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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

´´Bomber Warrior``

Você provavelmente já passou muito tempo jogando Bomber Man para Nes, S-nes, consoles mais avançados, ou até mesmo para Pc. Mas talvez não se lembre do que pode ser considerado seu primo bastardo, lançado originalmente em 1987, quatro anos depois da estréia dos homenzinhos bomba Restart. Trata-se de Robô Warrior, jogo du carái para nintendinho que segue a mesma premissa dos bonequinhos coloridos que destroem blocos de labirinto.
Robô Warrior é um jogo para um player só, que controlava um robozinho cinza que usava bombas como armas, tanto para destruir blocos de labirinto quanto para matar inimigos, mas o número de seu armamento era limitado, mas também tinha sua pistola de raios laser de carga infinita. Tinha vários estágios, vários inimigos, vários chefões, e ao contrário de Bomberman as fases eram diferentes uma da outra, estensas, de várias telas, em vez de se desenvolver em apenas uma só. O gráfico, apesar de 8 bitis, era menos fofinho e mais afastado do estilão animê de Bomberman. Lembro de já ter chegado num estágio bem avançado, me amarrava quando moleque, pena que não dediquei mais tempo para chegar ao final. Ah, e o robô também morria afogado, acho hilário quando lembro disso.

Se você não chegou a conhecer, dá uma olhada no vídeo. É um jogaço, com história e tudo.



E agora, o jogo que mais fez sucesso, e pioneiro no gênero



E você, o que está esperando? Trate de descolar um emulador de Nes para jogar Robô Warrior. Vai se surpreender.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Chuck Norris real em comercial de World of Warcraft

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Thrill Kill

Não só de Mortal Kombat e Killer Instinct se vive de fatalitties no mundo dos games. Um jogo excelentíssimo para Playstation 1 (não sei se tem para outros consoles mais avançados) é o Thrill Kill, que infelizmente é pouco conhecido. O visual é sombrio, os personagens chamativos e bizarros, grande parte de visual sadomasoquista e muito, muito sangrento, e de tão dark que é a atmosfera do jogo se dá a impressão de estarmos imersos num filme de horror. Cada partida são quatro personagens se esmurrando e o jogador precisa matar os três oponentes (daí o nome Thrill Kill), sem magia, mas nem por isso pior que outros jogos de luta, é bem ao estilo Tekken, e quando a barra de energia de um dos lutadores está completa ao máximo já pode tentar agarrar a vítima que estiver mais próxima, que tenta fugir ao máximo para não ser agarrada, pois automaticamente sofre a aniquilação mais sangrenta que se possa imaginar (fatalitties) ao ser tocada, e o que é melhor, sem precisar seguir comandos complicados, basta apertar um botão, quer coisa melhor? É assim que funciona, não existe barra de energia que vai diminuindo com ação de golpes, apenas barra que vai aumentando conforme for batendo. Cuidado para o adversário não te cansar demais, senão você perde a energia e tem que encher novamente. E caso você for agarrado, conforme-se em ver seu personagem sofrer uma morte horrenda e se prepare para uma nova partida.

Os personagens são Dr Faustus, um médico cirurgião de mandíbula de aço armado de bisturi, Mammoth, um gorilão, Oddball, um serial killer fugido do manicômio que luta com os braços atados numa camisa de força, Cleetus, um canibal que luta usando uma perna como arma, Tormentor, um dominador style sadomasoquista, The Imp, um anão que luta numa perna de pau, Violet, uma capoeirista gatinha de lindas pernas, e é claro, Belladona, minha favorita,  uma dominatrix gostosa que geme o tempo todo armada de chicotinho e que varia seus uniformes de luta entre roupinhas de látex, empregada doméstica e Mulher Gato. Huummm...
Maneiro também é quando Oddball agarra Bellaadona e dá uma bela currada nela (sim, existe isso também no jogo, hahahaha).

quinta-feira, 26 de maio de 2011

E se...

existisse versões clássicas do videogame para o Atari?

Super Mario Bros


Street Fighter II


Sonic


Mega man



Guitar Hero




O que achou, era melhor nem ter pensado? hahahahahahahaha. Só sei que as vozes digitalizadas e o peixe pendurado no estágio do Blanka não é coisa de Atari não.
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