Mostrando postagens com marcador Nacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nacional. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Quadrinhos nacionais: Celton




´´Lacarmélio Alfeo de Araújo é um quadrinista de rua da cidade de Belo Horizonte, também conhecido pelo nome do seu mais famoso personagem, Celton.

Visto freqüentemente pelos sinais da cidade, com sua moto e sua grande placa amarela com os dizeres Leia Celton, Lacarmélio é uma lenda e uma personalidade hoje em Belo Horizonte. Homenageado pela 4a edição do Festival Internacional de Quadrinhos em 2005, ele já recebeu diversas condecorações de Belo horizonte. Ele também expôs seu trabalho na primeira edição da Mostra Mineira de Zines em 2005

Desde 1998, o autor, que já foi até assunto do Globo Repórter, já lançou 15 edições, que totalizam cerca mais de um milhão exemplares vendidos.´´.

Fonte: Wikipédia.

Muita vontade de conhecer esses quadrinhos, pena que só tem circulação por lá. Grande exemplo para os quadrinhistas nacionais.
 





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O Primeiro Livro-jogo Inteiramente Nacional

































Sempre ouço falar que a coleção Livros-jogos Aventuras Fantásticas, de Steven Jackson e Ian Livingstone foi relançada pela editora Jambô, mas nunca vi em livraria nenhuma, aliás, nunca mais vi em livraria alguma qualquer exemplar do segmento Livro-jogo/ RPG. Até aí beleza, pois os scans estão aí, disponibilizados em sites mantidos por fans da série em versões PDF, tem até mesmo versões próprias para PC desenvolvida por gente de iniciativa que você pode conferir clicando aqui. Esses trabalhos, sem fins lucrativos, tem como missão nos devolver momentos felizes e proporcionar novas descobertas, aproveitando as mídias modernas para termos as vantagens que não tinhamos antes. O que incomoda mesmo é saber que um livro foi lançado recentemente (2012) por um autor brasileiro pela mesma editora, nos moldes de Aventuras Fantásticas, e não ver nem sinal dele. trata-se de Viver ou Morrer (volta e meia confundido com Correr ou Morrer quando pergunto nas livrarias) do porto-alegrense Athos Beuren, que teve até um segundo volume lançado no ano seguinte, mas ainda é pouco conhecido, torço para que um dia a moda dos livrinhos de bolso interativos volte e muitos e muitos outros titulos sejam lançados. Pena que parece que as edições são mau distribuídas e o jeito é encomendar, mas antes de ter o livro em mãos achei uma boa dar uma pesquisada, mesmo sabendo que não me arrependerei em jogar. Athos Beuren mantém o velho e bom estilo capa e espada, até o sistema de jogo é igualzinho, Vida, destreza e Sorte em vez dos habituais índices de Energia, Habilidade e Sorte, lista de equipamento, folha de aventuras e tudo mais, tem até uma solução encontrada para o jogador desleixado que não tem dado poder jogar, números no rodapé das páginas para que o leitor/ jogador, ao abrir o livro em páginas aleatórias, determiná-los como referência de uma rodada de dados.Desnecessário, considerando que o não uso de dados equivale a jogar no teclado ao invés do controle, todo e qualquer tipo de player sabe o que estou falando. O diferencial fica mesmo por conta da quantidade de jogos/aventuras em um único livro, enquanto cada livro de Aventuras Fantásticas tem apenas uma, em Viver ou Morrer tem cinco diferentes. As 200 páginas de cada volume da série de Beuren nos deixa preocupados quanto a qualidade das aventuras e a emoção que possa ser trabalhada em tão poucas páginas e parágrafos de referência. Outra coisa que contraria é o fato do sistema ser praticamente o mesmo do início da era inaugurada por Dungeons e Dragons, o autor bem que podia arriscar algo diferente, por mais que o uso dos índices H, E e S tenha funcionado por muito tempo e que hoje tenha um gostinho especial de nostalgia. O lado positivo é que a molecada que será iniciada neste segmento receberá o que vier como uma grande novidade. Mas será que a mesma molecada que curte Warcraft vai achar o sistema tão interessante quanto aquela galerinha que descobria os livrinhos de bolso interativo no início dos anos 90?






























Saiba mais sobre o autor

Visite o site www.athosbeuren.com.br e fique por dentro de todos seus projetos.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Madenka, o One Piece brasileiro


Infelizmente a Ação Magazine  não vai para frente. Problema de distribuição terrível, atrasos, o site fora do ar e quando se pensava que a publicação enfim foi para o saco eis que leio por aí que vai ter um terceiro número (veja só, a primeira edição é de 2011). Resta saber onde, quando e se. O que é uma pena, pois o almanaque contava com publicações legais, como Madenka, para mim a melhor seriezinha da Ação por mais que  tivessemos pouquíssimo contato com ela.  Produzida pelo mangaká piauíense Will Walbr, a série conta a história de Madenka, um menino com dons especiais que vive no norte ou nordeste do nosso país, não sei ao certo, uma mistura de mundo real com os mitos originários dessa terra, como Saci Pererê, entre outras coisas, que trabalha como feirante para Batála, um porco do mato que nas horas vagas também é seu mestre e enxerga nele o potencial que o garoto não quer enxergar, recusando as propostas de largar sua Terra e seus amigos para acompanhá-lo numa jornada. No primeiro capítulo ele enfrenta uma criatura que roubou os olhos de uma loba sexy com o naipe da Lara Croft, sobrinha de Batála, incentivado por seu mestre, já que desde o princípio não queria ser mais do que ele mesmo. Além disso o garoto joga num time de futebol da região apesar de não ter muito talento com a bola. 
Mas pelo andar da carruagem vai ser difícil acompanhar as aventuras desse herói do Mangá nacional. De linguajar característico da região, traços de personalidade própria que muitas vezes carrega influências não só de mangá mas que é até melhor assim, dando mais liberdade visual de expressão, o enredo original  e publicado num almanaque que fazia questão de seguir o padrão nacional de leitura sem essa frescura de virar pelo avesso, Madenka tinha de tudo para se tornar a melhor versão de uma série shonem 100 % brasileira. 


sábado, 17 de dezembro de 2011

Eduardo Banks lança seu best seller Ouroboros



Se você está sem ideia de qual presente dar no natal, uma boa opção é o livro do nosso amigo Eduardo Banks, Ouroboros, que ele acaba de lançar já fazendo a promessa de ser um sucesso nacional. Em breve você pode encontrá-lo numa tarde de autógrafos numa livraria como a Travessa ou a Saraiva.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Heróis da Tv - Hero Club



















Se o Brasil nunca foi um país lá muito próspero de heróis, que tal se pensarmos numa reinvenção, que desse jeito sim tivesse feito sucesso? Trata-se de versões criativas dos heróis japoneses antigos com direito a toda liberdade, já que o pessoal da Toei Company, estúdio responsável pela produção dos tokusatsus e super sentais, estava bem longe, provavelmente sem conhecimento dos nossos quadrinhos publicados pela Abril Jovem. Segunda iniciativa de levar os heróis de nossa infância aos quadrinhos, a primeira foi lá pelos idos de 1989 em um gibi da editora Ebal que publicava versões adaptadas dos episódios das séries, mesmo com uma ou outra alteração e alguns cortes, mas quem era moleque na época se amarrava e não perdia um número sequer, e na onda dos gibis vieram revistinhas de passatempo, álbum de figurinhas e revista pôster que durou até a febre passar. Um tempo depois pinta nas bancas uma novidade que me encantou de primeira, uma edição em formatinho que trazia o Jaspion na capa lançada pela editora Abril Jovem. Era um Jaspion reinventado, com personagens novos e vilões bizarros, meio americanizado, em sua forma cívil o herói era meio mauricinho, menos bonachão como era na TV e o gibi contava com histórias depois da derrota do Império Satan Ghost, nada de pássaro dourado, professor Nambara e seus filhos Kenta e Kanoko, nada do Edin velhinho, nada de Miya, a Anri era a maior gata e não dava aqueles curto-circuitos e tics defeituosos que ela tinha no seriado. Além da história do Japion o gibi também tinha uma dos Flashman, o desenho era fiel e o que eu mais achava maneiro, as historias eram inéditas. Nem preciso dizer que comprava os números seguintes, mas como eu era bem moleque dependia da minha mãe me dar dinheiro, e dependendo, se fosse bonzinho e me comportasse, ganhava revistinha, e claro que eu escolhia quase sempre as da Hero Club, alcunha adotada pelos gibis do Jaspion como uma sub-editora. Dependendo da edição também  vinha história dos Changeman, Flashman, Maskman e Boomerman (aquele cara do bumerangue amigo do Jaspion hehe, acho que os produtores do seriado nunca imaginaram tanto destaque para ele), os personagens eram mais bombados que nos seriados e era comum um participar da aventura do outro em interessantes crossovers, criando-se assim um universo novo, o universo dos heróis japoneses tal qual um universo Marvel ou DC, por exemplo, e o que é melhor, criado por brasileiros, ressuscitando os antigos heróis da TV Manchete já que fazia uns aninhos que a moda passou e a criançada já estava saturada de reprises. É de encher de orgulho, né não? Só que o roteiro, a maior parte deles feita por Marcelo Cassaro e Rodrigo de Goés, inovava tanto que o herói ficava praticamente irreconhecível. Usava os habituais armamentos e equipamentos do seriado, até mesmo Daileon marcava presença, só que o desenho do robô gigante era rústico demais e em pouco lembrava o do seriado. Tinha feições grotescas e ficava em poses humanizadas, e o mais engraçado, conforme o desenhista ia mudando ia ficando cada vez mais feio, mais simples, a ponto do leitor achar que o desenhista tinha dificuldade e preguiça de desenhar o robô. O uniforme espacial do herói e da sua companheira Anri estilo Star Trek foi uma boa elaboração. Embora os desenhos não fossem ruins, Jaspion era outro personagem que sofria modificação ao passar por diferentes desenhistas, o herói já foi moreno, loiro, ruivo, já teve cabelo cacheado e já foi cabeludo, só faltou mesmo aparecer um Jaspion negro, mas, se um Peter Parker, por exemplo, também já sofreu transformações nas mãos de grandes desenhistas como John Romita, Steve Ditko e Gil Kane, é natural que cada autor desse seu toque ao personagem. Hoje seria provável que o herói ganhasse traços mangá. Um vilão inventado especialmente para as histórias do gibi que até hoje não me sai da cabeça é Nimbus, uma espécie de guerreiro imperador musculoso e robusto, de armadura espinhosa e cabelo moicano. Como o público alvo dos heróis dos tokusatsus são em sua maioria infantil, o roteiro também não era lá essas coisas, hoje relendo a gente percebe isso, mas a iniciativa teve seu saldo positivo. A Abril Jovem será lembrada como a maior editora que lançou gibis importantes de heróis nos anos 90, e com isso a Hero Club colaborou também, tendo mais títulos vendidos que uma Panini Comics.


 


Um tempo depois chegou o gibi dos Cybercop também pela Hero Club, dessa vez um pouco mais fiel ao seriado. Depois foi a vez de Black Kamen Raider e Spielvan, esses dois eu gostava menos, mas comprava mesmo assim. Dessa maneira, a publicação das revistas da Hero Club passou a ter o título de Heróis da TV. O que passei a comprar religiosamente foi o gibi dos Mask Man, nova investida da Hero Club, já que o gibi do Jaspion já não estava mais sendo lançado. Mesmo não sendo a primeira vez que os Mask Man apareciam nesse novo universo dos gibis de heróis, as aventuras dos Defensores da Luz, último sentai decente que emplacou por aqui eram muito divertidas, e o ápice foi um confronto entre duas equipes queridas dos super sentais, Maskman versus Changeman. A história, que durou o gibi inteiro, apesar de ter sido bacana teve o final estragado. Isso porque ao que parecia os roteiristas não levavam muito a sério os heróis japoneses e fizeram uma gaiatisse digna dos gibis da Turma da Mônica; os heróis liam os gibis dos outros heróis da casa (!) e numa tentativa de botar uma equipe contra a outra, um vilão se deu mal ao seguir literalmente um erro de roteiro de uma das edições passadas. Outra coisa que me incomodou foi mais um desrespeito dos roteiristas que achavam que os leitores eram crianças babacas, será que sou o único a ficar incomodado com isso? Numa aventura maneiríssima na qual Jaspion foi pego numa armadilha e os Changeman ficaram sem saber como resolver a situação, a conclusão foi deixada para o número seguinte, e fiquei na maior expectativa quando comprei a próxima revista. Imaginam para quem os Changeman foram pedir ajuda? Para o roteirista e o desenhista, já que eram os únicos que poderiam ajudá-los. Parei.
Chegou a ser lançado o Almanaque Abril Jovem que publicava histórias de cada grupo e herói e o almanaque Spielvan. Ah, já ia me esquecendo dos Change Kids, gibi para crianças de versão infantil dos personagens dos Changeman, e como eu também era criança na época, adorava ler. Não que precisasse escrever isso aqui, mas nas histórias dos Changemanzinhos não tinha soldados Hiddlers, no lugar do Sargento Ibúki tinha um velhinho chamado dr Lokito e o Change Robô tinha comportamento humanizado. 
Em 1994, época que os gibis Heróis da TV já estavam ficando saturados, um Almanaque Spielvan veio com uma novidade, Spielvan (Conhecido des de sempre como Jaspion 2) versus Jaspion. Não vi na época, só li agora graças a esse site http://gibitokusbrasil.blogspot.com que publica gibis escaneados dos nossos queridos heróis japoneses antigos, já tinha falado desse blog, mas não posso deixar de comentar de novo, a iniciativa do autor, Luilson Marcelino, é de tirar o chapéu. Voltando à história do Spielvan versus Jaspion, o roteiro é fraco e os desenhos bem ruinzinhos, mas talvez se eu lesse na época fosse achar um pouquinho melhor. Se bem que nessa época mesmo eu já estava deixando de ler os gibis dos Heróis da TV. Foi bom enquanto durou. Teve uma boa aceitação de público e boas vendas, mesmo que na primeira metade dos anos noventa a Abril Jovem lançasse promoções para alavancar vendas de gibis do tipo dois gibis por preço de um, alguns até de outros títulos como As Aventuras dos Trapalhões, Menino Maluquinho, Pica Pau, Tom e Jerry e alguns da Disney, e lançar junto com algumas publicações  álbuns de figurinhas e brindes como bonequinhos e joguinhos de Mini Batalha Naval. Muito além do assunto desse post, os quadrinhos nacionais merecem ser valorizados e não podemos nos esquecer da importância que quadrinistas como Watson Portela, João Pacheco, Arthur Garcia e Roberto Martin tiveram ao meio. Por onde andam?


E não para por aí

Chegou a ver nas bancas no ano de 1995 uma edição da revista Dragão com uns heróis japoneses desenhado de sacanagem na capa com o título Defensores de Tóquio? Trata-se de um RPG inteiramente nacional cujo tema é uma paródia (ah, esculhambação mesmo) sobre os super heróis japoneses. Na época Os Cavaleiros do Zodíaco estavam estourando e é claro que não foram poupados. Também fazia parte um herói brasileiro criado para as revistas de videogame da Escala, Capitão Ninja. Quanto aos editores, adivinha quem eram? Os mesmos de Heróis da TV, e não poupavam zoação aos nossos heróis, usando frases como ´´imitação japonesa do Robocop / herói mutante com cara de gafanhoto / reprises até a fita arrebentar...`` quem é bem humorado até tem umas risadas arrancadas, mas nem todos pensam assim. Se fosse hoje, neguinho matava.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Carrossel brasileira



Seguindo o exemplo de brasileiração de novelas mexicanas como fizeram com Rebelde, o Sbt começa a gravar em outubro a versão nacional da novela Carrossel, adaptada pela mulher do Sílvio Santos, Íris Abravanel. Só não escolheram ainda a personagem que para mim é a principal, a professora Helena, dizem por aí que quem vai faze-la será Lívia Andrade, mas o Sbt não divulgou oficialmente. Até a Maísa e o Alexandre Frota vão participar. A Maísa vai ser a Valéria (aquela menina cdf que usava óculos, namorada do Davi), já o Frota não faço idéia de quem vai ser, meu palpite é que seja o pai do Jaime Palilo, um mecânico brucutu e cabeça dura.
Sempre adorei Carrossel, assistia muito as reprises que passava no Sbt da versão original mexicana. Logo depois veio a versão americana (Carrossel das Américas), essa sim eu fiz questão de não assistir, mesmo tendo todos os personagens em versões adaptadas, creio que estragou o charme original. Anos e anos mais tarde veio uma terceira versão da novela, Carrossel 2 - Viva as Crianças, que na verdade devia ser Carrossel 3, mas como essa também era mexicana, foi a que mereceu tal título. Acompanhei amarradão e gostei muito da novela, do começo ao fim, que ousava misturar ficção científica no meio das historinhas dramáticas dos personagens. Os personagens que eu mais gostava eram o Paulo Guerra, nome do personagem na versão original, e em ´´Viva as Crianças o nome dele era Damião (sempre imaginei que fosse uma referência ao Damien de A Profecia), e que ganhou um bordão novo na segunda versão (glub glub) e um visual mais style, como o boné, e o seu parceiro inseparável, Cokimoto (Yuri na segunda versão) embora eu me identificasse mais com o Cirilo. Claro que na minha infância também fantaseava com uma mina como a Maria Joaquina (Simoninha em Viva as Crianças), linda e cheia de personalidade, e o temperamento cruel dela mexia comigo de uma maneira que me fez me interessar mais pelas malvadas. Depois dela, minha musa era a professora Helena, que conseguia ditar regras sendo amável e respeitosa ao mesmo tempo, o que não podia ser diferente, não dizem que a primeira ´´namoradinha virtual`` de todo moleque são as professoras? Pelo que me lembro de Carrossel das Américas, o nome do Cirilo era Martins, que doido, hahahaha.
Como todo folhetim e como toda escola primária da vida real, em Carrossel tinha todos os tipos de moleques. Tinha o pegador (Davi, o único que tinha namoradinha), o líder (Jaime Palilo), os bagunceiros (Paulo Guerra, Mário e Cokimoto), a vítima de bullyng (Cirilo), a cdf (Valéria), a Patricinha (Maria Joaquina), a gordinha gulosa (Laura), o galã (Daniel) e por aí vai. Claro que tinha mais personagens, mais professores, a diretora chata, o zelador bonzinho que chamava os alunos de adoráveis diabinhos, mas são tantos personagens que não consigo me lembrar de todos. As meninas dessas versões anteriores já cresceram e viraram mulherões, como a Maria Joaquina (agora sim posso sonhar com ela. Brincadeirinha), que um dia aí eu a reconheci numa outra novela mexicana e cheguei a me emocionar por ter reencontrado um personagem querido da minha infância (snif, snif) como vocês podem ver no vídeo abaixo. Cheguei a exclamar: Maria Joaquina!





O nome da mina é Ludwika Paleta, e para alegrar ainda mais seus fans desde o tempo de moleque e conquistar novos, ela protagonizou um ensaio sensual da hora que você confere clicando aqui. É, aquela patricinha chata e metida cresceu. E como cresceu (!!!)






O que esperar da versão nacional da novelinha que nos agradou bastante quando crianças? Pelo que vi na foto acima o elenco está bem fiel ao original, mais até que o de Viva as Crianças. Tomara que ao menos chegue perto das versões originais mexicanas, diferente do que fizeram com Rebelde. Essa reciclagem toda me faz lembrar de Betty, a Feia, novela original colombiana que já teve sua versão mexicana, americana e claro, brasileira, com o Cabeção da Malhação sendo o irmão da protagonista. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...