domingo, 13 de janeiro de 2013

True Story

Da série Minha Mãe é Bipolar

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Indulto de Natal


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Carta de Ano Novo

Às vezes sinto vontade de gritar, mais ainda depois de saber que a luva mágica não tinha o encantamento que eu precisava. Mas não posso reclamar, me deixa inspirado, o que afinal é minha maior qualidade. Minha mente é o refúgio para escapar da realidade que não me interessa. Minha ideia de felicidade este mundo não pode propiciar, sendo escravo de regras e convenções. Além de minha magnitude interna, solitária e egocêntrica, porém auto preservante, vejo o universo me lembrar o tamanho irrisório de minha existência, alheia à mecanização que me colocaria em meu lugar comum pré concebido, só que eu tenho a chave do segredo, a imaginação maior que o conhecimento. Mas não se contempla muito tempo. Quase 30 e ainda sem propósito de vida. Meus gritos ainda serão a razão do meu sufocamento, do meu sepultamento. A falta de coragem que não me deixa gritar é a mesma que faz eu me anular. A esperança e a sensação de ter o tempo a favor é o que me mantém confiante. A pretensão da felicidade, de uma mente sem amarras e visão espirituosa talvez seja a razão de me sentir mutilado; o pecado é querer ser autor do roteiro da própria existência, sendo que nós mesmos somos personagens de um roteiro escrito por alguém.

Gil Lima Tejo

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A Saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2

Texto publicado na Revista Mais Mulher de dezembro/ 2012





















Amanhecer – Parte 2 podia ter sido o melhor filme da saga Crepúsculo, só que não. Depois de uma primeira parte lenta e arrastada, sobrou para a segunda e última (que na verdade são adaptações de um único livro) apresentar elementos que ficaram de fora, como ação, dinamismo, pouco romance e enrolação, e um direcionamento para um desfecho que encerrasse a saga com chave de ouro, e que afinal ficou melhor que a anterior, que também não era lá grande coisa. Depois que todo didatismo tinha ficado para trás, Bella (Kristen Stewart), a agora legítima Cullen e mãe de Renesmee (Mackenzie Foy) se maravilha em enfim ter sido vampirizada, se aproximando ao máximo da condição existencial dos Cullen, redescobrindo o mundo à sua maneira e dês de já adquirindo resistência à tentação do sangue humano, tornando-se curiosamente a mais forte do clã. E é a metamorfose de Bella, tão aguardada até mesmo por quem pegou um livro sequer, que dá um tom atraente à trama. Para deleite do público masculino, Bella dá uma boa surra em Jacob (Taylor Lautner), que desta vez, ainda bem, está bem menos chato que de costume, após saber que ele teve um imprinting (´´coisa de lobisomem``) com a pequena Renesmee. A jovem e recém vampira também protagoniza uma sequencia hilária participando de uma queda de braço com um Cullen, além da relação amorosa ´´selvagem`` com Edward e quando ela passa a aprender a se comportar como gente novamente assim que recebeu a notícia da visita do pai, e descobre um eficiente poder de escudo com o qual protege pessoas próximas com a força do pensamento. Mas esse atrativo não vai mais além, já que todo o enredo da trama elaborada por Melissa Rosenberg transita em torno da pequena Renesmee. Criança híbrida, ou seja, meio humana, meio vampira, é denunciada injustamente como criança imortal por Irina (Maggie Grace) para os Volturi, clã de vampiros italianos, que exigem que os Cullen a entreguem para ser queimada na fogueira, como fazem com todas as crianças imortais, um crime perante a comunidade vampírica. Os Cullen então, sob a tutela de Carlisle (Peter Facinelli) reúnem vampiros de toda parte do mundo para serem suas testemunhas, mas que ao total não chegam nem perto do número da tropa de Volturi reunida por Aro (Michael Sheen, um dos atores mais expressivos da saga, que faz um personagem cruel e carismático ao mesmo tempo). O segundo membro Volturi mais interessante é Jane (Dakota Fanning), que aqui infelizmente teve uma participação menos significante, embora a personagem tivesse proporções ameaçadoras de sobra, proferindo apenas uma única fala. O terceiro elemento importante do longa é o enfrentamento dos dois clãs num autêntico campo de batalha, com direito a mortes violentas de personagens queridos e muitas decapitações, embora sem sangue para não ter problemas com a censura. Seria um senhor combate que a saga tanto precisava, não fosse por uma trollagem no roteiro que faz os espectadores se sentirem feitos de bobos. Para tal trollagem a personagem Alice Cullen (Ashley Greene) teve tanta importância que podia facilmente ser apontada como responsável, sendo apontado para ela todo sentimento de indignação. Quem ver verá.


Nem de longe Amanhecer – Parte 2 é o melhor filme da série. O merecedor de tal título é Eclipse (2010, David Slade) ainda que o romance complicado de Edward e Bella continuasse sendo o pano de fundo. Bill Condon repete a direção e Stephanie Meyer assumiu o cargo de produtora neste filme onde todos os personagens saíram felizes. Entre uma e outra gag interessante Jacob torna a exibir seu corpo bem trabalhado, desta vez para Charlie Swan (Billy Burke), e sob seu olhar apreensivo faz uma importante revelação. O pai de Bella continua o mesmo, bom moço, compreensivo, e apesar de uma rasa participação percebemos que a presença do personagem é necessária nem que fosse para justificar detalhes do roteiro. O bebê Renesmee, junto com a vampirização da Bella, são as únicas novidades que o roteiro tem a oferecer. Mackenzie Foy pode até ser uma graça, mas sua personagem não conquista o público. Com seu ritmo de crescimento acelerado e em sua aparição ainda recém nascida em CGI, a menina se torna apenas mais um dos efeitos especiais pitorescos que ilustraram toda a cine-série, desses como peles vampíricas fluorescentes à luz do sol e lobos hiperativos maiores que pessoas. Não é de se admirar que descobrimos que uma menina híbrida e lobisomem possam ter muito em comum. Depois de assistirmos a um desfile de vampiros esquisitos de poderes variados, com direito a duas índias vampiras da Amazônia (!) a saga se despede com uniões amorosas bizarras e nos faz perceber que a saga Crepúsculo estava precisando mesmo acabar. Não vai deixar saudade.

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sábado, 22 de dezembro de 2012

Merry Christmas

Então meus queridos, é natal e a alegria dessa época está contagiando meu coração. Boas festas para você leitor, e também para quem estiver aqui só de passagem, afinal, nessa data devemos ser solidários uns com os outros de qualquer maneira, foi o que aprendi na terceira série primária. Tenha um bom natal, e não precisa ser com todo aquele luxo não, repito aqui aquele ditado que é quase uma máxima minha, uma cerveja, pão na mesa, e estamos na moral. Ah, e não esquece de tentar ser legal com aquele porteiro sacana, e vê se manda umas mensagens de sms para sua família, e de repente até para aquele valentão que te perseguia nos tempos de escola.
























quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Putanesca Games - Yoshi



Não podia deixar de fazer esse vídeo porque queria muito homenagear esse personagem dos simpáticos jogos dos irmãos Mario e sua turma, que para muitos acabou se tornando mais querido que o personagem principal; o dinossauro verde Yoshi. Quer dizer, nem sempre verde, na verdade Yoshi é que nem os Power Rangers, existe um de cada cor, vermelho, amarelo, azul e o tradicional, e cada um com um poder/ habilidade especial. O azul voa quando fica com uma tartaruga na boca, o vermelho cospe fogo, e o amarelo tem o poder mais idiota de todos, ele pode dar um pulo que levanta poeira (acho que era para ser areia) que mata os inimigos próximos, tão tosco que ninguém costuma usar esse poder quando o mais fácil é pular em cima deles. O poder dura enquanto não cospem para fora o casco das tartarugas ou não acabam engolindo. Lembrando que cada tartaruga também começa a aparecer numa cor diferente em determinado avanço do jogo, e cada cor fornece o poder/ habilidade equivalente a cor do dinossauro, independente de qual Yoshi  levar à boca. 
O dinossaurinho (tá bom, dragão) não deu as caras quando os jogos do Mario eram para Nintendo 8 bits, porém no relançamento de todas as versões do Nintendinho para um único cartucho do Super Nes, intitulado por Super Mario All Star, no jogo Super Mario Bros 3, num dos mundos finais o rei que o Mario tem que salvar recuperando seu cetro foi transformado em Yoshi, mas somente nessa versão relançada para S-Nes, em sua versão original ele foi transformado numa planta carnívora.
Agora uma observação curiosa, muitos anos atrás um priminho meu sentiu a falta de Yoshi enquanto jogava Mario 2 do Super Mario All Star que eu tinha emprestado e ele jurava para mim ter visto o dragãozinho, dessa vez como malvado, cuspindo ovo nos jogadores. Tal dragão é um chefe de fase que aparece no fim de todos os estágios. É aí então que percebemos o quanto as crianças são observadoras e espirituosas, Yoshi sequer vinha à minha mente quando chegava nesse vilão. Para ele, o fato de ser o único dinossauro presente na fita o fazia se aproximar da lembrança do velho e querido mascote. E lembrando que ele era da galerinha dos meus primos que achavam que o Toad, o cogumelo humanóide, era um gênio da lâmpada, hahahahaha.
Só fiquei bolado por essa versão nova do Movie Maker não permitir fazer as minhas peculiares narrações que já estava com saudade. Talvez tenha outro jeito, já que não se narra mais a linha do tempo, mas até que descubra... me senti sabotado. Mas quem sabe, para os hatters que não gostavam dos meus comentários a la Beavis e Butt Head e gostariam que eu me calasse a todo custo, pode até ter sido bom. Só sei que talvez seja mesmo hora de deixar o Movie Maker para trás. 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A Fábrica Encantada de Brinquedos do Papai Noel



A decoração de natal mais bem trabalhada que já vi, merece um Oscar pela arte bem detalhada, pelos movimentos dos bonecos sinistros, porém bem feitos, e pela sincronização com as músicas, além dos efeitos especiais como as bolinhas de sabão. Só achei a voz do Papai Noel parecida com a do Lombardi.
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