segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Homem Aranha em versões para rir ou chorar



Tá certo, também detestei esse Peter Parker. Tobey Maguire era bem melhor. Claro que a Marvel não ia deixar de aproveitar mais o espetacular Homem Aranha nos cinemas, e o elenco anterior provavelmente não estaria disposto a encarar um quarto filme. Talvez Maguire já não tivesse mais idade e preparo físico para encarnar novamente o escalador de paredes, mas bem que poderiam escolher melhor o ator principal. Pelo menos vai ter um vilão novo, o Lagarto. A origem do Aranha, apesar de ser a de sempre, sofre algumas modificações, obviamente, como podemos ver nesse trailer.
Enfim, tomara que não seja uma adaptação ruim. Gostei de todas as versões em animação e quadrinhos, mas ainda não tive oportunidade de conferir o seriado live action dos anos 70, que dizem que é uma bomba. Mas tem versão pior, acredite. É o caso do Homem Aranha japonês. Sim, existe mesmo uma versão japonesa do aracnídeo, e o que é pior, baseado nos heróis de lá, como um Ultraman ou um Jaspion. E para você rir um pouquinho, ou se revoltar, assista ao primeiro episódio abaixo. Do Homem Aranha mesmo só tem o nome de herói, e o cara tem até um robô gigante. É de escandalizar. Não sei como Stan Lee e a Marvel aceitaram uma coisa dessas.

Os Muppets do cinema


É uma pena ainda não ter conseguido assistir o filme novo dos Muppets. Só tem passado em matinê. O jeito é esperar para ver em DVD mesmo, e dizendo de passagem, estou louco para assistir. Dizem que é bem infantil, mas provavelmente melhor que esses filmes da Pixar que tem feito sucesso sem a gente saber por que, filmes em 3D que não transmitem o menor carisma se comparados aos nossos bonecos manipulados manualmente que há anos e anos vem nos encantando. Melhor que isso, só os Muppet Babys, desenho deles mesmo.

Falando nisso ainda me lembro de um filme antigo, Os Muppets na Ilha do Tesouro, no qual uma cena em que o Gonzo é torturado me deixou traumatizado. Escrevi uma matéria sobre isso no meu blog antigo http://deliriosprolongados.blogspot.com/2006_02_05_archive.html em que eu comentava o quão esta cena foi impactante para mim e o teor violento em um filme destinado à crianças com bichinhos fofinhos sofrendo atrocidades. Caso não tenha visto o filme ou queira se relembrar da cena, assista o vídeo abaixo e reflita sobre essa questão. Mas talvez eu seja mesmo uma manteiga derretida, vai saber.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ação Magazine - A Shonem Jump brasileira


Pintou nas bancas uma novidade para quem gosta de mangás, Ação Magazine, revista que publica quadrinhos nacionais baseados no estilo japonês. Traz também artigos de games, eletrônicos, só que quem vai comprar quer saber mesmo é dos quadrinhos. Na primeira edição tem história do Madenka, esse garoto simpático aí da capa, que vive no nordeste, é feirante e treina com seu patrão da barraca para se tornar um herói, seu maior sonho, e também faz parte de um time de futebol da região mesmo não sendo lá muito habilidoso com a bola, uma sobre boxe (Jairo) e Tunado, estilão Velozes e Furiosos. A premissa da revista é seguir os passos da Shonem Jump e publicar histórias inteiramente nacionais ambientadas em nossa terra, ir mantendo as de maior sucesso e cancelar as de pior aceitação, mas ao contrário do ´´catálogo telefônico`` Shonem Jump, Ação Magazine tem apenas 160 páginas, mas por um bom preço. Tomara que a empreitada encabeçada pelo jornalista Alexandre Lancaster vá para frente. Vida longa aos mangakás nacionais! É uma excelente iniciativa feita por e para os apreciadores do gênero.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Relação homoafetiva forçada com Skinheads - Parte 2



E pau no cu da galerinha esquerdista.

Relação homoafetiva forçada com Skinheads



Vendo as merdas que esses malucos andam fazendo pela TV, às vezes lembro do espancamento grupal coletivo que amarguei nas mãos desse grupo esquerdista. Mas o que esperar de homens que andam em grupo e vivem suados, de cabeça raspada, camisa justinha, suspensório, coturno e calça jeans apertada na bundinha? E que passam muito tempo espremidos numa academia. Muito másculo isso, não?

domingo, 4 de dezembro de 2011

Heróis da Tv - Hero Club



















Se o Brasil nunca foi um país lá muito próspero de heróis, que tal se pensarmos numa reinvenção, que desse jeito sim tivesse feito sucesso? Trata-se de versões criativas dos heróis japoneses antigos com direito a toda liberdade, já que o pessoal da Toei Company, estúdio responsável pela produção dos tokusatsus e super sentais, estava bem longe, provavelmente sem conhecimento dos nossos quadrinhos publicados pela Abril Jovem. Segunda iniciativa de levar os heróis de nossa infância aos quadrinhos, a primeira foi lá pelos idos de 1989 em um gibi da editora Ebal que publicava versões adaptadas dos episódios das séries, mesmo com uma ou outra alteração e alguns cortes, mas quem era moleque na época se amarrava e não perdia um número sequer, e na onda dos gibis vieram revistinhas de passatempo, álbum de figurinhas e revista pôster que durou até a febre passar. Um tempo depois pinta nas bancas uma novidade que me encantou de primeira, uma edição em formatinho que trazia o Jaspion na capa lançada pela editora Abril Jovem. Era um Jaspion reinventado, com personagens novos e vilões bizarros, meio americanizado, em sua forma cívil o herói era meio mauricinho, menos bonachão como era na TV e o gibi contava com histórias depois da derrota do Império Satan Ghost, nada de pássaro dourado, professor Nambara e seus filhos Kenta e Kanoko, nada do Edin velhinho, nada de Miya, a Anri era a maior gata e não dava aqueles curto-circuitos e tics defeituosos que ela tinha no seriado. Além da história do Japion o gibi também tinha uma dos Flashman, o desenho era fiel e o que eu mais achava maneiro, as historias eram inéditas. Nem preciso dizer que comprava os números seguintes, mas como eu era bem moleque dependia da minha mãe me dar dinheiro, e dependendo, se fosse bonzinho e me comportasse, ganhava revistinha, e claro que eu escolhia quase sempre as da Hero Club, alcunha adotada pelos gibis do Jaspion como uma sub-editora. Dependendo da edição também  vinha história dos Changeman, Flashman, Maskman e Boomerman (aquele cara do bumerangue amigo do Jaspion hehe, acho que os produtores do seriado nunca imaginaram tanto destaque para ele), os personagens eram mais bombados que nos seriados e era comum um participar da aventura do outro em interessantes crossovers, criando-se assim um universo novo, o universo dos heróis japoneses tal qual um universo Marvel ou DC, por exemplo, e o que é melhor, criado por brasileiros, ressuscitando os antigos heróis da TV Manchete já que fazia uns aninhos que a moda passou e a criançada já estava saturada de reprises. É de encher de orgulho, né não? Só que o roteiro, a maior parte deles feita por Marcelo Cassaro e Rodrigo de Goés, inovava tanto que o herói ficava praticamente irreconhecível. Usava os habituais armamentos e equipamentos do seriado, até mesmo Daileon marcava presença, só que o desenho do robô gigante era rústico demais e em pouco lembrava o do seriado. Tinha feições grotescas e ficava em poses humanizadas, e o mais engraçado, conforme o desenhista ia mudando ia ficando cada vez mais feio, mais simples, a ponto do leitor achar que o desenhista tinha dificuldade e preguiça de desenhar o robô. O uniforme espacial do herói e da sua companheira Anri estilo Star Trek foi uma boa elaboração. Embora os desenhos não fossem ruins, Jaspion era outro personagem que sofria modificação ao passar por diferentes desenhistas, o herói já foi moreno, loiro, ruivo, já teve cabelo cacheado e já foi cabeludo, só faltou mesmo aparecer um Jaspion negro, mas, se um Peter Parker, por exemplo, também já sofreu transformações nas mãos de grandes desenhistas como John Romita, Steve Ditko e Gil Kane, é natural que cada autor desse seu toque ao personagem. Hoje seria provável que o herói ganhasse traços mangá. Um vilão inventado especialmente para as histórias do gibi que até hoje não me sai da cabeça é Nimbus, uma espécie de guerreiro imperador musculoso e robusto, de armadura espinhosa e cabelo moicano. Como o público alvo dos heróis dos tokusatsus são em sua maioria infantil, o roteiro também não era lá essas coisas, hoje relendo a gente percebe isso, mas a iniciativa teve seu saldo positivo. A Abril Jovem será lembrada como a maior editora que lançou gibis importantes de heróis nos anos 90, e com isso a Hero Club colaborou também, tendo mais títulos vendidos que uma Panini Comics.


 


Um tempo depois chegou o gibi dos Cybercop também pela Hero Club, dessa vez um pouco mais fiel ao seriado. Depois foi a vez de Black Kamen Raider e Spielvan, esses dois eu gostava menos, mas comprava mesmo assim. Dessa maneira, a publicação das revistas da Hero Club passou a ter o título de Heróis da TV. O que passei a comprar religiosamente foi o gibi dos Mask Man, nova investida da Hero Club, já que o gibi do Jaspion já não estava mais sendo lançado. Mesmo não sendo a primeira vez que os Mask Man apareciam nesse novo universo dos gibis de heróis, as aventuras dos Defensores da Luz, último sentai decente que emplacou por aqui eram muito divertidas, e o ápice foi um confronto entre duas equipes queridas dos super sentais, Maskman versus Changeman. A história, que durou o gibi inteiro, apesar de ter sido bacana teve o final estragado. Isso porque ao que parecia os roteiristas não levavam muito a sério os heróis japoneses e fizeram uma gaiatisse digna dos gibis da Turma da Mônica; os heróis liam os gibis dos outros heróis da casa (!) e numa tentativa de botar uma equipe contra a outra, um vilão se deu mal ao seguir literalmente um erro de roteiro de uma das edições passadas. Outra coisa que me incomodou foi mais um desrespeito dos roteiristas que achavam que os leitores eram crianças babacas, será que sou o único a ficar incomodado com isso? Numa aventura maneiríssima na qual Jaspion foi pego numa armadilha e os Changeman ficaram sem saber como resolver a situação, a conclusão foi deixada para o número seguinte, e fiquei na maior expectativa quando comprei a próxima revista. Imaginam para quem os Changeman foram pedir ajuda? Para o roteirista e o desenhista, já que eram os únicos que poderiam ajudá-los. Parei.
Chegou a ser lançado o Almanaque Abril Jovem que publicava histórias de cada grupo e herói e o almanaque Spielvan. Ah, já ia me esquecendo dos Change Kids, gibi para crianças de versão infantil dos personagens dos Changeman, e como eu também era criança na época, adorava ler. Não que precisasse escrever isso aqui, mas nas histórias dos Changemanzinhos não tinha soldados Hiddlers, no lugar do Sargento Ibúki tinha um velhinho chamado dr Lokito e o Change Robô tinha comportamento humanizado. 
Em 1994, época que os gibis Heróis da TV já estavam ficando saturados, um Almanaque Spielvan veio com uma novidade, Spielvan (Conhecido des de sempre como Jaspion 2) versus Jaspion. Não vi na época, só li agora graças a esse site http://gibitokusbrasil.blogspot.com que publica gibis escaneados dos nossos queridos heróis japoneses antigos, já tinha falado desse blog, mas não posso deixar de comentar de novo, a iniciativa do autor, Luilson Marcelino, é de tirar o chapéu. Voltando à história do Spielvan versus Jaspion, o roteiro é fraco e os desenhos bem ruinzinhos, mas talvez se eu lesse na época fosse achar um pouquinho melhor. Se bem que nessa época mesmo eu já estava deixando de ler os gibis dos Heróis da TV. Foi bom enquanto durou. Teve uma boa aceitação de público e boas vendas, mesmo que na primeira metade dos anos noventa a Abril Jovem lançasse promoções para alavancar vendas de gibis do tipo dois gibis por preço de um, alguns até de outros títulos como As Aventuras dos Trapalhões, Menino Maluquinho, Pica Pau, Tom e Jerry e alguns da Disney, e lançar junto com algumas publicações  álbuns de figurinhas e brindes como bonequinhos e joguinhos de Mini Batalha Naval. Muito além do assunto desse post, os quadrinhos nacionais merecem ser valorizados e não podemos nos esquecer da importância que quadrinistas como Watson Portela, João Pacheco, Arthur Garcia e Roberto Martin tiveram ao meio. Por onde andam?


E não para por aí

Chegou a ver nas bancas no ano de 1995 uma edição da revista Dragão com uns heróis japoneses desenhado de sacanagem na capa com o título Defensores de Tóquio? Trata-se de um RPG inteiramente nacional cujo tema é uma paródia (ah, esculhambação mesmo) sobre os super heróis japoneses. Na época Os Cavaleiros do Zodíaco estavam estourando e é claro que não foram poupados. Também fazia parte um herói brasileiro criado para as revistas de videogame da Escala, Capitão Ninja. Quanto aos editores, adivinha quem eram? Os mesmos de Heróis da TV, e não poupavam zoação aos nossos heróis, usando frases como ´´imitação japonesa do Robocop / herói mutante com cara de gafanhoto / reprises até a fita arrebentar...`` quem é bem humorado até tem umas risadas arrancadas, mas nem todos pensam assim. Se fosse hoje, neguinho matava.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Giselle Tigre, melhor que a professora Helena


Se tem uma atriz que é muito mal valorizada desmerecidamente é esssa boa moça aí da foto, sempre acostumada a fazer mulheres certinhas e comportadas, mas que enlouquece os homens mesmo assim. Quem não lembra da professora Linda dos bons tempos de Malhação nos anos 2000 até 2002, e que imaginava o estrago que faria na cabeça de um aluno do ensino médio se existisse uma professora linda assim no sentido literal da palavra, de belos olhos azuis? Tá certo, a personagem tinha toda a pinta de protagonista de novela mexicana e a vozinha dela de santa às vezes irrita muita gente, mas que marcou época na novela global, marcou. Agora, uns onze anos depois de sua estréia na Tv, a atriz já esquecida retorna às novelas do Sbt (era isso ou Record, com certeza), com uns aninhos mais envelhecida, mas ainda assim belíssima, e quer saber, melhor assim, mais madura. É difícil não achá-la um mulherão, mesmo não sendo das morenas que eu goste mais, mas quando ela aparece assim como na foto acima, linda, loira e absoluta.... No ar em Amor e Revolução, novela que conta os anos sofridos da ditadura militar e a revolução de 1964 como a poderosa, rica e belíssima jornalista Marina, protagonizou talvez a cena mais impactante de sua carreira de atriz, mas nem por isso memorável; o primeiro beijo gay numa novela em horário nobre, com a também gatíssima Luciana Vendramini, que faz a advogada Marcela. Beijo gay em novela des de sempre foi um factóide, e o Sbt fez na frente da Globo e, contrariando ainda mais, entre duas mulheres quando a maioria dos espectadores torcia por um beijo entre dois homens (ainda bem). A cena ficou bonita, sexy, e até melhor, por que não, do que poderia ficar se fosse feita pela Globo. Tudo bem, reconheço que só gostei porque foi beijo entre duas mulheres bonitas. Confira abaixo e fique louquinho como eu fiquei. Se já viu, fique de novo.



Não sou de assistir novela, nem Malhação assisto mais, mas torço para que Giselle Tigre continue brilhando nas novelas seja qual papel for, e em se tratando da jornalista de Amor e Revolução, o papel é super indicado para ela. Ainda na época da professora Linda de Malhação, descobri que a atriz é de Recife, foi professora também na vida real, foi modelo (é claro) e também é cantora. Confira o clip da moça abaixo. De qualquer maneira ainda a prefiro como atriz.



Mas como nerd babaca que sou, o que vou guardar na memória é a imagem dela como a professora Linda. Professora boazinha e tranquilona. Nossa professora Helena brasileira, e o que é melhor, dando aula para marmanjos que saberiam aproveitar as aulas privilegiadas de geografia.



De fato a gente ouve falar muito pouco dela. Não vou dizer que é talentosa, mas seu naipe é o maior influenciador de sua divindade. Mas se quer saber mais sobre suas opiniões e seus trabalhos (rs) assista o vídeo abaixo. Aproveite, o Google tá aí para isso.





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