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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quadrinhos nacionais: Celton




´´Lacarmélio Alfeo de Araújo é um quadrinista de rua da cidade de Belo Horizonte, também conhecido pelo nome do seu mais famoso personagem, Celton.

Visto freqüentemente pelos sinais da cidade, com sua moto e sua grande placa amarela com os dizeres Leia Celton, Lacarmélio é uma lenda e uma personalidade hoje em Belo Horizonte. Homenageado pela 4a edição do Festival Internacional de Quadrinhos em 2005, ele já recebeu diversas condecorações de Belo horizonte. Ele também expôs seu trabalho na primeira edição da Mostra Mineira de Zines em 2005

Desde 1998, o autor, que já foi até assunto do Globo Repórter, já lançou 15 edições, que totalizam cerca mais de um milhão exemplares vendidos.´´.

Fonte: Wikipédia.

Muita vontade de conhecer esses quadrinhos, pena que só tem circulação por lá. Grande exemplo para os quadrinhistas nacionais.
 





sábado, 5 de julho de 2014

Zuñiga break Neymar


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Queremos Especial da Copa 2014 com Pelezinho




Maurício de Souza está em falta grave. Não bastasse bizarrices como, a mais recente, Chico Bento jovem, ainda não lançou o Especial da Copa 2014 com o personagem Pelezinho e sua turma, um prodígio ressuscitado que podia ter sua nem tão recente volta aproveitada num gibi em homenagem a primeira Copa realizada no Brasil, dividindo espaço com o simpático mascote tatu bola Fuleco. Mesmo que o Brasil não leve o hexa, mesmo que sejamos todos contra a Copa em nosso território e todo esse blá blá blá, mas puxa, vão desperdiçar a chance de bolarmos um lançamento caça-níquel com esse personagem que tem bastantes fans, incluindo esse que vos escreve? (para saber o quanto esse personagem cativou minha infância é só clicar aqui) Ora, se até na Copa de 90 teve um especial do Pelezinho. A não ser que, tal como o exemplo citado, os editores achem que não valha a pena investir no sonho torcedor na conquista de um novo titulo só para ver todos frustrados em seguida. Mas o que importa mesmo é dinheiro no bolso, mesmo assim, seria o momento adequado para um lançamento às bancas de uma ode ao evento tão desprestigiado pelos pais dos leitores?

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Esquálidus no limbo dos personagens Disney



Muita gente pode não saber, mas nem todos os amigos de Mickey Mouse tem tanta fama e glamour, ou pelo menos não por muito tempo. É o caso de Esquálidus (Eega Beeva ou Eta Beta, há controvérsias), personagem que nem americano é, criado pelo estúdio Disney da Itália em 47. Esse personagem obscuro que eu acho simpático apesar de parecer uma vítima de febre amarela é a concepção do ser humano do futuro (eu hein) encontrado numa caverna pelo Mickey quando procurava abrigo para escapar de uma tempestade. Em suas primeiras histórias só se comunicava através de gestos e pouco depois era conhecido por falar a irritante linguagem do P, iniciando toda palavra com essa letra, ou seja, ao invés de Mickey Mouse a criatura falava Pmickey Pmouse. A Disney italiana queria passar a mensagem às crianças de que dinheiro não é tudo, por isso a idealização de nossa raça lá adiante deveria ter alergia a dinheiro e ser mais amigo do próximo, tornando-se assim o melhor amigo do Mickey depois do Pateta. Como habilidades especiais ele tinha superforça, levitava, atravessava paredes, era extremamente criativo, não tinha sombra (!) e viajava no tempo, tanto que foi parar na então época contemporânea em que Mickey vivia. O saiote que usava era como um Bat-cinto e dentro dele podia armazenar o que se pudesse imaginar, em sua dieta incluía borracha e palha de aço, e assim como seu amigo Mickey tinha o Pluto, ele também tinha seu mascote, o cachorro, ou melhor, o gazecaradràursa (sério mesmo, a raça do bicho) Pflip, igualzinho a ele. 


















Apesar de todos esses predicados o personagem não vingou. Quando eu ainda era bem moleque cheguei a ter em mãos uns gibis do Mickey em que o que justamente me chamava atenção era esse curioso personagem que não se via em nenhuma outra produção Disney, restrito apenas a Turma do Mickey, exclusivamente os gibis. Mais outras historinhas com ele iam me cativando, o personagem era bem fofinho, mas hoje em dia encontramos muito pouco material sobre ele, é quase como se tivesse caído no esquecimento. É de se reconhecer que o personagem não foi pra frente, contudo até teve gibis próprios e edições especiais das revistas Disney da Abril dos anos 80. Não é o personagem mais feio da Disney, mas talvez até mesmo por não ser ianque tenha sido subjugado e  banido das historinhas atuais, a não ser que ele possa ser visto, num caso nem tão remoto assim, em seleções das melhores historinhas Disney que eu acho que é o ponto forte das publicações atuais. Como apaixonado por personagens obscuros que fogem da mesmíce e merecem uma atenção melhor que sou, foi divertido caçar informações do amigo impopular do Mickey que ainda não havia conseguido escapar totalmente de minha mente. E se rolar, que o personagem seja aproveitado futuramente, apresentado para a garotada de hoje em dia. 



Se você não conhecia o personagem ou quer relembrar um pouquinho, fique aí com imagens da nossa concepção padrão Disney do futuro que nos ensina que a aparência física é o que menos importa afinal. 


















Indulto de Natal


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Madenka, o One Piece brasileiro


Infelizmente a Ação Magazine  não vai para frente. Problema de distribuição terrível, atrasos, o site fora do ar e quando se pensava que a publicação enfim foi para o saco eis que leio por aí que vai ter um terceiro número (veja só, a primeira edição é de 2011). Resta saber onde, quando e se. O que é uma pena, pois o almanaque contava com publicações legais, como Madenka, para mim a melhor seriezinha da Ação por mais que  tivessemos pouquíssimo contato com ela.  Produzida pelo mangaká piauíense Will Walbr, a série conta a história de Madenka, um menino com dons especiais que vive no norte ou nordeste do nosso país, não sei ao certo, uma mistura de mundo real com os mitos originários dessa terra, como Saci Pererê, entre outras coisas, que trabalha como feirante para Batála, um porco do mato que nas horas vagas também é seu mestre e enxerga nele o potencial que o garoto não quer enxergar, recusando as propostas de largar sua Terra e seus amigos para acompanhá-lo numa jornada. No primeiro capítulo ele enfrenta uma criatura que roubou os olhos de uma loba sexy com o naipe da Lara Croft, sobrinha de Batála, incentivado por seu mestre, já que desde o princípio não queria ser mais do que ele mesmo. Além disso o garoto joga num time de futebol da região apesar de não ter muito talento com a bola. 
Mas pelo andar da carruagem vai ser difícil acompanhar as aventuras desse herói do Mangá nacional. De linguajar característico da região, traços de personalidade própria que muitas vezes carrega influências não só de mangá mas que é até melhor assim, dando mais liberdade visual de expressão, o enredo original  e publicado num almanaque que fazia questão de seguir o padrão nacional de leitura sem essa frescura de virar pelo avesso, Madenka tinha de tudo para se tornar a melhor versão de uma série shonem 100 % brasileira. 


segunda-feira, 22 de abril de 2013

FemForce - Muito mais que Meninas Super Poderosas


Fem Paragom
Alizarim Crimson

FemForce pode ter sido a primeira equipe só de super heroínas a ganhar notoriedade nos quadrinhos, isto é, no mundo lá fora, pois a publicação não circulou por aqui. O gibi foi publicado pela primeira vez em 1985 pela AC Comics, contando com artistas como Bill Black, Stephanie Sanderson e Mark Heike trazendo personagens das décadas de 40 e 50 que acabaram caindo no domínio público e outros criados especialmente para a série. FemForce (Federal Emergency Mission Force, fazendo um jogo de palavras já que a sigla também pode significar feminino) é uma equipe formada durante a Segunda Guerra Mundial  comandada pelo General Gordon e sediada em Orlando, na Flórida. Os membros são a Senhorita Victória, cuja identidade é Joan Wayne, dotada de poderes como Super Força, capacidade de voar e invulnerabilidade, She-Cat, alter ego de Jéssica Hunt, uma moça que foi possuída pelos poderes de uma estátua da Birmânia de um gato demônio chamado Sekhmet, adquirindo assim poderes como Super Força e agilidade, e seu uniforme a deixou com a cara da Feiticeira Escarlate de Os Vingadores, Bulleteer Azul (Laura Wright) que a princípio não tinha poderes, combatendo o crime como uma guerrilheira mascarada, mas após sofrer um ferimento fatal foi resgatada pelo feiticeiro Azagoth, que lhe conferiu poderes como ficar gigante, tornando-se assim a poderosa feiticeira Nightveil.
Nightveil também apresentou à equipe a heroína Synesthesia (Silva Synn), dotada de poderes psíquicos , dom de voar e provocar ilusões, mas apesar de ser bem poderosa Synn é uma ´´loira burra`` e seus poderes costumam dar errado nos piores momentos devido a sua baixa capacidade de concentração. A equipe original também conta com Rio Rita, mais conhecida por Rita Farrar, espiã espanhola neta da atriz brasileira Senhorita Rio,  uma antinazista criação de 1942 para a revista Fight Comics. Seus inimigos são o Mandíbula de Ferro, as amazonas gigantes, dinossauros, Lady Luger, uma sexy nazista alemã, a feiticeira Alizarin Crimson, o Comando Negro, Garganta, uma giganta que vive sob cuidados da equipe e que em certos pontos instiga a pena do leitor, Mortalha, Preto Sudário e o Grande Deus Capricórnio. Conforme as edições iam avançando mais e mais personagens foram se popularizando, como Stardust, alter ego da doutora Mara, uma dissidente política do planeta Rur, composto unicamente pelo gênero feminino, Tara Fremont, a ´´garota selvagem``, que tem o poder de aumentar seu tamanho e conversar com animais, Colt (Valencia Kirk), que não tem poderes mas é especialista em artes marciais, armas, vigilância, espionagem e tecnologia, uma mistura de Batman com Zorro, só que numa versão apetitosa, Firebeam, espírito de uma mulher morta que pode controlar o fogo, e tantas outras como a mulher libélula Dragon Fly, a ´´sapatão`` Fem Paragon, Thunder Fox, personagem de quadrinhos que ganhou vida, Kitten, a mulher gatinha, e mais três que faço questão de destacar, a belezura da Yankee Girl (Lauren Mason), uma campeã americanizada que ganhou seus poderes das mãos de magos durante a Segunda Guerra, suculenta e majestosa, embora ícone do país do Tio Sam é uma das minhas favoritas juntamente com Rayda (Dyna Morisi), moça que ganhou seus poderes elétricos durante uma tempestade no deserto do oriente médio, sendo carinhosamente batizada por suas colegas de equipe como ´´dínamo humano`` por poder absorver grande quantidade de energia em seu corpo e descarregar enormes explosões como relâmpagos. Seu traje de borracha não condutora de eletricidade foi desenvolvido com a finalidade de proteger as pessoas a seu redor. Entre outras habilidades a heroína fala muitas línguas e trabalha como atriz e dublê. E para fechar a gatinha Buckaroo Betty não merece deixar de ser mencionada. Elizabeth Fury é uma moça durona do Texas do velho oeste que acabou roubando o posto do xerife quando seu marido foi morto injustamente. É tragada para o então presente através de uma viagem maluca temporal e se envolve em missões com a FemForce. Mais tarde Senhorita Victória sai da equipe e sua filha Jennifer ocupa seu lugar. Antes disso a heroína tinha  adquirido personalidade criminosa como a vilã Rad após receber uma overdose da fórmula V-45 que aumentava sua força, a tornando uma terrível ameaça. Colt também já chefiou a equipe, sob desígnio do General Gordon.

Kitten

Lady Luger


















Outras mídias

Muitíssimo pouco conhecido aqui no Brasil, FemForce parece também não ter outra vida fora dos gibis, a não ser, claro, em vídeos e animações feitos por fans, sempre americanos. Podemos dar uma olhada nesse vídeo do Youtube em que numa animação pobre de efeitos, porém com boa vontade e carinho, Blue Bulleteer apresenta suas amiguinhas da FemForce.

Quanto a fan filmes você pode encontrar um monte por aí, mas um que particularmente me chamou atenção foi um que pode ser considerado original, Nightveil - The Sorcerer´s Eye, filme tosquíssimo de baixo orçamento e uma puta cara de filme pornô. Só a carinha da atriz Maria Paris que interpreta a Nightveil nos deixa com esse pensamento. É um filme curtinho de 2008 dirigido por Bill Black e roteirizado por John JG. Para os fetishistas o filme até que é uma boa pedida. Mas que dá uma vergonha alheia assistindo, ah isso dá.


Os quadrinhos são tão pouco conhecidos aqui no Brasil que é dificilimo trocar uma ideia até mesmo com quem curte quadrinhos. O jeito é procurar nas importadoras ou nos sebos antigos. Mesmo na Internet é difícil encontrar material em português.Vai que um dia, quem sabe, uma editora não traga o gibi para cá. Mas uma coisa é certa, é o gênero que ousou popularizar o Girl Power entre aqueles que pensavam que usar a cueca por cima da calça era coisa de homem. E viva as mulheres, principalmente as formosas!!!!!































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