terça-feira, 11 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Indulto de Natal
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Salve as máquinas Pinball
Abaixo uma galeria do que considero um primor em jogabilidade e trabalho artesanal. Quando moleque era doido para quebrar um vidro e roubar uma dessas miniaturas maneiras.
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X Men
Só para babar, umas canjinhas dos jogos do tempo da Taito.
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
O Coreano Merecedor de Respeito

Quando se é bem moleque é doido para aprender uns golpes e sair dando porrada por aí, nem que fosse para não ser a mais nova vítima de bullying da escola, e nesse sentido os primeiros seriados tokusatsu a ditar moda por aqui teve sua parcela de incentivo. Quem hoje se lembra com carinho do Cometa Alegria que passava nas manhãs da saudosa Rede Manchete sabe que após um tempo de a molecada doida para aprender algumas acrobacias vistas em seus seriados preferidos era chegada a hora de aplacar seus anseios com as aulas do Mestre Kim, numa época em que guerras asiáticas eram assunto só nesses nossos seriados live action e sul coreanos não contagiavam o planeta com musiquinhas coreografadas pegajosas, apresentadas em um quadro que ia ao ar antes de cada tokusatsu, ensinado um ou outro golpe de Taekwondo. Foi minha primeira aula tanto de luta quanto virtual, me fazia reproduzir os golpes mesmo que fizesse tudo errado, com direito a muita rosquinha Mabel. O que os garotos da época não sabiam era que o sul-coreano acumulava outras atividades na emissora, como co-autoria de novelas, claro que ele dava seu toque pessoal, por exemplo, seus assuntos eram mais focados em lutas em geral, e que por um acaso é naturalizado brasileiro, tendo sua humilde primeira academia no Rio de Janeiro na rua Voluntários da Pátria, na década de 70. E pensar que eu passava por lá tantas vezes e nem tinha ideia disso.
Devido à sua popularidade em meio às crianças foi lançado no comecinho dos anos 90 pelo grupo Bloch, detentor da Rede Manchete, o gibi Mestre Kim, que chegou a ter apenas 9 edições. O gibi seguia a linha de outra publicação da editora, o gibi Clássico das Artes Marciais, que em breve terá um post neste blog.
É com saudade que lembro desse grande mestre do Taekwondo. Pelo que andei lendo por aí ele continua em atividade e é dono de um currículo fodástico que bota um Chucky Norris no chinelo. Entre outras coisas o cara foi instrutor da Polícia Militar, Cívil, Federal e do Batalhão de Choque do Rio de Janeiro e presidente da Confederação Brasileira de Taekwondo. As atividades que pratica o faz manter sua vitalidade, mesmo que já tenha idade avançada. Falando nele me dá até vontade de voltar a fazer lutas. É de exemplos como esse que uma nação precisa se espelhar.
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G. I. Joe – Retaliação: Uma sequencia com cara de reboot
Texto publicado na Revista Mais Mulher de Votuporanga - SP
O segundo filme dos
heróis de brinquedos da Hasbro podia se sair um razoável reboot, mas o diretor Jom. M. Chu (Justin Bieber, Never Say Never)
resolveu incorporar elementos já estabelecidos em G. I. Joe – A Origem de Cobra
(Stephen Sommers) talvez numa tentativa de agradar quem curtiu o primeiro live
action. Acabou se tornando só mais um filme de ação de grande orçamento, pois
teoricamente não funciona como sequencia. Se no primeiro o personagem de
destaque tal como no desenho dos anos 80 é Conrad ´´Duke`` Hauser (Channing
Tatun), neste é seu companheiro de batalhas e amigo de muitos anos, que
curiosamente sequer foi arranhado no filme anterior, Roadblock, interpretado
por Dwayne ´´The Rock`` Johnson (Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio), o badass da atualidade, que ao lado de
Bruce Willis, que faz uma participação mais que especial como Joe Colton, o Joe
veterano e já quase esquecido, forma a dupla casca grossa que todo filme de
ação americano precisa ter, superados apenas pela belíssima cena de combate
ninja nas montanhas protagonizada por Snake Eyes (Ray Park), Storm Shadow (Lee
Byyng – Hum) e Jinx (Elodie Yung), a mais nova ninja dos Joe a estrear sua
versão em carne e osso. Falando em personagens novos é interessante observar
que a lista dos que figuram o universo Joe é extensa e para agradar a fans antigos e saudosistas naturalmente
cabeças seriam cortadas para dar lugar a novas, mas é revoltante ver que personagens
importantes da primeira adaptação como o general Hawk, Scarlett, Heavy Dutt e
Ripcord, o melhor amigo de Duke, foram simplesmente ignorados. Mais revoltante
ainda foi ter visto alguns sendo descartados de maneira desmerecida, como o
Duke que, além disso, teve participação ínfima. Entre outros conhecidos que
entraram em campo pudemos ver outra personagem feminina notável, Lady Jaye, um
dos poucos personagens que tiveram uma origem explorada, além de poder fazer
uso de sua sensualidade quando preciso, mas sem perder a tenacidade que não a
deixa devendo nada aos integrantes masculinos, e Flint (D.J Cotrona),
personagem que nada acrescenta, mas como muitos estava devendo uma
participação.
Comando
Cobra
Tão importante quanto
os Joes, é claro que é o comando terrorista Cobra. A ausência dos que
participaram do filme anterior, como Destro e Baronesa, podia ser explicada com
a desculpa de que tinham sido capturados, porém, enquanto Destro estava
esquecido o comandante Cobra, até então ofuscado pelo primeiro, torna-se o
principal antagonista juntamente com Zartan, um mestre do disfarce que toma
lugar do presidente dos EUA (Jonathan Pryce) preparado para provocar uma nova
guerra mundial. Firefly (Ray Stevenson) marca presença dando dor de cabeça aos
Joe, mas se na versão que consolidou a fama dos G. I. Joe pelo mundo entre
crianças ele era um guerreiro mascarado, nessa versão ele está de cara limpa.
Storm Shadow retorna após sua provável morte no primeiro filme, mandando às
favas a verossimilhança, por mais que esse Retaliação tivesse a suposta
pretensão de ser mais condizente com a realidade.
Brinquedinhos
e a moral da história
Podemos considerar que
esse novo G. I Joe não é nem uma sequencia nem um reboot, e sim uma reinvenção do que já foi levado às telas com
atores reais. No lugar dos brinquedinhos hi
tech de A Origem de Cobra, como trajes especiais e ogivas de nanomites,
agora os equipamentos, veículos e armas são os que normalmente são idealizados
para a segurança nacional americana, e claro que não tardarão a serem
reproduzidos fielmente em sua versão brinquedo moderno, mas nada que possa
transformar a equipe militar num Battlestar Galactica, por exemplo. O roteiro
também deixa bem claro que nações do mundo inteiro, principalmente os EUA,
possuem equipamentos bélicos de destruição global, e numa demonstração
fantasiosa o comando Cobra manda Londres pelos ares numa sequencia tão
impactante quanto às batalhas ninja nos picos gelados. No entanto a história
não é lá grande coisa e deixa a desejar. Os Joe não são mais uma equipe
enrustida e tornam-se uma Tropa de Elite conhecida pelo mundo todo, sofrendo
ataques que dizima grande parte de uma unidade em missão no deserto (quem sabe
foi aí que personagens do filme anterior ´´se perderam``). Mais tarde o Cobra
consegue deixar os Joe mal vistos perante o governo americano, e numa ação para
salvar o mundo alguns absurdos dramatúrgicos são cometidos, citando de passagem
a aliança entre Snake Eye e Storm Shadow que se deu num piscar de olhos, sendo
eles rivais dês de a infância. Como de praxe, só efeitos especiais e cenas de
ação se salvam em casos como esse, e ficamos sem entender por que o filme
demorou a ser lançado (foi filmado em poucos meses entre a segunda metade de
2011) e sua conversão em 3D não justifica, pois não conseguiu deixá-lo mais
atraente. Uma sequencia já foi confirmada e espero sinceramente que dizimem
esse elenco para dar espaço a outros personagens que faltam aparecer, já que de
repente essa é mesmo a solução encontrada para deixar cada novo filme com
gostinho de reboot mesmo com preguiça
de partir do começo.
Leia também:
Oz - Mágico e Poderoso
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2
Ted, um Ursinho da Pesada
Resident Evil Retribuição
Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge
A Era do Gelo IV
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Velozes e Furiosos - Operação Rio
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Os Vingadores
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Saga Crepúsculo - Amanhecer - parte 1
Gigantes de Aço – Um animê filmado
Conam, o Bárbaro - O cimério revive no cinema após um hiato de 27 anos
Capitão América, O Primeiro Vingador
As Relíquias da Morte - Parte 2: O fim de uma era
Se beber, não case! - Parte II
Velozes e Furiosos - Operação Rio
Rio - Um grande acerto da animação atual
A Invasão do Mundo - Batalha de Los Angeles
As Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Os Robôs do Rock
Já não se faz mais bons grupos de rock como antes, nisso devemos estar de acordo. A boa notícia é que as novas tecnologias estão aí, crescendo cada vez mais para compensar a incopetência humana, e devemos dar todo crédito à banda Compressorhead por não ter deixado o Rock n Roll morrer na mesmice. Compressorhead é um Power Trio formado por robôs que tocam músicas de grupos de rock pesado (e você vai ouvir muito ainda o trocadilho infame de que eles fazem o ''metal mais pesado do mundo"), construídos por engenheiros alemães que fariam Tony Stark morrer de inveja. Seus integrantes são Stickboy, baterista de quatro braços, comumente confundido com uma dupla, o guitarrista de 78 dedos que responde pelo sugestivo nome Finger e o baixista Bones. Os Transformers do rock estouraram na net no comecinho do ano protagonizando o clip Ace of Spader do Motorhead e vem participando de festivais desde então, como o australiano Big Day Out, que conta com outros grandes grupos. Contudo suas apresentações são unicamente instrumentais, o grupo ainda não possui vocalista, e eu sinceramente não acho que precise de

um. No momento estamos ainda contemplando o clima de novidade que o mundo high tech tem a nos
oferecer no quesito musical. Também não tem composições próprias, mas tocam música de verdade de grupos como Ramones, AC/DC e Led Zeppelin. Só consigo vislumbrar vantagem num grupo que anos atrás só seria concebido no universo fantasioso de uma animação como Os Jetsons. É o grupo que não será contagiado por acessos de estrelismo, os empresários poderão explorá-los sem medo da lei trabalhista e, talvez o que mais se faz pensar, não sofrerão com problemas de drogas e overdose. Sem esquecer que
serão menos passíveis de erro nos arranjos musicais, sendo todos os integrantes máquinas operadas por programas de computação combinados a um belíssima engenharia mecânica. É bem provável que num futuro próximo os astros do rock serão em sua maioria compostos por dróides que vieram roubar a cena com merecimento. Me faz pensar que certos roqueiros eu sempre achei que fossem andróides mesmo, como um tal Marilyn Manson, por exemplo.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Crítica: Oz - Mágico e Poderoso
Texto publicado na Revista Mais Mulher de Votuporanga - SP
Publicada há mais de 100 anos, O Mágico de Oz do teosófico americano L. Frank Baum é um exemplo de obra que não merece ser mexida nem continuada, do contrário se estaria cometendo um insulto. O que ajudou a manter a popularidade em meio a crianças e adultos do mundo todo foi a encantadora versão para o cinema de 1939 com Judy Garland no papel de Dorothy, menina órfã do Kansas que vai parar através de um tornado na terra mágica de Oz, fazendo amizades e ganhando boas lições de vida. Várias adaptações vieram desde então, peças teatrais musicais, animação, elevando seu grau de popularidade a pessoas de todas as idades igualando-se a O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry, mas a história nunca foi modificada, tendo sua mensagem propagada até os dias atuais. No entanto em 1985 uma tentativa infrutífera dos estúdios Disney de gerar uma continuação, O Mundo Fantástico de Oz, dirigido por Walter Murch, provocou indignação dos admiradores da obra original e sobretudo da própria companhia que a lançou (MGM), que não aprovou a sequencia. Nesta sequencia não oficial, uma Dorothy interpretada por uma criança de verdade (Fairuza Balk) e não mais uma adolescente recusa-se a aceitar não ter mais voltado à terra encantada e adoece, mas por fim acaba voltando da mesma maneira que no filme original, reencontrando de relance os amigos que fez por lá.
A Nova Versão
A nova versão da Disney dirigida por Sam Raimi (Evil Dead, trilogia Homem Aranha) traz James Franco no papel de Oscar Diggs, mágico dono de um circo pequeno, criterioso e excêntrico, que ao fugir de uma briga embarcando num balão é tragado por uma tempestade ao mundo encantado de Oz. Não se trata de uma continuação e nem de um remake, e sim da origem do tão procurado mágico de Oz, contando quem é e como foi viver ali, com a preocupação, já em seu título que não faz menção ao mago (o título original é Oz: The Great and Powerful) de preservar os encantos da obra original, de modo que soa mais como uma homenagem, um retorno ao mundo encantado que descobrimos na infância, do que uma tentativa de se lucrar em cima da obra. Não podia ser diferente, numa tendência atual de se levar às telas novas roupagens de clássicos literários infantis e infanto-juvenis, adaptando-os à uma nova realidade, O Mágico de Oz já estava precisando ser lembrado. Além de James Franco o longa traz mais três nomes importantes, as bruxas Theodora, interpretada por Mila Kunis, que se apaixona por Óscar, Evanora, irmã de Theodora, interpretada por Rachel Weisz, e Glinda, interpretada por Michelle Williams, e apenas uma delas vai ajudar Oscar em sua nova empreitada neste mundo novo. James Franco precisou ter aulas de ilusionismo para encarnar o personagem com perfeição e passa o filme todo com apenas um figurino, um terno de três peças. Infelizmente os efeitos especiais dos dias de hoje e a linguagem cinematográfica atual acabam não fazendo jus à magia do filme original.
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Orgulho Nerd Podcast - Lixo Mental
O lixo que consumimos em nossa vida de internauta. Eu mesmo, se fosse limpar meu hd teria que usar soda cáustica.
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