Você provavelmente já passou muito tempo jogando Bomber Man para Nes, S-nes, consoles mais avançados, ou até mesmo para Pc. Mas talvez não se lembre do que pode ser considerado seu primo bastardo, lançado originalmente em 1987, quatro anos depois da estréia dos homenzinhos bomba Restart. Trata-se de Robô Warrior, jogo du carái para nintendinho que segue a mesma premissa dos bonequinhos coloridos que destroem blocos de labirinto.
Robô Warrior é um jogo para um player só, que controlava um robozinho cinza que usava bombas como armas, tanto para destruir blocos de labirinto quanto para matar inimigos, mas o número de seu armamento era limitado, mas também tinha sua pistola de raios laser de carga infinita. Tinha vários estágios, vários inimigos, vários chefões, e ao contrário de Bomberman as fases eram diferentes uma da outra, estensas, de várias telas, em vez de se desenvolver em apenas uma só. O gráfico, apesar de 8 bitis, era menos fofinho e mais afastado do estilão animê de Bomberman. Lembro de já ter chegado num estágio bem avançado, me amarrava quando moleque, pena que não dediquei mais tempo para chegar ao final. Ah, e o robô também morria afogado, acho hilário quando lembro disso.
Se você não chegou a conhecer, dá uma olhada no vídeo. É um jogaço, com história e tudo.
E agora, o jogo que mais fez sucesso, e pioneiro no gênero
E você, o que está esperando? Trate de descolar um emulador de Nes para jogar Robô Warrior. Vai se surpreender.
Muito casal gosta de dançar agarradinho, não é mesmo? E nem toda dança é romântica coladinha, um bom forró é bem mais interessante. Tá certo, você não gosta de ´´bate coxa``, mas vai dizer que não é interessante uma dança bem doida com uma mina que não fala, não reclama e a deixa fazer o que quiser com ela? Nem toda mulher tem essa elasticidade toda, parece até que tá dançando com um defunto, mas ela nunca vai reclamar se você pisar no pé dela e... e se sua mão resolver dar uma de boba. A mina só não pode ser pesada, mas também, qual é a gorda que vai bancar a mina sem osso?
Você que tá enjoado de tango, de dança clássica de salão e dessa frescura de mulherzinha, mostre para sua namorada esses vídeos e pergunta se ela aceita ficar dentro de uma mala, que você a dobre, a jogue para o alto e a faça de gato e sapato. O dia que tiver academia de dança para isso me matriculo.
São as únicas dançarinas que dançam bem sem se mexer. Aja talento. Dá até agonia.
Superam a Carla Perez no quesito ´´falta de osso`` e elasticidade. Só não rebolam como ela, e nem são tão sensuais. Podia ser também chamada de dança do presunto. Ah, mas os amantes de necrofilia não vão achar defeito.
Mal posso esperar para assistir O Hobbit no cinema, adaptação do que seria o clássico precurssor de O Senhor dos Anéis. Muita gente não sabe, mas na década de 70 já houve adaptação do mundo mágico criado por J. R. R Tolkien, só que em animação, que você pode dar uma conferida entre a versão animada e a live action dirigido por Peter Jackson aqui. Agora com o barulho em torno de O Hobbit, começa a aparecer por aí sua adaptação animada da mesma equipe dos dois primeiros episódios da saga do anel, e isso nem eu sabia que existia. Assista que vale a pena, tá legendado em português. Ainda não li o livro, mas se o filme for tão bom quanto a animação já vale o ingresso. Aliás, duvido que seja, esse desenho é impagável, já dá para você ter uma idéia só de olhar para cara desse hobbit chapado estampando o vídeo.
Aproveitando essa onda de mockbusters vamos falar de uma empresa nacional, a Vídeo Brinquedo. Você já deve ter se deparado com pérolas como Carrinhos e Ratatoing nas lojas, cópias rudimentares de Carros e Ratatoullie, clássicos da Pixar. Pessoa como eu e você jamais seria enganada, mas as pessoas mais velhas como nossos pais são confundidos facilmente, mas como são animações infantis, como o nome da produtora bem sugere, a gente pode perdoar. Mas precisavam copiar até o título das obras? Tudo bem que devemos valorizar animação brasileira, mas por que a Vídeo Brinquedo não produz animações, por assim dizer, mais autorais? A resposta é simples, embora não queiramos compreender. Por ser uma produtora pequena, não arriscaria lançar obras mais autorais, levando em conta a qualidade da animação de baixo orçamento, embora conte com feras no ramo (animação de jogos de videogame 3D antigo), daí o jeito é se aproveitar das animações mais em evidência no momento, como um título da Pixar, lançando em DVD uma cópia descarada de uns 45 minutos em média na mesma época em que a produção do filme grande chega nos cinemas. E assim a Vídeo Brinquedo vai sobrevivendo, lançando o volume seguinte com os lucros da edição anterior, chegando em seu quinto, sexto volume, e enquanto parecer que a franquia original vai render ainda mais no cinema, não tem data para a Vídeo Brinquedo cessar seus plágios. Mas como já foi dito, são produções infantis, não precisam de roteiro elaborado e nem de uma animação cinco estrelas, as crianças não ligam para isso. É, eu sei, picaretagem pouca é bobagem.
Mas que essa empresa paulista é corajosa, isso é. De iniciativa também, nisso devemo concordar. Talvez seja a maior produtora de animação (inclui aí a mais rentável também) brasileira, mesmo se mantendo a custo de plágios, brigando constantemente na justiça defendendo seus ´´direitos`` e até o momento sem previsão de afundar. Seus títulos passam até no exterior (que deve fazer morrerem de rir da gente), e não recebem o menor patrocínio. Torço para que um dia a empresa fique grande o bastante para ter peito de lançar uma produção original.
Nunca assisti a um título sequer, mas são velho conhecidos meus, volta e meio os encontro nas seções de DVD, e pelo que sei custam uns cinco reais e às vezes são disponibilizados em embalagem de papelão, e nisso já dei de cara com versões genéricas brazucas de Robôs, Bee Movie, Kung Fu Panda, Carros, Ratatoullie e até Up, Altas Aventuras. Ah, e uma versão de Transformers que me interessou um pouquinho mais, Gladiformers. Fico me perguntando como seria se fossem exibidos no cinema. Contudo, devemos valorizar o empreendedorismo da produtora e a animação nacional, só mesmo quem tem espírito aventureiro e voluntarioso reconhece o carinho que sinto. Que se dane os plágios, é o caminho que a produtora encontrou para se consolidar no mercado, tomara que a Vídeo Brinquedo se torne uma nova Pixar, uma nova Disney brasileira, mesmo que começando ´´nessa nossa humilde maneira`` como nas palavras de Marco Botana, gerente de produto da Vídeo Brinquedo. Ah, e antes que eu me esqueça: ´´Vida longa ao mercado alternativo do audiovisual!!!``
Eu disse que passava no exterior, hahahahaha
E ainda tem mais
Já ouviu falar da Intervalo Produções? É uma empresa carioca de efeitos especiais e animações em 2D e3D, e dentre suas produções está Dogmons, uma animação em estilo animê chupada adivinha de qual? De Digimon, é claro. Até a logo é igual. Dá só uma olhada na apresentação.
Ainda em se tratando da Intervalo Produções, que eu também admiro pacas, mas critico os excessos na imitação, tem uma série que eu adorava e que subiu no telhado, Mega Powers (clique aqui para ler a matéria nesse blog), Super Sentai brasileiro. Mas aí não tem problema porque não é plágio nenhum, já que os americanos também tem seus Sentais sendo eles uma criação originalmente japonesa.
Mais um clássico do Rock underground (tá, udigrudi) cantado por mim nos áureos tempos da adolescência. Sinta a poesia da composição. O idiota nem percebeu que o microfone tava falhando.
A TRÉGUA
Eu fiz uma trégua quando quebrei a cara do meu melhor amigo Prometi não mais brigar Eu fiz uma trégua quando comi a x..... daquela mina Prometi não mais me masturbar Vamos dar um tempo, respirar um pouco de ar Depois vamos voltar, contar até três e atirar A guerra ainda não acabou, e minha vida também
Depois que comi a b..... da sua mãe Fiquei com muita vontade de comer a filha também. Mas não posso, tenho uma trégua a cumprir Tenho de respeitar, contrato é contrato Depois vou voltar à atividade e meter o p.... na aranha daquela p..... Como a mãe e a filha sem nenhum preconceito Vamos dar um tempo, respirar um pouco de ar Depois vamos voltar, contar até três e atirar A guerra ainda não acabou, e minha vida também
Se levantar a bandeira branca agora não vai adiantar Medroso, covarde. Vamos te fuzilar.