sábado, 26 de janeiro de 2013
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Supernanny, a Encantadora de Híbridos
Para se adequar a um sistema de vida ordinário talvez eu devesse ter passado por uma série de medidas controladoras que produzisse o efeito de uma castração química, e não me refiro ao regime materno ou um estratagema como um chip Mondex implantado na fronte. Pois, apesar de bom garoto, acredito que eu não seja o filho coerente e encantador que minha mãe pediu a Deus. Pode ser que minha natureza aquariana, sonhadora e faminta, sem nunca ter se saciado, não permitisse que eu me enquadrasse na categoria ordinária, e sim extraordinária, mesmo que medíocre. Uma razão que consigo encontrar para minha precoce queda de cabelo que anuncia um não tão distante novo calvo, tal como a real concepção do Super Homem tão discutido por Zaratustra. Distanciando-se um pouco do meu umbigo, é preciso esclarecer que não há subserviência sem prazer em obedecer. Aliás, há, mas isso é tão criminoso quanto obter favorecimento através de chantagem. É preciso, antes de tudo, cativar ou conquistar respeito, admiração, como se faz com os animais. A obediência de um cão a seu dono ou treinador é pautada no respeito adquirido, reconhecimento e laços de fidelidade. Sendo mais forte que o homem, o animal sabe que a mão que o afaga e o alimenta não deve ser atacada até que perdure essa troca entre humano e animal, assim como o amor e a proteção de seu dono pode torná-lo dócil e submisso, pois, ao contrário do homem, o animal sabe o real significado da amizade e projeta em seu dono o centro de seu universo, podendo doar a sua vida para salvá-lo. O animal que por algum motivo se sentir ameaçado ou com fome não êxita em atacar, principalmente aqueles por quem identifica, pelo olfato e por maneirismos reconhecidos, a possível ameaça, já que os animais conseguem identificar a essência dos humanos. Mas falemos agora de outro tipo de "íncapaz", não menos inocente, porém mais indefeso, as crianças. Pais e professores teoricamente são os responsáveis pelo sucesso dos adultos de amanhã. Mas será mesmo? Será que se minha criação fosse seguida ipsis litteris por uma apostila hoje eu seria uma pessoa bem realizada, levando em conta que a criação de um filho é mais complexa do que (a)parece? Acho difícil. Me baseando no que sou hoje, se fosse obrigado a jogar a culpa na minha criação, diria que minha mãe acertou numa coisa e errou em outra. Sou do tempo em que a referência era sempre masculina, a educação e bons costumes eram revistos mediante influência do capital, da presença espiritual e não física, do saber e se orgulhar, da identificação, das promoções e experiências paternas que nos faziam gozar por tabela enquanto a vida adulta não chegava para nos fazer topar e nos frustrar com as enrustidas. Do tempo em que a presença material materna não punha mesa, não nos prestigiava com boa índole comportamental, não ditava regras, não influenciava, por mais que fosse o princípio da época de uma geração criada por mulheres. Não havia trocas e respeito mútuo. Não éramos cativados, e a falta de respeito por nosso padrão comportamental típico da pubescência não nos permitia devolver o que não nos era dado. Como se pode ver, na minha geração nao teve a Supernanny. E eu precisava dela. E sim, talvez hoje eu fosse uma pessoa melhor se em minha vida não tivesse faltado uma Supernanny.
O mundo é feminino
Por mais que o meu pai sempre fosse para mim um exemplo, foi a presença constante da minha mãe que me fez enxergar a materialidade positiva materna. Embora cada vez mais fosse comum filhos de pais separados, a mãe, se não é a fonte mais importante de afeto que uma criança pode procurar, ao menos deveria ser, pois faz uma falta danada, sobretudo para as crianças do sexo masculino. Por razões morais e de segurança, não se vê cuidadores de creche ou professores de Jardim da Infância homens (com excessão do Schwarzenegger), vimos isso já no nome do sistema de ensino, Educação Maternal. Os homens não despertam respeito, segurança ou mesmo simpatia no quesito relação entre adulto e criança. Desde cedo somos orientados a não pedir informação ou falar com estranhos, menos ainda se forem homens. A mulher sempre esteve presente em nossa vida quando precisamos de alguma coisa, bastando chorar para que se materializasse em nossa frente, nos higienizando, alimentando ou cuidando de nossos ferimentos, e isso desde que o mundo é mundo. Já faz bastante tempo em que homens e mulheres trabalham por igual, e pensando nas crianças carentes de atenção e alguém que lhe passasse bons valores através da educação e companheirismo, foi idealizado uma nova super heroína, a Super Babá, encarnada por tipos como Nanny McPhee, A Noviça Rebelde e Mary Poppins, governantas que se tornam para os baixinhos personificações de amizade, ensinamento e segurança que seus pais jamais seriam. Esses personagens fetish infantil, tão cultuados desde décadas passadas, ganharam nova roupagem em versões mais modernas, no reality britânico Supernanny, evocando a Super Babá no sentido literal da palavra. Essa nova heroína não veio para ser exatamente amiga das crianças, e sim dos pais que não sabem como fazer funcionar corretamente seus pimpolhos, o que afinal é justo, sendo eles o porta voz dos filhotes. Se validando do pastiche da governanta encantada conquistadora de corações infantis, a começar pela indumentária, maneirismos e dotada de títulos que lhe valha confiança dos pais e respeito para com seus filhos, como diploma de pedagogia, livros publicados e experiência em trabalhos com crianças, a Super Babá pega casos difíceis com supostas crianças problemáticas, às vezes com problema mais fácil do que se fantaseava, mas devemos levar em conta a audiência, que como espetáculo se necessita. Mas a heroína não pune, educa, uma autêntica treinadora que aponta para os pais o caminho das pedras para a correção dos pestinhas. Atentando para a visão realista da coisa, o então inovador reality gerou suas versões pelo mundo afora, como nos EUA e o Brasil. A inglesa Jo Frost faz uma babá mais jovem que a nossa representante, e embora bem alimentada é mais interessante que a já madura Cris Poli. Jo é atraente, faz linha dura sem ser carrasca, não é boba e disciplina bem, imagino que uma criança consiga respeitá-la mais que uma professora Helena, por exemplo. Além disso não aparenta ser uma figura casta, ao contrário, parece uma mulher experiente, e conforme vai lidando com crianças pequenas transparece ainda mais sua essência tutelar. Não obstante, as crianças mais velhas devem vê-la com olhos mais atrevidos, afinal, é comum a criança do pré-primário inconscientemente projetar na sua professora a imagem de sua primeira namorada.
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Cris Poli, a Supernanny brasileira, é mais experiente e talvez por isso a credibilidade dos pais por sua eficácia seja maior. Apesar da cara de zeladora de escola, ela não é ranzinza e tem muita paciência, seja no trato dos pequenos como no trato com os adultos, e eu consigo até achar atraente a comida de rabo que a nossa babá às vezes dá nos pais, fica particularmente sexy. Ora, eu me excitava até mesmo com a minha psiquiatra quase cinquentona no meu tempo de adolescência. Aliás, são muitos homens que sentem atração por governantas disciplinadoras, e por mais que eu prefira uma Jo Frost como uma governanta não posso deixar de reconhecer que uma Cris Poli tem seus valores, sua idade avançada pode significar para ela o equivalente para um bom vinho, e sua persona se permite um cuidado enorme com a aparência, estando ela sempre elegante, e inclusive variando as cores do figurino já que o azulzinho, lilás e derivado do roxo, apesar de clássico, já estava saturado.
Lidando com híbridos ou não (aquelas criaturinhas sem vergonha de filmes como Constantine), dando lições aos pequenos e aos pais sem precisar se esgoelar e fazer uso de castigos corporais, o alter ego das babás vem promovendo a paz nos lares desde 2006 em nossa terra, mostrando que a disciplina a longo prazo é que é o melhor amigo dos baixinhos, ao contrário das pregações tatibitati da Xuxa. E que de pudica não tem nada, só Deus pode saber os mistérios que se escondem sob o uniforme daquela experiente senhora que sabe e gosta de mandar. Agora entendeu a falta que uma dessa fez em minha vida?
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| Mamãe disciplinando pestinhas. Gostei dessa foto. |
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
A Coca Cola e o Cinema
A Coca Cola Company é uma empresa que tem sempre seu nome vinculado de alguma forma às grandes produções holywoodianas, ficando inclusive em primeiro lugar na premiação Product Placements Awards de 2004, dada pela agência de publicidade Interbrand. O site ANYCLIP especializado em cinema elaborou um infográfico com as maiores participações do refrigerante ao longo de sete décadas nas produções mais importantes da história do cinema, iniciando com King Kong (1933, Ernest B. Schoedsack e Merian C. Cooper). No índice criado pelo site, o Anyclip BIM, o resultado provém de um cálculo baseado no número de filmes, número de aparições e sua duração, ficando a Coca Cola como a primeira colocada, com 9,7, a Apple em segunda (9,1) e a Toyota como a terceira (7,5). Alguns filmes não fazem parte da lista, mas nem por isso deixaram de ter algum modo de merchandising editorial da Coca Cola embutido em sua narrativa, como o filme Pearl Harbor (2001, Michael Bay), onde os soldados se validavam de garrafas de vidro do refrigerante para transfusões, Um Dia de Fúria (Joel Schumacher, 1993) onde o personagem de Michael Douglas pega uma latinha de Coca Cola numa mercearia para destrocar uma notinha, e o recente A Fera (2011, Daniel Barnz), adaptação do romance de Alex Flinn. No filme se faz presente o poema Having a coke with you do poeta americano Frank O´Hara (1926-1966), traduzido em português como Tomar coca-cola com você.
King Kong: O símbolo da
Coca Cola aparece em um outdoor da movimentada Times Square, famosa
praça de Nova York.
A Felicidade Não se
Compra (1946, Frank Capra): Anúncios do refrigerante são apresentados como
parte do cenário da farmácia do Sr Gower (H. B. Warner).
Cupido Não Tem Bandeira
(1961, Billy Wilder): Primeiro caso em que a empresa tem forte influência no
enredo. O personagem C. R. MacNamara (James Cagney) é o chefe executivo da Coca
Cola de Berlim Ocidental que espera ser promovido para Londres.
Bonnie e Clyde (1967, Arthur Penn): Uso sutil das garrafas de Coca Cola como elemento simbólico da masculinidade do personagem Clyde.
Táxi Driver (1976, Martin
Scorsese): Este pode ser um exemplo de como a atenção voltada para o produto
pode ser interpretada negativamente, mas o Product placement e a imagem
latente do produto funcionam para nos fazer lembrá-lo. Parte do comportamento
psicótico de Travis Bickle, personagem de Robert de Niro, é atribuído ao fato
de ele beber o refrigerante Coca Cola em demasia para se manter acordado, sendo
ele um taxista noturno.
E.T - O Extraterrestre
(1982, Steven Spielberg): Quebra o recorde de merchandising editorial do
produto Coca Cola, que aparece em quatro diferentes tipos de inserções.
De 1983 a 1988 há exemplos notáveis que precisam ser destacados, como Mac – O Extraterrestre (Stewart Raffill), Coca Cola Kid (Dusan Makavejev) onde a Coca Cola atua como elemento narrativo consciente, e Os Deuses Devem Estar Loucos (Jamie Uys), onde uma simples garrafa do produto é o fio condutor da história do filme.
Caindo na Real (1994, Bem Stiller): Famoso por seu um filme cult dos anos 90, apresenta a Coca Cola diet como a bebida escolhida por uma geração, a geração X (pessoas nascidas entre 1965 e 1981. Essa geração é conhecida por ter um padrão de vida mais pé no chão e consumista).
Independence Day (1996,
Roland Emmerich): Exemplo sutil de que o uso em si não faz diferença, e o que
importa é a aparição e a lembrança do produto. Latinhas do refrigerante são
usadas como alvo para treinamento de tiro dos militares envolvidos no combate à
invasão alienígena.
Um Duende em Nova Yok
(2003, Jon Favreau): Imagens dos produtos Coca Cola são apresentados pelo
ambiente nova-iorquino nesta comédia protagonizada por Will Ferrel.
Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, Edgar Wright): A Coca Cola Zero, produto recente da companhia, é apresentada como compressa térmica para a dor de cabeça do protagonista Scott (Michael Cera).
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domingo, 13 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Mensagem de ano novo no fundo da garrafa
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Carta de Ano Novo
Às vezes sinto vontade de gritar, mais ainda depois de saber que a luva mágica não tinha o encantamento que eu precisava. Mas não posso reclamar, me deixa inspirado, o que afinal é minha maior qualidade. Minha mente é o refúgio para escapar da realidade que não me interessa. Minha ideia de felicidade este mundo não pode propiciar, sendo escravo de regras e convenções. Além de minha magnitude interna, solitária e egocêntrica, porém auto preservante, vejo o universo me lembrar o tamanho irrisório de minha existência, alheia à mecanização que me colocaria em meu lugar comum pré concebido, só que eu tenho a chave do segredo, a imaginação maior que o conhecimento. Mas não se contempla muito tempo. Quase 30 e ainda sem propósito de vida. Meus gritos ainda serão a razão do meu sufocamento, do meu sepultamento. A falta de coragem que não me deixa gritar é a mesma que faz eu me anular. A esperança e a sensação de ter o tempo a favor é o que me mantém confiante. A pretensão da felicidade, de uma mente sem amarras e visão espirituosa talvez seja a razão de me sentir mutilado; o pecado é querer ser autor do roteiro da própria existência, sendo que nós mesmos somos personagens de um roteiro escrito por alguém.
Gil Lima Tejo
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
A Saga Crepúsculo - Amanhecer - Parte 2
Texto publicado na Revista Mais Mulher de dezembro/ 2012

Resident Evil Retribuição
http://www.orgulho-nerd.blogspot.com.br/2012/10/resident-evil-retribuicao-critica.html
Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge
http://www.orgulho-nerd.blogspot.com.br/2012/09/batman-o-cavaleiro-das-trevas-resurge.html

Amanhecer – Parte 2
podia ter sido o melhor filme da saga Crepúsculo, só que não. Depois de uma
primeira parte lenta e arrastada, sobrou para a segunda e última (que na
verdade são adaptações de um único livro) apresentar elementos que ficaram de
fora, como ação, dinamismo, pouco romance e enrolação, e um direcionamento para
um desfecho que encerrasse a saga com chave de ouro, e que afinal ficou melhor
que a anterior, que também não era lá grande coisa. Depois que todo didatismo tinha
ficado para trás, Bella (Kristen Stewart), a agora legítima Cullen e mãe de
Renesmee (Mackenzie Foy) se maravilha em enfim ter sido vampirizada, se
aproximando ao máximo da condição existencial dos Cullen, redescobrindo o mundo
à sua maneira e dês de já adquirindo resistência à tentação do sangue humano,
tornando-se curiosamente a mais forte do clã. E é a metamorfose de Bella, tão
aguardada até mesmo por quem pegou um livro sequer, que dá um tom atraente à
trama. Para deleite do público masculino, Bella dá uma boa surra em Jacob
(Taylor Lautner), que desta vez, ainda bem, está bem menos chato que de
costume, após saber que ele teve um imprinting
(´´coisa de lobisomem``) com a pequena Renesmee. A jovem e recém vampira
também protagoniza uma sequencia hilária participando de uma queda de braço com
um Cullen, além da relação amorosa ´´selvagem`` com Edward e quando ela passa a
aprender a se comportar como gente novamente assim que recebeu a notícia da
visita do pai, e descobre um eficiente poder de escudo com o qual protege
pessoas próximas com a força do pensamento. Mas esse atrativo não vai mais
além, já que todo o enredo da trama elaborada por Melissa Rosenberg transita em
torno da pequena Renesmee. Criança híbrida, ou seja, meio humana, meio vampira,
é denunciada injustamente como criança imortal por Irina (Maggie Grace) para os
Volturi, clã de vampiros italianos, que exigem que os Cullen a entreguem para
ser queimada na fogueira, como fazem com todas as crianças imortais, um crime
perante a comunidade vampírica. Os Cullen então, sob a tutela de Carlisle
(Peter Facinelli) reúnem vampiros de toda parte do mundo para serem suas
testemunhas, mas que ao total não chegam nem perto do número da tropa de
Volturi reunida por Aro (Michael Sheen, um dos atores mais expressivos da saga,
que faz um personagem cruel e carismático ao mesmo tempo). O segundo membro
Volturi mais interessante é Jane (Dakota Fanning), que aqui infelizmente teve
uma participação menos significante, embora a personagem tivesse proporções
ameaçadoras de sobra, proferindo apenas uma única fala. O terceiro elemento
importante do longa é o enfrentamento dos dois clãs num autêntico campo de
batalha, com direito a mortes violentas de personagens queridos e muitas
decapitações, embora sem sangue para não ter problemas com a censura. Seria um
senhor combate que a saga tanto precisava, não fosse por uma trollagem no
roteiro que faz os espectadores se sentirem feitos de bobos. Para tal trollagem
a personagem Alice Cullen (Ashley Greene) teve tanta importância que podia
facilmente ser apontada como responsável, sendo apontado para ela todo sentimento
de indignação. Quem ver verá.
Nem de longe Amanhecer
– Parte 2 é o melhor filme da série. O merecedor de tal título é Eclipse (2010,
David Slade) ainda que o romance complicado de Edward e Bella continuasse sendo
o pano de fundo. Bill Condon repete a direção e Stephanie Meyer assumiu o cargo
de produtora neste filme onde todos os personagens saíram felizes. Entre uma e
outra gag interessante Jacob torna a
exibir seu corpo bem trabalhado, desta vez para Charlie Swan (Billy Burke), e
sob seu olhar apreensivo faz uma importante revelação. O pai de Bella continua
o mesmo, bom moço, compreensivo, e apesar de uma rasa participação percebemos
que a presença do personagem é necessária nem que fosse para justificar
detalhes do roteiro. O bebê Renesmee, junto com a vampirização da Bella, são as
únicas novidades que o roteiro tem a oferecer. Mackenzie Foy pode até ser uma
graça, mas sua personagem não conquista o público. Com seu ritmo de crescimento
acelerado e em sua aparição ainda recém nascida em CGI, a menina se torna
apenas mais um dos efeitos especiais pitorescos que ilustraram toda a
cine-série, desses como peles vampíricas fluorescentes à luz do sol e lobos
hiperativos maiores que pessoas. Não é de se admirar que descobrimos que uma
menina híbrida e lobisomem possam ter muito em comum. Depois de assistirmos a
um desfile de vampiros esquisitos de poderes variados, com direito a duas
índias vampiras da Amazônia (!) a saga se despede com uniões amorosas bizarras
e nos faz perceber que a saga Crepúsculo estava precisando mesmo acabar. Não
vai deixar saudade.
Leia também
Ted, um Ursinho da Pesada
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Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge
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A Era do Gelo IV
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Merry Christmas
Então meus queridos, é natal e a alegria dessa época está contagiando meu coração. Boas festas para você leitor, e também para quem estiver aqui só de passagem, afinal, nessa data devemos ser solidários uns com os outros de qualquer maneira, foi o que aprendi na terceira série primária. Tenha um bom natal, e não precisa ser com todo aquele luxo não, repito aqui aquele ditado que é quase uma máxima minha, uma cerveja, pão na mesa, e estamos na moral. Ah, e não esquece de tentar ser legal com aquele porteiro sacana, e vê se manda umas mensagens de sms para sua família, e de repente até para aquele valentão que te perseguia nos tempos de escola.
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