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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Almanaque Heróis do Anime nº 01


Foi como voltar ao tempo ler o recém lançado Almanaque Heróis do Anime cuja primeira edição é  dedicada aos Cavaleiros do Zodíaco, mais necessariamente 20 anos atrás, quando revistas impulsionadas pelo sucesso  do anime, de início visando o público infanto-juvenil, guerreavam nas bancas sua predileção. Sérgio Peixoto, editor chefe de revistas como Japan Fury e Animax, é um dos redatores principais e seu conhecido nome acabou dando uma forcinha para a divulgação que o projeto precisava. Ao todo o impresso possui dez capítulos com temas interessantes que funcionam para todas as idades e todo tipo de leitor, e o mais incrível é  que, como boas obras não morrem, ainda há muito do que se falar e aprender com os personagens de Masami Kurumada, desde que, obviamente, aja interesse nisso. É só lembrar da mais nova aventura dos heróis no cinema, Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário, para ter uma ideia do quanto os defensores de Atena ainda se mantém ativos. Porém, tendo em vista que com a maturidade podemos enxergar além da superfície e entender o quanto os personagens são ricos e bem construídos em sua moral e disciplina, além de nos fazer lembrar com carinho dos felizes momentos de boas épocas, hoje os Cavaleiros são personagens bem mais interessantes para quem o assistia na Rede Manchete do que para a molecada que conheceu primeiro a série Ômega, por exemplo, a leitura do almanaque funciona melhor como um excelente passatempo de saudosismo do que veículo de esclarecimento. Os capítulos foram planejados em obedecer uma sequência orgânica, embora as quatro cabeças dos diferentes autores tropeçassem em redundância. O último capitulo, considerado enfadonho, porém informativo, foi deixado por último, o leitor pode simplesmente parar nele sem prejuízo na leitura, a não ser de conhecimento histórico. Trata-se de um estudo informal das armaduras medievais que serviram de inspiração para as usadas no seriado, mas mesmo não fugindo do tema a explicação de Fernando Metti pode reduzir significativamente o prazer que o leitor menos hardcore teria atravessando páginas que se mantinham apenas no campo de animes e mangás.
Apesar de um guia completo, o achei um pouco curto, não que fosse preciso se estender mais que o necessário, mas para quem foi cria das revistas repletas de spoilers dos anos 90 esperava-se que ao menos as sagas consideradas obscuras para além do capítulo 114 fossem destrinchadas, já que houve uma pausa imensa que fez o público perder o interesse (e no meio tempo abandonar a infância) até anos mais tarde recobrá-lo novamente, ainda que por mera curiosidade. Ainda com relação às revistas dos anos 90 tivemos a impressão que, fosse naquele tempo, cada capítulo renderia uma edição interessante.
A única coisa que me incomodou é que parece que o almanaque foi redigido às pressas.Cada erro grosseiro de gramática, concordância, raciocínio e de atenção mesmo, isso sem contar uma informação errada que deixaram passar. E é essa revisão preguiçosa minha principal crítica ao trabalho. De qualquer maneira, recomendo a aquisição do livrinho, já esperando que tenha próximos números e torcendo para que caprichem mais no acabamento.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Dragon Ball Z : A Batalha dos Deuses

Texto publicado na revista Mais Mulher de Votuporanga - SP

Akira Toriyama cumpriu sua promessa



A até então mais recente incursão da saga do mangaká Akira Toriyama aos cinemas, Dragonball Evolutions ( 2009, James Wong ) deixou muitos fans de cabelo em pé ao mexerem livremente na mitologia da série, incomodando inclusive seu criador, que não obstante decidiu que aquela não seria de forma alguma a versão cinematográfica final. Disposto a limpar a imagem de sua saga, Toriyama convenceu-se a lançar A Batalha dos Deuses, que não se trata de uma adaptação live-action e sim um novo longa Dragon Ball ressuscitando os personagens. A série possui mais de dez longas de animação, mas após 24 anos do término do anime, a nova aventura foi muito bem recebida por aqueles que sentiam falta de Goku e sua turma. Roteirizado e dirigido por Yusuke Watanabe juntamente com Masahiro Hosada, foi com alívio que recebemos a notícia que o próprio Toriyama produziria e acompanharia o projeto do início ao fim, mas não tinha o que dar errado, a Toei Animation produziu um mimo caprichado para fans eruditos e para a garotada otaku de hoje em dia que, afinal, seria difícil conseguir entrar na onda dos animes atuais sem passar por Dragon Ball. Foi representante da categoria longa de animação merecidamente no Festival de Cinema do Rio e São Paulo 2013.

Surge um Novo e Poderoso vilão

Cada temporada de Dragon Ball é marcada pelo surgimento de um inimigo bem mais poderoso que o anterior, e claro que em A Batalha dos Deuses não poderia ser diferente. A pergunta que fica é; existiria um inimigo mais poderoso que Majin Boo? A resposta é sim, e esse inimigo é nada menos que o deus da destruição Bills, uma espécie de gato humanoide rosado, que desperta de um sono de muitos anos no qual sonhava estar em um ferrenho combate com um deus Super Sayajin. Após saber que Freeza, o guerreiro mais poderoso que conhecera fora derrotado, decide desafiar seu vencedor para pôr em prova seu poder, acreditando ser esse o deus Super Sayajin de seu sonho, Son Goku. Acompanhado por outro personagem interessante do longa, seu fiel escudeiro Wiss, que mais tarde é revelado ser bem mais que isso ( e não é o que você possa estar pensando )se infiltra na festa de aniversário da Bulma, palco principal das atrações espevitadas da história, ficando cara a cara com Vegeta, que faz de tudo para distrair seus caprichos de revelar ser quem realmente é e destruir o mundo caso não tenha seu desejo atendido, gerando muita confusão, momentos cômicos e descobertas gastronômicas de abrir o apetite. O humor, aliás, é um dos principais ingredientes, sempre presente na série nas formas mais bizarras possíveis, só que dessa vez consegue superar até mesmo a premissa das cenas de combate, o que, quem sabe, pode ter sido uma boa opção; a dramaticidade das lutas e a violência dos golpes hoje não chocariam mais ninguém e tudo não passaria de uma tendência apelativa e infantilóide. Mesmo com poucos novos personagens, com exceção de alguns, marcam presença personagens importantes de toda série, lembraram até do primeiro inimigo oficial de Goku, o Imperador Pilaf e seus comparsas, Mai e Shu, numa versão rejuvenescida, mas ainda às voltas em planos mirabolantes para reunir as Esferas do Dragão. Para deleite dos fans antigos, os sayajins se unem mais uma vez para a derrota de um grande inimigo em comum, mas uma peça fundamental para a solução do problema precisa ser encontrada, sendo depois descoberta de maneira sentimental.



A Batalha dos Deuses é o longa de animação que Dragon Ball merece, mesmo o tempo de projeção não sendo muito longo. Os fans se mantêm apegados a tudo que é material relacionado a mais famosa obra de Toriyama e aqui o autor faz questão de respeitá-los tal como faz questão de lamber a cria, em homenagens aos personagens que passaram pela saga, situações clássicas e fidelidade quanto às suas caracterizações. Além disso, as cenas de combate não deixam a desejar apesar de não serem mais aquele enojado derramamento de sangue. E uma novidade nos é apresentada, as cenas em computação gráfica alternando em determinados momentos com animação tradicional, o que não faz muita diferença, mas não deixa de ser uma preocupação com o que oferecer de diferente. Para os fans antigos é uma excelente película que veio para matar saudade, deixando um gostinho de quero mais. Provavelmente irá fazer aqueles que não acompanharam as aventuras pela busca das 7 Esferas por Goku e Cia correr atrás dos episódios. Ao que tudo indica, infelizmente talvez seja essa a concepção ideal de Toriyama de uma versão cinematográfica final para sua obra. Ao menos ele saiu satisfeito. E nós também.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Chaos: O Guerreiro Z mais underground de Dragon Ball



A série Dragon Ball tem muitos personagens esquisitos, isso é fato, mas um em especial, merecedor de destaque por se tornar um guerreiro Z, é o Chaos, personagem que nunca teve lá muito sentido, mesmo assim é um dos meus candidatos a favorito de toda saga. Sua raça é desconhecida embora muitos teimem que é humana, mas como é possível um garoto (aliás, anão, já que nunca cresce) ser completamente pálido, com mancha vermelha em cada lado da bochecha e de poucas palavras? Está sempre caracterizado como uma espécie de palhaço, parece um parente do Penadinho, com certeza não é humano, mas vamos combinar que é fofinho. Aos poucos fui aprendendo a gostar da figura, mais necessariamente quando ele encontra Kuririn no 22º torneio Tenkaichi Budokai, não resistiu e apontou para o garoto com aquele seu jeitinho inocente o chamando de ´´polvo``. Foi tão fofo e engraçado que nem sei como o cara conseguiu se irritar. Caiu na pilha legal. Chaos se defendeu de volta provando que ao contrário de seu adversário não era totalmente careca, pois ainda tinha um fio de cabelo.

Apareceu pela primeira vez no anime no episódio 84 quando ele e seu companheiro Tenshinham eram grandes picaretas que enganavam o povo de uma aldeiazinha, quando um terrível porco voador invadia suas terras e ameaçava causar grande destruição, para depois posarem de heróis espantando a criatura e exigindo benefícios em troca. Mas era tudo fachada, um golpe combinado entre os três. Mais tarde os dois discípulos do Mestre Tsuru encontram-se novamente com os do Mestre Kame, seu maior rival, nas eliminatórias do 22º Tenkaichi Budokai. Chaos, dotado de poder telecinético, sabota os resultados do sorteio das lutas de modo que Tenshinham enfrentaria Yamcha, e Chaos Kuririn. Mestre Kame, como todos devem saber, participou escondido com uma nova identidade, Jackie Chun. Desde o primeiro combate Chaos mostrou que sua esquisitice não estava só na aparência, o próprio Goku dizia ao assistir sua luta com Kuririn ´´Ele é muito estranho``. Como no funk lá, o cara não andava, deslizava, e se comprometia a desafiar a lei da gravidade ficando parado no ar pelo tempo que quisesse, sem contar que podia também paralisar o adversário o deixando indefeso a seus ataques. Além disso era extremamente ágil e liso como quiabo, evitava os golpes que era uma beleza. Mesmo não saindo no braço, executava com maestria a técnica ameaçadora Dodonpa, golpe tão destrutivo como o Kamehameha, lançado pelo dedinho indicador. Kuririn penou um bocado para evitar os raios. Por sorte, teve a malícia de pregar uma peça no branquelo o fazendo se atrapalhar com raciocínios complicados de cálculos, e o manolo só conseguia fazer contas com os dedos, momento este em que aproveitou que estava desconcentrado ocupando seus dedinhos para se dar bem no combate. Depois do torneio, quando revelado que Mestre Tsuru treinava Tenshinham e ele para serem assassinos como seu irmão morto por Goku, Tao PaiPai, percebem que estavam do lado errado e passam a acompanhar os heróis dali em diante. Tao Paipai retornaria no 23º Tenkaichi Budokai numa versão cibernética, tentando se vingar de Chaos e Tenshinham por terem desistido dos ensinamentos de seu irmão Tsuru, mas seu retorno é vergonhoso e é derrotado deploravelmente por Tenshinham, embora tenha dado um pau em Chaos. 


Sumido por um bom tempo, o anãozinho albino volta à série participando da saga dos Saiyajins. Depois de passar por fervorosos treinamentos com Kami-Sama, Chaos se junta a Tenshinham e Yamcha no combate a Vegeta e Nappa, se sacrificando ao se explodir com Nappa, ocasionando sua morte. Apesar do sacrifício de Chaos, Nappa consegue escapar numa boa. No ´´Outro Mundo`` passa a ser treinado ao lado dos também derrotados Picocolo, Yamcha e Tenshinham pelo Mestre Kaioh, e na saga de Freeza, quando este convoca as Forças Ginyu após perder seus parceiros em combate, Chaos tem seu retorno triunfal derrotando Gurdo, um alienígena de poderes psíquicos. 
Condecora-se até o fim da série como um Guerreiro Z, porém, vamos combinar, é o mais esquisito de todos. Além de tudo, sem querer zoar, o mais ineficiente. Se definiu como um assistente do Tenshinham, voiyeur dos combates e mascote de equipe. Mas se tornou um cozinheiro de mão cheia enquanto ficava na casa do Mestre Kame sem fazer nada. Junto com seu carisma, é uma das coisas que salvam o personagem. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Angélica cantando Digimon



Quem não lembra da loira cantando a abertura do anime Digimon em idos do ano 2000, quando a Globo tinha acabado de comprar os direitos de exibição do desenho para bater de frente com a febre Pokémon da Record. Me amarrava nessa musiquinha ``Digimon, digimon, digitais, São campeões!!``, vivia cantando. E o desenho também, claro, eu achava até melhor que Pokémon pela variação de personagens e por os monstrinhos falarem. E com a Angélica cantando a apresentação ficava ainda mais charmosa. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Revista Herói - A Heroína de seu tempo


















Numa era pré-internética pintava nas bancas a primeira edição de uma revista que revolucionaria o universo dos aficcionados por animação, cinema, quadrinhos e cultura pop em geral, a Herói, que trazia na capa o Seiya prometendo uma matéria sobre a animação do momento, já tendo em vista explorar em todos os aspectos aquilo que mais estava em evidência na mídia de produtos infanto juvenis. Assim que bati o olho na revista comprei na hora. O ano era 1994. Descobri que além da matéria sobre Os Cavaleiros do Zodíaco, que afinal de contas não dizia nada de novidade, tinha também matéria sobre outros heróis do Japão como kaku Ranger, além de Spawn, Batman e Wolverine, a deste último também não contava nada que qualquer nerd não já soubesse, mas como na época as pessoas eram carentes de informações de nossos heróis favoridos a empreitada foi muito bem recebida, mesmo que em formatinho e de poucas páginas. Logo depois chegaram às bancas as próximas edições, e uma sucedendo a outra num ritmo bem rápido que até assustava, visto que o público alvo era as crianças, que teriam dificuldade em juntar trocados para tanta revista em tão pouco tempo, chegava a parecer que a revista não tinha periodicidade até ser anunciado que a danada era semanal, e claro que as primeiras deviam ter tido problema de distribuição até mesmo por se tratar de uma novidade que carecia de um tempinho de experiência. Custou 1,95 por toda sua vida útil, e nisso ela tem mais um ponto positivo, afinal é uma das poucas revistas brasileiras que não sofreram com o vilão da inflação. Apesar de falar de tudo um pouco em matéria de entretenimento e personagens, a revista tinha um ponto negativo, a devoção ao anime Cavaleiros do Zodíaco, chupando todo o sulco do universo criado por Masami Kuromada até a última gota. Tudo bem que era o carro chefe da publicação, atraindo mais e mais leirores para a revista, mas quem não era fan era obrigado a dividir as páginas da querida publicação em cerca de 75 % Cavaleiros e o restante de outras matérias.

A partir do número 24 a revista passou a se chamar Herói Gold e ganhou algumas páginas a mais, mas continuava falando sobre Os Cavaleiros no maior spoiller descarado, contanto toda a saga em mínimos detalhes, até, se não me engano, a edição 54. Mas até aí tudo bem, a revista conquistou novos leitores, manteve os antigos, e até a galera mais velha, sabendo que o que a revista falava não era coisa exclusiva de moleque, aprendeu a amá-la. A Herói equivaleria hoje a uma revista Crash, só que com a vantagem de não ter Internet para atrapalhar as vendas, e no geral, o custo da revista era até barato, pois se manteve em formatinho e com um número de páginas que não a transformaria numa encadernação, mas claro que sempre com matérias boas e a galera que fez o nome da publicação como Odair Braz Júnior, Alexandre Nagado, Ivan Finotti, André Forastiere, Rogério de Campos, Marcelo Del Greco, e o respondedor de cartas metido a mulherengo Elvis Ricardo Jr, que fazia o Corréio Galáctico, uma seção pérola da revista.
Como tudo que faz sucesso gera imitação, rapidamente se alastrou nas bancas cópias da revista, como Heróis do Futuro, Japan Fury, publicação voltada apenas a animes, e Animação, essa de formato americano, e sua primeira edição vinha acompanhada com uma clara frase de cutucão à adversária/ original, "Revista Animação: Muito Mais que Heróis". Como moleque curioso que eu era, comprava todas revistas que continham informações importantes sem o menor preconceito, mas não colecionava, minha queridinha mesmo que eu comprava religiosamente continuava sendo a Herói, que parei de acompanhar alguns anos depois. Nesse período que passei afastado da revista percebi que ela foi sofrendo uma mudança aqui, ali, mas nada que a descaracterizasse, mas foi perdendo páginas. Em um determinado período a revista deu cria, foi lançada versões da mesma equipe de revista de música (Som, que só durou um número, trazendo os Mamonas Assassinas na capa, apesar da revista Herói anunciar uma próxima com matéria do Sepultura), Herói Games, uma em formato americano que era a Super Herói cuja frase de efeito era "Uma Revista À Prova de Nerds" e a mini Herói, revistinha pequenininha e mixuruca que vinha de brinde com outras publicações, mas nenhuma delas fez tanto nome e causou tanto impacto quanto a Herói (ou Herói Gold, tanto faz) tradicional. E por falar em brindes, ao contrário das concorrentes, a Herói não oferecia nada além de pôsteres em uma ou outra edição, mais um motivo que nos faz considerar a revista como uma publicação de custo barato. Até hoje me lembro da edição comemorativa de ano novo que trazia os Power Rangers na capa, na minha opinião a melhor já lançada, recheada de matérias legais, só que o tamanho era exageradamente gigante e tive dificuldade em encontrar lugar para guardá-la, creio que se não fosse isso a teria até hoje.


A revista parou de circular entre 97 ou 98, não lembro bem, mas não sem antes ultrapassar a marca das 100 edições lançadas, mas voltou em agosto de 1999 com a Herói 2000 trazendo na capa Pokémon, até então desenho do momento. Comprei alguns números anté perceber a revista se escassear aos poucos na banca até sumir de vez, mas aí eu já estava me iniciando nesse novo vício da era moderna que tornou a revista dispensável para mim. Mas também me rendeu bons momentos, sobretudo reviver os áureos tempos de estudante primário colecionador da revistinha Herói, e acreditem que eles continuavam falando dos Cavaleiros do Zodíaco de vez em quando. Entre uma das pérolas da herói 2000 lembro de ter lido sobre o seriado As Aventuras de Tiazinha, vinha até com mini pôster em desenho estilo mangá dessa maravilha, "crássico dos crássicos", tomara que um dia eu consiga baixar essa belezura.
Como aparentemente a revista não sobreviveria hoje em dia, e se adaptando ao mundo moderno, a revista não acabou (ebaaaaaaaaaaaaaaa), e sim virou site. O que seria a revista impressa você pode acompanhar nesse site / blog http://www.heroi.com.br nem preciso dizer que é um dos que vivo acessando, né?
Tanto o site quanto a revista que me acompanhou na adolescência é uma grande fonte de influência para mim, inclusive para escrever esse blog.

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