sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Resident Evil Retribuição - Crítica


Texto publicado na Revista Mais Mulher de Outubro/ 2012

Resident Evil – Retribuição
Apenas mais do mesmo



Com um intervalo de um ano entre um filme e outro (os anteriores tiveram de dois a três) Resident Evil – Retribuição chega sem acrescentar nada importante, e ainda não é dessa vez que a saga termina. Não chega a decepcionar, pois quem já assistiu ao menos ao filme anterior já podia imaginar que os elementos adotados por Paul W.S. Anderson para a saga em questão são vislumbres visuais, tiros, explosões, lutas coreografadas, criaturas caprichadamente horrendas e mulheres belas e esbeltas, como um bom cineasta cujo currículo é recheado de adaptações de games. Sendo assim o roteiro batido é facilmente compensado para seu público, a maioria composta por jovens do sexo masculino, por mais uma experiência sensorial semelhante a dos games, desta vez trocando o controle tradicional pelos óculos 3D, como se o espectador acompanhasse um gamemaníaco conduzir o jogo em infinitas doses de realismo.
Está certo que os jogos da Capcom ainda empolgam, os zumbis continuam na moda, mas será que precisaríamos de tantos títulos de Resident Evil para o cinema? O terceiro (A Extinção, 2007) para mim é o melhor, o seguinte (Recomeço, 2010) serviu apenas para enterrar a esperança de que continuações à altura aparecessem, mas até aí tudo bem, pois se tratava agora de uma franquia rentável que acabara de cair na tendência ´´mais pipoca impossível``, arriscando o caminho que quisesse já que o intuito era encher as salas de cinema, o problema é que aí vem Retribuição e começa ipsis litteris de onde o último terminou para sabermos depois, com desconforto, que ainda não é o final. Mantendo fidelidade com a sequencia anterior, já no início do filme temos uma bela cena em slow motion de retroação, e uma apresentação bem didática de Alice (Milla Jovovich) sobre toda a trama ao longo da saga envolvendo a corporação Umbrella,seus planos monárquicos de dominação global e o T – Virús que reduziu a humanidade em mortos vivos comedores de gente. Para não dizer que este novo número morre na mesmice é interessante ver uma versão de Alice mais ´´normalzinha``, como uma dona de casa feliz, com seu marido e sua filha deficiente auditiva, numa trama envolvendo clone e mais clones, alguns de velhos conhecidos que passaram pela saga, incluindo aí Rain (Michelle Rodriguez) em diferentes versões, mas que infelizmente não conseguiu se sustentar, tendo como seu melhor diálogo a piada que faz com o traje estilo sadomasoquista de Alice. O que torna o filme razoavelmente agradável, e independente de se conhecer ou não os jogos de videogame, são as simulações ultra-realistas de cidades de Nova York, Moscou e Tóquio, demonstrativo do poder de manipulação da Umbrella, e a heroína atravessa todas elas como fases de videogame ao lado de Ada Wong (Li Bingbing), ex agente da Umbrella que se torna uma personagem tão importante quanto Alice, uma cereja do bolo assim como os personagens Leon (Johan Urb) e Barry (Kevin Durand), todos oriundos dos games que não tiveram vez até então. O monstrão do filme anterior com seu martelo de bater carne gigante está de volta, desta vez em dose dupla, embora a ameaça não pareça mais tão aterradora como antes, mas convenhamos, uma ameaça já não mete mais tanto medo duas vezes seguidas. No geral, A Retribuição é um filme de perseguição e luta pela sobrevivência, não precisamos entender mais nada, as explicações ficaram nos últimos filmes. Alice e seus amigos humanos tentam escapar como podem, e dessa vez ela tem uma inesperada vida inocente para se preocupar, e a perseguição de carros, clichezada em bastante filme, até que funcionou bem aqui.


Alice
Embora tenha sido uma personagem criada especialmente para os filmes, é impossível pensar em Resident Evil sem Alice. Até mesmo os fans dos jogos não tiveram rejeição por ela. Num contexto de que a série para o cinema funciona com a mesma experiência sensorial que um jogo de videogame, Resident Evil é uma série fetichista, e no caso esse fetiche é provocado por e para a personagem principal, condutora do fio narrativo e visual que já se exibiu de diversas maneiras dês de o filme de 2002, ficando ela cada vez mais vislumbrante, mais fálica e mais humana a cada sequencia, dotada de superpoderes ou não. Para as mulheres ela é o que poderia se chamar de alter ego feminino, bem representada por heroínas que agradam a ambos os sexos, em conotações poderosas e sensualidades sutis, como por exemplo a heroína de outra cine-série, Selene (Kate Beckinsale) de Anjos da Noite. Só em A Retribuição a esposa de Paul W.S. Anderson aparece nua numa estalagem secreta da Umbrella, onde tem um diálogo desesperador e delirante com Jill Valentine (Sienna Guillory), encontra e veste seu já tradicional e poderoso traje do último filme, o uniforme preto de corset justinho, e sai na mão em câmara lenta com zumbis, que afinal estávamos com saudade, nos fazendo lembrar o Kung Fu doido do Neo de Matrix, sem a necessidade de repetir ameaças antigas; você provavelmente não sente falta dos cachorros zumbis. Porém, a rainha Vermelha (Megan Charpentir) está de volta, acabando de nos dar um gostinho bom de nostalgia e respeito para com a saga. O mais aguardado mesmo é a luta entre Alice e Jill, e com sinceridade é de tirar o fôlego, não decepciona nem um pouco, quem ver se surpreenderá.
Pode até valer o ingresso se souber o que esperar, tomara que você não precise das explicações iniciais da Alice. É o tipo de filme que me faz me sentir com menos de dez anos. Resta saber como vai ser o embate final dos humanos sobreviventes com o exército de zumbis e clones de Albert Wesker na sexta sequencia e final da saga. Bom, a gente espera que seja.

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Indulto de Natal


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Gang do Lixo




A maior frustração de moleque que tive com relação aos álbuns de cromos autocolantes figurinhas não foi nunca ter completado um, mas sim deixar de ter um que eu era louco para ter, mas minha mãe não deixava; Gang do Lixo. Como a molecada de hoje não sabe o quanto era divertido comprar envelopes de figurinhas de álbum caça níquel de filmes, desenhos e séries de TV, pois este prazer está cada vez mais diminuto, vamos relembrar dos anos 90, época em que colecionar figurinhas era um barato, trocar, jogar bafo, e gastar a maior grana para posteriormente chorar reclamando que o livro ilustrado álbum nos enganou ao estampar os dizeres ´´todos os cromos (sempre detestei essa palavra)  foram distribuídas em quantidades iguais, não havendo, portanto, cromo difícil``.
Lembro quando eu tinha uns nove anos e vi um moleque levando para o recreio do colégio o álbum cuja capa tinha um boneco enfiando o dedo no nariz transpondo o cérebro para tirar catota, intitulado Gang do Lixo, e num acesso de inveja fui perguntar para o moleque: ´´Como alguém tem coragem de colecionar um álbum tão nojento desses?`` E o moleque, não deixando barato, reponde: ´´Eu acho que é a sua cara``. Diálogos simplórios e infantis à parte, na mesma época alheia à Internet ficava tentado em saber mais sobre esse curioso álbum, e lembrando das figurinhas que comprei escondido penso que hoje em dia a molecada não sabe o que é uma coleção divertida; era simplesmente as figurinhas mais esdrúxulas, debochadas, cômicas e bizarras que já vi. Me identifiquei na hora. Nos dias de hoje a coleção passaria por um rigoroso processo de censura e muito provavelmente seriam abolidas, mas na época, início da década de 90, desenhos doentios de crianças bizarras, defeituosas, sofrendo acidente terrível e fazendo coisas nojentas, todas com nomes sugestivos em trocadilhos que as definem bem, eram consumidas a rodo por pais e crianças. Quem lembra?









Garbage Pail Kids

No finzinho da década de 70 o inventor e fabricante americano Xavier Roberts lançou a linha de bonecas fofinhas Cabbage Patch Kids, que se traduz bizarramente como algo do tipo ´´Crianças Repolho Remendadas``, que fez um sucesso danado entre a criançada embora fossem feias pra cacete. Em 1985 foi lançado o que poderia se considerar uma paródia, o álbum de figurinhas intitulada por Garbage Pail Kids, ilustradas pelo cartunista Tom Bunk, que trabalhou na revista Mad por anos. Garbage Pail Kids (em sua tradução literal seria Crianças da Lata de Lixo) é uma versão bizarra e grotesca das Cabbage Patch Kids, que também fez muito sucesso, desta vez não só entre crianças de 8 a 9 anos como também entre adolescentes, rendendo inclusive um processo de Xavier Roberts para a versão obscura de sua linha de bonecas. No Brasil o álbum chegou no comecinho dos anos 90 com o nome de Gang do Lixo. Nos EUA as figurinhas são lançadas até hoje. Se você é um dos sortudos que teve esse álbum, deve saber que o politicamente correto que se propaga nos dias de hoje é um saco






Gang do Lixo, o filme

Ainda na época que as figurinhas bombavam por aqui um amigo meu comentava que não conhecia o álbum, mas já tinha ouvido falar do filme Gang do Lixo. Só recentemente fui descobrir pela web que em 1987, época em que Garbage Pail Kids fazia barulho, foi lançado um filme bem grotesco com os personagens baseado no álbum, mas é inédito por aqui. Chuck é um bichinho de pelúcia comparado a esses bonecos tão feios. Dá só uma manjada.



Achou que é só isso? Nananinanão, a bizarrice não tem limite. Dá uma manjada na animação produzida em 1989 e vê o que acha. Pena que só tá em inglês, mas que se dane. Me lembrou Os Oblongs. Nem eu sabia que tinha, vou mofar no pc assistindo os episódios, obaaaaaaaa!!!!!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Indulto de Natal


O falocentrismo feminino nos quadrinhos da Mulher Maravilha




















Como bom nerd interessado em quadrinhos antigos e mensagens ocultas que sou, não poderia deixar de dar atenção especial a uma cultura há tempos propagada aos quatro cantos da net; o conceito do falocentrismo feminino nos quadrinhos da Mulher Maravilha. A pertencente de uma tríade importantíssima para a história dos gibis de super heróis, sobretudo da DC Comics completada por Batman e Super Homem, a heroína tinha lá seus gibis em seu país de origem embora aqui só fosse exibida em histórias solo nos gibis de outros personagens ou como integrante da Liga da Justiça e do antigo Superamigos, e as capas de suas publicações não podiam ser menos curiosas em se tratando da representante do sexo feminino até então. A criação do psicólogo teórico feminista William Marston, que em um feito não menos importante foi o inventor do polígrafo (aparelho detector de mentiras) era apresentada às voltas em combate contra armas ou ameaças em formato fálico, como mísseis, foguetes, torpedos ou animais cuja estrutura se assemelhava a um cacete gigante. A amazona ora era domada por um desses equipamentos, como por exemplo em um gibi em que aparecia totalmente imobilizada e vulnerável a ataques, ora simplesmente numa posição vantajosa, dominante, não poucas vezes representada em tamanho gigante, uma alternativa dos realizadores porem a prova o significado imponente que a amazona exercia num cenário majoritariamente dominado por homens, e é claro, mexer com a libido dos mais jovens, consumistas dos quadrinhos, expondo a amazona batendo de frente ou sofrendo as consequências devidas e imaginadas ao mexer no universo masculino. Num modelo exemplar a princesa Diana aparecia exprimida entre dois arranha céus em um autêntico sanduba, mexendo com a mente pueril não só dos moleques espinhudos como também de qualquer barbado, que podia até não saber porque, mas com certeza achava tal título um puta atrativo que não poderia faltar na prateleira de HQ.





















A princesa de Themyscira pode ser considerada como um grande símbolo de poder feminino num universo predominantemente masculino, mais até que qualquer personagem feminina da Marvel. Seus quadrinhos, de uma maneira mascarada ou não, é repleto de fetichismo e temperos sexuais. A começar pela sua principal arma de combate, o lacinho dourado muitas vezes usado como chicote, resistente e indestrutível, que tem o poder de imobilizar o inimigo com maestria nos remetendo à prática de shibari/bondage, prática fetichista que consiste em amarrar, imobilizar ou amordaçar o parceiro. Além disso Diana tem uma força sobrecomum dispensando o uso de equipamentos de combate, sendo enviada a partir de adulta ao ´´mundo dos homens`` para colocar nos eixos o que estava em desordem, usando e abusando de conotações eróticas de lição e domínios corporais.

























segunda-feira, 17 de setembro de 2012

5º Mostra Unifev



5º Mostra Unifev (Centro Universitário de Votuporanga) realizado no dia 12 de setembro de 2012. Destaque para o curso de engenharia mecânica (acho que é isso) que fez a apresentação que mais gostei com seus robôzinhos.

Se preferir, assista no Vimeo.



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Blog em recesso


Ficarei um tempinho em confinamento trabalhando em projetos particulares. 
Mas logo logo o blog volta com mais novidades, não deixe de acompanhar. Até mais.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Batman - O Cavaleiro das Trevas Resurge - Crítica

Texto publicado na Revista Mais Mulher





O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Sem dúvida o melhor filme de herói do ano, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge encerra a trilogia de Christopher Nolan com chave de ouro. Com quase três horas de duração o longa vai além das expectativas e ainda nos deixa com um gostinho de quero mais. Dos acontecimentos do último longa para cá (O Cavaleiro das Trevas, 2008) oito anos se passaram e Gothan já não precisa mais do homem morcego, estando ela agora em vigor da lei Dent, decretada após o promotor da cidade Harvey Dent (Aaron Eckhart) ter se tornado um símbolo ao ser morto, recaindo sobre Batman o injusto fardo de seu algoz. Mesmo assim, com o sentimento de dever cumprido, Bruce Wayne (Christian Bale) resolveu pendurar o uniforme de morcego. É aí que entra em cena Bane, encarnado por Tom Hardy (Guerra é Guerra!), um ameaçador terrorista repleto de testosterona e massa muscular que, com sua voz potente e chiada a La Darth Vader cujo som sai através de sua máscara não fica devendo nada para o Coringa de Heath Ledger, que não foi citado neste último longa. Está certo que Bane pode não ter o carisma do palhaço assassino, mas é bem mais destrutivo e sai no braço pra valer com o homem morcego, sendo ele a principal motivação para o aparentemente enferrujado Bruce voltar à ação, para descontentamento de uns e contentamento da maioria. O inimigo do Batman foi criado já nos anos 90 para uma estratégia de alavancar as vendas da editora Dc Comics. Em um dos títulos o vilão deixa o herói paraplégico, o que rendeu, numa solução adaptada e resumida, uma sequencia de arrepiar a espinha no novo filme de Nolan. No entanto não é a primeira vez que o bombadão pôde ser visto num filme do Batman. Em Batman e Robin (1997) de Joel Schumacher, Bane foi interpretado por um ex-lutador de luta livre e sua origem era bem diferente dos quadrinhos; um cientista louco usou um presidiário para um experimento, e este acabou adquirindo músculos infláveis (!) através de tubos conectados ao pescoço, pouco cérebro e coloração de pele esverdeada, limitando-se a ser o guarda-costas de Hera Venenosa (Uma Thurman). Por coisas como essa foi a adaptação que mais gerou críticas e revoltas por toda vida cinematográfica do homem morcego. Além de Bane o longa conta com outros personagens interessantes, como Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada) como Selina Kyle / Mulher Gato que a saga estava precisando, a personagem feminina mais importante (e também a mais fálica) depois de Rachel (Katie Holmes/ Maggie Gyllenhaal). Apesar de seu charme natural a personagem passa longe de Silvia Pfeiffer em Batman : O Retorno (1992), mais folclórica e de maior durabilidade em nosso imaginário coletivo, mas se a função desse novo Batman era imprimir doses de realismo e drama, a Selina Kyle de Hathaway caiu como uma luva, embora nada se explique de sua mitologia; a alcunha de ´´Mulher Gato`` sequer existe. Joseph Gordon Levitt faz John Blake, um jovem policial que vê na imagem de Bruce Wayne o exemplo que buscava dês de os tempos de orfanato, ministrado pela fundação Wayne, e aos poucos vai provando ser um personagem importante resultando numa surpresa aos fans antigos no final. Gordon Levitt trabalhou em outro grande filme de Nolan, A Origem (2010) que, aliás, conta com participação de muitos nomes da nova saga do cavaleiro das trevas. Outro nome dos quadrinhos a estar presente é Miranda Tate (Marion Cotillard), milionária filantrópica forte candidata a interesse amoroso de Bruce, e apesar da aparentemente participação sem importância torna-se uma das peças-chave para o desenrolar  da narrativa. De veteranos ainda contamos com as excelentes participações de Gary Oldman como o cúmplice exclusivo do demônio interior de Bruce, Comissário Gordon, Morgan Freeman, que não saiu de cena com seu Lucius Fox mesmo depois de muito tempo de sumiço do morcegão, e por último, o personagem tão querido quanto o principal, o Alfred de Michael Caine, o verdadeiro pai de Bruce. A trilogia andava devendo um conflito natural entre os dois, ainda mais agora que Bruce decide retornar à atividade tempos depois de se aposentar, e assim Alfred opta pelo que podia até ser doloroso, porém a escolha certa; deixar a mansão de Bruce. O personagem fica muito tempo afastado chegando até a fazer falta, deixando os espectadores se perguntando onde ele estaria, sinal de que o mordomo de fato é importante.
A história é longa, mas não faz o espectador perder o fio da meada nem quando o herói fica longe do desenrolar dos acontecimentos. O roteiro é bem amarrado e coeso, assinado por Nolan e seu irmão, Jonathan Nolan. O considero o melhor de toda trilogia, embora quem não aprecie momentos densos possa achar que certas partes soem enfadonhas e didáticas, sobretudo a respeito dos planos malignos de destruição de Gothan, que para mim são essenciais. O diretor não erra a mão em referências aos gibis e as cenas de ação foram muito bem construídas, magistralmente a ausência de trilha sonora em uma delas deixa o clima ainda mais realista. E já chovendo no molhado, Bane é de dar medo, desde que aparece na sequencia do avião no início do filme, dando uma prévia do grande inimigo que estava por vir. O único fail foi não ter sido explicado a origem do uso da máscara (sabemos que o gás que ele inala era uma espécie de morfina, mas não o que ele tinha e porque), mas é um detalhe perdoável. O final, no entanto, não me satisfez por completo. Mas também não é o tipo de final que agrade gregos e troianos, há espectadores por gostos apoteóticos, outros por gostos de realidade palatável, e a saga infelizmente não se encerra podendo se enquadrar por igual nos dois casos.
Bat Gadgets: Por toda cine-série Batman foi o rei da bugiganga, graças a seu amigo Lucius Fox que entendia de tudo trabalhando no setor de ciências aplicadas nas empresas Wayne. Não faltavam equipamentos que Bruce quisesse, alguns deles ele levava em seu indefectível cinto de utilidades do morcegão. Pelos três filmes o homem morcego já teve o Tumbler (Bat Móvel, agora se assemelhando a um tanque. Caveirão é fichinha), Batpod (espécie de moto extraída do Tumbler), pistola magnética, periscópio flexível de fibra ótica, visores infravermelhos e de outros vários tipos, celular de sinal criptografado, bomba adesiva, Bat-Nave, aparelho ultrasônico de atração de morcego, Bat-Grample, etc.

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