o nome do colégio não é Carrossel, como o título sugere, mas é apenas um detalhe. Apesar da diretora chata, as crianças podem contar com a a sempre carismática e preparada para tudo professora Helena, aquele doce encanto que faz até os marmanjos babarem, e o boa praça inspetor Firmino. Cada vez que assistimos podemos sentir um gostinho especial da infância, nos fazendo desejar ser criança novamente.

9- Escola da Galáxia: Team Galaxy é um desenho bacana, só que pouco discutido. Apesar de parecer um anime, é um desenho francês, produzido pelo estúdio Marathon Production, o mesmo de Três Espiãs Demais, estúdio que produz animes genéricos tal como Avatar, por exemplo. Se passando no ano de 2050, Team Galaxy é uma equipe que conta com três jovens estudantes da Escola da Galáxia, uma escola espacial seletiva que ensina como se fazer justiça numa galáxia já sem mistério e onde tudo pode acontecer, a protegendo de todas as ameaças possíveis, oferecendo missões perigosas cuja sobrevivência depende do quão se é levado a sério o trabalho em equipe. Um dos protagonistas, Josh, é filho do diretor Kirkpatrick, mas nem por isso ele ganha refresco, o paizão é daqueles diretores caxias que quer ver tudo funcionando na mais perfeita harmonia, inclusive vive de cabelo em pé por causa do filho rebelde e indisciplinado. Na escola os alunos também costumam ter seus mascotes companheiros de aventuras, o da equipe principal é o Fluffy, um cão robótico muito fofo. Estudar numa escola assim, mesmo que em 2050 já estejamos acostumados com muita coisa diferente, deve ser divertido pacas.


10 - Monster High: Não podia ficar de fora uma escola baseada em uma linha de brinquedos de meninas da Mattel, que geralmente fabricam diversos estabelecimentos e lugares, e como eu não queria citar nada do tipo Escola de Princesas da Barbie (Aff) decidi comentar sobre esta que seria a linha das Barbies obscuras. As bonecas ´´Barbies alternativas``, que de alternativas hoje não tem mais nada, pois viraram modinha há tempos, devido a seu sucesso agora são personagens multiplataformas, como em animação, jogos de videogame, acessórios e utilitários, e muito em breve aparecerão no cinema. Trata-se de adolescentes monstruosas, porém belas e formosas, que pegam emprestado características de criaturas de ficção científica e do terror da literatura e das lendas populares, que estudam no ensino médio de uma escola com seres iguais a elas. A diretora, por exemplo, tem a cabeça separada do resto do corpo, podendo tirá-la e colocá-la quando bem entender, e tem um cavalo igualmente medonho chamado Pesadelo. Na escola se leciona matérias bizarras como Saúde do Lar, com uma tia meio nutricionista nojenta, aula de teatro nada convencional, ciência maluca, e uma ou outra mais normalzinha, mas sempre com professores macabros. É o tipo de colégio onde qualquer freak pode se sentir em casa.

Pensei em citar a escola da Sociedade dos Poetas Mortos, mas por ser um Top 10 não podia me estender, mas eu sei que existe muita escola legal por aí bem melhor que a sua. Ao menos numa realidade virtual.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Once Upon a Time a Zentai



Olá meus queridos leitores. Dia 28 agora completarei 31 anos, e para homenagear a mim mesmo fiz esse vídeo cheio de referência às minhas origens e coisas que gosto, mas de repente pode ser que tudo só faça sentido a mim mesmo. De qualquer maneira convido todos vocês a assistirem, creio que ficou legal. Sem querer pedir muito, não esqueçam de favoritar e se inscrever no canal. 
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