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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Saga Velozes e Furiosos

Texto publicado na revista Mais Mulher de Votuporanga - SP





Já considerada uma extensa franquia cinematográfica, Velozes e Furiosos anuncia um próximo filme que ainda consegue empolgar.

Quando o primeiro Velozes e Furiosos estreava em 2001 a Universal não imaginava que fosse lançar tantas sequencias. A premissa não tinha nada de especial e é livremente inspirada em filmes mais antigos, o que atingiu o público em cheio, especialmente o jovem masculino, é seu elemento principal, as corridas urbanas entre as super-máquinas sonho de consumo de muita gente, transformando marginalizados praticantes de racha em heróis de filme de ação, por mais controverso que fossem seus atos heroicos. Mas, como a cine-série está longe de querer influenciar a audiência, acho que não podemos reclamar. Velozes e Furiosos é o que podemos chamar de uma versão madura de Hot Wheels, não faltam elementos que o público masculino goste, e o que é melhor, os personagens amadurecem com o espectador. A rapaziada que curtia disputas ilegais e transformava seus veículos auto-motores em verdadeiros ´´cyborgs`` da estrada são conscientizados em filmes do gênero que o que ali assistem não são peripécias de ´´ases do volante`` e sim cenas meramente fantasiosas, até porque algumas daquelas manobras são tecnicamente impossíveis. Não que isso adiante alguma coisa, ao menos os filmes em questão eximem sua responsabilidade.
Velozes e Furiosos chega a seu sexto filme e ainda não é dessa vez que a série termina. Muita coisa aconteceu desde o primeiro filme, mas nem todos são familiares para os admiradores, provavelmente começaram a enxergar mais que carros turbinados e coloridos passarem voando a partir do quarto. Faremos um apanhado geral da relevância de cada um e sua contribuição para a admiração conquistada.

Velozes e Furiosos, 2001 (Rob Cohen).
Primeiro filme da série, começou nos apresentando o cenário marginalizado das corridas ilegais das ruas de Los Angeles. Paul Walker estreava como o jovem policial infiltrado Brian O´Conner, até então com cara de galãzinho de novela adolescente, disputando o posto de protagonista com Vin Diesel que faz o marrento, porém gente boa, Dominic Toretto, figura mais respeitada da região e líder de uma ´´equipe`` de corredores que praticam assalto aos caminhoneiros na estrada. Brian se afeiçoa ao bando e acaba deixando Toretto fugir, que só viria a aparecer novamente em participação significativa no quarto filme, quando já teria se passado cinco anos.

+ Velozes + Furiosos, 2003 (John Singleton).
Com novo diretor (Rob Cohen e Vin Diesel estavam trabalhando em Triplo X) essa primeira sequencia foi bastante criticada por imprensa e público, inclusive indicada para o Troféu Framboesa de Ouro de pior sequencia do ano. Do elenco original só Paul Walker retornou com seu personagem. As corridas e os veículos velozes continuaram sendo o principal atrativo, mas dessa vez, ao invés de uma equipe pé-de-chinelo de corredores de rua, Brian precisa desbaratinar os esquemas milionários do mafioso Carter Verone (Cole Hauser) em Miami, contando com ajuda de seu amigo de infância Roman Pearce (Tyrese) com quem passou a ter uma relação estremecida, personagem rejeitado por ser considerado chato demais, só aceito por retornar à franquia anos mais tarde conquistando sua apatia, e da também agente secreta Mônica Fuentes (Eva Mendes).

Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio, 2006 (Justin Lin).
Quando as coisas pareciam esfriar os estúdios acharam que o universo das corridas das máquinas ´´tunadas`` podia render mais alguma coisa, e assim essa pérola foi lançada, se distanciando do primeiro filme ainda mais que o segundo, mas definindo o diretor que salvaria a franquia de uma vez. O filme conta com novo protagonista, o adolescente Sean Boswell (Lucas Black) que depois de se envolver em muita encrenca com pegas é mandado para o Japão viver com o pai, que desde já o adverte a ficar longe de carros; não dá certo. O jovem logo faz amizade com um imigrante americano e muambeiro que o apresenta aos corredores ilegais de Tóquio, entre eles Han (Sung Kang), que se tornaria personagem fixo da franquia. O rapaz descobre o drift, estilo japonês de corrida, e se envolve com a namorada do sobrinho de um dos mais perigosos figurões do crime local, vivido por Sonny Chiba, fundador da organização Japan Action Club, que visa o desenvolvimento de técnicas de luta a serem utilizadas nos filmes de ação, tendo inclusive atuado em filmes como Kill Bill. Na verdade Desafio em Tóquio cronologicamente vem depois dos eventos ocorridos no sexto filme. O que acontece é que os produtores fizeram uma coisa muito diferente e decidiram amarrar de alguma forma aos filmes que contam com a participação do elenco original. Embora esteja implícito que essa decisão foi tomada bem depois ao vermos Han em atitudes juvenis, como bancando o valentão ou temendo a fama de D. K (Brian Lee), atitudes que quem passou pelos apuros do final do sexto filme jamais teria. Han estava mais para o Dominic Toretto do primeiro filme. Não podemos esquecer que Toretto aparece no finalzinho nem que fosse para dizer que o filme contou com a participação de um personagem importante.

Velozes e Furiosos IV, 2009 (Justin Lin).
Foi a partir deste que a franquia começou a se estabelecer. Depois de cinco anos como fugitivo, Toretto continua sua vida de crimes em quatro rodas com seus parceiros, entre eles Han e sua namorada desde o primeiro filme, Letty (Michelle Rodriguez). Achando que as coisas podiam se complicar para pessoas próximas, Toretto decide se afastar, vivendo isoladamente na Cidade do Panamá. Ao ser informado por sua irmã Mia (Jordana Brewster) que Letty foi assassinada retorna para Los Angeles, ficando sabendo que a substância responsável pela explosão que resultou em sua morte era o Nitrometano. Em sua busca pelos responsáveis acaba dando de cara com Brian, que procurava um informante que lhe daria o nome de um traficante procurado, Arturo Braga (John Ortiz). Brian convence Toretto a participar da operação em trocar de ter seu nome limpo, e ambos conhecem uma importante aliada que mais tarde faria parte da equipe composta pelos mais importantes personagens da série, Gisele Harabo, interpretada pela israelense Gal Gadot. Brian e Toretto vão parar no México, e quando Brian está preste a ser assassinado da mesma maneira que Letty, Toretto o salva e recusa-se a levar a mesma vida de fugitivo de antes. É condenado a 25 anos de prisão e Brian e Mia partem ao encalço do comboio que transporta os prisioneiros, clímax que origina o início do filme seguinte.

Velozes e Furiosos V: Operação Rio, 2011 (Justin Lin).
Para ler a crítica clique aqui. Dessa vez no Rio de Janeiro, onde nossos heróis vão parar após salvarem Dom da cadeia. Numa favela carioca, Brian e Mia visitam Vincent (Matt Schulze), amigo de infância de Toretto que nunca foi com a cara de Brian. Vincent propõe um plano de roubo de carros que dá errado, fazendo-os serem acusados da morte de uns agentes. A equipe conhece Hernan Reyes, chefe do crime no Rio, interpretado pelo ator português Joaquim de Almeida, que está de olho num chip escondido em um dos carros, contendo informações valiosas sobre a segurança de 100 milhões. Com Mia grávida, Brian e Toretto decidem parar de fugir e botar a mão no dinheiro de Reyes para levar uma vida melhor dali em diante por mais que a operação fosse difícil, jurando ser a última vez que se metem em negócios enrascados. Para isso escalam antigos colegas que teriam participações importantes para o andamento do plano, são eles os latinos Tego (Tego Calderón) e Rico (Don Omar), Tej Parker (Ludacris), Han, Gisele Harabo e Roman Pearce. Luke Hobbs, um agente do Serviço de Segurança Diplomática vivido por Dwayne Johnson quer de todo jeito botar a mão na recém-formada equipe, sobretudo em Brian e Dom, mas fica ao lado deles quando o salvam de uma emboscada dos capangas de Reyes, que resultou na morte de sua equipe e de Vincent, ao menos até botar as mãos no pescoço de Reyes. Dom descobre na colega de Hobbs, a policial Elena Neves (interpretada pela espanhola Elsa Pataky) seu novo interesse amoroso. No final Brian e Toretto fazem sua tão aguardada disputa em seus veículos, deixando um gancho para o próximo filme. Personagem do segundo filme, Monica Fuentes faz uma pequena participação numa cena pós-crédito, comunicando a Hobbs que Letty não está morta e participa de crimes com outro bando. 



Velozes e Furiosos VI, 2013 (Justin Lin).
É lógico que os produtores não iam deixar a peteca cair. Não chega a ser necessariamente melhor que o anterior, mas mantêm corridas alucinantes, ação e moças bonitas. É interessante pensar que assim como amadurecer com o público antigo, os personagens passam a utilizar a habilidade conquistada nas pistas para causas importantes, como o desmantelamento da organização de pilotos mercenários comandados por Owen Shaw (Luke Evans) espalhados pelo mundo, sendo um deles a ex-namorada de Toretto tida como morta, que agora, desmemoriada, não reconhece mais os antigos amigos e age em prol da organização de Shaw, os ´´clones malignos`` do elenco principal. O lado feminino ganhou mais substância com a participação da modelo Clara Paget como Vegh, uma especialista em armas, e da lutadora de MMA Gina Carano que faz uma agente especial, por incrível que pareça não devendo em nada para Toretto e Hobbs no quesito testosterona e força física, mas também sem perder a sensualidade, travando com a personagem de Michelle Rodriguez um dos melhores combates do longa. Todos os mocinhos dos filmes anteriores são reunidos em Londres e algumas participações tiveram mais chance de se sobressair, como é o caso de Roman Pierce, que consegue cumprir o papel de verdadeiro adorável cafajeste, reunindo ele e Tej é diversão na certa. Hobbs, se antes era uma persona non grata, dessa vez conseguiu se redimir tornando-se mais humano e caricato. Claro que devido a tantas sequencias explosivas e personagens, cabeças tiveram que rolar, Brian agora é um homem de família e se torna vulnerável, mas a essa altura já não faz mais tanta falta, passando um bom pedaço afastado em Los Angeles. A equipe sofre baixas e Elsa Pataky faz uma participação ínfima com o retorno de sua personagem. Mesmo assim o sexto velozes e Furiosos é exatamente como se pode esperar. O objetivo agora é agregar diversos tipos de público, do jovem a toda família, por isso, mais que nunca, a franquia é preocupada em agradar, baseando-se nos moldes atuais dos filmes de ação. Se cuida, Missão impossível!



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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Resident Evil Retribuição - Crítica


Texto publicado na Revista Mais Mulher de Outubro/ 2012

Resident Evil – Retribuição
Apenas mais do mesmo



Com um intervalo de um ano entre um filme e outro (os anteriores tiveram de dois a três) Resident Evil – Retribuição chega sem acrescentar nada importante, e ainda não é dessa vez que a saga termina. Não chega a decepcionar, pois quem já assistiu ao menos ao filme anterior já podia imaginar que os elementos adotados por Paul W.S. Anderson para a saga em questão são vislumbres visuais, tiros, explosões, lutas coreografadas, criaturas caprichadamente horrendas e mulheres belas e esbeltas, como um bom cineasta cujo currículo é recheado de adaptações de games. Sendo assim o roteiro batido é facilmente compensado para seu público, a maioria composta por jovens do sexo masculino, por mais uma experiência sensorial semelhante a dos games, desta vez trocando o controle tradicional pelos óculos 3D, como se o espectador acompanhasse um gamemaníaco conduzir o jogo em infinitas doses de realismo.
Está certo que os jogos da Capcom ainda empolgam, os zumbis continuam na moda, mas será que precisaríamos de tantos títulos de Resident Evil para o cinema? O terceiro (A Extinção, 2007) para mim é o melhor, o seguinte (Recomeço, 2010) serviu apenas para enterrar a esperança de que continuações à altura aparecessem, mas até aí tudo bem, pois se tratava agora de uma franquia rentável que acabara de cair na tendência ´´mais pipoca impossível``, arriscando o caminho que quisesse já que o intuito era encher as salas de cinema, o problema é que aí vem Retribuição e começa ipsis litteris de onde o último terminou para sabermos depois, com desconforto, que ainda não é o final. Mantendo fidelidade com a sequencia anterior, já no início do filme temos uma bela cena em slow motion de retroação, e uma apresentação bem didática de Alice (Milla Jovovich) sobre toda a trama ao longo da saga envolvendo a corporação Umbrella,seus planos monárquicos de dominação global e o T – Virús que reduziu a humanidade em mortos vivos comedores de gente. Para não dizer que este novo número morre na mesmice é interessante ver uma versão de Alice mais ´´normalzinha``, como uma dona de casa feliz, com seu marido e sua filha deficiente auditiva, numa trama envolvendo clone e mais clones, alguns de velhos conhecidos que passaram pela saga, incluindo aí Rain (Michelle Rodriguez) em diferentes versões, mas que infelizmente não conseguiu se sustentar, tendo como seu melhor diálogo a piada que faz com o traje estilo sadomasoquista de Alice. O que torna o filme razoavelmente agradável, e independente de se conhecer ou não os jogos de videogame, são as simulações ultra-realistas de cidades de Nova York, Moscou e Tóquio, demonstrativo do poder de manipulação da Umbrella, e a heroína atravessa todas elas como fases de videogame ao lado de Ada Wong (Li Bingbing), ex agente da Umbrella que se torna uma personagem tão importante quanto Alice, uma cereja do bolo assim como os personagens Leon (Johan Urb) e Barry (Kevin Durand), todos oriundos dos games que não tiveram vez até então. O monstrão do filme anterior com seu martelo de bater carne gigante está de volta, desta vez em dose dupla, embora a ameaça não pareça mais tão aterradora como antes, mas convenhamos, uma ameaça já não mete mais tanto medo duas vezes seguidas. No geral, A Retribuição é um filme de perseguição e luta pela sobrevivência, não precisamos entender mais nada, as explicações ficaram nos últimos filmes. Alice e seus amigos humanos tentam escapar como podem, e dessa vez ela tem uma inesperada vida inocente para se preocupar, e a perseguição de carros, clichezada em bastante filme, até que funcionou bem aqui.


Alice
Embora tenha sido uma personagem criada especialmente para os filmes, é impossível pensar em Resident Evil sem Alice. Até mesmo os fans dos jogos não tiveram rejeição por ela. Num contexto de que a série para o cinema funciona com a mesma experiência sensorial que um jogo de videogame, Resident Evil é uma série fetichista, e no caso esse fetiche é provocado por e para a personagem principal, condutora do fio narrativo e visual que já se exibiu de diversas maneiras dês de o filme de 2002, ficando ela cada vez mais vislumbrante, mais fálica e mais humana a cada sequencia, dotada de superpoderes ou não. Para as mulheres ela é o que poderia se chamar de alter ego feminino, bem representada por heroínas que agradam a ambos os sexos, em conotações poderosas e sensualidades sutis, como por exemplo a heroína de outra cine-série, Selene (Kate Beckinsale) de Anjos da Noite. Só em A Retribuição a esposa de Paul W.S. Anderson aparece nua numa estalagem secreta da Umbrella, onde tem um diálogo desesperador e delirante com Jill Valentine (Sienna Guillory), encontra e veste seu já tradicional e poderoso traje do último filme, o uniforme preto de corset justinho, e sai na mão em câmara lenta com zumbis, que afinal estávamos com saudade, nos fazendo lembrar o Kung Fu doido do Neo de Matrix, sem a necessidade de repetir ameaças antigas; você provavelmente não sente falta dos cachorros zumbis. Porém, a rainha Vermelha (Megan Charpentir) está de volta, acabando de nos dar um gostinho bom de nostalgia e respeito para com a saga. O mais aguardado mesmo é a luta entre Alice e Jill, e com sinceridade é de tirar o fôlego, não decepciona nem um pouco, quem ver se surpreenderá.
Pode até valer o ingresso se souber o que esperar, tomara que você não precise das explicações iniciais da Alice. É o tipo de filme que me faz me sentir com menos de dez anos. Resta saber como vai ser o embate final dos humanos sobreviventes com o exército de zumbis e clones de Albert Wesker na sexta sequencia e final da saga. Bom, a gente espera que seja.

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terça-feira, 29 de março de 2011

Linda cena de cinema



Machete é um filme muito maneiro, mas a cena mais digna de oscar na minha opinião é a luta com a gatíssima Jéssica Alba usando seu lindo par de scarpin vermelho como arma. Sua personagem, a policial Santana, já é um showzinho, boa de briga, empunhando pistola, dando aqueles soquinho enquanto joga seu Nintendo Wii com direito a gritinhos e gemidinhas, ainda mais quando ela usa seu belo calçado de salto alto para dar cabo dos inimigos. O bandido que teve seu olho perfurado pelo salto não merecia uma morte tão bonita. 
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