sexta-feira, 1 de março de 2013

True Story


Banana Split com banana pisada


Vai uma banana split no capricho?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Pica Pau de perna listrada

A versão mais psycho da criação de Walter Lantz



A ave mais famosa, e também a mais sacana do mundo da animação sem dúvida é o idolatrado Pica Pau, criação máxima do desenhista Walter Lantz em 1940 e distribuída pela Universal Pictures, encantando há décadas crianças e adultos pelo mundo todo, isso ninguém discute. Hoje exibida pela Record, que tem os direitos de todas as temporadas dos episódios que apresentam a ave mau caráter em várias versões, a que mais me conquista, e acredito que muita gente também, é a do Pica Pau em sua primeira versão que apelidaremos aqui de Pica Pau da perna listrada. Detentor de várias denominações não oficiais como Pica Pau maluco, biruta ou vesgo, esse senhorzinho foi julgado a princípio como composto de traços grosseiros e desajustados, uma das causas que fizeram o personagem ser rejeitado, pois foi exatamente desse jeito que ele foi apresentado por Walt Lantz ao chefão da Universal. Lantz, que havia decidido investir pesado no personagem, bateu o pé até que fosse feito uma experiência com ele, que não obstante fez grandioso sucesso desde então, e mais uma vez foi comprovado através de Lantz que a base do sucesso é a perseverança. O Pica Pau, desde o começo idealizado como um anti herói, foi ganhando o mundo na pele do mais alucinado de todas as versões, que mais parecia ter ingerido anfetamina quando filhotinho. Inconveniente,  de comportamento imprevisível, passava seus episódios fazendo travessuras e trollagens com seus companheiros animais, tanto que o segundo episódio foi intitulado aqui no Brasil como Biruta (o primeiro paradoxalmente foi traduzido como Pica Pau Ataca Novamente). Também ele não era de muito papo, só ação, mas foi já nesse primeiro que seu então dublador Mel Blank inventou sua tradicional risadinha que se tornou referência para trollagens baseadas em desenhos animados, mantendo viva a imagem do bicudo de cabeça vermelha. Aos poucos o personagem, apesar de ir cada vez mais se popularizando e ganhando traços mais elaborados, foi se amaciando com o tempo e seu comportamento sem noção foi recebendo toques mais caricatos, menos nefastos, mas aí creio eu que o encanto inicial foi sendo perdido, tanto que ainda hoje em dia ele continua sendo o preferido de muita gente, embora não tenhamos o conhecido na época. O politicamente correto, como sempre, vem dando apelo popular ao alternativo e inovador, e essa versão que se tornou um cult durou apenas seus três primeiros anos de existência ( lembrando que, na época, a animação só era exibida nos cinemas). Mesmo assim, suas versões posteriores protagonizaram verdadeiros clássicos da animação infantil, como O Barbeiro de Sevilha e Cataratas do Niágara. Mas ainda bem que o nosso Pica Pau de perna listrada continua tendo seus episódios exibidos pela Record de vez em quando, são eles Pica Pau Ataca Novamente, Pica Pau Biruta, O Rachador, Pânico na Cozinha, O Matador de Hollywood, Um Ás Demais, A Loja do Prego, Baseball Maluco, O Acrobata Maluco e O Afanador de Gasolina. Assista agora todos os episódios que o Youtube amavelmente nos fornece da primeira temporada de nosso topetudo sem juízo, que tem tanto valor quanto o Mickey de calção vermelho.


  

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Top 10: Os personagens desfigurados inesquecíveis da cultura pop

Quem vê cara não vê coração. Esse velho ditado cai como uma luva para nosso Top 10 da vez. Sabe aquela velha história do comercial do Sprite de que imagem não é nada, que um herói de verdade não precisa ser bonitinho para derreter corações, como a animação do Shreck faz questão de frisar? Ah sim, nessa lista não tem só herói, também tem vilões caprichados, mas o intuito é enaltecer, sem levar em conta a ordem de colocação, as características que tornam esses personagens simpáticos dignos de decoro, e olha que eu cortei muito feioso da lista para manter o titulo Top 10. Então confira minha seleção de personagens ficcionais ou reais que comprovam que beleza não põe mesa. E quer saber, homem para mim é tudo feio mesmo.


1 - Vingador Tóxico: Clássico absoluto da Troma filmes, maior produtora de filmes Trash do mundo, Vingador Tóxico é o que podemos chamar de justiceiro das vítimas de bullying. Após cair em um tanque de lixo químico, o já deformado faxineiro Melvin só precisa estar armado com um esfregão para partir em busca de vingança contra o grupo de valentões que o perseguiam. Filme de 1984, já rendeu duas continuações e se tornou um ícone da produtora. Até dizem por aí que vai rolar um remake com John Travolta no papel principal, será mesmo?


2 - Sloth: O que eu mais gostava de Os Goonies não era do Data, do Gordo, do Bocão, do Mickey e do seu irmão chato Josh e por incrível que pareça, nem da Stef e da Andy, e sim do grandalhão que ensinou muita criança a não ter medo de adultos horrendos, mesmo ainda sem saber se isso é bom ou ruim. Sloth é o tiozão que todo moleque ia se orgulhar de ter, brincalhão, não liga para aparência, te ajudaria a sair no braço com os valentões que o perseguem e é cheio de maus hábitos, ele por exemplo não o corrigiria se quisesse se empanturrar de chocolate e nem se fosse mau criado com a sua própria mãe. E a cara dele não me incomodava, apesar de ele ter um puta estilão de Skin Head. Chocolaaaattte dããããã. 
Sloth foi interpretado pelo ex jogador de futebol americano John Daniel Matuszak. Levava cinco horas para a maquiagem do personagem ficar pronta. Morreu em 1989 aos 39 anos e sua morte foi associada a uso de esteróides e parada cardíaca.

3 - Quasímodo: Personagem histórico do livro de Victor Hugo publicado em 1831, Notre-Dame de Paris, ficando conhecido anos depois por O Corcunda de Notre-Dame, que apesar de esmiuçar Paris de uma época medieval foi o sineiro deformado da catedral de Notre-Dame que ganhou projeção na história, nos mostrando que muito além da forma física o importante é a beleza interior. Varrido da sociedade apesar de ter ganho o título de Rei do Festival dos Bobos, o Corcunda se apaixona pela cigana Esmeralda e tenta salvá-la do enforcamento por acusação de bruxaria e assassinato para descontentamento de seu tutor, o arquidiácono Frollo. A obra teve algumas adaptações para o cinema e a última delas foi a animação da Disney de 1996, que ao contrário das outras tem um final feliz.


Fotografia real de Joseph Merrick
4 - Homem Elefante: Homem Elefante foi a alcunha adotada para o inglês Joseph Merrick, nascido em 1862 e vítima de uma doença raríssima hoje diagnosticada por Síndrome de Proteus, que traz para o portador deformidades como tumores subcutâneos, alguns crescidos exageradamente. No caso de Merrick 90 % de seu corpo era afetado e por isso sua aparência era totalmente deformada. Excluído de todos e abandonado pela mãe ainda recém nascido, acabou indo trabalhar em  freak shows de rua, sendo inclusive explorado por seu apresentador, um homem que o fazia se exibir mesmo doente e o espancava quando não o fazia de seu agrado, até um médico especialista em doenças raras se interessar pelo seu caso e resolver estudá-lo. Morreu aos 28 anos por seu cérebro ter crescido demasiadamente e rompido a caixa craniana.
Em 1980 a história da vida de Merrick foi levada ao cinema por David Lynch ainda em seu início de carreira, John Hurt deu vida a Merrick e Anthony Hopkins (O Silêncio dos Inocentes, Hannibal) interpreta o dr Treves, que o ajuda a ter uma qualidade de vida melhor, mas não pode curá-lo. Se Merrick tivesse nascido nos dias de hoje poderia até entrar para os X Men, nome de super herói ele já tem.


5 - Retalho: Um dos vilões mais interessantes do Justiceiro, Retalho (Jigsaw no original) antes de ter o rosto deformado era Billy Russo, um vilão charmoso metido a bonitão, não podia ver um espelho que ficava se emperiquitando, o que lhe rendeu o apelido de Belo. Trabalhava como assassino para uma família que compunha uma quadrilha denominada Magia. Foi adaptado para o terceiro filme do Justiceiro (que não tem nenhuma ligação entre eles), O Justiceiro: Em Zona de Guerra, de 2008. Tanto nos quadrinhos como no cinema teve o rosto desfigurado por estilhaços de vidro. A única coisa fofinha do vilão é o sentimento fraterno que mantém com seu irmão Jim.


6 - Darkman: Filme de 1990 dirigido por Sam Raimi, Darkman é um personagem interessante embora pouco conhecido. Peyton Westlake é um cientista que trabalha numa pesquisa de peles sintéticas para vítimas de queimaduras e outras deformidades. Após uma explosão ocasionada por um ataque a seu laboratório, sobrevive apesar dos ferimentos e deformidades que sofrera. Submete-se a um tratamento que acaba danificando seus nervos responsáveis pela sensação de dor além de adquirir força sobre humana. Passa a elaborar máscaras de pele sintética, matéria prima de sua experiência, para usá-las em sua busca contra os criminosos que queriam sua fórmula, mas a experiência não foi totalmente completa, e sua pele se desintegra em pouco mais de uma hora. O filme teve duas continuações, dessa vez com direção de Bradford May.

7 - A Fera: Neste recente filme pipoca dirigido por Daniel Barnz e estrelado por Vanessa Hudgens, Kyle é um galãnzinho barato do colégio que tem o rosto desfigurado por uma feiticeira que ele esnobou. O roteiro até faz lembrar de Sombras da Noite de Tim Burton, só que neste longa adolescente baseado no romance de Alex Flinn inspirado em A Bella e A Fera, o feitiço tem a duração de apenas um ano e é desfeito caso o rapazinho consiga fazer alguém se apaixonar por ele apesar da aparência. É aí então que entra em sua vida uma moça além das expectativas do ex bonitão, que faz o seu antes coração gélido começar a derreter.


8 - V de Vingança: Esse aí então nunca mostrou a cara, em compensação a máscara que usa ficou conhecida pelo mundo todo e é símbolo de anarquia e luta contra o sistema, o grupo viralizado na Internet  Anonymous está aí para não me deixar mentir. Personagem dos quadrinhos de Alan Moore e David lloyd, foi criado entre 1982 a 1983, mas passou despercebido. Somente em 1988 foi finalizada suas edições, dessa vez com o financiamento da DC Comics. O personagem V, espadachim justiceiro propagador da subversão política, teve seu corpo queimado quando o hospital em que estava internado ao ter sido infectado por um vírus foi incendiado, mais um dos motivos para esconder seu rosto, além de preservar sua identidade, enfrentando o regime inglês totalitário de um futuro distópico no já remoto ano de 1997.
No cinema os quadrinhos foram adaptados sob direção de James McTeigue e produzido pelos irmãos Andy e Lana Wachowski (eternizados por Matrix), que também roteirizaram, com Hugo Weaving no papel de V e Natalie Portman como Evey, a mocinha colorida de V.

9 - Deadpool: Relutei em botar esse herói na lista já que é desconhecido por muita gente, personagem recente (1991) com relação aos tradicionais super heróis, mas por ser um personagem que gosto muito e já mandando às favas aqueles que não curtem quadrinhos o personagem da Marvel Comics ficou e é muito bem vindo. Deadpool é mais um daqueles que não faz diferença sua natureza disforme, sendo que passa a maior parte das ações mascarado e uniformizado. Produto do Projeto Arma X assim como Wolverine, o mutante criado por Rob Liefeld e Fabian Nicieza é um anti herói, mercenário e sarcástico que adquiriu o fator de cura de Wolverine após ter sido curado de um câncer pela Arma X, porém foi deixado desfigurado. Walde Wilson é seu nome original e teve uma participação em X - men Origins: Wolverine (2009) interpretado por Ryan Reynolds, quando ainda era um garoto bonito.


10 - Darth Vader: por fim um personagem que não podia ser deixado de fora da lista. Vilão principal de Star Wars nos episódios IV, V e VI teve sua origem contada em A Ameaça Fantasma (1999), foi crescendo em Ataque dos Clones (2002) e se tornou o vilão ameaçador e sinistro que conhecemos hoje no final de A Vingança dos Sith (2005). O alter ego de Anakin Skywalker ao longo de trinta anos foi referência de designação de atos vilanescos e sua indumentária negra, a máscara e características marcantes como a voz e a respiração chiada serviu de influência para antagonistas de filmes de ficção. E ninguém pode falar que ele não era um bom menino quando criança.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Revista Herói - A Heroína de seu tempo


















Numa era pré-internética pintava nas bancas a primeira edição de uma revista que revolucionaria o universo dos aficcionados por animação, cinema, quadrinhos e cultura pop em geral, a Herói, que trazia na capa o Seiya prometendo uma matéria sobre a animação do momento, já tendo em vista explorar em todos os aspectos aquilo que mais estava em evidência na mídia de produtos infanto juvenis. Assim que bati o olho na revista comprei na hora. O ano era 1994. Descobri que além da matéria sobre Os Cavaleiros do Zodíaco, que afinal de contas não dizia nada de novidade, tinha também matéria sobre outros heróis do Japão como kaku Ranger, além de Spawn, Batman e Wolverine, a deste último também não contava nada que qualquer nerd não já soubesse, mas como na época as pessoas eram carentes de informações de nossos heróis favoridos a empreitada foi muito bem recebida, mesmo que em formatinho e de poucas páginas. Logo depois chegaram às bancas as próximas edições, e uma sucedendo a outra num ritmo bem rápido que até assustava, visto que o público alvo era as crianças, que teriam dificuldade em juntar trocados para tanta revista em tão pouco tempo, chegava a parecer que a revista não tinha periodicidade até ser anunciado que a danada era semanal, e claro que as primeiras deviam ter tido problema de distribuição até mesmo por se tratar de uma novidade que carecia de um tempinho de experiência. Custou 1,95 por toda sua vida útil, e nisso ela tem mais um ponto positivo, afinal é uma das poucas revistas brasileiras que não sofreram com o vilão da inflação. Apesar de falar de tudo um pouco em matéria de entretenimento e personagens, a revista tinha um ponto negativo, a devoção ao anime Cavaleiros do Zodíaco, chupando todo o sulco do universo criado por Masami Kuromada até a última gota. Tudo bem que era o carro chefe da publicação, atraindo mais e mais leirores para a revista, mas quem não era fan era obrigado a dividir as páginas da querida publicação em cerca de 75 % Cavaleiros e o restante de outras matérias.

A partir do número 24 a revista passou a se chamar Herói Gold e ganhou algumas páginas a mais, mas continuava falando sobre Os Cavaleiros no maior spoiller descarado, contanto toda a saga em mínimos detalhes, até, se não me engano, a edição 54. Mas até aí tudo bem, a revista conquistou novos leitores, manteve os antigos, e até a galera mais velha, sabendo que o que a revista falava não era coisa exclusiva de moleque, aprendeu a amá-la. A Herói equivaleria hoje a uma revista Crash, só que com a vantagem de não ter Internet para atrapalhar as vendas, e no geral, o custo da revista era até barato, pois se manteve em formatinho e com um número de páginas que não a transformaria numa encadernação, mas claro que sempre com matérias boas e a galera que fez o nome da publicação como Odair Braz Júnior, Alexandre Nagado, Ivan Finotti, André Forastiere, Rogério de Campos, Marcelo Del Greco, e o respondedor de cartas metido a mulherengo Elvis Ricardo Jr, que fazia o Corréio Galáctico, uma seção pérola da revista.
Como tudo que faz sucesso gera imitação, rapidamente se alastrou nas bancas cópias da revista, como Heróis do Futuro, Japan Fury, publicação voltada apenas a animes, e Animação, essa de formato americano, e sua primeira edição vinha acompanhada com uma clara frase de cutucão à adversária/ original, "Revista Animação: Muito Mais que Heróis". Como moleque curioso que eu era, comprava todas revistas que continham informações importantes sem o menor preconceito, mas não colecionava, minha queridinha mesmo que eu comprava religiosamente continuava sendo a Herói, que parei de acompanhar alguns anos depois. Nesse período que passei afastado da revista percebi que ela foi sofrendo uma mudança aqui, ali, mas nada que a descaracterizasse, mas foi perdendo páginas. Em um determinado período a revista deu cria, foi lançada versões da mesma equipe de revista de música (Som, que só durou um número, trazendo os Mamonas Assassinas na capa, apesar da revista Herói anunciar uma próxima com matéria do Sepultura), Herói Games, uma em formato americano que era a Super Herói cuja frase de efeito era "Uma Revista À Prova de Nerds" e a mini Herói, revistinha pequenininha e mixuruca que vinha de brinde com outras publicações, mas nenhuma delas fez tanto nome e causou tanto impacto quanto a Herói (ou Herói Gold, tanto faz) tradicional. E por falar em brindes, ao contrário das concorrentes, a Herói não oferecia nada além de pôsteres em uma ou outra edição, mais um motivo que nos faz considerar a revista como uma publicação de custo barato. Até hoje me lembro da edição comemorativa de ano novo que trazia os Power Rangers na capa, na minha opinião a melhor já lançada, recheada de matérias legais, só que o tamanho era exageradamente gigante e tive dificuldade em encontrar lugar para guardá-la, creio que se não fosse isso a teria até hoje.


A revista parou de circular entre 97 ou 98, não lembro bem, mas não sem antes ultrapassar a marca das 100 edições lançadas, mas voltou em agosto de 1999 com a Herói 2000 trazendo na capa Pokémon, até então desenho do momento. Comprei alguns números anté perceber a revista se escassear aos poucos na banca até sumir de vez, mas aí eu já estava me iniciando nesse novo vício da era moderna que tornou a revista dispensável para mim. Mas também me rendeu bons momentos, sobretudo reviver os áureos tempos de estudante primário colecionador da revistinha Herói, e acreditem que eles continuavam falando dos Cavaleiros do Zodíaco de vez em quando. Entre uma das pérolas da herói 2000 lembro de ter lido sobre o seriado As Aventuras de Tiazinha, vinha até com mini pôster em desenho estilo mangá dessa maravilha, "crássico dos crássicos", tomara que um dia eu consiga baixar essa belezura.
Como aparentemente a revista não sobreviveria hoje em dia, e se adaptando ao mundo moderno, a revista não acabou (ebaaaaaaaaaaaaaaa), e sim virou site. O que seria a revista impressa você pode acompanhar nesse site / blog http://www.heroi.com.br nem preciso dizer que é um dos que vivo acessando, né?
Tanto o site quanto a revista que me acompanhou na adolescência é uma grande fonte de influência para mim, inclusive para escrever esse blog.

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