quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Feliz 2011

Que você tenha um ano novo bem louco, repleto de viagens de ácido ´´naturais``. E continue acompanhando esse blog.

Aguarde. Em 2011 Orgulho-nerd tem muito mais a oferecer.

Mó pá de tempo sem postar vídeo novo, mas é que meu computador deu uma merda e ainda não arrumei. Até poderia dar um jeito de postar, mas essa época de fim de ano é atribulada mesmo. Fica para o ano que vem. Em 2011 retomarei as atividades desse blog. hahaha isso mais parece uma ameaça do que uma promessa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Linda cena de Cinema

Tarantino é um cineasta de sorte e viveu uma linda cena que merece ser regisrtada pela eternidade na história da sétima arte. Para mim é mais valiosa que ganhar um óscar. A loiraça Uma Thurman mostra que é mesmo uma diva do cinema, seja em filmes como Kill Bill, Minha Super Ex Namorada, nos quais ela arrebenta, seja como a Hera Venenosa de Batman e Robin ou como a Medusa de Percy jackson, ou ainda como uma mulher de atitude ao fazer um brinde de champagne em seus próprios sapatos, na homenagem a Quentim Tarantino no hotel Hilton, no último domingo. Quem não gostaria de se embebedar no lindo scarpin desse lourão de 1,83 m e olhos azuis?


Parabéns pela atitude Uma, mostre que é uma rainha de verdade. Tarantino, que não é bobo nem nada, deve ter adorado a homenagem. Nós, belos mortais, babamos ao ver essa cena e morremos de vontade de estar no lugar do diretor de Pulp Fiction.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Filme que só passa em festival deveria ser mais barato

No meu último post tinha comentado que havia pego muito filme ruim nesse festival de cinema do Rio. Pois bem. Mas às vezes eu me surpreendo, positivamente, com algumas produções, como foi o caso de Curitiba Zero Grau, de Eloi Pires Ferreira, e Norberto Apenas tarde, do uruguaio Daniel Hendler. Este último é uma comédia inteligente, que passa a lição de moral de que nunca é tarde para encontrarmos o rumo certo de nossas vidas, o caminho da felicidade. No longa, Norberto (Fernando Amaral) é um homem fracassado, infeliz no trabalho e na vida conjugal, mas que descobre sua real vocação num grupo de teatro com colegas aparentemente bem mais novos que ele. Vale a pena conferir.
Mas ainda acho que o ingresso do festival deveria ter preço mais barato, não o preço de uma seção normal. Se bem que muita gente paga meia entrada. De qualquer forma é uma boa oportunidade de vermos filmes que normalmente nunca passariam aqui.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Resident Evil: Afterlife

Domingo passado fui ao cinema, não para assistir a um filme do festival, que como assisto às cegas acabo pegando muito filme ruim, e sim um que eu queria assistir a muito tempo, Resident Evil: Afterlife, em 3D. Valeu a pena. De todos da saga este foi o que achei melhor, embora muito nerd babaca insista em dizer que foi o mais leve, sem muita violência. Um bom filme de ação, mesmo contando com zumbis, não precisa de mutilações e tripas voando, e ação este filme tem de sobra, ainda mais contando com peripécias da heroína Alice que aprendemos a amar no decorrer da saga, levando o nome Resident Evil muito além dos games. Aliás, o roteiro, as sequencias, as aventuras e as cenas de luta são bem elaboradas. Mas o melhor mesmo fica por conta, des de sempre, da atuação de Milla Jovovich na pele de Alice, e a atriz no papel de heroína de filme de ação não decepciona. Não há um insentivo melhor para ir ao cinema do que gatas armadas com pistolas, de botas e distribuindo socos e pontapés. E além de Alice ainda contamos com Claire (Ali Larter), outra guerreira que faz os marmanjos babarem, mas ainda prefiro o charme e os atributos de Alice, que por mais assustada e em apuros que esteja consegue manter a pose, a elegância, o rostinho sexy e a voz rouca que derrete o coração da gente.
  Embora o filme seja puro agrado é fácil reconhecer os elementos que tornam Resident Evil o sucesso que é, já esquecendo do videogame que o originou. Horda de zumbis que vão devorando grupo de pessoas encurraladas num esconderijo uma a uma não é novidade, e toda a trama futurística envolvendo Alice nos faz lembrar a série Alien. A Alice de hoje é a tente Ripley de outrora, e no lugar de aliens nojentos, zumbis aterrorizantes. Algumas cenas de Afterlife são bem parecidas com Alien : A Ressurreição, de 1997, como a sequencia em que eles mergulham para atravessar uma passagem subterrãnea até uma câmara de armas, sendo atacados posteriormente.
O filme conta com muitos heróis valentões, mas gostamos mesmo é delas. Uma característica interessante da saga é a presença de heroínas fortes e poderosas, e a sequencia em que Alice e Claire enfrentam no banheiro da base um imenso monstro com um martelo de bater carne gigante é puro tesão e emoção. Ponto também para a nova invenção de Alice, pistolas que disparam moedas. Durante os créditos, uma surpresa maravilhosa, a policial Jill Valentine (Sienna Guillory) aparece, desta vez como uma vilã, ficando ainda incrivelmente mais sexy do que quando heroína, mesmo que aficcionados pelo game torçam o nariz. Mas a maioria como eu pode ter um gostinho de como será o quinto filme e ficamos com a certeza de que não podemos perder de jeito nenhum. Para complementar, a experiência sensorial de ter assistido Afterlife em terceira dimensão foi excelente. Quem nunca imaginou como seria interessante ver bem de pertinho aquela quantidade toda de clones da magnífica Alice enchendo de porrada os funcionários da Umbrella Corporation?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Paralelo de Comparação Karatê Kid

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Paralelo de comparação entre as duas versões de Karatê Kid, a original da década de 80, e a desse ano, com o filho do Will Smith.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Nova Onda do 3D

Recentemente o cinema reiventou os filmes 3D. Eu ainda era bem moleque quando pintava no cinema essa novidade, um ou outro filme, nos idos dos anos 80. E lá estavam seções com Moonwalker, filmes de terror, que não eram integralmente em terceira dimensão, mas que era um atrativo, e até meu pai experimentou essa onda, na época dos óculos descartáveis de papelão produzidos em massa. O conceito de interatividade com o cinema é mais antigo do que se possa imaginar, desde que o cinema é cinema, aproveitado até em jogos de videogame, mas nunca foi tão bem elaborado como hoje em dia. Enfim a onda da terceira dimensão voltou em seu tempo certo. O que antes era idealizado por duas câmeras passou a ser rodado por uma adaptada, por mestres como james Cameron, e hoje em dia já é vendida no Japão câmeras portáteis que filmam nesse formato. Como era de se imaginar, essa onda não ficou restrita aos cinemas. Podemos encontrar facilmente em bancas de jornais revistas para todas as idades com fotos e óculos 3-D como estratégia de venda. É o caso da Playboy desse mês com o ensaio tridimensional de Larissa Riquelme, musa da última Copa. Fui forçado a comprar para ver como seria o primeiro ensaio tridimensional da revista. Se os óculos que distribuem nos cinemas são acessórios pomposos, custosos, que não pode nem dar uma arranhadinha, o que veio encartado na revista era um bem mixuruca, que parecia um brindezinho do Mc Lanche Feliz. Mas o cheiro de papelão novinho mesclado com o cheiro das páginas com o sabor da novidade que me aguardava fizeram até eu me sentir criança novamente. Sério mesmo. Uma criança que acabava de ganhar um brinquedo novo, bem ao tempo de colecionador do álbum de figurinhas dos personagens da Dc Comics, que também tinha detalhes tridimensionais e vinha um oclinhos de papelão com lente...ops, um ´´olho`` azul e outro vermelho de papel celofane (final dos anos 80 ou comecinho dos 90, não lembro bem). Enfim, o sujeito do ensaio foi mais a novidade das páginas em terceira dimensão do que a mocinha que estampava a capa. Mas ficou bom.
Para as meninas, não pude deixar de notar na banca uma revista dessas Capricho ou similar, que anunciava na capa páginas em 3D, e encartado o típico oclinhos de papelão no plástico da revista, expondo logo de cara a precaridade do acessório. Ainda vão lançar álbum de figurinhas, seriados de tv e uma cacetada de produtos em terceira dimensão, já que é uma moda que só está começando. Vez ou outra eu lembro de livros infantis de papelão, daqueles que quando se abre uma página uma casa ou um carro se sobressai para criar um efeito tridimensional. Deve dar um puta trabalho fabricar um livro daquele. Isso é efeito em terceira dimensão desde sempre se tornando um conceito ativo na cabeça das pessoas.


Como fazer seus óculos 3D.

Nada de comprar aqueles que custam o olho da cara para ver na tv de tela plasma aquele filme que você queria. O que precisa é de cartolina (pode ser qualquer cor), um papel celofane azul e outro vermelho, ou papel celofane transparente e hidrocor azul e vermelha, tesoura e cola. Desenhe um óculos na cartolina e recorte, lembrando de recortar os buracos para os dois olhos. Desenhe e recorte duas pazinhas em tamanho igual para servir de aste (cuidado para não ficar tosco), faça um corte para cara extremidade do óculos de modo que encaixe as pazinhas/astes. Recorte um quadradinho do papel celofane azul e do vermelho, passe cola nas extremidades e cole atrás dos buraquinhos dos olhos (o vermelho fica sempre no esquerdo, se lembre. Pense assim: VErmelho, as duas primeiras letras, V de vermelho e E de esquerdo), ou se for o caso, recorte dois quadradinhos do papel celofane transparente e pinte com hirocor um de azul e outro de vermelho, nos dois lados, mas vai ficar tosco. E pronto, agora você não vai mais precisar encher a cara para ver as imagens saindo da tela.
Nota: Algumas pessoas sentem uma dor de cabeça tremenda ao usar esses óculos, ver filme com eles então... isso se dá porque... Ah, não faço idéia da natureza desse fenômeno, só sei que é um processo de ´´enganação`` da mente.

Alguém aí lembra das capas das revistinhas da Turma da Mônica de 1994, 95 e 96, que consistia em ficar vesgo fixando num único ponto figuras repetidas para enxergar sem óculos o Cascâo, o Cebolinha, Mônica e a Magali saltando da folha sem cenário de fundo? Aquilo sim doía meus olhos.


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Os Mercenários



Stallone continua Quebrando tudo.



Foi em tom de galhofa Que abri e li um e-mail, o qua circulava pela Internet por meio de corrente, incentivando o público brasileiro a boicotar a mais nova Produção do Stallone.

Isso porque nas únicas vezes que ele falava publicamente sobre o fato de ter rodado em nosso país, tecia comentários Infelizes , mal interpretados , principalmente por nós brasileiros . Em Uma Visão imparcial poderíamos até encontrar um pouco de coerência no que ele disse, procurando não levar para uma questão pessoal e ofensiva . O Brasil é conhecido mundo afora por ser uma terra receptiva, além disso , gostamos que o mundo nos enxergue  de alguma maneira. Dês de sempre desejávamos sediar uma Copa do Mundo, Olimpíada , e vibramos quando o Cristo Redentor Foi eleito Como Uma das sete Maravilhas do Mundo. Temos vários ídolos internacionais, seja da música, seja do cinema, e logicamente receberíamos de braços Abertos e lágrimas nos olhos o grande mestre dos filmes de ação dos anos 70, 80 e 90 que continua na atividade apesar da marca de longos anos, tendo não só Incorporado dois grandes ícones mundiais Como Rambo e Rocky, O Lutador, como os ressuscitando recentemente . Mais que natural. Ainda me lembro quando  o ultimo filme do Hulk teve cenas rodadas perto de onde e moro algumas crianças escolares se apertavam na rua procurando por um monstro verde. Enfim, quem não gostaria de ver de perto ações dos filmes do Rambo, do Cobra, como explosões , matanças , Lutas , sangue , tiros , toda aquela guerra ? Para quem assistia quando criança, a adrenalina séria Igual a dos heróicos personagens . Daí Sly Achar que sua equipe podia destruir tudo que a gente ainda Batia palma . Quanto a Achar que aqui se recebe macacos como mimo é uma questão de cultura geográfica . Quem nunca brincou ou achou que andando pela Austrália seria atacado por cangurus , Que na China crianças brincam com ursos pandas ou que em qualquer país da África veremos Homens montados em girafas ? Embora Sly possa não ter visto nenhum macaco por aqui . Só não compreendi sua seguinte afirmação: "Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira , duas armas e uma adaga cravada no centro ; Já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso ? Já Mostra o quão problematico é aquele Lugar ", Mas puxa , o cara Foi o Stallone Cobra. Marion Cobretti , seu personagem no filme de 1986 , não parecia o tipo de policial que se impressionaria com a Aparência e a postura da equipe do Capitão Nascimento.

Os Mercenários ( The Expendables , 2010 ) é o primeiro filme do diretor , produtor, roteirista e ator  depois de ter revivido com Força total John Rambo, em 2008, embora tenha decidido que essa fosse a última continuação do personagem no cinema , ao menos com ele no papel. De fato , no desfecho do último Rambo, É Difícil encontrar brecha para um filme seguinte. Mas Stallone Já estuda uma Possibilidade de uma continuação de Os Mercenários , este que é um grande filme e Conta com um elenco de primeira. O homem conseguiu reunir num único filme Grandes astros do cinema de Ação Como Jet Li , a mexicana radicada brasileira Giselle Itiê , Mickey Rourke , Bruce Willis, Dolph Lundgren Como um esquentado Gunnar Jensen, o astro do humor Terry Crews (As Branquelas , Todo Mundo Odeia o Chris ), E a participação especial de Arnold Schwarzenegger que rendeu o Diálogo Mais hilário do longa . Os Dois astros de filmes de Ação oitentista teve um breve encontro numa Igreja quando se é discutido com o personagem de Bruce Willis como vai ser uma missão e trocam farpas , na Mais pura guerra de ego . Ponto para Stallone Que Diz No final do Encontro '' Ele Quer Ser presidente `` .

Se o mais esperado em seus filmes é adrenalina e ação , Os Mercenários não decepciona . O Bem amarrado roteiro , bela fotografia , guerras e explosões ( Que se batemos palma foi merecidamente ) nos mostra que o garanhão italiano está longe de ser vencido pelo tempo, atuando firme e forte e acumulando diversas funções em suas produções.

A História

Sylvester Stallone É Barney Ross , um combatente que chefia uma espécie de Comandos em Ação que executam qualquer tipo de missão , dês de que sejam bem pagos . Um dia recebem a tarefa de capturar um ditador na ficticia ilha de Vilena , na América do Sul . É aí que entra a locação em Mangaratiba , cidade do Rio de Janeiro. Barney e Seu Colega de Equipe Lee Christmas conhecem a filha do general Garza , Sandra (Giselle Itiê), que se torna interesse amoroso de Barney , a razão que o faz retornar à ilha mesmo após a missão ter sido abortada , por mais que a mocinha usasse sempre a  mesma roupa  ao longo do filme . A descoberta de um novo inimigo ainda mais perigoso , Monroe (Eric Roberts ) que financia o crime e o governo de Vilena , desafia os limites heróicos dos Mercenários .

Como era de se Esperar , os habitantes de Vilena falam casteliano. A natureza, o solzão e o clima tropical característicos em nosso país trazem familiaridade com o caos e os perigos da ilha , afinal de contas não é algo muito diferente de nossa realidade . Enfim, o que Sly disse sobre sua experiência cinematográfica em solo brasileiro não nos agride porque eram críticas acerca de nossas questões comportamentais e não sociais. O que ele diria se tivesse tido tempo de conhecer nossos problemas? Bom, se o intérprete dos tipos fortes e valentões se impressiona até  com o simples uniforme do BOPE ... Ao Menos devemos sentir um remoto orgulho disso tudo, como prêmio de consolação. Aprendemos a viver numa terra que mete medo em até uma grande personificação de machão !

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mostra Unifev 2010

Nessa última quinta-feira (09/ 09/ 10) ocorreu na cidade da minha fadinha a Mostra Unifev 2010. A apresentação do curso de letras era de estátuas vivas, e meu amor, como participante do curso, incorporou a personagem Sherazade, de mil e uma noites. Como a imaginação das pessoas é maior que o conhecimento, ela foi comumente interpretada como ´´a mulher do Freddie Mercury prateado``. Mas a proposta era se divertir, então dane-se os conhecimentos gerais. Mas ainda acho que a personificação de fadinha seria mais apropriada para ela. Ou então de Avatar.
No geral, foi um evento bacana. Parabéns aos participantes por conseguirem se manter tanto tempo como figuras do filme A Casa de Cera, embora eu tenha conseguido filmar uns flagras (incluindo respirar, hehehe).
E viva a cultura nerd!!!!

 Parte 1

 Parte 2

 Parte 3

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Eclipse - Como dizia Renato Russo, que cresçam logo as crianças


Nunca tive a menor vontade de conhecer os livros da saga Crepúsculo, da autora Stephenie Meyer, mas deixando o preconceito de lado assisti as três adaptações para o cinema dessa que seria a saga do momento, a novela vampiresca teen que se tornou um deleite para o público feminino. Independente de todo poder que o universo vampiresco possa oferecer, Edward Cullen (Robert Pattinson), o mocinho da narrativa, possui o dom que muita gente gostaria de ter, o da juventude eterna, e isso o justifica manter o comportamento adolescente ao longo dos filmes, como continuar estudando numa escola de ensino médio, usar penteado arrepiado adotando a moda dos jovens atuais, e é claro, namorar garotas novinhas, mesmo quando se já tem uns cem anos. Ao menos nos filmes o intervalo entre uma história e outra quase não existe, e Eclipse (David Slade) começa exatamente onde Lua Nova (Chris Weitz) termina, o mesmo se diz para o lançamento entre um filme e outro que foi em menos de um ano, e assim o progressivo amadurecimento dos personagens se dá em câmera lenta. Exceto talvez para um certo ´´menino lobo`` Jacob (Taylor Lautner) que no primeiro filme era simplesmente um amiguinho de Bella (Kristen Stewart), a mocinha da narrativa, uma garota bonita porém simples, interpretada por uma atriz possivelmente escolhida a dedo para que todas as garotas da faixa etária pudessem se identificar. Voltando ao ´´menino lobo``, este cortou os longos cabelos no segundo filme, se revela apaixonado por Bella e assume um estilo pitboy, além de apresentar um lado sensual até então adormecido, se exibindo sem camisa onde que que andasse, com certeza mais um artíficio para despertar a atenção do público feminino. Excelente observação de Edward nesse último filme: ´´Ele não tem camisa?``. Jacob torna-se então um concorrente a altura para seu inimigo natural (vampiros e lobisomens não se bicam) Edward Cullen, dividindo as opiniões das meninas por ele parecer até mais másculo e de aparência latina, ao contrário dos padrões europeus e um tanto ´´frio`` do protagonista vampiro, lembrando a cena em que ele esquenta Bella na cabana durante uma tempestade sob o olhar cabreiro, porém passivo de Edward, em que diz ´´posso esquentá-la melhor do que você``. Sim, o menino lobo parece mesmo um latino, e nós latinos somos ´´calientes``, talvez por isso ele se vire bem no frio sem usar camisa. Independente das chances de cada, é interessante para uma adolescente fantasear a sensação de ser objeto de cobiça entre dois garotos bonitos e de postura heróica.


Claro que a história da saga Crepúsculo não se concentra apenas no triângulo Edward/Bella/Jacob. Tem toda uma guerra envolvida entre clãs de vampiros do mal contra vampiros do bem, ´´vampiros recém criados`` e lobisomens, que afinal não é nada de original, um exemplo recente é a saga Anjos da Noite (Underworld), da mocinha vampira Selene. O que acredito a saga Crepúsculo ser o fenômeno que está sendo (que loguinho vai acabar, diga-se de passagem) é o apelo ao público adolescente feminino. Não imagino como termina a saga, mas seria de bom tom se Bella terminasse sem nenhum dos dois, ou com um terceiro garoto, e talvez Edward e Jacob se tornassem amigos, assim estaria exposto e declarado a realidade dos adolescentes, seu comportamento volúvel, inconstante, nada irreversível. Vai dizer que acredita que uma garota de 18 anos saiba o que é amor eterno a ponto de querer para si passar a eternidade ao lado de uma paixonite adolescente? Edward, por ser um senhorzinho, sabe que é melhor não vampirizar a garota. Bella insiste em entrar para o time alegando que o motivo de sua decisão não é a paixão que sente por ele, mas por se achar esquisita, deslocada no mundo e doida para se filiar a uma tribo, essas coisas que todos nós já dissemos em um momento de nossa juventude. O acordo então é feito, des de que Bella aceite se casar com ele, e assim termina Eclipse. Para aqueles que só acompanham a saga no cinema, ainda teremos Amanhecer, que além de mostrar se o ato será consumado ou não (a provavel vampirização de Bella sutilmente representa a perda de sua virgindade) e o desfecho do romance, apresentará cenas numa ilha do Atlântico, próxima ao Rio de janeiro. Veremos qual será a locação. Talvez Bella se torne a última e a primeira mulher oficial de Edward, já imaginou quantas ´´Belas`` viveram com Edward até que a morte os separaram? Enfim, até que Edward e Bella formam um ´´belo`` casal (olha o trocadilho, hehe). Ambos possuem a pele bem pálida e cara de paisagem.


Outro ponto interessante da saga é o conflito de gerações. Um longo espaço de décadas separa a juventude do casal, e enquanto ela, uma adolescente moderna, pensa em ter sua primeira vez com o namorado, este pensa em pedir sua mão para seu pai antes disso. Coisa até bonita, pois as moças gostam de romance à moda antiga. Mas parece que Edward não andava pensando muito nisso, nem cama o rapaz tinha. Aliás, como pode alguém ficar o tempo todo em alerta, sem descanso, por toda eternidade, mesmo sendo vampiro? Essa e outras qualidades, como sua grandiosa segurança sobre os sentimentos de Bella por ele mesmo que ela beije outro cara a poucos metros à sua frente, mesmo não tendo se mostrado tão heróico nesse filme como nos anteriores, o torna o preferido no coração da mocinha. Tomara que mesmo mantendo a mesma cara e o mesmo jeitão por toda eternidade ao ser vampirizada sua mentalidade amadureça, e que não se arrependa, pois será um caminho sem volta. Quanto a Jacob, já está mais do que na hora do garoto partir para outra.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Shrek Para Sempre - Um claro sinal de que o tempo chega para todos.



A animação do ogro verde da DreamWorks chega a seu quarto e último longa, encerrando a franquia com chave de ouro, em exibições também em 3-d. Iniciada a dez anos atrás, a saga nos dias de hoje não tinha mais direção a tomar. De todos os quatro filmes o que mais gosto é o primeiro, aliás, de tão saudosista que sou, o início continua para mim com um sabor especial, um sabor de novidade, que resiste às mudanças e forçações de barra das continuações. Mas assim como o espectador, os personagens da ficção também crescem, se reproduzem e morrem. Shrek, como todo ser vivo, não resiste ao avanço do tempo e nunca mais foi o mesmo. Casou-se, teve filhos, fez amizades e embora continue vivendo no pântano tornou-se atração turística e motivo de chacota pelos aldeões que costumava assustar anos atrás. Inevitavelmente o tempo chega para quem quer que seja, para personagens de desenhos animados, para criaturas que vivem no pântano e para o espectador, que talvez nem todos que assistiram o primeiro se interesse pelas sequencias atuais, a não ser levando em conta as modernidades de hoje em dia que influenciam as animações tornando-as mais atraentes para os adultos, como críticas sociais, uso do politicamente incorreto, humor ácido e negro e conotações eróticas, e no caso de Shrek a desconstrução das fábulas infantis, um dos principais ingredientes da saga. E há aqueles que ´´cresceram`` acompanhando o ogro no cinema, um dos raros produtos de animação para toda família que não é politicamente correto e nem leva o nome Disney, provando que uma nova era do mercado de animação se inicia. Para mim, Shrek Para Sempre foi a melhor sequencia. Algumas animações se sustentam sozinhas, como Monstros S. A, que se alguém tentar estender acaba estragando, mas foi interessante ao menos apresentar as marcas do tempo na turma do ogro da DreamWorks, se pensar que algumas continuações não levam a lugar nenhum, e Shrek chegou ao seu clímax criativo. Seu derradeiro último longa ainda acrescenta dois elementos novos, uma espécie de viagem no tempo/ realidade alternativa e exibições em 3-d.


Shrek (Mike Myers) enfrenta uma crise de rotina com sua mulher Fiona (Cameron Diaz), com seus três filhotes gêmeos, e com os amigos Burro (Eddie Murphy), sua mulher dragão e seus filhotes (animais esquisitos, mas fofos, meio burros meio dragões) e o gato de Botas (Antônio Banderas), que assolam sua casa e aprontam a mais pura bagunça. O ápice se dá no primeiro aniversário dos gêmeos, onde Shrek se sente como uma espécie do dinossauro rosa Barney e se desentende com todo mundo. Shrek acaba conhecendo o picareta Rumpelstiltiskin que promete fazer o ogro verde voltar a ser o monstrinho feliz e solitário de antes, e pede em troca um dia de sua vida. E assim o malandro pega o dia de seu nascimento, fazendo com que o ogro nunca tivesse existido para atrapalhar seus planos, e o reino de Tão Tão Distante acaba em suas mãos, tornando- o um verdadeiro caos. Alguém lembra de De Volta Para o Futuro? Uma Fiona guerreira, porém bonita e charmosa, embora ainda em sua versão ogra, reúne um exército de ogros para lutar pela liberdade dos grandiosos seres do pântano. Destaco como pontos altos desse último longa o garoto apático que falava ´´faz um urro`` que me lembra um garoto que conheci, e que com o evoluir do tempo (mais uma vez ele) saiu da minha vida, ainda que o tivesse conhecido já na faculdade, o flautista de Hamelin em sua versão malígna, as bruxas referência de O Mágico de Oz, a observação da semelhança e diferença entre um ogro e um troll, um Gato de Botas preguiçoso e acomodado, e outros da espécie de Shrek, que afinal, nos faz ver que ele não era nem tão imenso nem tão terrível assim.

No final, ficamos com a mensagem: Como o tempo é inevitável e impiedoso, temos duas opções; Tentar manter a todo custo nosso estado bruto embora isso signifique anular nossas conquistas e experiências, ou aproveitar com bom humor e levar na flauta as mudanças que o tempo nos traz. Os últimos minutos ainda trazem uma melosa cena digna de novela das oito, seduzindo mais os adultos do que os pequenos. Parece que agora sim podemos dizer que Shrek e família viveram felizes para sempre.

terça-feira, 6 de julho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Putanesca Games - Joguinhos de Dragon Ball.

Nego tá tão acostumado a jogos que não acabam mais de luta de Dragon ball para os Super Nes e Playstation da vida que esquece que a muitos e muitos anos atrás existia joguinhos para nintendinho, com gráficos malfeitos e musiquinha irritante pra cacete, isso sem contar os piratões, que os fabricantes paraguaios ou chineses fabricavam para alegrar as criancinhas.

domingo, 13 de junho de 2010

Infames - Fariseu -

Versão ´´remasterizada`` do primeiro capítulo do primeiro filme da série Infames, especialmente para se adequar aos padrões Youtube. Estrelado por Gil Lima e Fariseu.

Confira a história de dois amigos e seu processo criativo em busca de um resultado satisfatório, procurando um meio em que suas idéias não sejam consideradas sem noção ou sem juízo.Qual a linha tênue que separa o criativo /original do bizarro/ ordinário? Assista.

Indulto de natal.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Putanesca Games

Street Fighter




Sabe aqueles jogos antigões da infãncia e aqueles piratões que eram muto malfeitos, mas divertido pacas? Para relembrar assista a essa comparação entre versões de Street Fighter II para Ninetndo 8 bits e Master System, além do lendário Street Fighter I e a mais recente versão do clássico. Ou então, se você não é um tiozinho como nós e já nasceu na época do ´´Playcheichon`` e que de repente nem conheceu Street Fighter II para Snes, conheça e se divirta com esses dinossauros. Nunca vão saber o quanto era bom aquele tempo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Paralelo de Comparação entre as duas versões de A Fantástica Fábrica de Chocolate - Vol 1 -

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Mitos e curiosidades sobre o Esquadrão Relâmpago


Um grupo de cinco heróis coloridos de roupa de nylon e capacete (o líder é sempre o vermelho) enfrentam alienígenas que querem dominar a terra, e em cada episódio aparecia um monstro de borracha diferente. Depois de amaciarem a criatura, aproveitando que ela está tonta com o golpes, os cinco guerreiros formam uma enorme bazuca e a explodem. Outra criatura aparece e não só ressuscita o monstro, como o torna gigantesco, dessa vez com menos cérebro e mais brutalidade. Os guerreiros entram em seus veículos, naves, tanques, e formam um robô gigante que sai na mão com o monstro. Como cada episódio só possui 18 minutos extourados, caso demore a explodir o monstro com a bazuca, os heróis aproveitam para chamar o robô já ´´montado``. Depois da luta, super resumida, o robô pega sua espada e acaba com o monstro, e tudo fica na mais perfeita paz até o próximo episódio. FIM.

Esse é um resumão de cada episódio do Esquadrão Relâmpago Changeman.
Qualquer pessoa de vinte e poucos, trinta anos hoje deve recordar das tardes que passava diante da tv assistindo aos episódios desse super grupo, das brincadeiras na escola, dos produtos e brinquedos que adquiriam vindos dessa febre, e dos seriados posteriores que seguiam a mesma linha, como Flashman, Goggle V e Maskman (breve farei um post sobre eles) e outros um pouco mais diferente, como Jaspion, Jiban, Jiraya, que faziam o tipo herói solitário e sua armadura futurística. Graças a nossa amiga Internet podemos revisitar essas séries, já que no Brasil mais nada do gênero passe na tv aberta ou a cabo, embora no Japão continue passando esses Sentais (grupo de heróis coloridos com roupas de nylon, monstros, bazucas, naves, robôs, etc), sempre tudo igual como se fosse a Malhação de lá, repetindo a mesma fórmula, fazendo apenas acrescentações sutis. Mundo afora estas séries estão virando Power Rangers graças a um maldito acordo com a Saban que mesclam as ações dos heróis japoneses com cenas de atores americanos.

É emocionante assistir ininterruptamente aos episódios com outros olhos lembrando que anos e anos atrás eu sofreria com as reprises. Se antes eu queria ser o change Grifon (meu irmão era o Dragon e um amigo nosso era o Pégasus, hehe) e até tinha medo dos monstros, e que se alguém me dissesse que tudo era mera maquete e brinquedinhos eu chorava, hoje percebo o quanto os monstros eram malfeitos, de borracha, sem expressão, e o seriado era muito pobre de efeitos, nenhuma computação gráfica. Mas as cenas de ação e as explosões eram boas, embora sendo um seriado infantil pudesse ser simplificado e, não duvido, nas cenas de luta não fossem utilizados lutadores profissionais e sim dublês. Se nos áureos tempos imaginássemos que um dia a Focus filmes (que desenterra seriados) relançasse todos os episódios num tal de DVD e que teríamos à disposição na Internet download até dos episódios finais mais difíceis, e um grande barato, enfim poder ouvir o áudio original em japonês, nos esbaldaríamos. Ao menos nós, fans crescidos, saudosistas e admiradores de seriados antigos podemos rever a vontade e ter em mente que hoje a garotada pode ter fácil acesso a coisa boa. Focus filmes.

Devemos lembrar que os Changeman não são pioneiros do estilo, apenas foi o primeiro seriado do gênero a chegar no Brasil. Goggle V, que é até mais antigo, foi o terceiro a ser exibido por aqui. Pelo que soube por aí, o seriado do esquadrão relâmpago foi produzido por baixo custo pelos estúdios Toei Comapany, os seguites já contavam com recursos melhores. Apesar dos ´´defeitos especiais`` que hoje não passam despercebidos de nossos olhos, ainda considero o melhor Sentai que assisti, levando em conta não só o significado representativo da minha infância, mas também a história. Porém algumas curiosidades que antes me passavam despercebidas começavam a me incomodar. Enumeraremos as dúvidas:

1 -O que os Changeman faziam antes de ingressarem ao Esquadrão Relâmpago?
2 -Ser um Changeman é um cargo remunerado?
3 -Quem são seus amigos e familiares, e por que eles nunca aparecem?
4 -Depois das missões eles vão para casa ou ficam lá, vivendo na base? E afinal, onde eles moravam?
5 -Eles são famosos ou não? Todo mundo sabe suas identidades secretas?
6 -Quanto tempo leva entre uma missão (leia-se monstro) e outra? Um dia? Ou muitas coisas acontecem num único dia?
7 - Porque os Changeman não pegam ninguém?
8 - Qual inimigo foi o mais poderoso?


Bom, agora vamos ao que eu imaginava como resposta ao longo desses anos:

1- O grande barato dos Changeman é que eles vão se conhecendo no decorrer da série tal como nós, espectadores, pois, ao contrário dos Flashman, eles não eram amigos e só se conheceram no exército Defensores da Terra. O Tsurugi (Change Dragon) descobrimos que era um jogador de beisebol famoso. O Hayate (Grifon), pela pinta de motoqueiro dele, devia trabalhar como motoboy, entregador, ou qualquer outra coisa que envolvesse motos. O Ozora (Pégasus) nunca imaginei o que poderia ter sido, mas sabemos que ele era doido para montar um restaurante e era muito guloso, logo imaginamos que ele devia trabalhar com comida, como cozinheiro, garçom... ou não. Ele também era um dos mais metidos a detetive, especialista em explosivos, quem sabe então ele não era de uma espécie de FBI lá do Japão. A Sayaka (Mermaid) gostava de animais e de plantas, devia trabalhar com botânica, ambientalismo, ecologia... e podia também trabalhar com desenhos, já que era a melhor desenhista dos Changeman. A Mai (Fênix) assim como Hayate, era motoqueira, logo devia trabalhar com motos também.

2- Eles foram banhados pela força terrena, jovens escolhidos para defender o mundo das ameaças da corporação alienígena Gozma, portanto eles eram simplesmente obrigados a arriscar suas vidas. Porém, eles haviam se alistado no serviço Defensores da Terra comandado pelo rigoroso general Ibúki, o capitão Nascimento de lá, e continuaram prestando serviços como militares. Portanto é um cargo remunerado sim. Senão, como eles fariam para não morrer de fome e comprar aqueles equipamentos caríssimos? Lembrando que no quinto episódio, quando Ozora se recusa a entregar um diamante de um planeta distante que ele encontrou, se justificava:´´Quando eu deixar de trabalhar para os Changeman vou montar um restaurante.``

3- De fato nunca houve informações de possíveis amigos, parentes e vizinhos dos Changeman, eles iam fazendo amizade com o passar da série, quase sempre com crianças. Coisa que quando assistíamos quando pequenos nunca parávamos para pensar, já que des de o início da concepção do seriado era tido pelos produtores como detalhes irrelevantes levando-se em conta o público alvo. A resposta que imagino é a seguinte; os Changeman não tinham muitos parentes, amigos, eram pessoas solitárias e que por isso achavam que não tinham nada a perder ao entrar para os Defensores da Terra passar pelos rigorosos treinamentos do oficial Ibúki, eram jovens sem perspectivas de vida e que lá construíram uma família. Nossa, que lindo o que eu disse (!)

4- Eles dormem na base. Parece que lá é a casa deles, como soldados que estão sempre em dias de serviço. Podemos ver isso ainda no episódio 38, O Espectro do Beisebol, quando Tsuruji é acordado assombrado pelo fantasma de Giluke.

5 - No quinto episódio, O Mistério do Cristal X, o comandante geral dos Defensores da Terra vem com uma proposta no final, torná-los mundialmente famosos. O detalhe é que o tal comandante é americano, aff, por que não japonês se o seriado é do Japão? Quebrou a firma. Fora isso eles nunca se preocuparam em preservar suas identidades. Mas nem todo mundo os reconhece na rua como se eles fossem celebridades.

6 - Nem sempre cada missão é passada em um dia. De repente em um único episódio passam-se dias, e às vezes eles emendam um monstro no outro, como no episódio em que eles acabam de vencer a muito custo o único monstro que apenas grunhia, Savoo, e pouco após descerem do robô enfrentam mais dois monstros da rainha Ahames, destruindo um deles, o monstro fêmea Jella.

7 - Por mais que pinte um clima entre os personagens nunca rolou namoro ou beijo na boca, mesmo porque é um seriado infantil. Mas que os heróizinhos marcavam toca, isso marcavam. Hayate era o mais paquerador, mas também não pegava ninguém. Já pintou um clima entre Tsuruji e Sayaka, Tsuruji e Nana, Tsuruji e Shima, Tsuruji e Ayra, a menina do arco íris, Hayate e Sakurá, o anjo do planeta Merril, Sayaka e o príncipe das estrelas filho de Bazoo, Ícaro, e Mai e um veterinário de animais espaciais, do episódio Toque de Primavera, mas não deu em nada.

8 - Com certeza Savoo. Eles precisaram da ajuda do pobre dragãozinho de Nana que se sacrificou para salvá-los. Se safaram de enfrentar Ahames, que enlouqueceu igual a mulher do ´´cadê meu chip, hit do Youtube`` que morreu destruindo a base dos defensores da terra, mas enfrentaram e venceram até com facilidade vilões mais terríveis, como a metamorfose do super Giluke e o senhor Bazoo, como é que pode?

Devo lembrar que essas são as MINHAS respostas, o que tenho em mente para justificar tudo isso. Talvez você tenha suas versões próprias, vai a gosto de cada um.


Pontos fracos do seriado




Como todo seriado, o do esquadrão relâmpago também deu muita bola fora. Por dizer (mais uma vez) que é um seriado voltado para as crianças, a maioria delas passava despercebida a nossos olhos, mas agora reparamos muito bem. Vamos enumerar algumas:


Um soldado Hidler gosmento.
1- Dublagem infantilizadora: Constrangedor ouvir o Change Dragon falar para os outros : ´´Vamos turma``. Se buscam uma tradução literal do japonês, que colocassem ´´vamos amigos``, ´´vamos, gente``. O duro é ouvir essa frase continuamente e até os demais repetindo. Que turma? Da Mônica? Outro detalhe, Dragon tentando convencer a princesa Shima a deixar as vilãnias de lado dizendo ´´você é uma pessoa meiga``, e mais risível ainda ouvi-la repetir com aquela voz masculina dela ´´Eu, uma pessoa meiga?`` Podia simplesmente dizer ´´você é uma boa pessoa.`` Pieguismo barato.

2 - Descuido com a caracterização dos personagens: Hayate era o mais vaidoso de todos, galanteador, sempre preocupado em ser cortês com o sexo oposto. Num episódio em que eles encontram a esposa de Gata e esta clama por ajuda para tirar o marido do lado negro da força e voltar para casa onde ela o espera com o filho Wallage, Tsuruji fica com o pé atrás pensando se tratar de mais uma armadilha de Gozma, enquanto Hayate se mostra solidário com a pobre alienígena indefesa, lhe dando um crédito de confiança. Porém, no episódio que Shima perde a memória e passa a se comportar como uma moça normal, a moça ´´meiga`` referida no tópico anterior, Tsurugi é o primeiro a acreditar nela enquanto Hayate tenta convencê-lo de que era melhor não, a ponto de ser esmurrado pelo amigo. Seguindo o senso comum da caracterização dos personagens, esses papéis estariam invertidos.

3 - Econômia na dublagem: Ainda quanto a dublagem, TODOS os garotos, incluindo Wallage, tinham a mesma voz. Agumas personagens femininas como Shima boazinha, a mãe adotiva de Nana, Zole, a mulher de Gata, e a monstro fêmea Wuba antes de sofrer o domínimo de Gozma em flashes do episódio 49, também tinham a mesma voz. Aproveitando o tópico, vamos lembrar da voz do senhor Bazoo, que passou a ser decente no episódio 17, O Navio Fantasma, que marcava a presença pela primeira vez da rainha Ahames. Antes disso ele tinha uma voz parecida com a do professor Girafalles, eu achava até que era o mesmo dublador, mas confirmei que não. E falando nas vozes dos personagens do Chaves, o pirata espacial Buba tinha a voz do seu Barriga, Koko (do episódio 11, A Visita de Koko e Kiki), e a pirata espacial Jill, interesse amoroso de Buba, tinham a voz da Chiquinha, e o princípe das estrelas Ícaro tinha a voz do Quico.

4 - Familiaridade com os inimigos: Não sei porque e nem como os vilões sabiam quem era quem dos Changeman e os chamavam pelo nome, criando assim uma certa familiaridade. Até os monstros, novatos até então na batalha os chamavam pelo nome. E que mania era essa de se referirem aos monstros por nomes próprios ao invéiz de ´´o monstro``, ´´a coisa``, ou ´´o bicho``? Diga a verdade, você teria coragem de matar uma criatura que tivesse um nome engraçado? E que criatividade era essa de batizar as criaturas, quanta idéia para nome era essa? Shima, ao ser transformada em monstro, virou Zole, Ahames virou Mezu e Giluke virou Guiraz, em vez de simplesmente monstro Shima, monstro Ahames e monstro Giluke. Também não gostava do fato dos monstros falarem e terem comportamento humanóide. Bestas irracionais, ferozes e subordinadas como as do Flashman metiam muito mais medo.

A galerinha do mal.

5 - Todos os vilões serem coitados: Todos os vilões em serviço no império Gozma eram coitados obrigados pelo ditador Bazoo a trabalharem para ele, ficando claro no decorrer dos capítulos. Aí fica difícil sentir raiva dos vilões ou até medo. Desmotiva o ódio mordaz para se torcer por uns pés nos traseiros dos monstros. O único que ficou até o final do elenco fixo dos vilões foi Giluke, e mesmo depois de ser enviado ao cemitério espacial por Bazoo e ser traído por Ahames. Mas ele também era um pobre coitado, tanto que se juntou a Ahames anos antes para acabar com o domínio de Bazoo em vão, e se borrava de medo quando este se aproximava da nave Gozma à sua clássica maneira. Porém, se mostrou ser o maior vilão dos Changeman e digno comandante da nave Gozma. Mas fica uma pergunta que não quer calar: porque, sendo assim, os vilões não se juntaram aos Changeman já quando perceberam que eles eram dignos de evitar o ataque de Gozma e confrontar as ameaças de Bazoo?

6 - Os pedacinhos dos monstros irem parar lá atrás das colinas: Quando o monstro é explodido pela Power Bazuca, Gyodai é acionado para ressuscitar e agigantar os monstros, mas ele manda o raio aumentador lá para trás das colinas, enquanto os Changeman se agacham para evitar serem atingidos (aí tem a resposta para eles não atacarem e impedirem Gyodai). Mas como é que os pedacinhos do monstro vão parar tão longe? Será que a Power Bazuca estilhaça tanto assim? Fiquei sabendo que Gyodai foi a primeira criatura dos seriados Sentais a ter o poder de ressuscitar e agigantar os monstros, nos anteriores mesmo que que tivesse luta de robôs contra seres gigantes, era usado outros recursos. Depois de Gyodai veio o Medusan dos Flashman e o monstro elétrico Okelamp dos Maskman, que se validavam do mesmo poder. Será que um pouco de criatividade mata? Mas uma dúvida que nos afligia foi esclarecida nos episódios que Ahames retornava linda e loira com seu novo bichinho de estimação Iangueran. A munição da bazuca não simplesmente se materializava na mão de Dragon, e sim se formava pelos símbolos dos animais mitológicos que davam poder aos Changeman, quando estes surgiam atrás deles quando anunciada a artilharia.

Dúvida que não quer calar: O que aconteceria se qualquer pessoa fosse atingida pelo raio aumentador de Gyodai? Simplesmente ficaria gigante ou era preciso estar bem mortinho e mutilado para isso? Gyodai seria de grande utilidade para uma guerra mundial, já pensou?


7 - E muitos outros chavões que se aplicam não só aos Changeman, mas em toda produção Sentai, como repetições de frases e gestos, o prevísivel, o desperdício de tempo em não chegar já com o robô gigante para pisar no monstro, esperando ele ficar gigante e já recebê-lo com a espada na mão... enfim.



Change Robô dando um pau no monstro.


Até pensei em citar nessa lista os defeitos especiais clássicos, como reaproveitamento de cenas, de ângulos de câmera, de cenário, plástico usado para dar efeito de congelamento, a espada do Buba que é visualmente feita de madeira pintada, miniatura oca de montros que explodiam para fazer o efeito da Power Bazuca e que muitas vezes tinham as cópias reaproveitadas, a cobra de borracha do ´´monstro medusa Shima`` Zole usada para enforcar Dragon e imobilizar e apertar o Change robô, os bonequinhos usados para representar o change robô, as sequencias precárias dele indo pro espaço ou pro fundo do mar, as estrelas que brilham através dos corpos espacias quando estes passam por elas, entre outras coisas grotescas e risíveis, mas devemos lembrar que essas eram características que fazem de Changeman um divertido clássico, levando em conta também o baixo custo da produção. E é claro, as crianças (hoje nós) não sabem de nada, podemos enganá-las direitinho, hahahahaha.



Detalhes que fazem Changeman ter sido o fenômeno que foi.

1 - Personagens carismáticos: Os vilões podiam ter lá suas histórias mais elaboradas que os heróis, mas os heróis também possuem suas peculiaridades interessantes. Hayate, o meu preferido de sempre, era um barato. Galã, vaidoso e paquerador, era do tipo que se preocupava com o visual e não deixava, como ele dizia, seus belos cabelos ficarem embaraçados mesmo durante as lutas, chegando a interrompe-las para ajeita-los. Tsuruji também era um bom líder de equipe depois de Ibúki, um ex jogador de beisebol que se tornou amargurado com a vida depois de matar um amigo com seu arremesso que ficou conhecido como A Bola Dragão (muito provavelmente esse mesmo amigo retorna no episódio O Espectro do Beisebol).
Ibúki surpreendeu a todos ao se revelar no antepenúltimo episódio como um alienígena do planeta Heath, e mostrou que também era bom de briga no episódio 36, A Super Potência. Além dele, também tinham aqueles outros oficiais que auxiliavam os Changeman de alguma maneira, figuras constantes nos episódios, que não me recordo agora dos nomes, mas que se meteram a besta a lutar também no episódio A Super Potência, como guerreiros mascarados todos de preto, nem preciso dizer que quebraram a cara.
Nana, a garotinha fofa, se tornou uma grande amiga dos Changeman e uma formosa mulher, despertanto interesse, mesmo camuflado, em Tsurugi. Inimigos carismáticos como Gata e Gyodai também marcaram a memória.

2 - Produtos licenciados que levavam a marca dos heróis: Lembro muito bem da infinita quantidade de brinquedos, gibis em formato grande da Ebal que reproduzia ´´ipsis literes`` os episódios da Tv só que muito mal desenhado, mas que eu adorava comprar, anúncios na Tv, bonequinhos da Bandai que embora malfeitos pra caramba a garotada se amarrava, revistinhas de passatempo, revista pôster, LPs com versões brasileiras das músicas, máscaras, espadas, escudo do Change Robô, chiclete Bubblets de figurinha, vídeos em VHS da Everest Vídeo que, aliás, foi a responsável pela chegada do seriado aqui no Brasil, e material escolar que levava a marca de nossos heróis. Cheguei a ter um monte de produto deles. Assim como dos Changeman também tinha do Jaspion, que fizeram sucesso simultâneo aqui na nossa terra. Se fosse hoje, na época do piratão, o que não ia ter de produtos malfeitos circulando na praça. Pena que nunca fui ao Circo Show realizado aqui no Rio de Janeiro, snif snif. Já na década de 90 foi lançado os gibis Heróis da Tv, com os heróis dos seriados japoneses em histórias próprias ou compartilhadas, pela Editora Abril, roteirizada e desenhada por brasileiros. Claro que num estilo próprio e bizarro, tentando aproximar os guerreiros nipônicos ao estilo do universo Marvel e DC.

3 - Os inimigos aparecendo na hora certa: Giluke era o comandante da nave Gozma e cuidava dos contatos com novos monstros do império e o ataque aos Changeman e ao planeta terra, Gata era o marinheiro, o mascote Gyodai era usado apenas para agigantar os monstros, sempre alheio ao que se acontecia, Shima e Buba eram os que saíam na mão com os Changeman, e quando algo dava errado Buba sempre praguejava ´´seus vermes``, ´´miseráveis`` e assim ia. Shima geralmente enfrentava as heroínas Mermaid e Fênix, e sempre dava um pau nelas (de fato nuca vi Shima apanhando). Os soldados Hidlers, aquela espécie de Avatar loiro segurando pandeirola, eram figuras constantes nas lutas e acrobacias, mas sequer os arranhava, pois eram muito fracos, mas em compensação os atrasavam e eram grandes assistentes do Gozma. Giluke, como não descia da nave, foi dar o ar de sua graça gritando lá de cima para seu pessoal tomar cuidado com os encantos do anjo do planeta Merril, no episódio 16, os alertando contra a prática do anjo pacificador de ´´amansar`` os ataques inimigos, e assim os Changeman ficaram sabendo que o dono da voz era do comandante Giluke que eles nem sabiam que existia. Ozora foi o primeiro sortudo (?) que pôde não só ver, como também lutar contra ele, no episódio 20, A Revanche de Giluke. E tomou um sacode. Bazoo começava a ficar de saco cheio de Giluke no episódio 30, Avante, Pégasus! por ele se mostrar igual o Cebolinha, cheio de planos infalíveis que nunca dão certo. Pouco depois botou Ahames em seu posto, o enviando para o cemitério espacial por não conseguir se banhar na áurea energética de Nana como sua rival, que teve assim seus poderes amplificados. Mas Giluke dá a volta por cima, funde seu corpo no de um monstro que estava prestes a morrer, e como assombração atazanava os Changeman e Ahames. Logo após, capturou Nana, já crescidinha, e conseguiu fazê-la emanar novamente a aura energética fazendo uso de magia negra e uma turma parecida com aqueles nazistas da Ku Klux Klan, se tornando o super Giluke. No penúltimo capítulo se tornou o monstro Guiraz, que não dizia uma só palavra. Na primeira vez que tentou peitar os Changeman todos reunidos numa tentativa desesperada de provar ao Bazoo que era melhor que Ahames, o próprio Dragon falou ´´Ih, pirou de vez``, e o grande barato foi que os Changeman tentaram usar a poderosa bazuca nele, que fez da espada Guirraz, seu grande trunfo, um escudo, mas foi derrotado mesmo assim, caíndo duro no chão após bloquear a rajada da bazuca. Já o Gata foi visto pela primeira vez pelos Changeman no episódio 10, O Toque dos Bonecos, e não tardaram a perceber que ele era ´´da turma da Shima``. Ele não devia ter estado na terra muitas vezes, tanto que a atmosfera do nosso planeta causou rejeição em seu organismo e ele pegou um resfriado. Mas enganou-se quem achava que ele não podia lutar. Embora fraco tinha um poder especial, o raio que emite pela boca. Sua mulher Zole podia formar uma esfera ao seu redor e utilizar como defesa e meio de transporte. Buba teve um fim digno em uma memorável luta com Change Dragon, talvez a melhor de todo seriado, em uma clara alusão ao filme Sete Smurais, de Akira Kurosawa. Outro ponto interessante foi lembrar que um dos vilões principais tinha família (Gata).

4 - Senhor Bazoo e o ´´império Gozma``: Afinal de contas, o que é Gozma? Uma corporação alienígena? A nave dos bandidos? Um planeta? No capítulo final descobrimos que aquele tronco e cabeça esquisito flutuante que dava ordem aos bandidos não era o verdadeiro Bazoo, e sim um holograma. O real Bazoo era um planeta, o PLANETA GOZMA, e se alimentava da energia de outros planetas para ficar sempre forte e indestrutível, tal como o personagem Galactus, da Marvel. O planeta que era o verdadeiro Bazoo era o Gozma, por isso ficou assim generalizado como sendo o nome de todo o time dos vilões, pois eram aqueles que estavam lutando ao serviço desse planeta, a serviço de Bazoo. Era esse o segredo que estava guardado na boneca do capítulo 31, O Segredo de Bazoo, que os Changeman não conseguiram ver. Além da nave Gozma em formato de lagosta os inimigos contavam também com a Gozma Fighter, aquelas navezinhas estilosas que rasgavam o céu atirando contra o pessoal daqui. Quem as guiava não sabemos, isso é pouco relevante, talvez os soldados Hidlers.
Ahames
5 - Monstros femininos: Outro grande baratos do seriado é que os monstros também tem sexo. Afinal, como nasceriam os monstrinhos? Agora sem sacanagem, foi interessante ser lembrado que até seres do sexo feminino podem ser transformados em monstro por Bazoo para serem usados em seus planos maquiavélicos. O ditador intergaláctico vai dominando os planetas um a um, e um sobrevivente que encontrasse dando sopa ou alguém que resistisse aos seus ataques eram transformados em horrendas criaturas. É claro que só identificamos o sexo da criatura pela voz. Dos monstros femininos teve a mãe adotiva de Shima, Wuba, o monstro espelho Mirah, Jella, do trio monstro da rainha Ahames, e é claro, os monstros que Shima e Ahames viraram. Por falar em vilões femininos, do elenco fixo teve apenas a Shima, que aliás, era só meio mulher, mais parecia um traveco, e a gatinha Ahames, que foi a maior representante das vilãs do seriado. Deu um um banho no Giluke e ficou incrívelmente mais gata com aquela roupa nova prateada, depois de arranjar o dragão alado siames Iangueran. Se mostrou a verdadeira rainha que era, não aquela subserviente de Bazoo que se vestia com mal gosto. Embora fosse puxa saco dele, o importante é que conseguiu ser sua queridinha e honrou a sua fama de mulher cruelmente poderosa e fatal. A maneira como comandava os ataques, ironizava os Changeman e seu rivais, e a forma como virava o bastão para emitir o raio era muito atraente e acredito, fazia a criançada do sexo masculino sentir interesse des de já pelas malvadas. Pena que teve um fim de vilã de novela mexicana.


6 - Os Changeman pilotarem o Change Robô cada um em sua cabine: Apesar dos Changeman já dominarem o Change Robô logo na primeira missão sem que nos fosse mostrado eles tendo aulas de pilotagem de mecha (robôs que controlamos dentro deles, termo recente para mim, hehehe) foi interessante que cada um o controlasse na privacidade e conforto de suas próprias canines, ao contrário dos Flashman que pilotavam o Flash King um do lado do outro e sabe deus como iam parar todos juntos, devia ser uma bagunça danada. Change Dragon ficava na cabeça, sendo o ´´cérebro`` e comandando os golpes, um casal ficava no tronco (Mermaid e Grifon) e outro casal ficava nos pés (Pégasus e Fênix). Uma malandragem do seriado (picaretagem, diga-se de passagem) é que quando as coisas iam mal, sem que pudesse ser utilizado um golpe que justificasse uma virada, Dragon gritava ´´Change Robô Força Total`` e o robô adquiria uma força misteriosa que o ajudava a se livrar do perigo de uma imobilização forçada. Fez isso com o monstro Shima Zoonie e o dragão congelador Ian da Ahames.

Sayaka pagando calcinha durante a transformação. Oba!!!
7 - Os golpes: Equivocadamente se diz que os Changeman se transformam em guerreiros, daí o nome Changeman (Homens que mudam), quando na verdade eles tem o corpo revestido pelo Change Protec, uma proteção, armadura fornecida pelos poderes da força terrena, mas todo mundo repete esse clássico erro de falar que eles estão ´´transformados``. Enfim, já na forma de guerreiro Change, eles possuem seus golpes antológicos. sempre que um amigo seu de equipe está em perigo, Dragon surge com seu triunfal Dragon Kick. Mermaid e Fênix possuem um golpe combinado, chamado Super Looping. E além das armas que cada um deles tem, como bazuca, change fogo, change espada, change escudo, possuem tembém os golpes Formação Bumerang, Formação pentágono (calma, nada haver com essas coisas de muçulmano) e ataque estelar, e golpes individuais como Grifon Garra Magma, Pégasus Ataque, Pégasus Enérgia Relâmpago, Mermaid Typhon Wave, Fênix Atack, etc.

8 - Episódios marcantes: Dos episódios que mais me marcaram, ou os que não me marcaram na época, mas que hoje vejo como sendo dos mais importantes são o quinto episódio ( O Mistério do Cristal X), por mostrar o representante dos Changeman no mundo e a promessa de torná-los famosos internacionalmente, sendo interessante mostrar essa politicagem num seriado infantil, embora mostre que até os japoneses são puxa saco dos americanos, o sétimo (O Enviado do Planeta Atlanta), daquele drama com o novo amigo de Tsurugi que tinha o mesmo sangue de um deus antológico, e todos que marcavam a chegada triunfal da poderosa Ahames, sempre esticado em outros episódios, como o episódio 17 e 18 (O Navio Fantasma e O Poder de Ahames) e do episódio 32 ao 36 (Reencontro Perigoso, O Fim de Gilúke, Invencível Ahames, S. O. S Planeta Terra e A Super Potência), que tinham um climão de últimos episódios.



Não tem nada a ver com essa lista, mas vou falar sobre os filmes para os cinemas. Não passou aqui no Brasil, mas graças a nossa amiga de sempre consegui o download dos dois filmes, obviamente original em japonês, com legenda. Mas quer minha opinião? As duas aventuras não tem nada demais, achei que por ter passado no cinema fosse longa, mas não, apenas episódios comuns dos Changeman. Só não cheguei a me decepcionar porque foi bom mesmo assim assistir aventuras novas de meus heróis da infância depois de tanto tempo.


E foi isso tudo que fez dessa série querida na década de 80 e hoje graças a Internet e ao relançamento dos episódios em DVD, parabéns a Focus filmes pela iniciativa, devemos agradece-la. Só não foi mais querida por causa da avalanche de outros grupos e seriado do gênero, que na minha opinião nem precisava haver tantos, é tudo igual, com pouquíssimo diferencial, como os uniformes (os Changeman usavam sutiã, mas a maioria usava broches hehehe). Lamentamos até hoje a extinção da Tv Manchete, emissora que apresentou esse gênero ao Brasil e alegrou mutos anos de nossa infãncia. Agora, com todos eles virando Power Rangers, só podemos desejar para que as crianças de hoje tenha acesso aos seriados clássicos e intocáveis de antigamente.

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