terça-feira, 2 de julho de 2013

True Story


terça-feira, 25 de junho de 2013

Indulto de Natal


O Futuro Nada Promissor do Novo Aracnídeo



Novo filme do Homem Aranha se aproximando e não consigo ter nenhuma expectativa. Francamente, não sei como os produtores ainda investem nesse novo Spider Man, tamanha rejeição que ele conquistou em popularidade. A mais nova pérola é o corte de Shailene Woodley do elenco, que interpretaria a Mary jane Watson. Não que eu tenha gostado dessa Mary Jane, ela parece uma sapatão apesar de ter um charme especial, mas com a ausência de tantos personagens importantes é difícil sentir um mínimo de apatia pela nova série cinematográfica do herói. Para compensar o fiasco do filme anterior já era para estar aparecendo o Duende Verde, Gwen Stacy deveria ser morta, Harry Osborn tinha que dar as caras (ah, ele vai aparecer? menos mal) e Parker deve começar a tirar fotos para o Clarim. Do jeito que as coisas andam, essa mitologia básica do herói será escanteada para um terceiro filme, quando já teria sido feito avanços demais, isso se tiver. Só nos perguntamos qual será a artimanha utilizada para atrair os fans do aracnídeo a assistir a segunda parte dessa seriezinha tinhosa.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Homem de Ferro III - Crítica

Texto saído na Revista Mais Mulher de Votuporanga - SP

Homem de Ferro III
Robert Downey Jr se despede do herói metálico.











De Os Vingadores o alter ego de Tony Stark é o que mais se popularizou, rendendo três filmes solos que completam o ciclo já bem explorado do herói. Já estava na hora de trabalhar melhor os outros integrantes que logo estarão de volta ao cinema, e até que se estude um novo Os Vingadores, que ainda vai render pano para manga, o Vingador Hi - Tech já está oficialmente enterrado. O questionável é se de fato a trilogia teve o desfecho merecido. Os dois primeiros filmes dirigidos por Jon Favreau tinham como missão dar o passo inicial a um projeto há muito idealizado, um filme de Os Vingadores que reunisse de forma audaciosa grandes heróis do universo Marvel, e explorar mais a fundo este que seria um dos focos do grupo. O terceiro Homem de Ferro, dessa vez dirigido por Shane Black, se passa após os eventos ocorridos em Os Vingadores. Tony Stark encontra-se com sérias crises existenciais depois dos apuros passados na batalha contra Loki e seus Chitauri ao lado de seus novos companheiros, entre eles um super soldado, um deus e um monstro, enquanto ele não passa de um simples mecânico com verba para bancar suas geringonças. Além disso desenvolveu ataques de crise de pânico sempre que sente o emocional abalado, o que o fez se tornar recluso e passar seus dias e noites imerso na elaboração de seus ´´brinquedos``, seu mais novo hobby. O pano de fundo do roteiro é a adaptação livre do arco das histórias em quadrinhos Extremis, de 2005. Cientistas que tiveram ligação com Tony Stark produzem a tecnologia Extremis, que permite a regeneração de partes amputadas do corpo, porém o DNA geneticamente alterado dos hospedeiros os tornam seres flamejantes capazes de explodir quarteirões quando assim desejarem. Apesar de ser o dr Aldrian Killiam (Guy Pearce) o principal antagonista, um dos principais vilões dos quadrinhos garante sua presença, o Mandarim, embora aqui sofresse injusta descaracterização que até pode funcionar dramaturgicamente, mas infiel à sua origem quadrinística, o que provoca revolta justificável de quem é companheiro antigo do herói enlatado, sem mensurar sua retratação como uma espécie de Bin Laden. Mas Ben Kingsley, coitado, não tem culpa de nada e faz um bom trabalho. Uma provocação midiática de Stark ao mais novo terrorista do pedaço o faz se arrepender e passar o resto do filme tentando aprender a ser uma pessoa melhor, inclusive fazendo amizade, mesmo que a princípio por interesse, com o garoto Harley (Ty Simpkins), gerando momentos cômicos e referências a outros personagens da cultura pop.
De fato Robert Downey Jr vive um dos personagens mais engraçados do universo dos super heróis no cinema. Apesar das provações que se vê obrigado a passar, das perdas e necessidade de se virar sem poder fazer uso da armadura, ele continua o mesmo de sempre. O que incomoda o espectador é vê-lo se safar de enrascadas em seu estado civil, sendo que Stark ao contrário do Bruce Wayne, por exemplo, não passa de um mauricinho quando impossibilitado de contar com seus equipamentos de combate. Deixando um pouco de lado suas estimadas armaduras, o já citado Harley passa a compor com Stark um sistema de parceria e cooperação que ambos aprenderam a lidar, não é difícil enxergar nele um equivalente do garoto prodígio do Batman. O diretor dos longas anteriores está de volta com seu Happy Hogan, agora com participação mais substancial. O funcionário das Indústrias Stark sofre um grave acidente provocado por hospedeiros do projeto Extremis, uma das motivações de Stark para combater os envolvidos, bem como a ameaça que Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) passa a sofrer depois de se tornar sua companheira oficial. A personagem de Gwyneth Paltrow embora fosse de suma importância nos filmes anteriores é neste que notamos sua relevância para o próprio protagonista, que nos é sugerida já quando a mesma veste a armadura do herói pela primeira vez numa ação desesperada de proteção de Stark, e ainda nos deixa pensando no final que sua participação não se encerra inalterada ao lado do herói, sem se tornar, digamos, mais ´´super`` que ele. E é claro que no meio disso tudo continuamos contando com a camaradagem de Rhodes (Don Cheadle), personagem tão importante na vida do cabeça de metal que encarnou por tanto tempo o Máquina de Combate, uma variação do Homem de Ferro, inclusive se passando pelo próprio nos quadrinhos, que agora torna-se o Patriota de Ferro, uma fusão de Homem de Ferro com Capitão América refletindo o comportamento narcísico americano que o roteiro faz questão de criticar de forma inteligente.
Apesar de Tony Stark ter participação maior do que como Homem de Ferro, esta foi a chance de vermos todas suas armaduras (mais de 40) funcionando sozinhas em combate, e todos seus brinquedos rendem participação importante do jeito que gostamos. Mark 42 agora age como um personagem autônomo, apenas se servindo de reparos de seu projetista, e a versão computadorizada de seu fiel mordomo Jarvis se mantém como o mentor onisciente de nosso herói até o final. Seus colegas super-heróis são apenas levemente arranhados, como na costumeira cena pós crédito em que Stark interage com outro membro de Os Vingadores, mas é só uma cena cômica e nostálgica, mais nada. Como especulava-se, agora parece certo que se Homem de Ferro retornar, não será mais Robert Downey Jr. Resumo da ópera, Homem de Ferro III é somente um filme funcional, com belíssimos momentos de ação, citando o melhor de todos o salvamento das pessoas despencando de um avião em queda livre, fazendo o enlatado provar seu potencial e o que acredita ser o seu significado de herói. Claro que, como já é comum, o presidente dos EUA aqui também é a rosa mais bela. Quem gosta do personagem, ou mesmo só dos filmes, não vai encontrar muitos defeitos no desfecho da trilogia do herói marvete com pinta de herói japonês. E independente de tudo os estúdios Marvel\Disney vão lucrar muito ainda com os brinquedinhos e jogos de videogame do personagem.
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Se beber, não case! - Parte II


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terça-feira, 28 de maio de 2013

Salve as máquinas Pinball











Numa era em que cada vez mais se consome jogos de videogame essas máquinas antigas estão, digamos, obsoletas, é o que muita gente pode estar pensando. Moda lá pelos anos 70, 80, populares mais até que jogos de totó e mesa de sinuca, se hoje não for jogado pela tela do computador ninguém mais sabe o que é. Mas ainda há aqueles admiradores, que sabem muito bem que não é um X Box nem deveria ser, pois tem seu charme ímpar, nem por isso é menos interessante que jogos eletrônicos e que sabe aproveitar quando encontra uma dessas máquinas num shopping da vida. Trata-se da tradicional mesa de Pinball, antigamente referida como fliperama, porém, como as casas que forneciam partidas não só desse tipo de jogo como também de qualquer jogo eletrônico, como arcades, generalizaram-se com esse nome, a palavra já não lhe tinha mais singularidade. Você por acaso já teve contato (e interesse) de tentar jogar com uma máquina dessa ao invés dos arcades de luta? Essa bagaça é um dispositivo eletromecânico que aportou por aqui já na década de 40 em versão rudimentar, mas a partir de 70 começou a se modernizar e ditar moda por aí, quase todos os jogos da empresa Taito, que fazia versões nacionais dos grandes sucessos americanos. É dela os clássicos Cavaleiro Negro, Fire Action, Drakor, Meteoro, Space Shutle, Gork e Sultan, entre outros. O jogador controla duas palhetas, uma do lado esquerdo e outra do direito, com intuito de impedir que a bolinha metálica caía no buraco, e cada vez que ela é arremessada acaba caindo em um lugarzinho diferente da mesa, protegida por um espesso vidro, que determina a marcação de pontos. Explico isso por que muita gente não sabe mais o que é isso, é triste mas é verdade, pois esse tipo de jogo fez a diversão de muitos. Empresas de videogame, é claro, também lançavam mão de sua linha de Pinball, como a Sega e a Capcom. Acontece que o sucesso era mesmo gigantesco quando ainda não tinha essa onda de jogos de videogame em produção maciça, os que chegaram a acompanhar a geração do Pinball eram jogos como os da tecnologia Atari, versões como as adaptadas para consoles 8 bits começavam a engatinhar. Em 1999 as produções do Pinball começaram a cessar, e a resistente que produz até hoje suas coleções é a Stern Pinball, que devemos nossa congratulação. Produzindo suas mesas com a mesma tecnologia de décadas atrás, que consiste em chip sintetizador de voz, display de LED e belos efeitos sonoros e visuais, afinal, as mesas de Pinball levam em sua fórmula a tecnologia máxima para sua concepção, acredito eu, o que vale mesmo é a criatividade de quem vai conceber o game. As mesas da Stern contam com design moderno, peças e figuras bem feitas na quadra do jogo, boa resistência, pintura bem trabalhada no corpo da mesa, enfim todos atributos que vai fazer você querer ter uma dessas em casa. Eu mesmo, acho mais classuda uma mesa de pinball que uma de sinuca. Cada uma delas levam mais de um dia para sua fabricação e não são nada baratas, mas vale a pena. Eu prefiro uma partida ao modo tradicional do que na tela do computador, valoriza mais. Parabéns aos estabelecimentos que mantém, mesmo que agora em bem menos quantidade, essa diversão como legado para gerações posteriores. Que nunca morra!

Abaixo uma galeria do que considero um primor em jogabilidade e trabalho artesanal. Quando moleque era doido para quebrar um vidro e roubar uma dessas miniaturas maneiras.

Avatar
Os Vingadores


Os Flintstones
Racer
Airbone
Arquivo X
X Men







O que dizer então do Pinball virtual? Bom, isso é "secular" e o importante é fazer essa galera mais nova conhecer o game, não importa o meio. É como transformar o velho Pinball num videogame, mas tudo bem. E se puder ´´baixar as mesas originais``, melhor ainda. E pensar que anunciam aos quatro cantos o brilhantismo do Pinball em 3D, aff, o pinball tradicional já é em 3D. Mas a Internet nos oferece umas coisas bacanas em matéria de pinball, você pode jogar online em alguns sites e até criar o seu próprio fazendo download de um programa clicando aqui. Acho mais legal do que aquele pinball portátil que a gente levava para a escola, mas que não era eletrônico.

Só para babar, umas canjinhas dos jogos do tempo da Taito.





 Vortex

Rally

 Titan

quarta-feira, 15 de maio de 2013

O Coreano Merecedor de Respeito


Quando se é bem moleque é doido para aprender uns golpes e sair dando porrada por aí, nem que fosse para não ser a mais nova vítima de bullying da escola, e nesse sentido os primeiros seriados tokusatsu a ditar moda por aqui teve sua parcela de incentivo. Quem hoje se lembra com carinho do Cometa Alegria que passava nas manhãs da saudosa Rede Manchete sabe que após um tempo de a molecada doida para aprender algumas acrobacias vistas em seus seriados preferidos era chegada a hora de aplacar seus anseios com as aulas do Mestre Kim, numa época em que guerras asiáticas eram assunto só nesses nossos seriados live action e sul coreanos não contagiavam o planeta com musiquinhas coreografadas pegajosas, apresentadas em um quadro que ia ao ar antes de cada tokusatsu, ensinado um ou outro golpe de Taekwondo. Foi minha primeira aula tanto de luta quanto virtual, me fazia reproduzir os golpes mesmo que fizesse tudo errado, com direito a muita rosquinha Mabel. O que os garotos da época não sabiam era que o sul-coreano acumulava outras atividades na emissora, como co-autoria de novelas, claro que ele dava seu toque pessoal, por exemplo, seus assuntos eram mais focados em lutas em geral, e que por um acaso é naturalizado brasileiro, tendo sua humilde primeira academia no Rio de Janeiro na rua Voluntários da Pátria, na década de 70. E pensar que eu passava por lá tantas vezes e nem tinha ideia disso.

















Devido à sua popularidade em meio às crianças foi lançado no comecinho dos anos 90 pelo grupo Bloch, detentor da Rede Manchete, o gibi Mestre Kim, que chegou a ter apenas 9 edições. O gibi seguia a linha de outra publicação da editora, o gibi Clássico das Artes Marciais, que em breve terá um post neste blog.
É com saudade que lembro desse grande mestre do Taekwondo. Pelo que andei lendo por aí ele continua em atividade e é dono de um currículo fodástico que bota um Chucky Norris no chinelo. Entre outras coisas o cara foi instrutor da Polícia Militar, Cívil, Federal e do Batalhão de Choque do Rio de Janeiro e presidente da Confederação Brasileira de Taekwondo. As atividades que pratica o faz manter sua vitalidade, mesmo que já tenha idade avançada. Falando nele me dá até vontade de voltar a fazer lutas. É de exemplos como esse que uma nação precisa se espelhar.



G. I. Joe – Retaliação: Uma sequencia com cara de reboot


Texto publicado na Revista Mais Mulher de Votuporanga - SP




















O segundo filme dos heróis de brinquedos da Hasbro podia se sair um razoável reboot, mas o diretor Jom. M. Chu (Justin Bieber, Never Say Never) resolveu incorporar elementos já estabelecidos em G. I. Joe – A Origem de Cobra (Stephen Sommers) talvez numa tentativa de agradar quem curtiu o primeiro live action. Acabou se tornando só mais um filme de ação de grande orçamento, pois teoricamente não funciona como sequencia. Se no primeiro o personagem de destaque tal como no desenho dos anos 80 é Conrad ´´Duke`` Hauser (Channing Tatun), neste é seu companheiro de batalhas e amigo de muitos anos, que curiosamente sequer foi arranhado no filme anterior, Roadblock, interpretado por Dwayne ´´The Rock`` Johnson (Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio), o badass da atualidade, que ao lado de Bruce Willis, que faz uma participação mais que especial como Joe Colton, o Joe veterano e já quase esquecido, forma a dupla casca grossa que todo filme de ação americano precisa ter, superados apenas pela belíssima cena de combate ninja nas montanhas protagonizada por Snake Eyes (Ray Park), Storm Shadow (Lee Byyng – Hum) e Jinx (Elodie Yung), a mais nova ninja dos Joe a estrear sua versão em carne e osso. Falando em personagens novos é interessante observar que a lista dos que figuram o universo Joe é extensa e para agradar a fans antigos e saudosistas naturalmente cabeças seriam cortadas para dar lugar a novas, mas é revoltante ver que personagens importantes da primeira adaptação como o general Hawk, Scarlett, Heavy Dutt e Ripcord, o melhor amigo de Duke, foram simplesmente ignorados. Mais revoltante ainda foi ter visto alguns sendo descartados de maneira desmerecida, como o Duke que, além disso, teve participação ínfima. Entre outros conhecidos que entraram em campo pudemos ver outra personagem feminina notável, Lady Jaye, um dos poucos personagens que tiveram uma origem explorada, além de poder fazer uso de sua sensualidade quando preciso, mas sem perder a tenacidade que não a deixa devendo nada aos integrantes masculinos, e Flint (D.J Cotrona), personagem que nada acrescenta, mas como muitos estava devendo uma participação.

Comando Cobra

Tão importante quanto os Joes, é claro que é o comando terrorista Cobra. A ausência dos que participaram do filme anterior, como Destro e Baronesa, podia ser explicada com a desculpa de que tinham sido capturados, porém, enquanto Destro estava esquecido o comandante Cobra, até então ofuscado pelo primeiro, torna-se o principal antagonista juntamente com Zartan, um mestre do disfarce que toma lugar do presidente dos EUA (Jonathan Pryce) preparado para provocar uma nova guerra mundial. Firefly (Ray Stevenson) marca presença dando dor de cabeça aos Joe, mas se na versão que consolidou a fama dos G. I. Joe pelo mundo entre crianças ele era um guerreiro mascarado, nessa versão ele está de cara limpa. Storm Shadow retorna após sua provável morte no primeiro filme, mandando às favas a verossimilhança, por mais que esse Retaliação tivesse a suposta pretensão de ser mais condizente com a realidade.

Brinquedinhos e a moral da história

Podemos considerar que esse novo G. I Joe não é nem uma sequencia nem um reboot, e sim uma reinvenção do que já foi levado às telas com atores reais. No lugar dos brinquedinhos hi tech de A Origem de Cobra, como trajes especiais e ogivas de nanomites, agora os equipamentos, veículos e armas são os que normalmente são idealizados para a segurança nacional americana, e claro que não tardarão a serem reproduzidos fielmente em sua versão brinquedo moderno, mas nada que possa transformar a equipe militar num Battlestar Galactica, por exemplo. O roteiro também deixa bem claro que nações do mundo inteiro, principalmente os EUA, possuem equipamentos bélicos de destruição global, e numa demonstração fantasiosa o comando Cobra manda Londres pelos ares numa sequencia tão impactante quanto às batalhas ninja nos picos gelados. No entanto a história não é lá grande coisa e deixa a desejar. Os Joe não são mais uma equipe enrustida e tornam-se uma Tropa de Elite conhecida pelo mundo todo, sofrendo ataques que dizima grande parte de uma unidade em missão no deserto (quem sabe foi aí que personagens do filme anterior ´´se perderam``). Mais tarde o Cobra consegue deixar os Joe mal vistos perante o governo americano, e numa ação para salvar o mundo alguns absurdos dramatúrgicos são cometidos, citando de passagem a aliança entre Snake Eye e Storm Shadow que se deu num piscar de olhos, sendo eles rivais dês de a infância. Como de praxe, só efeitos especiais e cenas de ação se salvam em casos como esse, e ficamos sem entender por que o filme demorou a ser lançado (foi filmado em poucos meses entre a segunda metade de 2011) e sua conversão em 3D não justifica, pois não conseguiu deixá-lo mais atraente. Uma sequencia já foi confirmada e espero sinceramente que dizimem esse elenco para dar espaço a outros personagens que faltam aparecer, já que de repente essa é mesmo a solução encontrada para deixar cada novo filme com gostinho de reboot mesmo com preguiça de partir do começo.

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